História Paulícia - No Pain No Gain. - Capítulo 28


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carrossel, Carrossel O Filme, Daniel, Helena, Jorge, Marcelina, Margarida, Margarida Helena, Maria Joaquina, Mario, Panapaná, Paulicia, Rene
Exibições 491
Palavras 4.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Genteee eu estou ansiosa tanto pro reecontro que já vai demorar acho que mais uns dois a três capitulo viram.
Então vamos ao capitulo revelação.

Capítulo 28 - Almost. - Quase


Autora on.

 

Na hora que o Paulo viu e confirmou que a Alicia estava grávida, saiu parecendo um doido pelas escadas e seguida pela Valéria.

 

- Dona Ana a senhora sabia que a Alicia estava grávida? - Paulo alterado. Ana estava chorando muito e sendo amparada pela Marcelina e Mário. - Ana por favor não minta.

 

- Do que você está falando Paulo, tá ficando doido? - Marcelina dizia.

 

- Gravidez? Como? - Ana perguntava.

 

- O diário da Alicia está dizendo que ela estava com a menstruação atrasada e inchada bem que eu tinha reparado que os seios dela estava maiores. - Paulo dizia. - Última folha do diário está dizendo que ela comprou o teste e deu positivo. - Ele dizia mostrando o diário. - É não foi só um teste foi SEIS.

 

- Como gente Alicia não contou pra gente é absurdo. - Valéria dizia.

 

- Ela tinha contando somente pra uma pessoa. - Mário dizia.

 

- Margarida? - Marcelina e Valéria ficaram sem entender.

 

- Caramba eu era avó. - Ana dizia.

 

- É eu tia. - Marcelina dizia.

 

- Como você Paulo teve coragem de fazer coisas com minha filha, ainda engravidar. - Ana dizia.

 

- Ehhhh... - Paulo nessa hora cora fica completamente vermelho. - Preciso conversar com a Margarida urgente!

 

Assim ele discou o número e ligou para a Garcia.

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- O Paulo me ligando? - Margarida via a ligação do amigo.

 

- Alô? - Ela dizia.

 

- Alô nada. - Paulo dizia nervoso. - Só me diz uma coisa não minta pra mim Margarida.

 

- Paulo o que está acontecendo? - Margarida dizia sem entender nada.

 

- A Alicia estava grávida? - Paulo perguntava e logo o silêncio reinou. - Responda Margarida.

 

- Ela me disse que estava com umas suspeitas que iria comprar os testes. - Margarida dizia com medo da reação dele.

 

- Só isso? - Paulo dizia.

 

- É depois ela me confirmou que estava esperando um filho seu. - Margarida dizia contendo as lágrimas.

 

- Um filho? - Paulo sussurra e nem se despede do telefone.

 

- Alô Paulo? Paulo? - Margarida dizia e vendo que já tinha sido finalizada a chamada.

 

- Amor? O que houve? Tá chorando? - Jorge dizia vindo em direção a mulher que estava deitada na cama.

 

- Amor? - Ela dizia indo abraçar o Jorge.

 

- Me diz o que houve? - Jorge dizia dentro do abraço da mulher.

 

- É que... Que... - Margarida dizia entre soluços.

 

- Diz logo Margarida. - Jorge dizia sem paciência. Ela respirou fundo e prossegui.

 

- Uns dias antes da nossa formatura, Alícia tinha me ligado desesperada dizendo que estava suspeitando que estava grávida. - Margarida dizia mantendo a calma. - E eu aconselhei ela fazer teste de farmácia.

 

- É essa possibilidade estava descartada. Né? - Jorge disse e recebeu um silêncio como resposta. - Me explica isso.

 

- Depois que ela comprou acho que foi seis ou cinco teste e todos deram positivos ela me ligou chorando. - Margarida relembrava a conversa. - Ela estava feliz mas ao mesmo tempo desesperada. Ela estava super feliz com essa notícia que seria mãe ainda mais com o Paulo, porém desesperada porque ainda nem tinha terminado o ensino médio direito. - Margarida dizia lembrando da conversa nada animadora. - Ela me pediu sigilo que iria fazer uma surpresa pro Paulo pra dizer que estaria esperando um bebê mas neste momento não aconteceu. - Margarida explicava.

