História Patient Zero - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Abraham Ford, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes, Sasha
Tags Ação, Aventura, Daryl Dixon, Rick Grimes, Twd, Violencia
Visualizações 145
Palavras 2.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLHA EU AQUI! Com um capítulo novo, depois daquela treta monstra!
Tá tudo bem gente! Vamo ser feliz, não é não?
Sejam felizes com esse capítulo!

Capítulo 19 - Bandeira Branca


Fanfic / Fanfiction Patient Zero - Capítulo 19 - Bandeira Branca

Arredores de Cynthiana, Kentucky - 2013          

 

- HEY! HEY! – os berros desesperados de um homem qualquer na estrada, interrompeu o silencio horrível daquela viagem. – PAREM! POR FAVOR PAREM! EU IMPLORO!

Rick apenas olhou de esguelha para Michonne que dirigia, como um sinal silencioso para que não reduzissem a velocidade. Não precisavam de mais problemas humanos naquele momento. Michonne apenas acelerou o carro, passando pelo homem e o deixando para trás. Pandora que estava no banco de trás junto à Carl, apenas observava o garoto arregalando os olhos e olhando para o homem que havia sido abandonado a própria sorte.

À própria sorte. Isso lhe lembrava de como Andrea havia saído com o rabo entre as pernas da prisão, mais cedo naquele dia. A mulher havia entrado no bloco de celas C, matado a saudade de Carol, se emocionado com a perda de Lori e do misterioso Shane. Mas no fim, preferiu voltar à Woodbury, ao invés de ficar com seus amigos, decepcionando profundamente Michonne.

Após o carro atolar na lama, e Carl reclamar de Michonne, o que Pandora observara que era muito comum. O garoto odiava a samurai mesmo que Pandora tentasse mostrar para ele que Michonne era confiável e sua amiga. Eles chegaram à pequena cidade que uma vez já servira de lar para a família Grimes.

Rick, Michonne, Carl e Pandora procuraram na delegacia da cidade, a qual já havia sido arrombada e todas suas armas levadas. Os quatro resolveram então caminhar pela cidade, à procura de alguma sorte repentina e uma arma brotante mágica.

A cidade havia sido tomada, foi a única conclusão que a garota conseguiu chegar ao ver a rua cheia de armadilhas. Viu Michonne tocar sua katana e Rick retirar sua arma do coldre, enquanto caminhavam para o meio das milhares de armadilhas pontiagudas feitas para prender os walkers ali.

- O que é isso? – Michonne murmurou.

Pandora soltou uma risada nasalada.

- Bela cidade, Rick. – ela cantarolou. – Super segura para crianças.

O homem apenas revirou os olhos, enquanto eles continuavam a caminhar pela rua. Eles passavam pelas armadilhas, o silencio ali era mórbido, nada de grunhidos de walkers ou gritos de dor e sofrimento, apenas o barulho dos pássaros e os guinchados os ratos presos às ratoeiras.

- Parece que já tomaram conta daqui. – disse Pandora, um pouco cética.

Rick continuou andando, sem nem mesmo olhar para ela. Ocorreu à garota que o homem pudesse a estar ignorando totalmente desde o infortuno beijo de algumas noites atrás. E tudo o que Pandora conseguia pensar a respeito desse assunto todo, era um tremendo e agudo: foda-se.

- Não quer dizer que encontraram o que estamos procurando. – Rick, supreendentemente, respondeu. – Têm alguns lugares logo adiante. Vamos entrar e sair rapidamente.

Enquanto Rick tagarelava sobre um bar logo à frente que havia alguns anos atrás assinado a licença de duas pistolas e uma escopeta, Carl percebeu a presença de um andarilho, uma mulher tremendamente fedorenta e feia. Porém quando Michonne se ofereceu para matá-la, Rick apenas a parou, dizendo que ela seria pega pelas armadilhas. O que aconteceu realmente foi um tiro bem no meio de seu cérebro.

- MÃOS PARA CIMA! – um homem no topo de um dos prédios gritou, enquanto apontava uma arma para ele. Carl puxou Pandora pela mão, enquanto seguia o pai e todos paravam assustados e com as mão para o alto. – Deixem os pertences e vão embora! Armas, sapatos e a espada! – ele gritou. – Dez segundos!

- Corra para o carro agora. – Rick murmurou para o filho, enquanto o homem lá em cima gritava em contagem regressiva.

Carl o olhou de olhos arregalados.

- Precisamos do rifle. – Michonne sibilou.

Rick apenas olhou da garota para o homem, que ainda contava. Michonne olhou para Pandora e assentiu positivamente, a mulher sabia que a garota era uma ótima escaladora.

