História Passion - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Personagens Originais
Tags Bondage, Colegial, Dominação, Drama, Romance, Shortfic, Submissão
Visualizações 186
Palavras 2.276
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!! Vocês devem ter percebido que esse é o terceiro capítulo. Eu já tinha postado um antes, mas juntei o segundo ao primeiro, por motivos de não tinha porque dividir o capítulo. Falando rapidamente sobre Buy A Heart, que a nossa querida Mehaj será inspirada no papel da Christina Aguilera em Express, é um filme que ela faz sendo cantora e dançarina de burlesque. A minha bebê vai ser uma mina de talento.

Espero que gostem do meu casal fav se pegando!!!!!!!!

Capítulo 3 - Play with me... autumn


Fanfic / Fanfiction Passion - Capítulo 3 - Play with me... autumn

"Nós podemos apenas acabar colidindo mas estou pronta, se isso acontecer com você..."

18:39PM, Marimount Apart, Santa Barbara, California – Autumn Anderson

Desejo, fogo, sexo, paixão, redenção. Amor.

Palavras que remetiam não somente ao significado dos dicionários, mas sim, o que milhares de pessoas incluíam em sua vida. Acho que pelas coisas que aprendi, ouvir e vivi, as pessoas por serem ambiciosas, instigadas a ir cavar mais fundo o desconhecido, perdia seu próprio reflexo pelo caminho.

Na minha teoria você só deveria se aprofundar em sentimentos quando já conhecia o terreno em que pisava, ter uma visão territorial sobre a pessoa que você depositava confiava para mim era essencial, e redenção e amor não estavam nessa etapa.

Alessandro Anderson estava deitado com a cabeça repousada em meu colo cheirando a um forte whisky e cigarros. Ele havia gradativamente havia cavado o próprio buraco em relações sexuais sem compromisso. Eu não o culpava, e nem o julgava, mas meu pai ainda se sentia sobrecarregado por não ter Mônica ao seu lado. Mamãe ainda estava muito presente em sua vida, depois de dezessete anos ele ainda se castigava. Bucetas diferentes só agravariam mais seu estado.

E eu nunca sabia quando ele apareceria em casa daquele jeito.

As vezes demorava semanas, meses, mas nunca a sensação de culpa dele ia embora. Ela pegava a estrada na contramão e voltava para bagunçar suas memórias.

- Alessandro precisa de ajuda Autumn.

Ouvi a voz do homem que me acalmava chegando próximo ao sofá e observando o estado de papai em meu colo.

- Ele precisa de um banho. – Desconversei e Justin respirou fundo.

Depois do que havia acontecido no banheiro mais cedo, voltamos e continuamos conversando normalmente, apesar de ser misterioso, Justin Bieber era um homem muito inteligente. Era formado em línguas, cálculo e língua portuguesa. Sua carreira estava em blindada para alguém de vinte e sete anos. Justin gostava de romances, havia me confessado que eu não era a primeira aluna com quem ele se envolvia. O modo como ele confessou aquilo me fez ter certeza de que tinha algo de sombrio naquela história, mas não seria importuna de perguntar na lata.

Tirei os sapatos com as meias do pé de papai e o deixei no sofá, em dias como esse, ele sempre me pedia que o deixasse ali mesmo, que não o rastejasse ou muito menos acordasse. Caminhei até a cozinha e Justin veio em meu encalço.

- Eu tenho uma amiga que é psicóloga e ela tem um consultório no... – o interrompi.

- Está por algum acaso chamando meu pai de louco? – Ele revirou os olhos, cruzou os braços e se encostou na pia. Fiquei em sua frente e suspirei fundo.

Maldito seja quem ruminou aquele homem com tanta sensualidade saindo por seus poros.

- Claro que não. Você sabe do que estou falando, seu pai precisa conversar sobre com alguém diferente. Você é a única família dele, mas ainda é a filha. Pelo que disse mais cedo, vocês dois tem uma ótima relação, mas ele precisa do desconhecido para esquecer as coisas que passou.

Engoli a seco, Justin tinha razão.

- Não sei, e se ele não aceitar.... Não sei até a onde flexibilidade do meu pai vai Justin.

- Você tem que tentar, é por você e principalmente por ele, que ainda sofre com a morte de alguém que está descansando.

Mordi as bochechas apreciando a boa oratória de Justin. Ele descruzou os braços, sorriu e foi em minha direção unindo meu corpo ao seu.

Afastei minha coluna para trás para poder vê-lo e sorri sussurrando um obrigado, Justin sorriu e me selou devagar.

Eu não podia ousar esquecer que papai estava deitado no sofá e se olhasse uma cena daquelas em sua cozinha iria surtar, mas ele estava duro feito pedra. Em dias como esse ele só acordava pela manhã. Isso era bom, pelo menos por agora e com quem eu estava abraçada.

- Eu quero que você durma comigo hoje Justin – Disse ofegante partindo o beijo e olhando em seus olhos.