 

- Margarida você tem noção do que você escondeu? No momento que veio a confirmação você deveria ter dito. - Jorge dizia aflito também.

 

- Jorge na autópsia pensei que iria sair que tinha um feto. - Margarida dizia. - Só que essa informação ninguém nem soube, então para que ia dizer?

 

-  Ai meu deus. - Jorge dizia passando a mão pelo cabelo como sinal de nervosismo. - O Paulo soube, mais do jeito que conheço ele, ele deve estar querendo acabar com tua raça. - Jorge dizia.

 

- Paulo ele estava furioso pelo telefone, só não me xingou. - Margarida dizia.

 

- Então quer dizer que Alicia estava grávida, provavelmente esse menino es estaria completando quatro anos. - Jorge fazia o cálculo.

 

- Eu quero mesmo saber o quanto nervoso o Paulo está se ele fizer besteira. - Margarida dizia pegando o celular e tentando ligar. - Caixa postal.

 

- Tenta a Marcelina. -  Jorge dizia.

 

- Vou tentar ligar logo pro Mário que o único que tem juízo. - Margarida dizia ligando pro amigo.

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- Alô? Marga? - Mário dizia atendendo a ligação.

 

- Mário tudo bom? Eu sei que você deve estar perto do Paulo ele ta bem? - Margarida perguntava.

 

- Ele tá... Que dizer estava a uns 10 minutos atrás. - Mário dizia calmo.

 

- Como ele tá? Posso falar com ele? - Margarida dizia aflita.

 

- O que você falou pra ele? - Mário ignorava todas as perguntas.

 

- Ele queria saber se a Ally estava realmente grávida naquele tempo. - Margarida dizia. - E eu confirmei.

 

- Então é verdade que a Gusman estava esperando um pequeno Guerra. - Mário dizia.

 

- Posso falar com ele? - Margarida dizia.

 

- Marga até poderia, mas o tonto saiu correndo, Marcelina foi atrás. Valéria está em choque e tia Ana entrou num clima de choro imenso. - Mário dizia. - Recapitulando aqui está uma zona.

 

- Vocês estão fazendo o que na Tia Ana? - Marga dizia curiosa.

 

- Ela pediu que nós embalar as coisas do quarto dela, que o Paulo mexeu no diário dela e viu tudo isso. - Mário dizia. - Bom deixa eu acalmar a tia Ana e tirar a Valéria do transe.

 

- Tchau Mário, qualquer coisa me ligue. - Margarida dizia.

 

- Ahhh quando vem no Brasil, o Enzo está com saudades do padrinhos. - Mário dizia.

 

- Em breve. - Margarida dizia curta. - Saudades do meu pequeno, quando a poeira acalmar eu tento falar com ele.

 

- Então tá tchau abraços. - Mário se despede.

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Carmen e Daniel estavam saindo da faculdade, a menina estava cheia de livros na mão e o menino vinha mexendo no celular nem se viram e logo se esbarram.

 

- Presta atenção garoto. - Carmen resmungava sem saber quem era.

 

- Descu... - Daniel dizia logo após ver a menina procurando o óculos. - Tome. - Ele dizia colocando óculos.

 

- Daniel? - Ela arregalou os olhos ao verem que era ele. - Desculpa esse tanto de livro que fiquei meio sem jeito.

 

- Eu também estava distraído. - Daniel se explicava. - Quer ajuda?

 

- Ahh iria negar né, mas tá na cara que preciso. - Ela dizia rindo assim Daniel pegou alguns livros e a seguiu.

 

- Me deixe na parada vamos. - Ela dizia.

 

- Vai de ônibus? - Ela assentiu. - Nam eu estou de carro, vem. - Daniel dizia.

 

- Nam Dan precisa não me deixe no ponto ali, seu caminho e muito contramão. - Ela falava e Dan fazia uma cara de nojo em cada frase. - Tá vamos. - Ela dizia revirando os olhos.

 

Assim ela colocou os livros no banco de trás e sentou no banco do passageiro.

 

- Obrigada Dan. - Ela dizia toda meiga.

 

- Sabe que se precisar tamo ai. - Dan dizia e ela ria. - Amanhã vai com quem para o negócio do cemitério?

