História Patient Zero - Capítulo 44


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Glenn Rhee, Hershel Greene, Jessie Anderson, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Morgan Jones, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Sasha
Tags Ação, Aventura, Daryl Dixon, Rick Grimes, Twd, Violencia
Visualizações 190
Palavras 2.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos leitores! Trago a vocês mais um capítulo! Que talvez não tenha nada de muito extraordinário ou interessante, mas é que eu estou sem tempo para escrever, por causa de trabalhos de faculdade! É bem ruim né! KKKKKKKK Mas se Deus quiser o próximo vai ter mais ação!
Espero que gostem!

Capítulo 44 - Metade de tudo


Fanfic / Fanfiction Patient Zero - Capítulo 44 - Metade de tudo

Hilltop, Virgínia – 2016.

 

Seu nome é Negan. — a voz temerosa de Jesus ressoou nos ouvidos de Pandora. A mulher franziu a testa ao ver que Paul Rovia estava um pouco trêmulo. Aquilo era realmente preocupante, se mesmo Jesus estava com medo do misterioso homem, ele era realmente perigoso. — Ele é o chefe de um grupo de pessoas a que chama de Os Salvadores.

Daryl, que ainda observava Jesus inquieto, andou de um lado para o outro duas vezes, antes de desistir e se sentar bruscamente ao lado de Michonne, que observava tudo o que Jesus os informava com extrema cautela.

— Quando o muro foi construído, os Salvadores apareceram. — ele continuou, olhando unicamente para Rick, que permanecia de pé a sua frente. — Falaram com Gregory em nome do chefe deles. Fizeram várias exigências e ameaças. — Jesus disse, respirando fundo logo em seguida, como se estivesse prestes a falar algo realmente dolroso. — E mataram um de nós. Rory. Ele tinha 16 anos. Foi morto na porrada na nossa frente. — ele lamentou. — Gregory fez um acordo, metade de tudo. Dos suprimentos, da colheita, do gado, é dos Salvadores.

Glenn franziu a testa.

— E o que vocês ganham em troca? — ele perguntou.

Jesus o encarou por alguns segundos.

— Não nos atacam. Não nos matam. — Jesus respondeu à pergunta feita pelo coreano.

— Por que não os matam? — Daryl perguntou, em um tom de voz que ficava acentuada sua indignação.

Jesus encolheu os ombros.

— A maioria aqui não sabe nem lutar, — ele disse. — nem se tivéssemos munição.

Pandora o olhou contemplativa por alguns segundos. Desviou seu olhar para Daryl que a encarava também sobre o corpo de Michonne, que estava entre eles no sofá. Viu a expressão de Daryl mudar para um ódio contido, e sabia o que ele iria sugerir à Jesus.

Em um ato de cumplicidade e irmandade à Daryl, Pandora sorriu minimamente e balançou a cabeça lentamente, um gesto que foi visível apenas à Daryl e ninguém mais, antes de voltar seu olhar novamente para a figura psicologicamente exausta de Paul Rovia.

— Quantas pessoas esse Negan tem? — ela perguntou, suavemente.

O homem dos cabelos longos e loiros a encarou imediatamente, enquanto Rick já se virava para ela, e Pandora apenas o lançava um olhar que dizia que sabia o que estava fazendo.

— Não sabemos. — Jesus disse. — Vimos grupos de até 20.

Daryl arregalou os olhos.

— Espere aí. — ele disse. — Eles vieram, mataram um garoto, e vocês dão metade de tudo? — ele disse, extremamente revoltado. — Isso é conversa fiada desse gente. Esse “bicho-papão” não é nada.

Jesus o encarou.

— Como você sabe? — ele disse, desafiadoramente.

— Um mês atrás, liquidamos seu grupo em um segundo. — Abraham disse, sentado confortavelmente em sua poltrona. — Só restaram pedaços e poças.

Pandora se levantou do sofá, andando ansiosamente até ficar ao lado de Rick e de frente para Jesus. Cruzou os braços, encarando o homem, e botando em prática o que sabia que Daryl queria que ela dissesse.

— A gente faz o serviço. — Pandora disse, repentinamente. — Traremos o homem de vocês de volta, mataremos Negan e seus homens. Daí vocês farão negócios conosco?

Daryl concordou com a cabeça, também se levantando do sofá.

— Queremos comida, remédios e uma das vacas. — ele complementou a proposta de Pandora.

Jesus os olhou, surpreendido, e então voltou a encarar Rick, como se quisesse saber se a namorada do líder estava apenas contando ladainhas, ou a proposta era realmente válida e séria da parte de todos daquele grupo. Por isso, Jesus olhou de um por um naquela sala, porém não encontrou nenhum ali com o interesse particular em contestar Pandora e seu plano.

