História Path - Book 2 - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Babys, Changes, Harry, Liam, Romance
Exibições 2
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Cinco


Bufo assim que me volto a sentar na mesma cadeira que à umas horas atrás. Para variar, temos que esperar por alguma pessoas de outros departamentos, o que me rouba mais 5%, dos 20%, de paciência que ainda me restavam.

Passados 20 minutos a reunião inicia finalmente. São abordados assuntos de logística, mais não o quê e não sei que mias. Um dos assuntos deixa-me profundamente perturbada! Quando acaba, saio da sala ainda mais irritada do que quando lá entrei. Posso dizer adeus às minhas férias para a semana que vem.

Caminho até ao carro e faço o caminho até casa. Este é silencioso, este dia foi demasiado barulhento e confuso, e nem as vozes na minha cabeça me deixam estar um minuto em silêncio.

Entro em casa e oiço barulho na cozinha. Pouso as minhas coisas no sofá e, cautelosamente para não fazer barulho, caminho na direção da cozinha. Ao chegar à ombreira da porta, vejo de costas, a pessoa que eu menos queria ver.

Ele repara na minha presença e vira-se rapidamente para mim. O seu olhar percorre o meu corpo e de certo modo isso faz com que um arrepia percorra também o meu corpo. Os seus olhos param na minha cara, provavelmente nas marcas que ele próprio se encarregou de fazer.

As suas pernas começam a mover-se lentamente em direção a mim, sem nunca o seu olhar desgrudar da minha face. A minha reação ao ver a nossa distância a diminuir, é levantar a mão, para que ele pare de andar. 

Eu: Não te aproximes, por favor! - Ele olha-me chocado, pelas minha escolha de palavras.

Tyler: Fui eu que fiz isso na tua cara?

Eu: Respondo-te depois de me explicares que merda aconteceu ontem! Porque raio me bateste? Aquela mensagem, explica-me! Porque não apareceste em casa a noite toda? - Pergunto de uma só vez.

Tyler: Desculpa! Eu estava irritado e saber que não gosto que mexam nas minhas coisas.

Eu: Pois, mas isso não é justificação para o que fizeste e pensei que já tínhamos ultrapassado essa parte! - Digo friamente.

Tyler: Desculpa-me! - Dá um passo em frente e eu dou um igualmente para trás.

Eu: E aquela mensagem? Quem é que queria matar quem? - Ele ri secamente.

Tyler: Isso não é no sentido das palavras!

Eu: Então é no sentido do quê? - Faz-se silêncio. - Esquece Tyler, não precisas de te esforçar a arranjar uma desculpa.

Viro-me e saio da cozinha. Vou em direção ao sofá para pegar nas minhas coisas e consigo ouvir os passos dele atrás de mim, mas não ligo. Pego nas minhas coisas e sinto uma mão no meu pulso. Paro os meus movimentos e o meu olhar segue a mão que me agarra, até à sua face.

Tyler: Desculpa! - Procuro arrependimento nos seus olhos, mas não encontro. Encontro antes um vazio imenso. Não lhe respondo e sinto o meu pulso a começar a doer com a força que ele começa a exercer.

Eu: Larga-me! - Ele não mexe um músculo que seja e eu tento tirar o meu pulso do seu aperto. - Eu disse LARGA-ME! - Grito e logo sinto um alívio na zona onde à segundos atrás me doía. 

Começo, rapidamente, a andar para o quarto.

Tyler: Vais onde? - Não lhe respondo e continuo simplesmente a andar.

Entro no quarto e volto a pousar as minhas coisas, agora em cima da cama. Vou ate ao armário e tiro de lá a minha mala, para a começar a arrumar. Uma mão no meu pulso volta a parar-me.

Tyler: Vais-te embora?

Eu: Não. - Digo  soltando o meu pulso, sem olhar para ele.

Tyler: Então vais onde?

Eu: Vou a Londres. - Continuo sem olhar para ele, limito-me a pôr a roupa dentro da mala.

Tyler: Fazer o quê?

Eu: O que é que achas que vou lá fazer? - Olho para ele e assim que o faço, um arrepio percorre o meu corpo ao ver os seus olhos bem mais escuros que o normal castanho dele. - Vou visitar o meu irmão, a minha sobrinha e os meus amigos.

Tyler: Não vais? - Diz decidido.

Eu: Desculpa? - Pergunto indignada.

Tyler: Não vais a Londres e acabou!

Eu: E desde quando é que mandas em mim? - Vejo-o a vir até mim e o medo começa a surgir. Assim que se chega junto de mim o suficiente, agarra-me o braço.

Tyler: Desde que estamos juntos. E já disse que não vais!  - Diz pausadamente. Para além de me ir apertando o braço fortemente à medida que falava, no final atirou-me ao chão. - Podes começar a arrumar estas merdas todas no sítio. - Diz após despejar as coisas da mala todas no chão.

A minha reação ao ver aquilo, provavelmente, não foi a melhor mas foi o que ele mereceu. Levanto-me o mais rápido quee consigo e vou até ele. Ele pára os seu movimentos dos braços, quando a minha mão entra em contacto com a sua bochecha esquerda, com toda a força que consegui exercer.

Ele deixa cair tudo o que tem nas mãos e lentamente leva a sua mão à bochecha, massajando-a.

Eu: Não és meu pai, para me dizeres o que devo ou não fazer. Não tens o direito de fazeres isto às minhas coisas, nem te admito que o faças! Muito menos admito que me levantes um dedo que seja, por isso vais sair deste quarto e deixar-me arrumar as minhas coisas, porque eu VOU a Londres visitar a minha família e os meus amigos, quer tu queiras, quer não. E é melhor que o faças antes que chame a polícia! - Grito e ele fica especado a olhar para mim.

Tyler: Cabra! - Dito isto levanta a mão e sinto-a a embater com uma força tremenda na minha bochecha. - Já te disse que não vai E NÃO VAIS! - Volta a dar-me uma chapada na outra bochecha, o que faz com que caia no chão. - E NUNCA MAIS ME VOLTAS A BATER OUVISTE?

O que aconteceu a seguir foi um pouco doloroso e eu só conseguia pedir para que ele parasse. Sentia que a minha barriga ia rebentar se levasse mais um pontapé. Sim, ele pontapeou-me o corpo todo, menos a cabeça e a barriga foi onde me deu mais pontapés.

Tyler: Espero que tenha servido a lição, não me obrigues a repetir a dose, cabra! Espero que depois disto penses bem se queres mesmo ir para Londres! - Dito isto saí do quarto e pouco depois oiço a porta de casa a bater.

Com algum custo levanto-me e arrumo todas as minhas coisas dentro de várias malas. Quando digo todas, são mesmo TODAS. Não vou ficar nem mais um dia nesta casa e sujeitar-me a levar porrada todos os dias.

Sou maior de idade e vacinada, por isso tenho a liberdade de fazer o que bem entender e me apetecer. E decidi que neste momento vou para Londres e não é o meu noivo que o vai impedir.

Noivo? Na verdade já nem sei que é esse homem! Devo dizer antes conhecido? Ou desconhecido?



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