História Passion without limits - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Magcon, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Jack & Jack, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Exibições 732
Palavras 3.152
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ GENTEEEE, TUDO BOM? ESPERO QUE SIM.
Finalmente posso dizer que este capitulo é ESPECIAL. Sim, finalmente um especial, chegamos aos quatrocentos favoritos, MUITO OBRIGADA.
Eu queria ter feito o especial com trezentos favoritos, mas quando fui ver já havia muito mais então resolvi esperar.
A principio eu ia fazer uma maratona, mas como não estou com muito tempo, vai ser apenas um capitulo, mas é o capitulo.
Este capitulo tem três ponto de vista, da Alexis, do Hayes e do Shawn.
A personagem Heloise é inspirada em uma das leitoras, a ~HayesS2Helo, espero que goste.

Espero que todos gostem e comentem o que acharam do capitulo.
Boa leitura e até a próxima.

Capítulo 38 - Chapter thirty-seven


Fanfic / Fanfiction Passion without limits - Capítulo 38 - Chapter thirty-seven

POV’s Alexis Fontaine

Sentei-me ao lado de fora da cabana onde havia um banco de madeira que parecia ser bem aconchegante. Depois de ter um grande susto com Bárbara, pude relaxar pela primeira vez no dia. Os pássaros cantando e voando de um lado para o outro me fizeram abrir um grande sorriso. Como eu amava a natureza.

A cabana estava vazia, com exceção de Cameron e Bárbara, que por medo da garota passar mal, decidiram ficar no lugar. O resto foi passear pela pequena floresta que existia, eu não sabia ao certo onde ficava ou se era perigoso, afinal, é a primeira vez que venho aqui.

Só sei que depois da discussão que eu e o Jack G tivemos nesta manhã, ele decidiu ir com os amigos em vez de ficar comigo, algo que me chateou e muito. Parecia que ele não queria nada sério comigo, só apenas dormir comigo e não é isso que eu quero.

Não quero proibir que ele saia com os amigos dele, mas vim para este lugar por causa dele, para passar mais tempo com ele e a única coisa que fizemos foi dormir juntos.

Suspirei. Não queria que o clima entre nós ficasse tenso, eu o amo e não quero estragar tudo, como sempre faço.

Levantei do banco e comecei a caminhar pela rua não asfaltada procurando alguém, impossível que esse lugar seja tão deserto. Já estava caminhando por uns dez minutos lentamente, meus pés estavam doendo e na hora que pensei em dar meia volta, vi um cãozinho correndo em minha direção.

-Oi fofinho – Agachei e fiz carinho no pobre cãozinho – Esta sozinho?

Ele latiu, só poderia ser uma resposta, mas sim ou não?

-Pena que não posso te entender – Peguei-o no colo.

-Ártemis! – Ouvi uma voz feminina gritando o mesmo nome várias vezes, ela só poderia estar procurando o pobre cãozinho, ou melhor, a pobre cadela.

-Então você tem nome – Digo para o cãozinho.

Desviei o olhar para a garota que veio caminhando em nossa direção, assim que ela se aproximou, pegou a cadela do meu colo e a abraçou, talvez seja por isto que ela tenha fugido, a própria dona quase sufocava ela.

-Obrigada – A menina de cabelo amarronzado, pele branquinha e olhos claros disse – Não sei o que faria sem o meu amorzinho.

-Ela é muito fofa mesmo – Sorri – Ela chama Ártemis?

-Sim, ela estava em meio à floresta, deve ter fugido de algum lugar e por sorte eu consegui encontra-la, ela ainda era bem novinha, ai coloquei o nome de Ártemis por que ela é a deusa ligada à vida selvagem.

-É um belo nome, combina com ela – Fiz um cafuné em Ártemis – Sou Alexis.

-Prazer, me chamo Heloise – Sorriu – Você mora por aqui?

-Não, vim com alguns amigos passar o final de semana, mas se pudesse eu moraria aqui, adoro a natureza.

-Então somos duas – Riu – Me mudei para cá há um ano e nunca mais quero ir embora.

-Se eu pudesse faria isso também.

-Como você é rápida em fazer amigos – Ouvi a voz de Jack atrás de mim.

-É – Respondi seca.

