História Paulícia - No Pain No Gain. - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carrossel, Carrossel O Filme, Daniel, Helena, Jorge, Marcelina, Margarida, Margarida Helena, Maria Joaquina, Mario, Panapaná, Paulicia, Rene
Exibições 498
Palavras 3.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


GENTEEEEEEEEEEEEEEE MEU DEUS, QUE TIROS FORAM AQUELES EM? MANOOO DU CÉU ELE CANTOU MEDO BOBO PRA ELA, TIPO E UMA DECLARAÇÃO OCULTA MIGOS, NÃO É POSSIVEL!
GENTE LUFER E O CASAL QUE MAIS SOFRO NESSA VIDA, COM ESSES TIROS MIGOS VAMOS LÁ.
ALÉM DE MEDO BOBO.
TEVE LOVE YOURSELF
TIROS FORAM POUCOS, TODO MUNDO SHIPPA LUFER <3 <3
BOM ISSO ME INSPIROU TÁ, PRECISAVA DE TIROS.

Capítulo 27 - If I knew. - Se eu soubesse


Alice on.

 

Hoje eu queria tanto saber quem era aquele homem com o menino que eu parecia conhecer. Eu deveria conhecer ele antes de virar "Alice" eu queria minha vida de volta, só para mim saber quem eu realmente era. Se eu era pessoa má? Se eu tivesse uma família que se importava comigo? É meus amigos quem seria?

As perguntas sempre rondavam minha cabeça, ainda mais depois que a Glória me contou como foi meu acidente.

Ela disse que eu saia o que parecia um festa porque estava com traje social o vestido azul que a glória fez questão  de guardar aquele vestido. Contou que quando eu cheguei ao hospital já estava em coma e foi o primeiro corpo retirado do local antes mesmo que alguém chegasse.

Passei 10 meses na UTI, por súbito de um momento qualquer eu acordei vi uma luz branca na minha direção pisquei meus olhos algumas vezes... É quem sou eu? Fiquei perdida sem saber onde estava, quem eu era.

É a Glória entrou na minha vida. A partir do momento que ela me contou o que tinha acontecido chorei, como ninguém tinha me procurado? Depois desse choro percebi uma cicatriz na virilha. Imediatamente perguntei pra ela o que era aquilo, ela saiu rapidamente do quarto e voltou com um manto azul bem enroladinho, parecia um boneco. Era bebê, aproximadamente de um mês. Cabelos bem espichados, bem negros olhos ônix você se perdia facilmente se olhasse demais.

Não tinha caído a ficha que aquilo era meu filho.

Aos poucos. Ela me contou que como fiquei em coma nos primeiros dias não tinha percebido que tinha um vida no meu ventre, com passar exatamente três meses perceberam que em vez de emagrecer, aconteceu o contrário engordei. Foi pra sala de raio x e veio a confirmação, eu estava a espera de um menino sem saber ao menos a existência dele.  

 

A atenção era redobrada pra mim eu estava em coma entre a vida e a morte e ainda com uma criança no ventre. A qualquer momento podia morrer e podia salvar a vida do bebê. É cuidaram bem de mim, fiquei sem comer porém eu era alimentada por sonda. Era como se eu estivesse dormindo mas por oito meses. Quando estava nessa, vinha muitas imagens na minha cabeça. Primeiro de uma mulher mais velha que eu de cabelos longos, um homem ao lado dela aparentemente sério de cabelos escuros. Em outra tinha imagem de um grupo de estudantes de uniformes amarelos correndo sobre os corredores. Definitivamente não conhecia ninguém. Em outra em um acampamento no meio do mato aquele mesmo turma lá só que mais velhos, adolescentes.

Já em outra tinha desse mesmo grupo agora aparentemente 17/18 anos. Curtindo saindo correndo pelo matagal.

Em outra dentro de um carro todo mundo indo por um certo lugar. Mas toda vez que eu via um rosto em especial parecia que meu corpo recebia uma carga elétrica.

Era homem sempre me atormentava em sonhos. De cabelos escuros mais ou menos longo. De olhos escuros bem pretos. Moreno de estatura de 1,67 de altura. De um sorriso mais lindo que já vi. Ele sempre via em meus sonhos, só que se eu visse ele iria facilmente confundi-lo.