Meu coração acelerou quando vi seus olhos brilharem pela primeira vez sem luxúria e sim por paixão ao que eu havia pedido. Justin sorriu e colocou as duas mãos em meu rosto, selando minha boca várias vezes. Ah homem, não faça isso.

- Será que estamos indo rápido demais? – Justin perguntou mais para si do que para mim.

Depois de cada um tomar uma ducha, pedimos pizza e fomos ver como meu pai estava. Respirando. Pelo menos, até onde chequei. Justin e eu estávamos nos arriscando andando pela casa, mas eu não estava nem aí quando na maior parte do tempo, estava sendo carregada e sendo segurada pelas mãos fortes de Justin em minha bunda.

Já era quase onze horas, estávamos deitados em minha cama terminando ainda de fazer digestão da pizza. Peguei o controle abaixando o volume da tv e me virei de lado sentada tentado entender sobre o que Justin falava.

- Com o que?

- Isso aqui. O nós. – Apontou o dedo entre nós dois – Não comecei direito com você, não começamos direito na realidade, mas eu estava tão sedento por poder beijar você que a primeira brecha que tive avancei todos os sinais.

Justin estava encostado na cabeceira da cama com um lençol cobrindo de seu quadril para baixo. Seu abdômen nu, porém, coberto de tatuagens, estava perfeitamente tomando minha visão, mas o que me prendia nele, era o sorriso e a mandíbula estava travada pelo que havia acabado de confessar.

- Bem, não é como se eu não tivesse gostado. – Retruquei.

- Bem, eu esperava que você me desse um tapa na cara.

Boquiaberta olhei para ele que sorriu com a minha feição de incrédula, e em seguida passou os dedos em seus maravilhosos fios loiros.

- Você tem noção do quanto fica gostosa naquele maldito uniforme?

Calada fiquei e permaneci. – Se você tivesse noção do quanto fica bonita quando anda sem maquiagem e com o cabelo cheio solto. Autumn você nunca nem sequer olhou para mim antes, eu ficava muito puto com isso, mas você não tinha culpa.

- Eu...Justin.... Eu

- Depois de três semanas dando aula na sua sala, comecei a ter sonhos. Repetitivos sonhos com você, de lingerie em cima da minha mesa, na minha cama. Anjo quero que saiba que foram longos e tortuosos meses, observando o jeito que você caminhava, o quanto fica linda sorrindo, seus olhos são incríveis Autumn.

- Sempre achei que você era demais para mim, ou que você nunca iria olhar para mim. Eu observava você Justin, o tempo inteiro.

- Inferno, olha o tempo que perdemos. – Reclamou brincalhou e sorri – Quero que saiba de um detalhe importantíssimo Autumn, nós estamos correndo riscos e não vou viver no perigo só para brincar de dominador e submissa. Você disse para mim que queria isso, mas eu não quero você só pela metade. Quero levar você a um restaurante, quero poder te dar flores e estar aqui sempre que você precisar.

- Justin...Meu Deus.... Sim – Sentei em seu colo abraçando o mesmo que deitou o rosto em meus peitos. Sorri e caminhei minhas unhas por seu cabelo.

Minha pulsação estava acelerada, minha cigana interior dava gritinhos histéricos. Não esperava ouvir aquilo, Justin Bieber era um homem que me surpreendia cada vez mais.

Peguei um susto quando meu homem agarrou minha bunda, e levantou caminhando comigo até a mesinha de canto que estava sua pasta em cima. Ele colocou meu corpo ali e me deu um selinho rápido antes de abrir a bolsa de couro, meu coração disparou com o que vi.

Justin tirou uma caixa média aveludada vermelha, abriu um sorriso que me deixou mole e abriu me dando a visão de uma correntinha fina com um coração cercado por cordas, suspirei fundo.

Secretamente Justin estava pondo o símbolo da nossa relação em meu pescoço e isso era intenso demais. Saber que eu iria andar pelos corredores da Williams com algo em meu pescoço dado por ele me fazia imaginar mil coisas. Eu não queria parar.

Depois de fechar sobre meu pescoço, ele afastou meu cabelo daquela região e com um beijo molhado selou meu pescoço. Arfei baixo. Sua mão entrou no cabelo da minha nuca como mais cedo, arfei novamente e Justin me encarou.

- Parece assustador o significado desse pingente, mas ele significa muito para mim. As amarras em volta ao coração é uma amostra que seu corpo é meu. Você é minha Autumn, está escutando, uh?

Assenti beijando a mão de sua palma que estava em minha bochecha.

Justin caminhou suas mãos lentamente até os meus seios e apertou me fazendo soprar para que não gemesse alto, eu estava sensível demais.

- Seus peitos são meus, só eu posso tocá-los, não quero nada de metal ou plástico os beliscando, apenas eu posso fazer isso.

A boca dele puxou o bico do meu seio e soltou. Minha buceta já estava molhada. – Sim, são seus.