Jack estava ao lado de Hayes, que por algum motivo, pareceu estar menos revoltado com a vida. Meu namorado franziu a testa e suspirou, percebendo que ainda não havia esquecido o que havia acontecido desta manhã.

-Podemos conversar? – Ele perguntou baixinho para mim.

-Tanto faz – Dei de ombros e me virei para Heloise – Foi bom te conhecer.

-Igualmente – Sorriu gentilmente.

Sai caminhando ao lado de Jack, ele tentou pegar minha mão, mas não deixei, aproveitei para me afastar um pouco, se ele pensa que vou perdoar ele assim, esta muito enganado.

Ele estava me guiando para um lugar que eu não fazia a menor ideia de onde era e os meus continuavam doendo.

-Para onde estamos indo? Meus pés estão doendo – Reclamei.

-Já estamos chegando – Respondeu sem olhar para mim.

-Me diga para onde estamos indo – Ordenei.

-Larga de ser mimada e vamos, já estamos chegando.

-Não vou a lugar nenhum se você não me dizer para onde estamos indo – Parei no lugar que estava e cruzei os braços.

Ele me encarou por uns segundos e revirou os olhos.

-Tudo bem, vou sozinho – Ele voltou a andar sem olhar para trás.

Ele não ousaria a me deixar sozinha. Esperei alguns minutos e ele não voltou, Jack vai me pagar muito caro por isso.

-Idiota – Resmunguei e voltei a andar na mesma direção que ele.

Ia desviando de troncos e outras coisas que estavam no caminho até chegar em uma área perto de um lago. Parei para admirar, era a parte mais bonita daquele lugar. Desviei o olhar do lago para uma toalha de piquenique estendida no chão com um balde com gelo e champanhe.

-O que...?

-Gostou? – Jack apareceu com as mãos no bolso e um sorriso largo no rosto – Ufa que conseguiu chegar, do jeito que é teimosa pensei que iria voltar para a cabana.

-Além de me chamar de mimada, me chama de teimosa? – Perguntei irritada – Eu ainda posso voltar para a cabana.

-Duvido que saiba o caminho de volta – Riu debochado, ele estava certo, não me lembro do caminho de volta.

-O que é isso? – Perguntei olhando para onde esta a toalha com o balde.

-Champanhe – Falou o óbvio e olhei para ele cruzando os braços – Tudo bem, eu queria fazer algo especial, Hayes me ajudou a fazer isso.

-Hayes? – Ri – Quem diria.

-Pois é, parece que uma pessoa se encarnou no corpo dele – Riu, sua risada é tão bela – Mas não quero falar disso, estamos aqui por outro motivo, algo muito mais importante.

-Então fala, estou curiosa.

-Ok – Respirou fundo e caminhou até mim, se ajoelho em minha frente. Não, não pode ser o que estou pensando, ele não seria louco de fazer isso – Alexis Fontaine, você aceita se casar comigo? – Tirou a caixinha do bolso e a abriu, mostrando duas belas alianças dentro.

Meu coração disparou, e eu não conseguia dizer nada, eu realmente estava em choque. Depois que discutimos hoje cedo sobre assumir algo sério, pensei que o que tínhamos estava abalado, mas pelo contrario, a partir daqui formaríamos uma família.

-É claro que eu aceito – Pulei em cima dele o beijando – Eu te amo.

-Eu também te amo, minha mimada.

 

 

 

 

POV’s Hayes Grier

-Então... Esse cachorro é seu? – Como eu sou péssimo para puxar assunto.

-É sim – A garota disse com um sorriso no rosto.

Já vi várias garotas bonitas, das quais já namorei, mas nunca havia visto uma garota como aquela que estava na minha frente, ela não é bonita apenas pelo seu olho claro, suas sardas nas bochechas a deixavam com um ar mais jovem e acho sardas muito bonito, diferente de algumas pessoas. Algumas mechas do seu cabelo amarronzado cai em seu rosto e ela passava ele por trás da orelha e o jeito que ela olhava para o cachorro, mostrava o seu amor por animais.

Ela percebeu o meu olhar fixo sob ela e automaticamente corou.

-E-Eu tenho que ir – Gaguejou se virando, mas logo a segurei pelo braço, o meu toque a fez estremecer.

-Espera, quer passear comigo?