 

- Eu estou tão atarefada essa semana que nem vi que horas era. - Carmen dizia.

 

- Às 10h da manhã. - Dan dizia.

 

- Ahh provavelmente irei com o Jaime ou com a Majo. - Carmen dizia. - Ou de ônibus.

 

- Se quiser passo na tua casa e te pego. - Dan propôs.

 

- Que isso Dan não precisa se incomodar

- Ela dizia.

 

- Não e incômodo você sabe. - Dan dizia.

 

- Ahhh Dan o que seria da minha vida sem meu clone masculino. - Carmen dizia.

 

- Clone o que? - Dan dizia rindo.

 

- É que as meninas dizem que eu e você somos parecidos demais, ai veio clone masculino. - Carmen dizia.

 

- É somos parecidos mesmo. - Dan dizia. - Acho isso bom.

 

- Também acho. - Carmen dizia.

 

Passando alguns minutos em silêncio chegaram até a casa da menina que era agora uma casa de andar de quartos grandes conseguiram finalmente se estabelecerem. Dan pegou um par de porção de livros e Carmen outro.

 

- Dona Inês. - Daniel comprimentava a mãe da menina.  

 

- Daniel meu filho quando tempo? - Inês dizia.

 

- Bastante tempo em. - Ele dizia.

 

- Fique a vontade. - Ela dizia se dirigindo a ele. - Filha estou indo algumas coisas viu. Até logo Dan foi bom te ver. - Inês dizia.

 

- Tá bom mãe. - Carmen concordava.

 

- Bom sempre te rever Dona Inês. - Dan dizia.

 

- Saaai do meio. - Dudu dizia jogando a bola que Daniel apara.

 

- Eduardo. - Carmem repreende o menino.

 

- Foi mal ae. - Dudu dizia.

 

- Desculpa viu Dan. - Carmen dizia. - Sabe criança.

 

- Que nada eu sinto falta dessa minha idade. - Dan dizia.

 

- Ahhh era a melhor parte. - Carmen dizia.

 

- Então já vou indo. - Dan dizia saindo.

 

- Te levo até lá fora. - Carmen dizia.

 

Fizeram o caminho todo em silêncio, Dan ficou escorado no carro.

 

- Qualquer coisa me ligue se for amanhã ou não. - Dan dizia.

 

- Ahh Claro. - Carmen dizia. - Tem noção de roupa que se usa nesse momento?

 

- Faço minima ideia, a Majo que deve estar organizando isso. - Dan dizia ainda de braços cruzados e escorado no veículo.

 

- Com certeza, ela já deve tá pirando. - Carmen dizia.

 

- Carmen posso fazer uma pergunta? - Daniel dizia.

 

- Claro né Dan. - Carmen dizia com um sorriso enorme.

 

- Você realmente não sabe quem é a menina que estou gostando? - Dan dizia.

 

- Não tenho nem noção. - Carmen dizia.

 

Nesse exato momento Daniel a puxa e fazem que o seus lábios se selem. E o beijo de Carmiel eram como imãs por mais que tentasse separar era quase inútil o corpo estava grudados. Correntes elétricas percorriam ambos corpos.

 

- Acho que não preciso dizer mais nada. - Daniel dizia e logo Carmen apenas se virou e rumou a casa. Daniel por sua vez viu que ela não iria falar nada saiu em direção a porta do carro. Olhou de relance para ela que estava ali imóvel.

 

- Ahhh Dane-se. - Carmen dizia e logo voltou em direção a Daniel que veio em direção a ela e assim selaram mais uma vez um beijo.

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Koki e Bibi estavam na casa da Americana comendo alguns cupcakes.

 

- Não sei acho que vou voltar para os Estados Unidos. - Bibi dizia ela tinha planos de ir para fora do Brasil após terminar os estudos.  

 

- Que? - Koki dizia assustado.

 

- Ahh sabe meu plano aqui no Brasil era de curto tempo. - Bibi dizia.

 

- É você vem me dizer isso agora? - Koki exaltado. - Como você vai embora e me deixar depois de quatro anos?

 

- Calma Koki, o que eu estou dizendo que eu queria terminar minha faculdade lá, sabe que aqui no Brasil não tem recursos. - Bibi explicava.