 

Depois disso tudo que acordei sem saber o que era, se tinha algum tostão no bolso e mais uma criança é a Glória registrou o bebê com o médico que passou praticamente um ano cuidando de mim. O Doutor Nicolas. A única coisa que acharam no acidente foi uma carteira com alguns pertences e não tinha foto.

Pelo fato de acharem que só tinha eu de mulher.

 

Então fui liberada, a partir do momento que desesperei o que eu iria fazer agora.

Então a Glória concebeu a casa para que eu e o pequeno podiam morar. Nicholas com 5 meses já engatinhava, com 9 meses começou a andar, aparentemente era um menino calmo, mas na verdade era um menino muito agitado. Nicholas era um menino malina, mexia em tudo, corria pela casa mas era o carinho em pessoa.

 

Com tudo isso, Glória começou a chamar ele de neto, eu sentia que ela fosse minha mãe e tudo mais. Então eu me candidatei em vários empregos de garçonete, faxineira ao menos para ajudar as dispesas da casa. Me chamaram para trabalhar em um café, e daí mesmo com uma mulher chata como minha chefe tive que superar e engolir a seco as ofensas.

Fiquei lá, digo continuo a trabalhar lá. Preciso do dinheiro de lá, com isso eu trabalhava, a Glória trabalhava e com quem o Nicholas ficaria? Então ela disse que conhecia um médico muito bom que poderia ajudar o Nicholas ir pra creche, porque pela pública só entraria com 4 anos, e 1 ano e 9 meses ele já tinha entrado na creche particular, conhecida como a melhor escolinha infantil.

Sempre quis agradecê-lo porém sempre faltou oportunidade.

 

Quando foi dia 30 de Julho de 2019, o Nicholas completou 2 anos de idade. Glória fez uma festinha tão simples mas com tanto amor para ele que foi a coisa mais linda. Convidados apenas servidores do hospital e alguns amiguinhos do menino. O tema Batman que ele ama o desenho, com ele todo vestido de homem morcego. Pela primeira vez conseguia me ver feliz. Mas mesmo sendo essa pessoa infeliz, faltando de tudo, eu quando via o sorriso do meu filho era como se isso não tivesse acontecido. Nicholas era o meu melhor presente que Deus havia me dado. Nicholas mesmo sendo uma criança tão alegre, carismático que até confundia a idade, todos confundiam facilmente ele com uma criança de 5 à 7 anos.

Eu não sabia como mas sabia que um dia alguém iria me ela dali e iria ser em breve.

 

Alice off.

 

Autora on.

 

Já eram quase 4h da tarde quando, Paulo acordou de um soneca no mesmo quarto  que passou a adolescência olhou em volta e tudo ficou meio triste de repente, não queria lembrar da Alicia mas era necessário.

- Paulo? - Marcelina o chamava. - Sabe que temos que ir né? - Ela dizia o forçando a lembrar.

- Ir à... - Ele dizia sem lembrar de nada. (N/A homens)

- Limpar o quarto da Alicia, pegar os pertences. - Marcelina dizia e logo veio a cara de chateado, fúria tudo misturado.

- É jeito né? Enzo ficará com a mamãe? - Paulo dizia.

- Vai. - Marcelina dizia. - A Valéria e o Mário também vão.

- Valéria? Caramba a Valéria.- Paulo dizia tipo os laços entre os dois fortificaram.

- É então vamos né rapazinho. - Marcelina dizia apressando o menino.

- Fazer o que é o jeito né irmãzinha. - Paulo dizia todo irônico.

.

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Maria Joaquina estava olhando o céu, da varanda do seu quarto quando viu Cirilo com uma espécie de cachorro entrando no quarto, que ficava de frente ao dela.

- Cirilo? - Majo chamava atenção dele.

 

- Ah Oi Majo. - Cirilo dizia todo sem graça.

 

- Que cachorro fofo, qual é o nome dele? - Majo perguntava.

 

- Eu achei ele quando tava vindo do campus e ele tá com pata quebrada. - Cirilo dizia enquanto o cachorro choramingava.

 

- Vamos naquele veterinário que o Mário costumava levar o Rabito. - Majo dizia pegando a chave do carro e encontrando o rapaz do lado de fora. - Vamos.

E assim os dois adultos e um cachorro rumaram ao veterinário. Chegando lá uma fila enorme.

 

- Oh queridinha, lá dentro é um tinder pessoal ou uma sala de uma CLÍNICA? - Majo dizia toda irônica afinal aquele veterinário era publico só quem tinha dinheiro para pagar era consultado primeiro.