-P-Passear? – Gaguejou novamente, parece que nunca havia conversado com um garoto – É claro, só preciso deixar Ártemis com a minha irmã.

-Eu te acompanho até a sua casa então – Digo e ela sorriu, começamos a caminhar no sentido oposto a cabana – Então o nome da cachorrinha é Ártemis.

-Sim – Ela sorriu timidamente.

-Por quê?

-O que? Do nome? – Assenti – É por que eu a encontrei numa parte da floresta perto de casa, ela deve ter fugido de algum lugar e eu resolvi ficar com ela.

-Mas Ártemis não é a deusa da caça?

-Sim, mas ela é uma deusa ligada à vida selvagem, achei que seria legal dar este nome a ela.

-É um belo nome.

Ela sorriu e voltou a olhar para frente. Não sei o que me deu, mas a cada palavra que ela diz me faz sentir algo estranho, algo que eu nunca havia sentido.

-Esqueci de me apresentar, sou Hayes.

-Prazer em te conhecer Hayes – Ela respondeu e novamente ficamos em silêncio.

-Geralmente, quando uma pessoa se apresenta, a outra também se apresenta.

-Me desculpe – Riu – Me chamo Heloise, mas pode me chamar só de Helo, é como a minha família me chama.

-Ok Helo, você mora por aqui há muito tempo?

-Faz mais ou menos um ano – Ela respondeu passando a mão em Ártemis que parecia estar gostando do carinho.

-Mas por aqui não tem colégio, faculdade...

-Eu terminei o ensino médio ano passado, mas nunca cheguei a fazer faculdade – Explicou.

-E não pensa em fazer faculdade?

-Não, acho que prefiro passar a minha vida aqui.

-No meio do mato? – Perguntei e ela se encolheu, parecia ofendida – Desculpe, eu não queria ofender.

-Tudo bem, pessoas como você sempre falam isso.

-Pessoas como eu?

-É, pessoas da cidade, que tem tudo o que quiser, pessoas mimadas.

-Eu não sou assim e não são todos que são assim.

-É claro que você é assim – Me examinou – Suas roupas, o seu jeito, perfume, tudo indica que você é assim.

-E seu eu for? Qual é o problema?

-É só que... – Suspirou – Não é nada.

Ela apressou ao passo até chegar a sua casa, onde entrou e me deixou plantado no lado de fora. Passaram-se alguns minutos até que ela apareceu, seu cabelo agora estava preso, deixando o seu belo rosto visível. Cada traço dela é perfeito.

-Desculpe a demora – Ela se aproximou e vi que trazia consigo um pote de doce de leite e duas colheres – Você gosta?

-Se eu gosto? Eu amo – Sorri.

-Vem – A acompanhei até a área com grama onde nos sentamos, ela abriu o pote e me deu uma colher, logo começamos a comer o doce de leite.

-Isso aqui é maravilhoso – Digo.

-Eu sei, é por isso que eu amo doce de leite – Sorriu.

Ficamos conversando sobre várias coisas, ela perguntou sobre a minha vida, se eu era amigo de Alexis e sobre o pessoal que Alexis a informou. Também perguntei sobre a vida dela, descobri várias coisas que eu nunca imaginaria sobre ela.

-Sua boca esta suja – Ri ao ver a boca dela toda lambuzada de doce de leite.

-Que droga – Riu – Sempre acabo me sujando.

-Deixa que eu limpo – Me aproximei dela e roubei um beijo, mas logo ela se afastou se levantando.

Como sou idiota, é claro que eu não poderia usar essa técnica para beija-la.

-Me desculpe – Me levantei – Eu não deveria ter feito isso.

-Eu estava certa, típico garoto mimado da cidade.

-Eu não sou assim, eu só não consegui resistir...

-E o que? Vai me cantar até conseguir me levar para a cama?

-Não, não me entenda mal – Passei a mão pelo cabelo, como eu iria me desculpar com ela – Eu pensei que você havia gostado de mim.

-E eu gostei, mas você estragou tudo.

-Foi só um beijo, por favor, me desculpe – Me surpreendi em falar por favor e me desculpe na mesma frase, algo que o velho Hayes nunca falaria – Isso não irá se repetir.

-Tudo bem – Suspirou.