 

- Ah e você quer assim do nada é? - Koki dizia.

 

- Claro que não idiota. - Bibi dizia revirando os olhos. - Eu estou querendo ir sabe depois das festas comemorativas e pegar a minha transferência. - Bibi explicava. - Você deveria ficar feliz.

 

- Porque? - Koki perguntava.

 

- Isso. - Bibi dizia dando uma folha pra ele.

 

- Sério isso? - Koki dizia. - Um emprego permanente na Juniper?

 

- A maior empresa de software, e ainda mais que o salário é ótimo. - Bibi explicava. - Então, você vai ficar ou vamos de vez juntar as nossas escovas?

 

- Na nossa relação fazemos os papéis trocados. - Koki dizia em risos.

 

- O que você tem de lerdeza também. - Bibi dizia. - Então...

 

- Pode se preparar ruiva que América vai ficar pequenos pra nós dois. - Koki dizia colocando a mão dele sobre a dela e acariciando.

 

- É por mais de mil motivos que eu não largo você. - Bibi dizia.

 

- Claro o japa aqui é sucesso. - Koki dizia.

 

- Oh my god. - Bibi dizia. - Mas sabe quantos motivos eu tenho pra te largar?

 

- É quinhentos? - Ele dizia.

 

- Ver isso aqui. - Ela dizia jogando pra ele uns papéis enrolados, na hora que desenrolar vai parar na sala.

 

- Isso tudo? - Koki dizia.

 

- Frente e Verso não se esqueça. - Bibi dizia saindo.

 

- Ah sorte que eu tive. - Koki dizia e começou a ler a carta.

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Mário tinha deixado Dona Ana com Valéria mesmo contra vontade. É sai em busca da namorada e do cunhado e nada. Ligou pra Marcelina e nada. Essa história do Paulo não superar Alicia estava passando dos limites.

 

- Droga! - Ele dizia tentando ligar para ela a décima vez. Nesse momento Marcelina aparece na rua. - Marcelina!

 

- Mário? - Ela dizia correndo até ele.

 

- Cadê o Paulo? - Mário perguntava aflito.

 

- Eu não sei sair correndo atrás dele, já fui em tudo quer lugar e nada dele. - Marcelina dizia.

 

- Foi na Mundial? - Ela assentiu. - Naquele barzinho perto da tua casa? - Ela assentiu. - No cemitério? - Ela assentiu. - Então morreu porque esse e os lugares favoritos deles.

 

- Não fala isso. - Marcelina dizia.

 

- Bom vamos voltar Valéria ficou com a tia e eu não acho uma boa ideia. - Mário dizia.- Também tem o Enzo que deve estar correndo da tua mãe. - Mário dizia. E recebeu um olhar de negação.

 

- Será que ele tá bem? - Marcelina dizia.

 

- Paulo e um moleque ajuizado. - Mário dizia.

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Na hora que Paulo saiu correndo, o seu percurso era o cemitério porém desviou foi a praça viu tanta criança brincando, afinal tinha uma creche por perto. Na mesma hora para uma bola nos pés deles.

 

- Foi mal. - O menino à cópia do Paulo quando era pequeno tinha um headphone infantil do homem de ferro e os mesmo cabelos escorrido.

 

Paulo na mesma hora arregalou os olhos, acha que estava tendo uma visão esse negócio de que seria pai mexeu com os neurônios. Era o que ele pensava.

 

- Que isso, a bola e de vocês? - Paulo perguntava.

 

- Sim moço. - O mesmo menino respondia.

 

- Eu acho que te conheço de algum lugar.  - Paulo dizia ainda prendendo o menino.

 

- Eu não lembro do senhor. - O baixinho dizia.

 

- Que senhor o que moleque me chama de Paulo. - Paulo dizia.

 

- Ahhh tá Paulo. - O menino dizia. - Meu nome é Nicholas.

 

- Nicholas lindo nome. - Paulo dizia. - Quer um sorvete me simpatizei por você.

 

- Eu gostei do sen... Digo de você também. - Nicholas dizia.

 

- Onde está sua mãe? Ela vai permitir ir comigo? - Paulo perguntava.

 

- Minha mãe está cuidando de um enterro. - O menino dizia tristonho.

 

- