História Past Tale - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Charl_Bellew

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Charl_bellew, Tsuki_no_yaya, Undertale
Exibições 4
Palavras 1.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hellow.

Não,

Não morri.

Para a tristeza

Ou felicidade de vocês.

Bom...

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 5 - Perseverance


A próxima história é sobre a Quinta alma humana. 

Ela era uma menina, chamada Teresa. Ela era o orgulho de seus pais e também de Ebott.

 Você deve estar se perguntando o por quê, certo? Errado? Bom… mesmo assim irei lhe dizer o por quê. 

 Teresa era a pessoas mais inteligente que já viveu e nasceu no vilarejo. 

Ela era incrivelmente esperta, não importava o desafio, jogo ou piada, ela sempre adivinhava ou ganhava. Na verdade nunca ninguém conseguiu ganhar dela, muito menos trapacear.

 Ela, além de seu QI extremamente alto, (nem os médicos ou psiquiátricos conseguiam não se impressionarem com tal conhecimento que a menina possuía. Isto quando ela tinha apenas 5 anos, agora, ela já se encontra com 14) ela também possuía uma incrível PERSEVERANÇA, ela nunca desistia de algo sem tentar diversas vezes. 

 Neste momento, Teresa está deitada em sua cama, estudando. Para quê? Bom, ela sempre estuda, não importa onde ou quando, tenho certeza que se você encontrasse ela, em qualquer lugar que seja, ela estaria estudando.

 Ultimamente ela tem estado bem desanimada... pois, daquia duas semanas, será o Dia de São Valentim, ou se preferir, Dia Dos Namorados. 

Teresa não se importa nem um pouco com esta data, a única data que lhe importa são: o aniversário de sua mãe, já falecida. 

 Não lhe contei sobre isso? Queira me desculpar, tenho andado um pouco destraída. 

 Bom... ela era realmente feliz, com o seu pai e sua mãe, eles foram à uma viagem, mais especificamente, foram para as montanhas, estava nevando e todos eles gostavam do inverno, então foram para o chalé, uma herança de família. (A família deles é muito rica, são donos de uma empresa de móveis no Japão e nos Estados Unidos da América). Não que os pais dela não ligassem para os estudos da mesma, ela não estava de férias da escola, seus pais disseram que a mesma tem as melhores notas da escola os pais dela resolveram ir nessa viagem (uma semana longe daquela prisão não faria falta, não afetaria em nada), a mesma podia parar de estudar se ela quisesse, mas ela optou por passar esses anos todos na escola, invés de ficar em casa descansando. 

 Eles já estavam voltando para casa, estava chovendo, tinha neblina e o asfalto estava um pouco congelado. Tudo estavam indo bem, faltava apenas 1 hora para os mesmos chegarem em casa, mas o pai de Teresa virou-se para trás, olhando para ela, pois a mesma não havia falado nenhuma única palavra desde que estavam indo para casa. Estava com medo dos trovões? Ou talvez… estivesse triste por ter ficado apenas uma semana, no lugar que ela tanto anseia para vir todos os anos? Ele não sabia responder. Mas antes de dizer qualquer coisa para a filha, apenas se ouviu um som ensurdecedor, que mais parecia ser uma buzina, a mãe de Teresa gritou e a mesma também, o pai de Teresa virou-se rapidamente para a estrada e viu um caminhão enorme indo em direção ao carro. 

Ele conseguiu desviar mas o caminhão bateu em uma grande parte do carro e o mesmo bateu o carro em um poste de luz. “Estão todos bem?” -  o pai de Teresa perguntou. O mesmo olhou para trás e viu sua esposa coberta de sangue, morta. 

 Por isso o pai dela a odiava, mesmo ele tendo plena consciência de que ela não tinha culpa de nada. 

Ele ainda a amava, ele já tentou estuprá-la, mas ele não teve coragem, já tentou se afundar no álcool, mas a imagem de sua esposa e filha vinham em sua mente, por isso ele nunca conseguiu fazer nenhuma “loucura”. Ele não sabia se agradecia ou não por isso. Mais tarde a mesma se arrumou para ir a escola. 

 Já na escola a mesma só senta-se e não presta atenção nas aulas, apenas copia o que o professor passa e volta a fitar a janela. Mais tarde a mesma vai até a cantina, pega uma maçã e vai em direção a uma mesa vazia qualquer. 

Ela tinha problemas para socializar com as pessoas, na verdade a mesma nunca se importou em fazer amizade ou se apaixonar, depois do “acidente” que matou a sua mãe ela ficou fria e deprimida. Alguns minutos depois, um menino de sua idade chamado Haru, ele era estrangeiro.

 Ela o rejeitou várias vezes, mas o mesmo não desistiu, ela cansou de rejeita-lo e eles começaram a conversar por vários minutos (foi a conversa mais longa que a mesma já tivera com alguém), ele a chamou para ir ao cinema, mesmo que ela não goste muito de sair ela aceitou. Por quê? Porquê além dele ser inteligente, ter um bom caracter (parecia ter), ser gentil e ele também era extremamente bonito, ela não ligava muito para beleza, mas não podia rejeitar o fato dele ser muito bonito. 

 Eles continuavam a se ver todos os dias na hora do intervalo, ela começou a ama-lo em pouco tempo. 

 Como no dia seguinte era o Dia de São Velentim e a escola iria fazer um baile, a mesma decidiu ir no baile, fazer chocolates e colocá-los dentro de uma caixa em formato de coração, dar a Haru e se declarar. 

Haru parecia gostar dela, pois o mesmo já havia se declarado a ela, mas a mesma não sentia nada por ele naquele tempo, mas agora sim, então já que o mesmo já se declarou para ela antes, ela pensou que ele aceitaria os sentimentos dela e que os mesmos iriam namorar. Antes de sair, pegou seus óculos, pois não conseguia ver nada sem eles, apenas borrões. Também pegou sua mochila, esvaziou-a e colocou seu notebook dentro, ah! Aquele notebook, seu velho amigo, em todos os lugares que ela ia (exceto a escola), ela sempre trazia a sua mochila e seu notebook. Ela pensara em comprar uma pasta, para colocar o notebook, que apelidara de Christian, dentro da pasta, porém, ela não tinha coragem de se desfazer dela, já fazia 7 anos que tera aquela mochila, ela estava velha, cheia de rasgos, zíperes faltando e estava cheia de manchas, algumas eram de sujeira e outras de comida, que ela havia deixado cair. 

 Ela estava planejando se declarar usando uma apresentação de slides, ela não era muito boa com palavras, a tecnologia em si era bem menos complicada, segundo ela. 

 Já na escola, onde o baile acontecera, Teresa, já estática, procurava Haru em todos os cantos da escola, mas não o encontrara em lugar algum. 

Ela ouviu a voz de Haru, a voz dele dizia: “não tenha medo, estou aqui.” ela seguiu a voz, que levava até o armário do zelador, ela abriu a porta e viu Haru beijando outra garota. Haru disse: “ Era tudo uma aposta.” Sem querer ver e/ou ouvir mais nada, ela saiu correndo deixando a caixa com chocolates cair no chão, ela não sabia onde estava indo, só sabia que havia saído da escola e que estava em algum lugar assustador cheio de placas dizendo: PERIGO! VOLTE! ESTRADA SEM SAÍDA! Ela tremia por inteiro, mas em nenhum momento ela parou de correr. 

 Quando viu o final da estrada, viu que estava em um monte, ela lembrou-se que o único monte que havia na cidade era o Monte Ebott, ela resolveu se afastar dali, mas ela perdeu o equilíbrio ao ver uma sombra nos arbustos e acabou caindo. 

 Chegando lá embaixo a mesma havia machucado e perna e o seu braço estava sangrando, por sorte não batera a cabeça, pois sua mochila havia amortecido a queda. 

Ela abriu rapidamente sua mochila, e suspirou de alívio, ao ver que seu notebook estava intacto. Ela fechou a mochila, levantou-se, pôs a mochila nas costas e olhou o local onde caíra, em todos os cantos possíveis. 

 Suspirou e saiu andando em busca de água, comida e obviamente, para descobrir um jeito de sair dali, era quase impossível voltar de onde caíra, não tinha paciência o bastante para criar uma invenção que a faria escalar as paredes. 

Em meio a várias outras flores, ela encontrou uma, que chamara sua atenção muito mais do que as outras. 

 Ela se aproximou para pegá-la. “ E se essa flor for comestível? Ela não parece ser venenosa e não há nenhuma armadilha em volta. Posso pegar ela sem problemas!” pensou ela, encostando um de seus joelhos no chão, se apoiou em outro e estendeu sua mão em direção a flor.

 — AAI! - Ela levou um susto tão grande ao ouvir a flor falar, que deu um pulo para trás e caiu de costas no chão, porém levantou-se rapidamente. 

 Teresa: — Você fala?! - Perguntou ela assustada. 

 — É claro que eu falo! - Respondeu a flor irritada. 

Teresa: — Eu devo estar alucinando. A falta de água e comida está afetando meu cérebro. Tenho que achar alguém para me ajudar, rápido. - Disse ela tirando a sujeira das roupas e arrumando a mochila continuando seu caminho, dando as costas para a flor.

 — Você quer ajuda?! Eu posso te ajudar! - Ela parou e virou-se novamente. 

 Teresa: — Não posso confiar em estranhos.

 Flowey: — Eu sou Flowey! Flowey a flor! Pronto! Agora você me conhece. 

 Teresa: — Por quê quer tanto me ajudar? 

 Flowey: — P-porquê... q-quer balinhas? - Ela deu um riso nasal. 

 Teresa: — Não conseguirá me enganar tão facilmente flor. Suponho que outros humanos caíram aqui dentro. Eu vou embora, tenho que achar algum jeito de sair daqui.

 Flowey não conseguiu dizer nada, quando percebeu ela já não estava ali.

 Depois de muito andar ela chegou em um local chamado: Waterfall. Se não fosse sua PERSEVERANÇA ela teria morrido, ela pensou várias vezes em desistir, mas não se deu o luxo de morrer. O que ela fazia, já não era andar, era mais como rastejar no chão. 

Ela estava acabada, estava desidratada e faminta, ela já devia ter passado várias semanas sem comer ou beber (na verdade foram 2 semanas). 

Se passasse mais 10 minutos, 42 segundos e 13 milésimos ela morreria.

 Mas ela não parou, não se importava de seus machucados terem infeccionada, de estar morrendo de fome e sede ou de estar alucionando, ela via "alucinações" frequentemente, para se livrar delas ela tinha que lutar com elas ou apenas deixá-las ir. 

 Era cansativo.

 Ela continuou andando, até se deparar com uma caverna. 

Ela bateu na porta da caverna e uma tartaruga fumante atendeu a porta. E por mais estranho e bizarro que parecesse, ela pediu ajuda, para a tartaruga, ela não se importou em não conhecer a tartaruga, poderia ser imprudente e arriscado pedir ajuda a alguém que acabou de conhecer, mas, ela não tinha escolha. 

 O nome da tartaruga era: Gerson. 

 Ele a convidou para entrar e a mesma aceitou depois ele a deitou em uma espécie de maca enferrujada e ele deu analgésicos a ela. 

 Mas na verdade era sonífero. 

 “DESGRAÇADO!” Ela tentou pegar seus óculos e arremessar nele, sem sucesso, pegou Christian "ME DESCULPE CHRISTIAN!" de sua mochila e arremessou na direção dele, em vão. Ela pegou algum objeto pontudo que estava no lado da maca e se espetou, na tentativa de ficar acordada, não conseguiu. 

Ela arremessou todos os objetos que estavam a seu alcance, ela chá vou a sair da maca, mas não sentia suas pernas ou músculos e acabou caindo no chão. 

Ela esticou sua mão em direção a porta, mas seus olhos estavam ficando pesados, ela não conseguia ficar acordada. Ela não desistiu, tentou ficar acordada, mas sentiu alguém bater forte em sua nuca. 

 Ela não teve tempo de processar mais nada e adormeceu.

 Na verdade nunca mais acordou. Ela continuou tentando até o final. 

 Mas, não foi o suficiente. 

 Ela não devia ter confiado em suas emoções. 

 …

E assim, a quinta alma humana  foi coletada. 


Notas Finais


Olá, de novo.

Bom, sou eu Charl.

O próximo capítulo será da Yaya.

Obrigada por lerem.

Comentarem.

Favoritarem.

Bom...

Bye.


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