Eu não queria acabar com todas as minhas chances, ela não é como as garotas que eu conheço, que na primeira oportunidade iriam se jogar em cima de mim, ela tem o seu tempo, e eu querendo ou não, teria que seguir o seu tempo.

Começamos a andar e conversar sobre coisas variadas, ela parecia fascinada com algumas coisas que eu falava, como se fosse algo novo para ela. Também, vivendo neste lugar sem contato com outras pessoas, ela nunca iria saber.

-Você vai embora quando? – Perguntou enquanto voltávamos para a casa dela, já estava escurecendo e ela achou melhor voltar.

-Amanhã de manhã.

-Ah...

-O que foi? – Perguntei.

-Pensei que ficaria mais tempo.

-Pois é, mas eu posso voltar outra hora com meus amigos.

-Talvez.

-Ou você pode ir para a cidade – Sugeri.

-Não tenho dinheiro para alugar um apartamento.

-Você pode morar comigo, estou pensando em alugar um apartamento mesmo.

-Não, não, não quero morar de favor.

-Pelo menos pensa ok? – Nos aproximamos da porta da casa dela – Vamos fazer o seguinte, amanhã você me dá uma resposta, se for sim, semana que vem eu venho te buscar, ai já vou arrumar direitinho o apartamento.

-Isto é loucura Hayes, minha família mora aqui, não posso mudar assim do nada.

-Pelo menos pense a respeito sobre a proposta, por favor – Supliquei.

Talvez eu tenha me apaixonado logo de cara por ela, pensar em ficar longe dela ou nunca mais vê-la já me torturava, preciso dela comigo, preciso dela ao meu lado.

-Tudo bem – Sorriu – Tchau Hayes – Beijou delicadamente a minha bochecha e entrou na casa.

-Tchau Helo – Falei baixinho passando a mão na bochecha onde ela havia beijado, tão doce...

Voltei sorrindo de orelha a orelha para a cabana, onde meu irmão e Carter estavam sentados em um banco, os dois estavam exausto depois de uma caminhada.

-Que bicho te mordeu? – Carter riu ao ver a minha cara – Que cara de bobão.

-Isto é cara de apaixonado – Nash riu e eu o olhei surpreso – Te conheço muito bem maninho, quem é a sortuda?

-Ela se chama Heloise – Sorri ao pronunciar seu nome, um nome doce para uma garota doce – Ela é perfeita.

-Imagino, para fazer você se apaixonar.

-Mas se ela é daqui você nunca mais vê-la, certo?

-Mais ou menos – Respondi – Propus para ela que ela fosse para a cidade, talvez iremos dividir um apartamento.

-Então você vai morar perto da gente? – Meu irmão perguntou e eu assenti – Vamos ter que aguentar a peste pelo resto das nossas vidas – Riu.

-Ei! – Tentei parecer ofendido, mas logo ri. Não me importo com o que fale, só estando perto de Heloise já me deixava feliz.

-Para de fazer essa cara de bobão apaixonado – Carter reclamou – Já esta me dando enjoou.

-Fala isso por que nunca encontrou alguém que te queira.

-Todo mundo me quer, só que não encontrei ninguém especial.

-Aham, conta outra – Eu e Nash caímos na gargalhada.

Talvez minha vida comece a dar certo, eu arrumaria um emprego, um apartamento e viveria com a minha garota.

 

 

 

POV’s Shawn Mendes.

-ME COLOCA NO CHÃO GAROTO!! – Luna berrou tentando fazer eu a colocar no chão, mas isto não iria funcionar, eu estava correndo com ela nas costas para um lago e ela estava morrendo de medo de se molhar – EU NÃO SEI NADAR!! – Voltou a gritar, mas não deu tempo de parar, já havia pulado para dentro do lago.

Assim que mergulhamos, ela conseguiu se soltar de mim, mas não voltou à superfície. Voltei a mergulhar e a segurei pela cintura, a puxando para a superfície.

-Meu Deus – Ela disse assim que conseguiu fôlego – Eu poderia ter morrido seu idiota!

-Me desculpe, eu...

Ela saiu do lado e se sentou na grama, tremendo de frio.

-Por favor, eu não queria que ficasse chateada – Sai do lago e fui até ela, me sentando ao seu lado – Pensei que seria divertido nadar um pouco.

