História Pathological Mourning - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Katherine Langford
Personagens Justin Bieber, Katherine Langford, Personagens Originais
Tags Amor, Bieber, Doença, Drama, Hospital, Justin, Pathological Mourning, Romance
Visualizações 2
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


:)

Capítulo 3 - Ana


Fanfic / Fanfiction Pathological Mourning - Capítulo 3 - Ana


Estou tão cansada de estar aqui Reprimida por todos os meus medos infantis - I’m immortal


Sentia a mão de minha mãe em meu cabelo e tentei não me incomodar com Joy nos olhando do outro quarto. Desde quando eu não via mais Ana mamãe dormia comigo, no começo eu achava que ela só estava tentando catalizar minha dor, mas se passou dois meses, quatro, nove, um ano e alguns meses e ela continuava aqui. Todas as noites. 


O que você acha de cortar o cabelo? - mamãe me perguntou e eu neguei. Ana gostava do meu cabelo longo, não queria corta-lo.- Nem as pontinhas? - nego.


Mamãe voltou a ficar em silêncio. Com o carinho na cabeça acabei caindo no sono.



Via algumas pessoas aglomeradas perto de um ponto de táxis e fui abrindo caminho.


Pessoas comentavam sobre como poderia ter acontecido uma barbaridade dessas logo de dia. Algumas Senhoras falavam que os jovens estavam sem limites e que matavam por tudo. Alguém no meio do tumulto pede para afastarem mais de algo que já podia ver que era um corpo.


Um corpo magro e mediano, com a pele branca e lisa como porcelana, estava usando um shorts de tecido vermelho e uma blusa branca com girassóis. Eu conhecia essa blusa. A imagem começou a tremer e ficar desfocada, assim que o câmera amador apontou para o corpo sem vida com o rosto virado para o chão e no lugar da nuca coberto pelo cabelo liso e loiro que eu conhecia, tinha sangue fazendo o cabelo colar na nuca da pessoa.


Tinha uma pessoa segurando uma bolsa perto do corpo e mesmo pela zoada de pessoas ao redor deu para ouvir perfeitamente quando o homem pegou uma carteira marrom e leu o nome da vítima em alto som.


Ana Desirée Georgia Hathaway


Aquele era o corpo de Ana. Minha melhor amiga Ana. Minha melhor parte. Minha melhor pessoa.

E assim a imagem mais desfocada e fajuta apareceu Ana andando para pagar um taxi quando um maluco saia das sombras e atirava na nuca de Ana. Sem exitar ao puxar o gatilho e o corpo dela cai de face no chão, isso provavelmente teria doído e algumas pessoas ao redor começaram a correr para socorrer a garota enquanto o cretino que tinha atirado em minha melhor amiga corria pra longe da cena do crime.



“Jolie? Jolie ?” 


Ouvia uma voz distante me chamar. Era a voz de Ana.


“Maria Jolie me responde! “ 


“Ana? Aonde você está? Ana?”


“Eu estou aqui Jo” 


“Por que você não volta? Estamos sentindo a sua falta Ana.” 


“Eu estou aqui Jolie, estou com você amiga.”


“Eu sei que está, mas porque não consigo te ver? Preciso te ver Ana.”


“Não precisa não! Eu estou bem, eu estou conversando c você não estou? Você sempre quer que eu te responda, estou aqui Jolie.”


“Ana eu tô sentindo a sua falta. “


“Não esquece de mim.”


“Por que está falando isso? “

 

Silêncio. 


“ ANA?”


“ Oi Jolie, tudo bem?... Bip… é pra deixar o recado que depois eu vou ouvir amiga… te amo” - a voz gravada da secretária eletrônica da minha amiga falou.


“O que está acontecendo Ana?”


Silêncio. 


“Você não sabe?”


“Mamãe? O que faz aqui, onde está a Ana?”


“Aconteceu uma fatalidade à Ana. Os pais dela ligaram e falaram que infelizmente ela não teve chances.”


Uma faca se enfiou no meu peito e eu perdi o chão. 

Podia ser com todos menos com a Ana, ela não merecia morrer, ela não tinha morrido.  

Foi como se minha alma se partisse em duas, uma arte estava com ela e a outra estava perdida.

Chegava a ser desesperador não conseguir se mover por causa do choque, eu não sentia meu corpo, tinha engolido tanto fôlego que agora não conseguia por pra fora e a dor no peito que me lacerava eu não sabia dizer se era pela quantidade de ar que não estava saindo ou pela dor da perda da minha melhor amiga.


Assim que virei meu rosto em desespero desejei não ter o feito. 

Vi Ana com um dos seus vestidos prediletos, um nude creme, cabelo arrumado para o lado e a pele pálida em um caixão preto com almofadas brancas.


Eu não tinha ido ao enterro de Ana e a ver no caixão me deu uma prova da realidade de que talvez eu nunca mais a visse.

Ela estava sem vida.


Oh não, Ana tinha mesmo morrido?


- KILE! KILE! - ouvi mamãe gritar e me acordar enquanto eu não sentia a ponta dos dedos. - Jolie respire! Jolie olha pra mamãe eu preciso que você respire! 


Meu corpo foi levantado e senti palmadas nas minhas costas e na terceira o choro reprimido saiu cortando minha garganta. Minhas lágrimas companheiras rolando pelo meu rosto e eu só sentia a dor no meu coração, o que tinha restado dele. 


Tudo doía quando eu tentava colocar aquela dor para fora. Ela não ia sair. Não iria porque ela me lembrava constantemente que ela era parte de mim, desde quando Ana se foi.

E essa dor iria habitar em mim por longos e duros anos. 


Ela se foi mãe. - chorei compulsivamente. - A Ana morreu. Por quê ela morreu?

Filha calma. - minha mãe tentou me abraçar mas eu estava muito puta para pensar. Eu precisava sair de casa. 



Ana tinha me deixado sozinha aqui.


Mas que filha da puta! E aquele papinho de melhores amigas para sempre, nada separa?


“ Estamos separadas agora sua cadela! Você disse que nunca iria me abandonar sua mentirosa!”


Me solta! Eu preciso sair! Me solta Kile!- me debati contra ele que tentava de todos os jeitos me prender. 

Meu amor para com isso! 

Não não! Me solta Kile eu preciso… - tentei escorregar pelos seus braços mas Kile não me dava abertura. - Vocês me odeiam! Eu quero sair por favor me solta! - abaixei minha cabeça e mordi forte o braço de Kile mas não tive sucesso e isso só arrancou um urro dele.

Amor pegue o sedativo! 

Não. Não faz isso mãe! - vi os olhos de minha mãe derramar lágrimas de tristeza e quando ela foi para a cômoda e pegou a injeção receosa.

MÃE PARA! EU SÓ PRECISO SABER QUE ELA NÃO MORREU!

Segura ela Kile. - Kile segurou meu braço com força e mamãe colocou a agulha na minha pele e senti a pequena picada.

Eu não gosto disso que vocês fazem comigo.- falei sentindo meu corpo mole. - Isso não é justo comigo! - mamãe chora e Kile me coloca na cama para poder apaziguá-la.


Fiquei quieta vendo tudo se apagar.





Notas Finais


Oi amorezinhos
Espero que gostem.
Bjos @liakarllo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...