 – Acho que consigo subir até lá. – Pandora disse. -  Mich pode ir pelas escadas, por precaução.

Rick assentiu e olhou para Carl.

Carl, vai! – ele gritou ao mesmo tempo em que começava a atirar.

Pandora ignorou o tiroteio que se iniciava e começou a correr em direção ao pequeno prédio, pulando sobre o peitoril da janela no primeiro andar e se lançando para cima, escalando como um verdadeiro gato. Chegou ao topo apenas à tempo de agarrar o tornozelo do homem, fazendo com que ele a chutasse para longe e fugisse do telhado.

Se ergueu do chão, gritando em frustração ao mesmo tempo em que Michonne chegava ao telhado e a olhava confusa. As duas olharam Rick lá em baixo, que ainda apontava a python para cima, fazendo com que Michonne fizesse um gesto de dúvida para ele.

O homem saiu pela porta da frente do prédio e continuou atirando contra Rick. O líder correu pela rua, se abaixando atrás das armadilhas, se protegendo dos ataques, enquanto Michonne descia pelas escadas, e Pandora do jeito que havia subido.

Pandora viu Carl acertar o homem com um tiro no peito ao mesmo tempo em que ela e Michonne chegavam para ajudar Rick. Michonne olhou para o garoto, um pouco chocada, e Pandora soltou um som irônico da garganta.

- Puta que pariu, hein. – ela disse, suavemente.

Carl apenas correu para o lado de Pandora, apontando a arma para o homem desacordado. Rick apenas olhava para o filho, indignado.

- Mandei você correr para o carro. – ele disse. – Não queria que precisasse matar.

Carl olhou para baixo, para seus pés, suspirando pesadamente. Olhou de volta para o pai, sendo mais ousado dessa vez.

- Mas precisei. – ele disse, atrevidamente. Rick apenas olhou de Pandora para Michonne, um pouco cansado.

Michonne tentava desviar os olhos do método educacional que Rick e Carl praticavam ali, não querendo se envolver em brigas de família. Pandora apenas olhava fixamente para o garoto dos enormes olhos azuis, tentando decidir mentalmente se toda aquele exposição à violência deixava Carl mais forte ou apenas o transformava em um psicopata mirim.

Rick se abaixou, ficando de joelhos perto do corpo do homem, e deu algumas batidas sobre seu peito.

- Ele está de armadura. – ele disse, abrindo a camiseta do homem e vasculhando o colete à prova de balas. – E vivo.

Michonne ergueu uma sobrancelha.

- E isso é da nossa conta? – ela perguntou, ironicamente.

Rick a ignorou, retirando a máscara do sujeito logo em seguida e arregalando os olhos.

- Sim. – ele respondeu, claramente abalado.

***

Morgan. Esse era o nome do homem que Carl havia atirado. Um homem que outrora, de acordo com Rick, o salvara de ser devorado por um walker e o mostrava o novo e terrível mundo, com todos seus perigos e suas desgraças repentinas e esperadas. Porém que agora era apenas um lunático que pirara pela perda do filho, Duane e colecionava um arsenal completo de armas em sua casa.

Pandora havia dado a chance de Michonne se aproximar de Carl. O garoto queria um berço para Judith e também a ajuda de Pandora para transporta-lo, porém a garota logo o dispensara, no pretexto de que queria estar lá junto a Rick para quando Morgan acordasse. Isso é claro deu uma brecha para que Michonne oferecesse ajuda.

Uma carga emocional muito grande. Era tudo o que havia presenciado ao ver a conversa entre Morgan e Rick. Os dois haviam conversado sobre Lori, Carl, Duane, e sobre como Morgan não se sentia mais uma pessoa realmente viva sem o filho. Rick tentara ajuda-lo, porém alguém que não queria ajuda não podia de maneira alguma ser ajudado. No fim, ele apenas deixara Pandora e Rick pegarem o que quisessem no arsenal de armas, enquanto se preocupava mais em amontoar uma pilha de corpos de andarilhos mortos.

Os dois desceram para a ruas, com as bolsas lotadas de armas e encontraram Michonne e Carl carregando juntos, um berço para Judy. Pandora quase sorriu com a cena, tanto pelos dois ali, juntos, quanto pela bebê que ganharia algo descente para dormir.

- Eles está bem? – Carl perguntou, olhando para Morgan, enquanto o homem empilhava walkers mortos em uma maca.

Pandora olhou para o garoto.

- A saúde mental em pessoa. – disse, em um comentário infeliz, que claramente foi ignorado pelo resto.

Os quatro foram em direção ao carro, e enquanto Rick, Pandora e Carl colocavam as armas no porta-malas, Michonne ia em direção ao volante. Rick olhou para Pandora em um olhar conspiratório e então para Carl.