Rick deu de ombros ao ver o olhar de Jesus sobre ele.

— Confronto nunca foi um problema para nós. — ele disse, concordando tanto com Pandora, quanto com Daryl.

Jesus o observou por alguns segundos, talvez que esperando que o homem blefasse e regressasse em suas palavras. Mas isso não aconteceu, Rick se manteve firme, assim como o resto do grupo. Jesus apenas assentiu, um pouco mais convencido e esperançoso desse vez.

— Vou falar com Gregory. — ele disse, já andando em direção a porta e saindo do cômodo.

Pandora soltou a respiração e olhou para Daryl, que não exibiu um sorriso, mas apenas acenou com a cabeça, agradecendo a ela pelo apoio, e por ter iniciado a proposta. Sentiu as mãos de Rick passarem por seus braços lentamente e se sentiu mais calma, enquanto observava Daryl se sentar novamente ao lado de Michonne.

— Acha que isso vai dar certo? — Michonne perguntou, olhando de Daryl e então para Pandora e Rick. — O trato com Gregory? Ele me parece meio volátil nas opiniões.

Rick a olhou, sorrindo um pouco preocupado.

— Sim, ele não é nem um pouco confiável. — ele disse. — Mas depois do que aconteceu hoje aqui, duvido que não esteja desesperado para eliminar Negan.

Pandora suspirou, agarrando aos mãos de Rick que lhe acariciavam os braços e entrelaçando seus dedos com os delas. Um gesto pequeno e quase imperceptível ao resto ali, mas que fez com que Michonne quase sorrisse ao ver.

— Mesmo que Gregory não aceite o acordo, acho bom continuarmos com esse plano de eliminar esse Negan. — ela disse.

Todos ali presentes a encararam confusos.

— Posso saber o porquê? — Abraham perguntou, coçando a espeça barba cor de cobre.

Pandora o encarou.

— Veja bem. — ela começou. — Jesus disse que Negan apareceu e os ameaçou assim que os muros foram construídos. — ela disse. — Isso apenas quer dizer para mim, que Alexandria teve muita sorte em não ser descoberta por esse homem ainda. — Pandora disse e os outros arregalavam os olhos, começando a entender o ponto de discussão que a mulher começava a formar naquela ocasião. — O que nos garante, que depois que Gregory descobriu Alexandria, depois que viemos para cá, e depois que Jesus revelou nossa localização, ele não nos entregue para Negan como parte de outro acordo?

Todos ali se entreolharam preocupados com a opinião válida de Pandora. Agora poderia não se tratar de um questão de um simples acordo, mas sim da sobrevivência deles próprios e de todos os cidadãos de Alexandria.

Ninguém mais teve a chance de complementar a linha de pensamento preocupante de Pandora, pois Jesus chegou à sala novamente alguns segundos depois. Todos do grupo o olharam, esperando qual era o veredito.

— Gregory acordou, ele quer conversar. — ele disse. Rick assentiu, começando a andar até a porta, porém foi parado com um aceno por parte de Jesus. — Com a Maggie. — ele disse. — Pandora pode vir também, ele disse que gostaria que visse um quadro que possuí no quarto dele.

Pandora ergueu uma sobrancelha, não cairia nem em mil anos nessa conversa daquele homem. Olhou para Glenn, que encarava a esposa orgulhoso.

— É com você. — ele disse, certo de que Maggie faria o correto para o grupo.

Maggie e Pandora se entreolharam, suspirando e seguindo Jesus casa a dentro.

— Já vou me desculpando, Gregory sabe ser um babaca. — Jesus disse, caminhando entre as duas.

Ambas, Pandora e Maggie deram de ombros.

— Nós sabemos. — elas disseram em uníssono, desinteressadamente.

***

O quarto de Gregory era claramente o mais luxuoso da mansão Barrington. Espaçoso e decorado em tons escuros e sóbrios, possuía moveis em madeira escura que empregavam um tom muito luxuoso e até mesmo antiquado ao ambiente. Haviam várias pinturas, das quais pareciam ser extremamente valiosas, e mesmo que esse, teoricamente, fosse o motivo de Gregory ter chamado Pandora ali, o homem não tocou no assunto dos quadros sequer uma única vez.

Pandora e Maggie olharam para o lado, vendo Gregory descansar na cama de dossel, e controlaram os suspiros tediosos ao verem que ele as encaravam de cima a baixo, em uma avaliação silenciosa.