Justin apertou minha nuca fazendo meu pescoço arquear e colocou a mão em um lado da minha bunda. Ele apertou e deu um tapa estalado, fazendo meu corpo se colar mais ao seu.

- Esse monumento de bunda que você tem também é minha, macia e bonita. – Justin esfregou minha intimidade em seu quadril e arfei alto. – Como sua buceta. – Sussurrou.

- Justin... – disse manhosa e Justin observou meus olhos. Ele sabia o que eu queria e estava atrasando isso.

- Não vamos transar Autumn. – Automaticamente me emburrei e tirei suas mãos de mim, cruzando os braços.

- Porque não?

- Porque seu pai está lá embaixo, você geme alto e eu gosto disso, mas você vai acorda-lo. – Revirei os olhos envergonhada.

- Cala a boca.

- E ainda precisamos pôr algumas regras em seu lugar, mas enquanto isso, ainda não esqueci de você me chupando. Anjo, sua boca é deliciosa.

Sorri mordendo os lábios e Justin me beijou enfiando as mãos lentamente em meu short. Dei passagem para sua língua e arfei ao sentir seu dedo passando pela minha buceta molhada.

- Você está molhada para caralho, Autumn.

- Sim.

- Vamos resolver isso.

Fechei os olhos e senti o edredom macio em minhas costas. Justin me deitou na cama e abri os olhos para enxergar seus movimentos. Eu estava agoniada demais.

Ele se abaixou sobre os joelhos e beijou minha barriga, subindo minha camiseta. Levantei os braços tirando e grunhi ao sentir as mãos e a boca de Justin em meus seios.

Ele selou nossas bocas e puxou meu lábio levantando e puxando meu short com a calcinha de renda. Seus dedos abriram minha buceta e automaticamente senti a exposição que estava sentindo.

- Gostosa.

Justin soprou minha buceta e chupou com violência fazendo meu quadril se remexer. Não segurei e gemi alto. A mão que estava em minha barriga foi para minha boca sufocando meus gemidos e segurei também sua mão mais forte, Justin estava me fodendo com a boca e não era no sentido literal da palavra.

Meu homem podia fazer o que quisesse comigo naquele momento eu estava escrava daquela sensação maravilhosa. Um dedo movimentava rápido meu clitóris e o outro escorregava para dentro de mim. Justin se ergueu sem parar o que estava fazendo e sorriu como um deus.

Sua mão macia agarrou meu maxilar forte – O que você quer, hein?

- Você. – Justin enfiou mais um dedo em minha e beliscou meu clitóris, o impacto foi intenso, me contorci em suas mãos e com mais um dedo dentro de mim, filho da puta tirou me deixando vazia e excitada.

Respirei fundo tentando controlar minha respiração e Justin lambeu os dedos me olhando. O fogo em mim cessou um pouco, e relembrei que Jeffrey não fazia um oral assim, o fodido só se importava com ele mesmo.

Varri esse pensamento escroto para longe da minha cabeça e mordi os lábios ao sentir Justin abaixando a cueca e a calça de moletom para baixo. Gostoso.

Seu v ligando o quadril ao seu membro era magnífico, pêlos ao redor do seu pau não escondia sua masculinidade. Justin passou a mão pelo membro duro e ereto, em seguida puxou meu quadril ao seu encontro.

A ponta de seu grosso pau apertou meu clitóris e movimentou. Não estava acreditando que ele iria fazer aquilo comigo. – Justin...

- Calada amor.

- Por favor – Empurrei meu quadril mais para próximo dele e levei um tapinha na região sensível. – Aí.

Justin sorriu e gemendo esfregou mais rápido seu pau em mim. O controle daquele homem era absurdo. Enquanto os movimentos continuavam em mim, uma sensação de alívio chegou em mim, havia imaginado tanto aquele homem entre minhas pernas, imaginando o quanto seria bom tê-lo igual agora como estávamos. Fodendo lentamente em cima da minha cama.

- Justin... por favor.

- Estou dando o que você quer anjo.

- Mais...

- Assim? – Justin esfregou mais o pau em mim e rebolei apertando meus peitos.

O suor escorria em nós dois, o ar condicionado já não fazia mais tanto efeito sobre nós. Justin aumentou a velocidade e um calafrio subiu por minhas pernas. O orgasmo surgiu entre nós dois e Justin gemeu aumentou o movimento com seu pau e meu clitóris.

- Aí Justin.

- Tudo bem amor, vem comigo.

Assenti sofrendo com o prazer gritante em mim e apertei o pulso de Justin sentindo meu corpo tremer. Senti um jato quente em minha buceta e gozei respirando muito rápido.

O pau de Justin parecia estar com vida própria jogando jatos quente em minha barriga. O deus do sexo estava desnorteado como eu, puxei seu corpo e o abracei controlando minha respiração misturando as sensações e meus sentimentos. 


Notas Finais


alguém quer dar carinho ao Alessandro??? Meu casal é muito lindo, agora as coisas vão esquentar de verdade. O segundo nome do meu casal é perigo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...