- Correu tudo bem com ela? – ele perguntou ao filho, se referindo à Michonne.

Carl assentiu, e olhou do pai para a garota com um sorriso.

- Ela podia virar uma de nós. – ele respondeu, fazendo Pandora sorrir, e beijar a bochecha do garoto.

- O que? – ela perguntou, animada.

Carl soltou um riso, enquanto Rick franzia a testa.

- Correu tudo bem. – ele disse novamente.

Rick se juntou ao sorriso do filho e de Pandora, enquanto negava com a cabeça, em um tom incrédulo.

- Embarquem vocês dois. – ele disse. – Vou acabar de colocar as coisas no carro.

O garoto deu as costas ao pai e entrou no carro. Rick olhou para frente, contemplativo, com um olhar perdido no rosto. Pandora franziu a testa e suspirou, se preparando para outra sessão de terapia com Rick Grimes.

- Está vendo coisas? – ela perguntou.

Rick a olhou um pouco confuso.

- O que?

- Alucinações. – ela disse, dando de ombros. – Lori, esse tal Shane...

Rick contraiu o maxilar e apenas negou com a cabeça.

- Sinto muito te desapontar, - ele disse. – mas não dessa vez.

Pandora sorriu.

- Bom, - ela disse. – isso é um progresso, senhor xerife.

Rick apenas revirou os olhos e soltou uma risada nasalada ao ouvir o apelido. Passou o braço sobre os ombros da garota casualmente, e a guiou em direção ao carro, sem trocar mais nenhuma palavra, apenas com um olhar contemplativo no rosto.

***

Arredores de Atlanta – 2013.

ALGUNS DIAS DEPOIS...

 

Seu corpo inteiro tremia no banco traseiro do carro ao ver exatamente o local marcado pelo Governador. Rick estava na frente dirigindo o carro, Hershel ao seu lado no banco de passageiro. E Pandora apenas tentava se concentrar na moto de Daryl que seguia à frente do carro deles.

Andrea, a mulher quase traíra de ambos os lados da guerra, havia marcado aquela reunião. A loira ainda tinha a esperança chata e irritante de achar que o grupo da prisão e Woodbury ainda podiam entrar em um acordo de paz. Por isso a reunião entre o Governador e Rick.

O homem estacionou o carro, e abriu a porta, saindo logo em seguida. Rick olhou de Pandora, que permanecia calada no banco de trás, para Hershel e fez um gesto com a mão, pedindo paciência ao idoso, enquanto Pandora saia do carro e acompanhava Rick e Daryl.

Os três percorreram o terreno agilmente, procurando por uma armadilha do Governador. Andavam por meio dos enormes reservatórios de grãos enferrujados com as armas apontadas para cima e olhando cautelosamente para todos os lado.

Daryl se separou de Pandora e Rick, enquanto os dois entravam em uma das casas da fazenda. No meio da bagunça toda, apenas podiam observar, uma mesa com duas cadeiras ali no canto. O Governador, parecendo um digno pirata, apareceu com as mãos ao alto, por causa da arma desengatilhada de Rick.

Olhou para Pandora e exibiu um sorriso irônico.

- Nós temos muito o que conversar. – ele disse, se voltando para o líder. Olhou novamente para Pandora. – Nos dá licença, querida?

A garota apenas estreitou os olhos para o homem e se virou para Rick. Fingindo que ia o beijar, e deixando o homem um pouco surpreso, apenas agarrou ambos os lados de seu rosto, disfarçando e não deixando com que o Governador percebesse as próximas palavras que sairiam de sua boca.

- Tem uma arma debaixo da mesa. – ela sussurrou, a milímetros do rosto de Rick, que a observava atentamente. Se virou de volta para o Governador e exibiu um sorrisinho venenoso. – Até logo, garotos! Não briguem!

Saiu de lá rapidamente, encontrando Daryl observando tudo por uma janela. Ele não a olhou, apenas fez um sinal para que ela esperasse, e Pandora parou ao lado dele, observando tudo que acontecia do lado de dentro. Momentos depois, os dois apenas desistiram da ideia e voltaram juntos para junto de Hershel que ainda esperava dentro do carro.

- Ele já entrou. – Daryl disse ao idoso. – Está sentado com o Rick.

Hershel olhou em volta categoricamente, enquanto Daryl acompanhava seus movimentos.

- Não vejo carro nenhum. – ele disse.

- Tem algo errado. – Pandora disse, não se preocupando em olhar em volta para constatar isso. – Não desligue o motor. – disse a Hershel.

Um carro surgiu de repente, vindo em alta velocidade em direção à eles e fazendo com que Pandora e Daryl levantassem suas armas para os passageiros. O carro parou, revelando Martinez, Milton e Andrea, que andavam decididamente até eles.