 

- Senhora por favor mantenha a calma. - a atendente dizia.

 

- Senhora é tua vó mocinha. - Majo dizia exaltada. - É outra não vem manter a calma que aqui é um hospital público para animais de estimação, mas ali tem um bando de sem o que fazer. - Majo dizia olhando para uns quatros médicos.

 

- Não vai acalmar sua mulher não, rapaz? - um homem dizia para o Cirilo.

 

- Eu? Que nada adoro ver ela assim. - Cirilo dizia todo bobo.

 

- Anda logo, só quero ser atendida como todos aqui. - Majo dizia. - É não quero demora. -

Majo dizia toda autoritária.

 

- Tá bem Majo? - Cirilo dizia. - Afinal você não defende "pobres".

 

- Parece que nem me conhece, Rivera. - Majo dizia - Sabe que mudei faz tempo.

 

- Eu sei. Mas gosto de te irritar. - Cirilo dizia acomodando o cachorro em seu colo.

 

- Como sempre né Cirilo. - Ela dizia.

 

- Sabe o que eu lembrei? - Cirilo dizia.

 

- De que? - Ela dizia.

 

- Da clementina. - Cirilo dizia, e Majo ficou visualmente incomodada.

 

- Sério? Que bom. - Ela dizia em tom frio.

 

- É você e o Dan não voltam mais não? - Ele dizia com jeitin todo meigo.

 

- Não. - Ela dizia fria novamente.

 

- Legal. -  No fundo Cirilo estava contente com a resposta.

 

- Legal porque Cirilo, posso saber? - Majo dizia, sempre será Maria Joaquina.

 

- Nada só quis dizer. - Cirilo dizia.

 

- Próximo a Senhorita Medsen. - A secretária dizia com um tom de voz irônico afinal Majo

tinha colocado ordem naquilo.

 

- Obrigada Fofo. - Ela dizia acompanhando o Cirilo e o cachorro.

 

- Boa Tarde. - O médico dizia.

 

- Boa Doutor. - Cirilo dizia todo sorridente. E Majo respondeu apenas em aceno.

 

- Em que posso ajudar? - O Doutor perguntava.

 

- Bem que achei esse cachorro quando estava indo pra casa, e parece que ele ta com a pata quebrada. - Cirilo explicava.

 

- Coloque sobre a maca. - Doutor dizia acompanhando o Rivera. - Ele sofreu maus tratos, tem marca de violência no corpo inteiro.

 

- Quem seria o animal que fez isso? - Maria Joaquina falou.

 

- Não sei mas vou passar alguns remédios e engessar a pata dele. - O doutor dizia.

Quando tudo acabou, foram num pet shop e compraram alguns itens.

 

- Já tá bom de dar um nome a ele. - Majo dizia.

 

- Que tal Teddy? - Cirilo dizia.

 

- Gostei. - Majo dizia.

 

Após arrumarem a casinha, ração, água e alguns brinquedos onde o Teddy iria ficar. Cirilo tinha como obrigação pedir obrigado pra sua amiga.

 

- Maria Joaquina, eu nem sei como agradecer. - Cirilo dizia todo sorridente. - Obrigado.

 

- Que isso Cirilo, não foi nada. - Majo respondeu envergonhada.

 

- Tá se não foi nada, vamos sair pra jantar hoje. - Cirilo dizia. - Não aceito não como resposta.

 

- Tá, tá bom. - Ela dizia revirando os olhos porém rindo.

 

- Te pego às oito. - Cirilo dizia entrando na casa.

.

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Jaime estava em casa assistindo futebol quando o pai começou a chamar desesperadamente, na oficina.

 

- Que foi pai? - Jaime chegou lá afobado.

 

- É que o Jurandir aquele imprestável sumiu, me ajuda aqui no carro da moça. - Rafael dizia em baixo do carro, prateado.

 

- Pô pai. - Jaime iria dizer algo contra porém decidiu fazer o que ele manmandou

 

Mexia no carro e nada, fizeram todos os tipos de observação e nada.

 

- Pai eu desisto desse carro. - Jaime gritava pro pai que tinha ido beber água.

 

- Olá? - Uma mulher aproximadamente 22 anos dizia, de cabelos pretos e olhos claros.

 

- Oi. - Jaime dizia boquiaberto com a beleza da jovem.