— Desculpem pela penumbra. — Gregory disse, enquanto observava as duas entrarem no ambiente a passos lentos. — Tomei um antibiótico que me deixa sensível a luz. — ele disse. Maggie caminhava lentamente até a frente da cama, enquanto Pandora ficava ao lado da cama, bem perto da porta. — Que agonia. É como misturar as tripas com uma betoneira.

Maggie o encarou. Não possuía mais aquele olhar de quem queria agradar, da primeira reunião em que haviam tido, dessa vez, ela o olhava severamente.

— Podia ter sido pior. — ela disse, seriamente. — Sorte a sua estarmos aqui. Jesus contou sobre nossa oferta?

Gregory balançou a cabeça em confirmação.

— Contou. — ele disse. — Por que acha que podem fazer o que não fizemos?

— Já cuidamos de gente como Negan. — Pandora o interrompeu, não bruscamente, mas sim com um pouco de firmeza ao se lembrar imediatamente do Governador. E sabia, com toda certeza que Maggie também estaria.

— Como? — Gregory perguntou, curiosamente.

Pandora apenas suspirou.

— Eles estão mortos. — ela disse com uma calma sobrenatural.

Maggie assentiu, concordando com o que Pandora havia dito.

— Podemos resgatar seu homem. — ela disse.

Gregory a olhou com desdém por alguns instantes.

—Não sei se o Craig vale o esforço. — ele disse, e apontou para o próprio ferimento. — Foi o irmão dele quem fez isso.

Maggie ergueu uma sobrancelha e cruzou os braços, o encarando mais severamente ainda.

— Ele estava lutando para salvar alguém que ele amava. — ela disse. — Estava com medo.

Gregory a olhou ironicamente.

— E o tornou fraco. — ele disse.

Pandora gargalhou, chamando a atenção do homem e de Maggie. Pandora encarou Gregory ironicamente e se jogou na cama ao lado dele, colocando as solas dos coturnos sujos sobre os lençóis brancos da cama. Se isso irritou Gregory, o homem não deixou transparecer.

Pandora se inclinou sobre o homem e cutucou com força o ferimento do líder, fazendo com que ele arregalasse os olhos para ela e arquejasse o corpo de dor.

— Isso o deixa fraco. — ela disse, com do dedo ainda no ferimento.

Mesmo sob a dor que sentia, Gregory soltou uma gargalhada seca.

— Como tem tanta certeza? — ele disse.

Pandora sorriu cinicamente.

— Eu durmo com um líder todos os dias. — ela disse. — Sei das fraquezas e das preocupações que afligem essas cabecinhas revolucionárias. — ela deu um tapa de leve na cabeça do homem, e viu Maggie arregalar os olhos. — Eu sei “fode-los” em todos os jeitos possíveis.

Gregory gargalhou, a olhando maliciosamente.

— Isso soa interessante. — ele disse, seu sorriso aumentando cada vez mais.

Pandora acompanhou seu sorriso.

— Claro. — ela disse. — Principalmente quando você perceber que eu te fodi, e não do jeito divertido, mas sim do doloroso.

Gregory fechou a cara imediatamente, e Maggie enxergou que essa era sua deixa, ao perceber Pandora se deitar em uma pose relaxada na cama, mas ainda sim completamente ameaçadora para cima do homem.

— Você nos dá suprimentos... — Maggie disse, suspirando por alguns segundos. — nós resgatamos Craig e cuidamos de Negan e seu grupo para sempre.

Gregory gargalhou.

— Desculpe, essa conversa é engraçada. — ele disse. — Vocês vacilaram quando eu propus que trabalhassem pelos suprimentos, mas agora... Não é exatamente a mesma coisa? Eu tinha a vantagem e usei. — ele disse, enquanto Maggie caminhava de um lado para o outro, e Pandora se controlava para não enforca-lo. — Não foi pessoal.

— Eu sei. — Maggie respondeu. — Precisamos de comida, que vocês têm. Estamos dispostos a trabalhar por ela.

Gregory estreitou os olhos.

— Então darei suprimentos para vocês. — ele disse. — Falarei com Jesus e ele cuidará disso. — Gregory disse, e encarou Pandora, que ainda estava esparramada em sua cama ao seu lado. A olhou maliciosamente novamente. — Isso foi divertido. Emocionante.

Pandora estreitou os olhos, retribuindo o sorriso malicioso.

— Metade. — ela disse, calmamente, enquanto Maggie sorria, e Gregory arregalava os olhos.

— Como? — ele perguntou confuso.

Pandora sorriu mais ainda.

—Metade de tudo o que vocês têm. — ela disse, sua vocês soava tão plena quanto suas expressões faciais.