-Se eu soubesse nadar, talvez fosse divertido – Respondeu seca.

-Me desculpe Luna.

-Tudo bem – Suspirou – Você não fez por mal.

-Podemos voltar se quiser.

-Não – Segurou minha mão – Quero ficar aqui... Com você.

Sorri.

-Posso perguntar uma coisa? – Perguntou.

-Já esta perguntando – Ri, mas ela não achou graça – Perguntei.

-Um dia você vai conseguir me amar de verdade? Assim como ama a Bárbara?

-Por que esta perguntando isso? É claro que eu te amo.

-Não – Negou com a cabeça – É diferente o jeito que me olha e o jeito que olhar para a Bárbara, há paixão quando a olha, mas quando olha para mim, parece como se tivesse olhando para uma amiga normal.

-Me desculpe, o que eu sinto por Bárbara é realmente muito forte, desde o primeiro momento que a vi eu me apaixonei – Decidi ser franco – Mas o que aconteceu com a gente já foi, nós somos melhores amigos e ela esta namorando com o Cameron.

-Mas se ela não tivesse com ele, você iria namorar com ela?

-Para ser franco, sim.

Ela olhou para frente e ficou em silêncio. Resolvi não falar nada e deixar ela quieta o tempo que precisasse. Eu não poderia mentir, o que sinto pela Bárbara é muito forte e totalmente visível, mas estou disposto a tentar esquecer tudo para ficar com Luna, tenho que seguir em frente e Luna é a garota perfeita.

-Mas eu quero tentar – Entrelacei os nossos dedos – Eu quero dar uma chance a nós dois, se você quiser, é claro.

-É tudo o que eu mais quero – Ela respondeu voltando a olhar para mim – Mas por favor, se você continuar amando ela, não me use apenas para tentar esquecê-la, não sou uma boneca e não quero que brinque com os meus sentimentos, eu não mereço isso.

-Eu nunca brincaria com seus sentimentos – Passei a mão em seu rosto macio aproximando o meu rosto com o dela – Nunca me perdoaria por fazer isso – Senti seu lábio gelado se tocar com o meu, mas logo um calor se invadiu pelo meu corpo.

Aprofundei o beijo e a deitei, ficando por cima dela. Ela no começo só passava as mãos pelo meu cabelo, mas logo desceu a mão pelo meu corpo e puxou a minha camisa, tirando-a.

-Tem certeza? – Perguntei, nunca havíamos dormido juntos, e não sabia se ela queria fazer isso neste lugar, no chão nada confortável.

-Absoluta – Respondeu voltando a me beijar.

 

(...)

 

-Preciso de um banho quente urgentemente – Luna disse assim que entramos na cabana.

-Me avisa quando sair do banheiro – Beijei sua testa e a observei subindo as escadas.

Olhei para a cozinha onde Bárbara estava sentada olhando para mim sorrindo, logo piscou e eu sorri. Por mais que seja difícil, tenho que esquecê-la e vê-la apenas como melhor amiga, pois é o que somos.

Ouvi os passos apressados de Cameron descendo as escadas, ele me olhou e foi até Bárbara a beijando. Não havíamos nos falado desde o jogo, talvez ele esteja enciumado que eu e Babi havíamos nos beijado, tomara que ela tenha explicado o que aconteceu, odiaria que ficasse esse clima tenso sobre a gente.

Assim que Luna saiu do banheiro, entrei rapidamente para tomar banho, se eu ficasse mais tempo com aquelas roupas ficaria com resfriado.

Depois do banho, fui para o meu quarto onde Luna estava deitada na cama lendo um livro que trouxera.

-Por que trouxe um livro na viagem sendo que são poucos dias aqui? – Perguntei.

-Eu gosto de ler – Deu de ombros.

-Entendi... Luna, o que acha de viajar?

-Nós já estamos viajando – Riu.

-Sim, mas para outro lugar, tipo Paris – Sugeri.

-Paris? É o meu sonho – Sorriu entusiasmada fechando o livro.

-Então pronto, vamos para Paris – Deitei na cama ao lado dela e a beijei – Prometo que irei fazer tudo para ver você feliz.

Cumprir promessas nunca foi o meu forte, mas irei fazer o máximo para cumprir esta.

 



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