 

- Seu Rafael está ai? - A Jovem dizia.

 

- Ahhh ele tem quer sair, mais pode dizer. - Jaime dizia.

 

- Era para ver se meu carro está pronto ou não! - A jovem falava.

 

- Qual é o seu carro? - Jaime perguntava.

 

- Esse ai mesmo que você está encostado. - A jovem dizia entre risos fraco.

 

- Ahhh sim desculpa. - Jaime diz todo sem graça.

- Que isso sem problema. - A jovem dizia. - Ahhh prazer Anna.

 

- Ahhh Ana prazer, Jaime. - Jaime se apresentava. - Só que a gente não descobriu o que tem no seu carro.

 

- Sério? - Anna dizia com os olhos arregalados.

 

- Se quiser chamo meu pai para explicar melhor, sabe? - Jaime dizia.

 

- Não precisa, sinto que confio em você. - Anna dizia com um sorriso de canto.

 

- Ahh Obrigado. - Ele dizia.

 

- Amanhã eu passo aqui pode ser? - Anna dizia.

 

- Amanhã? Sinto muito, mas amanhã estaremos fechado. - Jaime dizia.

 

- Fechado? - Anna perguntava.

 

- É que amanhã e um dia que uma amiga da nossa família morreu e todo ano essa data

fechamos. - Jaime explicava.

 

- Meus pêsames. - Anna dizia.

 

- Pode passar mais tarde, com certeza senhor Rafael já tenha concertado seu carro. - Jaime dizia.

 

- Olha pega meu telefone e qualquer coisa me ligue. - Anna dizia. - Até por um encontro talvez.

 

Nem deu tempo de Jaime responder, ficou ali observando o papel com um número escrito e ficou pensando seria correto agora ficar outras pessoas?

Ele queria muito reatar com a Carmen tinha esperança porém, com as desavenças do casal achava que não teria mais nada.

 

Então porque não?

 

Não tinha motivos para não sair com a Anna, seria um risco que ele queria correr.

Imediatamente pegou o seu celular discou o número.

- Jantar? - Jaime disse.

 

- Alô? Quem é? - Anna dizia.

 

- Jaime. - Jaime dizia. - Um jantar hoje que tal?

 

- Seria bom. - Ela dizia.

- Passa o endereço que te pego às 7:30. - Jaime dizia.

 

- Esse número e  o  seu? - Ela perguntava.

 

- Sim. - Jaime respondia.

 

- Te passo pelo whatsapp, pode ser? - Anna dizia.

 

- Ficaria encantado. - Jaime dizia. - Então até mais tarde.

 

- Até. - E assim ele desligou.

 

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Valéria já estava na frente da antiga casa da Alicia, era estranho fazia um tempo que não vinham mais ali. Logo depois chegou um carro preto com Mário grudado com Marcelina e Paulo ao lado com as mãos ao bolso e cabisbaixo.

 

- Amiga que bom te ver. - Valéria dizia correndo até a baixinha.

 

- Igualmente Valéria. Estava com saudades de você, sua louca.- Marcelina dizia.

 

- Eu sei sou um amor. - Valéria dizia porém o tom de voz mudou não era mais a escandalosa, agora falava no tom.

 

- Mário Ayala. - Valéria dizia caminhando até ele.

 

- Valéria Ferreira. - Mário dizia.

 

- Ah vem cá, vem escandalosa. - Ele dizia indo abraçar a amiga. -- Mário sabia que Valéria estava em uma pior, ela estava naquele crise com o Davi e ainda sentia muito pela morte da Alícia. ---

 

- Você não muda em Ayala. - Valéria dizia.

 

- Engraçado que eu sempre sou o último. - Paulo resmungava.

 

- Quem é vivo sempre aparece em Guerra. - Valéria dizia.

 

- E né, sempre voltamos a nossas raízes. - Paulo dizia.

 

- Assim eu espero. - Valeria dizia. - Eu estava morrendo de saudades de vocês sério. - Dizia isso dentro do abraço do amigo, eles dois estavam quase melhores amigos afinal Valéria entendia a dor do Paulo como ninguém.

 

- Vamos indo que a Tia Ana deve estar nos esperando. - Marcelina dizia caminhando ao lado do namorado. Bateram na porta uma, duas vezes e a tia Ana versão de Alicia mais velha veio atender a porta.

