História Passionate obout vampires... - Capítulo 26


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Medos, Obsessão, Pesadelos, Revelaçoes, Sonhos
Exibições 22
Palavras 1.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Slash, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Algo que não e vermelho?


-Você e minha pra sempre, seu sorriso sua lágrima e seu sangue.Eu te amo Asuna.

Meu coração 

Meu sorriso 

Minha lágrima 

Minha vida 

Isso pertence a quem? Mesmo?   

_-Akira?-Alguém falou do lado de fora.

Londres/Século XIX , 22 de setembro.

“O meu sangue corre como um rio...
corre o meu sangue para o mar...
num galope bravio, ritmo acelerado
para onde acena a tua mão ou não."

-A morte me chama pra um jantar, em forma de suicídio diz que vem pra me buscar, com flores no caixão, um terço enrolado na mão-Recitei um poema que se mantinha rabiscado há anos em meu caderno surrado, meu quarto se mantinha em uma situação precária, meu sangue insisti-a em escorre pelos meus punhos, o sol em minha janela persistia em entrar em meu quanto escuro, a  escuridão era tão espessa que por um segundo pensei em toca-la

Mais logo sai dos meus devaneios e desci para cozinha, a casa toda se mantinha silenciosa, eu escutava apenas o som dos meus pés pisando naquela madeira fria.

Passei pelos moves da cozinha que ao mesmo no verão se mantinham gélidos , mesmo eles mortos agiam como cadáveres um dia estão lindos e quentes e em um segundo estão frios   , velo-os assim quem poderia pensar que um dia eu ainda brinquei por ali. Logo chego ao balcão colocando meus braços em cima dos mesmos em cima da mesa avio um copo de agua que no estande que a toquei a agua ficou morna, logo levei o copo que por alguns dias era o único que se encontrava na mesa,  a minha boca que avia hematoma do lado direito de minha boca a agua então saio rasgando em minha garganta que por dias não avia bebido uma gota de agua sequer.

- Meu filho  -Perguntou aquela voz doce que eu poderia ouvir ate meus últimos dias.

Meus olhos, passaram calmamente pelas minhas pálpebras moveis, parando com a estrutura da mulher que se encontrava na minha frete. Ele correu ate mim e se ajoelhou na minha frente com uma expressão do rosto assustada.

-O que foi isso meu filho?-Perguntou passando a mão no hematoma que se encontrava minha bochecha.

-Ate parece que nunca vi-o seu filho assim- Minha voz saio  rouca e arrasada, fechando meus olhos aproveitando aquela sensação.

-Machucado já mais não desse jeito, não posso sair para comprar um sapato no mercado e você se mete em confusão, quem foi o desordeiro que batei em meu filho? Ham mandarei prende-lo agora. -Falou a senhora Maria Alexander, aquele que  era portadora de uma beleza rara.

-Seu marido fez isso. -Falei se referindo ou marido dela Magnus Collouy, meu padrasto meu pai morreu a anos; em uma acidente de cavalaria para ser mais especifico.

-Ham para de brincadeiras seu moleque você fez alguma coisa, pra ter te batido desse jeito-Falou ele sê levantando e andando de um lado para o outro em minha frente a mudança de humor dela e terrível.

-Eu apenas o vi com outra mulher e entramos em discussão, ele te trai você não pode entender isso?-Perguntei virando de costas novamente pegando, novamente o mesmo copo.

-Eu sei que ele me trai! Mais meu ódio ele pode pagar com o dinheiro dele então você vai subir pra aquele, quarto e vai se arrumar quando ele chegar você pedira desculpas para ele de joelhos! –Falou ela pegando o copo de vidro em que o liquido se encontrava na metade da peça, e a jogou no chão fazendo ficar em pedaços.

Apenas me levantei sem dizer nada, com meus pês descalços subi para o primeiro andar da casa entrando no meu quarto e deitando na cama.

-Eu devia ter matado ele quando tivesse chance aquele hibrido inútil- Falei baixo, pegando o meu lençol que estava jogado em algum lado da cama que já tinha um cheiro de suar horrível.

Depois de um tempo ali senti meus olhos pesados e logo se fechando, meu corpo ficando dormente e eu perdendo a consciência aos poucos.

Senti meus olhos arderem passei as mãos por ele e escorriam sangue, fui para meu banheiro e olhei no espelho meus olhos pretos , estavam vermelhos.

Isso acontece com a nossa, raça bem só um tipo de sobrenatural não aqueles de conto de fadas ou historias de terror, sim os sobrenatural, a nossa raça não de definida ele e uma mistura de demônio com vampiro, nos estamos entre os meninos dez do primeiro suspiro da humanidade.

Não mostramos isso para a sociedade porque meu, pai pelo menos o de verdade me amostrou a esconder já vi um de minha própria raça se queimado na praça porque isso pra humanos e bruxaria, mãos a nossa raça e mais chamada de infernum animal,.

Olhei novamente pro espelhos meus olhos se encontravam normais agora, o marido da minha mãe e Hibrido por isso ele tem tanta raiva de min seus poderes não chegam aos meus pais ele desconfia que eu seja um infernum animal, mais por isso eu deixei que ele me batesse assim parecia fraca feito qualquer humano, mais tenho que manter uma grande concentração para que minhas feridas não cicatrizem.

Assim logo me despi minha roupa cheirava a sangue, isso era irritante, olhei rapidamente para a banheira e válvula se abri sozinhos poderes demover coisas era o meu favorito entrei na banheira a agua ainda se encontrava fria mais isso era bom meu corpo estava gélido não senti mudança nenhuma na agua.

A agua que era transparente em alguns minutos se entregou ao vermelho transparente aquele agua daqui pra frente era tão impura não prestaria nem pra se olhar.

Sai da banheira com uma toalha presa em minha cintura e fui, para meu guarda roupa pegando um terno qualquer, colocando em meu corpo que se encontrava molhado ainda passando a toalha pelos meus cabelos negros que por discutidos, todos dessa casa pensariam que azulado.

Deixei a tenha no chão e desci novamente maia agora para sala que se mantinha em palavras jogadas ou vento e risadas falsas, o cheiro de bebida que vinha dela me já me dava um motiva de virar de costas e sair daquela casa, mais sai dos meus pensamentos quando algo ou alguém sita eu nome no meio daquela perca de tempo.

-Cadê ele me desrespeitou muito no meu trabalho ontem-Falou a voz contorcida de Magnus bêbada.

- Esta no quarto dele, eu já dei uma bronca e ficara tudo normal não e marido?-Falou Maria, que servia mais um copo de bebida ou homem.

-Claro que não cadê aquele..-Antes de acabar aquele frase de desonra entrei na sala ele apenas se levantou com dificuldade.

-Ai esta você seu peste, aproveite hoje com sua amada mãe porque hoje te malhar te vendi a um mercador-Falou ele rindo, o copo que minha mãe segurava foi em encontro ao chão e o meu rosto se tornou frio em segundos.

-Eu te imploro Fasso tudo que você, só não venda o meu filho-Suplicou a minha mãe aos pês daquele homem.

 -Mae a senhora deveria saber que e morte não tem coração... e nem eu.



Notas Finais


De quem será essa história?Quem tava chamando a Akira?


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