— Vimos o que aconteceu lá fora. — Maggie complementou. — Negan espera mais suprimentos. E cada vez mais. Se continuar assim, logo não terá mais nada.

— O que vai acontecer, então? — Pandora perguntou com a voz ameaçadoramente calma. As duas mulheres pareciam cobras que olhavam para Gregory, prestes a ataca-lo. Seu veneno eram as palavras sincronizadas e fortes que elas falavam a ele ao completar uma o argumento da outra. — Sem munição, nem combatentes... você será um homem morto.

Maggie se escorou na cabeceira da cama.

— Queremos metade de tudo, agora... ou não tem acordo. — ela disse. — Entendeu? A vantagem é nossa.

Gregory suspirou, olhando de uma para a outra, enquanto Pandora se levantava lentamente da cama, e ficava ao lado de Maggie. O homem começou a bater palmas lentas e irônicas, contendo muita raiva.

— Parabéns. — ele disse. — Conseguiram um acordo. Querem mais alguma coisa? Um rim, talvez?

Pandora riu.

— Não isso. — ela disse. — Mas nós queremos outras coisas.

***

Rick Grimes colocava a última cesta de alimentos que provinham de Hilltop no trailer, quando olhou para o lado e viu Pandora descer os degraus da mansão, carregando em mãos a pintura do cavalo em que Gregory possuía em seu escritório.

— Tudo pronto para irmos, rapazes? — ela perguntou a Rick e a Jesus ao chegar cambaleante perto do veículo.

Jesus riu um pouco.

— Você realmente pegou o quadro. — ele disse, estupefaço. — Gregory desse estar furioso.

Pandora deu de ombros, exibindo um sorrisinho. Rick pegou a pintura das mãos de Pandora e empurrou o objeto consideravelmente pesado para dentro do trailer, voltando a encarar Jesus e a mulher logo em seguida.

— Ele terá que conviver com essa perda. — ela disse simplesmente.

Jesus apenas riu e negou com a cabeça, se despedindo logo em seguida dos dois e entrando novamente na mansão. Rick já falara com todos ali em Hilltop e eles estavam prestes a ir embora, e levar uma das pessoas que conhecia o Santuário por dentro. Apenas estavam esperando pela finalização do ultrassom de Maggie.

— Será possível que um dia passaremos pelo menos um mês sem nos meter em problemas? — Pandora perguntou a Rick, e o homem a olhou atentamente. — Esse mundo que eu criei... tudo é tão complicado, perigoso e mortal.

Rick se aproximou dela e remexeu nos cabelos da mulher. Olhou para o sol que se punha naquele momento, e suspirou.

— Não. — ele disse. — O mundo sempre teve maldade, antigamente as pessoas se matavam sem motivos para se matar, não se tratava de sobrevivência, mas sim de prazer. Existia descriminação, racismo e violência contra mulheres. — Rick disse. — Se uma mulher forte como você aparecesse assim antigamente, com liberdade verbal e sexual, a sociedade te apedrejaria, por que é assim que o ser humano é. Imperfeito. — Rick continuou. — Nós nunca precisamos de walkers para entrar em guerra entre nós mesmos, apenas o desejo por poder.

Pandora engoliu em seco.

— Nós entraremos em guerra. — Pandora disse. — Você sabe, não é?

Rick assentiu.

— Dessa vez, será por um motivo que nos orgulhemos pelo menos. — ele disse firme.

Pandora sentiu seu coração se afundar por alguns segundos. Aproximou-se do homem e pegou seu rosto, colando seus lábios levemente. Rick apenas a abraçou mais fortemente, sentindo o corpo da mulher tenso entre seus braços.

— Eu te amo. — Rick disse, repentinamente, fazendo com que Pandora a olhasse surpreendida. — Eu apenas precisava dizer enquanto estivéssemos tranquilos, em uma situação normal e calma. Algo que não fosse frenético ou vida ou morte.

Pandora mordeu os lábios, assentindo lentamente, se agarrando mais a ele.

— Eu também amo você. — ela disse. 

 

LEIAM AS NOTAS FINAIS 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Comentem e favoritem!
PESSOAAAAAS! A GAROTA, QUE EU CHAMO TÃO CARINHOSAMENTE AQUI DE LCP1 AINDA, fez um trailer... não, não um trailer, mas sim uma homenagem aos nossos irmãos preferidos da série! PANDARYL AAAAAAAAAAAH TÔ É MORTA! TÔ MOSTRANDO AQUI AGORA, PORQUE SOU UMA ANTA E ESQUECI ANTES! ENTÃO VEJAM!
LINK: https://www.youtube.com/watch?v=CzzjwFcXUiE

Até o próximo!

- Duda.


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