 

- Marcelina. - Ana dizia indo abraçar a melhor amiga da filha. - Mário. - fazendo a mesma coisa. - Valéria. - Indo abraçar ela também.

 

- Genro. - Ela sempre referiu o Paulo como genro, sempre adorou a ideia de ter ele como genro, foi a primeira a apoiar o namoro quando a filha lhe disse.

 

- Tia Ana continua a mesma. - Mário dizia.

 

- Minha sogra sempre foi demais. - E Paulo sempre se dirigia a ela assim.

 

- Então pequenos o que vocês estão fazendo da vida. - Ana depois da morte da filha saiu de São Paulo junto com o Marido, foram viajar se não um ou os dois entraram em depressão e passaram 3 anos fora.

 

- Eu cursando jornalismo. - Valéria dizia.

 

- Eu sou psicóloga. - Marcelina afirmou.

 

- Veterinário. - Mário dizia, mas aquilo era o mais certo.

 

- É eu diretor de recursos humanos. - Paulo dizia sem nenhuma alteração a voz.

 

- Nossa como vocês cresceram. - Ana admirava os meninos afinal viram aquela crianças

crescerem.

 

- É porque não viu o fã da sua filha. - Paulo dizia.

 

- Fã? - Ana ficou sem saber da resposta.

 

- O Enzo filho da Marce e do Mário. - Paulo dizia olhando o teto, não conseguia olhar a sogra.

 

- Marcelina você já tem filho, aí gente estou velha. - Ana dizia.  

 

- É vamos dizer que isso foi uma bênção enquanto moramos fora. - Mário dizia.

 

- Ai meu deus quero conhecer ele. - Ana dizia. - Mas Paulo porque ele é fã?

 

- Ele sabe de tudo sobre a... - Paulo não conseguia terminar a frase. - Sobre a A-Alicia. - o nome saiu trêmula porém saiu. - Os dois fizeram questão de dizer tudo. - Paul dizia ainda fitando o teto.

 

- Quantos anos ele tem? - Ana perguntava toda feliz.

 

- Ele vai completar 4 daqui duas semana. - Valéria dizia.

 

- Então meninos o papo está bom, ótimo porém quero que vocês façam aquele favor pra mim.

 

- Ana dizia caminhando até o quarto. - Nunca mais tive coragem de entrar aqui. Tem caixas ali no outro quarto qualquer coisa. - Ana dizia.

 

- Pode deixar tia ana. - Marcelina dizia.

 

Abriram a porta estava intacto mesmo tudo. O guarda roupa ainda com todos os tênis, saltos ali. As roupas dela, desde short, e as camisas grandes que ela adorava até os vestidos casuais. As toalhas preta que ela gostava também ali limpas. A coleção de boné dela estava na ordem de preto ao branco era um degradê de cores. A cama estava ainda com o cobertor preto. As cômodas do lado da cama ainda tinha o despertador branco e do lado os porta retrato de um lado uma foto com os pais e outra com o avô e o primo. Do lado direito uma foto com toda a turma, e um porta retrato vermelho decorado com corações com foto de Paulicia. Os nichos de atribuídos entre as paredes brancas tinha muitas mais fotos do casal e de as amigas juntos a ela. Na escrivaninha tinha o notebook que a tela de descanso era uma foto do casal, alguns livros largado em cima do lugar. A televisão desligada, e em baixo o videogame que os dois jogavam.

 

Paulo em sua vez passou pelo quarto inteiro, e todas as fotos que envolvia ele ele parava e olhava, toda foto tinha uma história atrás dela. Em uma das fotos deles a mais zoada foi o dia que eles estavam na praia o dia que mais curtiram. Ele tentava controlar as lágrimas que insistiam em cair, como se tudo que ele quisesse esquecer em quatro anos vinhesse como filme em seus olhos. Ficou ali admirando todos os detalhes daquele quarto.

 

Valéria, Mário e Marcelina ficaram observando o tanto que Paulo estava bem olhando aquelas coisa, por mais que ele tivesse calado e o olhar vazio dele. Mas afinal ele estava andando pelo quarto parando em todos os detalhes ficaram ali dando um riso. Porém Valéria viu ali as foto delas quando tinha 5 anos e não conteve o riso.

 

- Eu não acredito que a Alicia guardou essa foto durante todo esse tempo. - Valéria dizia entre o risos.