- Por que diabos ele já entrou? – perguntou Daryl, em sua típica pose de carrasco, apontando a besta para os recém chegados.

- Ele está aqui? – perguntou Andrea, confusa.

- Sim. – Pandora a respondeu.

Andrea apenas pressionou os olhos fechados, suspirando e então foi em direção ao galpão em que o Governador e Rick estavam, entrando e desaparecendo lá dentro por alguns minutos. Enquanto do lado de fora o clima continuava tenso.

- Acho melhor eu entrar. – Hershel disse um pouco hesitante.

Milton apenas o olhou, enquanto Martinez observava Pandora atentamente e Daryl andava de um lado para o outro, se sentindo o dono do mundo.

- O Governador acha melhor falar a sós com Rick. – Milton respondeu, automaticamente.

Pandora revirou os olhos ao ouvir a voz do homem. O odiava com todas as forças, pelo motivo de quem fora ele que a jogara na cara todas as verdades que ela preferia não saber nem em mil anos.

- Cala a boca, mordomo. – ela resmungou, irritada, arrancando um sorrisinho de Martinez.

Milton suspirou, se virando para suas anotações.

- Sou o consultor dele. – ele disse. – Não o mordomo. Mas é claro que eu não preciso ficar dando satisfações à capangas.

Pandora prendeu a respiração, com raiva. Daryl deu um passo à frente, olhando para Milton e Martinez com superioridade. Porém uma possível briga foi logo apartada por Hershel, e seus famosos discursos de paz.

Andrea voltou do lado de dentro com uma cara não muito boa. Mas Pandora realmente não esperava muita coisa dessa reunião. Rick Grimes um filho da puta cabeça dura, e o Governador, um homem manipulador, cruel e sarcástico. Não havia como aquilo acabar em uma trégua.

Milton ainda tagarelava sobre como recordava o que estavam vivendo naquele apocalipse, para um registro de história futura, como se o futuro fosse ser muito diferente do que vivenciavam agora. Quando os grunhido dos walkers chamaram a atenção de Pandora, Martinez e Daryl, que seguiram para a lateral do galpão.

- Você primeiro. – Daryl disse para Martinez.

O homem franziu a testa e negou com a cabeça.

- Sem chance. – ele disse. – Sua vez.

Pandora suspirou, revirando os olhos e apenas foi em direção ao primeiro walker o matando com um golpe brutal de seu facão. Martinez logo em seguida matou outro, esmagando sua cabeça com um taco de beisebol, e olhou para Daryl com um sorriso superior nos lábios, fazendo com que Pandora revirasse os olhos novamente.

- Homens e sua testosterona elevada. – ela debochou, matando outro walker. – Há coisa mais ridícula nesse mundo?

Após matarem todos os andarilhos, e Pandora encontrar um maço de cigarro no bolso de um deles, a garota apenas pegou um e jogou o resto para Daryl, enquanto ia em direção à Hershel e deixava o arqueiro com seu mais novo “amigo”, Martinez.

- Você sabe que eles vão lutar de qualquer jeito, não é? – Pandora perguntou ao idoso, enquanto repousava a cabeça em seu ombro.

Hershel assentiu, lentamente.

- Sim. – ele disse, aparentemente calmo. – Rick não vai deixar barato o que ele fez a Maggie e Glenn. – parou de falar por um instante. – Ou a você.

Pandora engoliu em seco, passando as mão pelo rosto e remexendo nos cabelos castanhos.

- Isso é uma piada de mal gosto, Hershel. – ela disse. – Não precisamos de uma trégua, precisamos daquele homem morto. – ela se virou para o idoso. – Ele é cruel, e não vai controlar os instintos assassinos apenas por uma bandeira branca.

Hershel abriu a boca para responder, porém todas as falas foram interrompidas pela saída repentina do Governador de dentro do galpão, seguido logo atrás por Rick. Os dois homens apenas seguiram para seus respectivos carros, sem falarem uma palavra sequer.

Pandora correu até Rick e o impediu de abrir a porta do carro.

- Não houveram acordos, não é? – ela perguntou, enquanto Rick a olhava fixamente.

Rick não respondeu, apenas mexeu com a cabeça em um ato ansioso.

- As condições eram altas demais. – ele disse.

Pandora franziu a testa, curiosa.

- E quais eram? – perguntou.

Rick a olhou, preferindo omitir a segunda pessoa demandada pelo Governador.

- Ele queria você. – ele disse. – E eu disse não.

 


Notas Finais


Bom! Espero que tenham gostado! Comentem e favoritem!
Até o próximo!
- Duda.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...