 

- Alicia sempre foi doida por fotos, desde de antigas até o mais recentes. - Marcelina dizia.

 

- É meninas vamos começar a embalar tudo aqui. - Mário dizia pegando algumas caixas.

 

- Comece pelas roupas. - Valéria dizia.

 

E aos poucos todas as roupas daquele guarda roupa imenso iriam para dentro das caixas. Sapatos também.

 

- Eu sempre quis esse sapato. - Marcelina dizia.

 

- MARCELINA. - Os três ali a chamava atenção.

 

- Ai gente sabe eu sempre fui apaixonada por esse salto. - Marcelina dizia.

 

- Meninos. - Ana aparecia no quarto. - Que tal um lanche. - Ana começou a olhar o quarto e

imediatamente começou a chorar.

 

- Tia Ana. - Mário dizia indo até ela e a levanto para o andar de baixo. E Marcelina a acompanhando.

 

E Valéria e Paulo ficaram ainda guardando os objetos. Começaram pelo notebook, tinha vídeos deles, algumas fotos e declarações. Paulo imediatamente a guardou. Abriu a gaveta e deu de cara com o diário dela. Sentou na cama e começou a ler.

 

"Hoje dia 10 de Fevereiro de 2016.

 

Como aquele idiota consegue me deixar assim, nem somos namorados e ainda sinto que tenho ciúmes dele. Hoje eu fiquei com ciúmes dele por causa de uma foto, que ironia a minha.

Eu jurei sempre odiá-lo e hoje sinto que o que não dá mais para esconder o que sinto!

Sempre vai ser o bendito do Paulo que vai me ter.

Sempre vai ele que eu vou querer.

É parece que cada dia se tornamos cada dia a mais.

Eu fico feliz que tenho ele na minha vida! <3

E atrás uma foto dos dois."


 

Paulo ria ao ver como sua namorada via ele. É avançou os dias seguintes.


 

"Hoje dia 15 de Fevereiro de 2016.

 

Como Jorge e Margarida estão namorando gente babadon!

Todos namorando e essa noite eu precisava esfriar a cabeça, ao chegar lá o motivo da minha insônia estava do meu lado hipoteticamente. Ele saiu o que me deixou... Um vazio!

Ai meu deus eu merecia ter o Guerra na minha vida.

Logo depois fui pra piscina e ele estava lá tão lindo com aquele cabelo molhado escorrendo pelo rosto.

E depois disso dormimos junto que ironia em?

Era bom enquanto durou!"

 

Logo atrás da página a foto que a Majo tirou deles juntos."

 

Algumas páginas sobre eles, nada de interessante e na última página.

 

"Hoje dia 18 de Dezembro.

Daqui a dois dias a formatura, deveria dizer que vai ser o dia mais feliz da minha vida. Afinal vai ser o dia que completo 10 meses com a melhor/pior pessoa desse universo.

A alegria contagiante que nossa turma estava que nem era algo legal em.

Mas enfim era formatura, 10 meses tudo estava como planejado ou não.

Eu tinha falado com a Margarida que minha menstruação estava atrasada, estava com meus seios bem maiores e inchada, ela me aconselhou a fazer teste de farmácia lá vai eu comprar teste só por precaução comprei logo foi 6 teste cheguei em casa com receio de que meu esteja em casa voei pro meu quarto.

Com muito                         

Medo fiz o teste, mais nem conseguia ver o resultado estava nervosa.

Mais... Preciso caprichar agora agora na surpresa. - É e oficial eu e o idiota do Guerra seremos pais"

Ele vira a página e ver a foto dos seis teste deu positivo.


 

- COMOOOO ASSIM ALICIA ESTAVA GRÁVIDA? - Paulo levanta na velocidade e chorando sobre o diário da menina.

 

 

 

 

 

 

 

Eu pensei que só tava alimentando
Uma loucura da minha cabeça
Mas quando ouvi sua voz, respirei aliviado


Notas Finais


ENTÃO O QUE ACHOU? COMENTEM AI MIGOS BEIJOOOOOS <3
´"Tanto amor guardado tanto tempo A gente se prendendo à toa Por conta de outra pessoa Só da pra saber se aconteceu" Se Maiara e Maraisa veio para me fazer sofrer, me fizeram sofrer ainda mais por te feito essa música de Lufer. GENTE EU ESTOU TIPO MUITOOOO AMOR PELA RADIO TANG ONTEM.


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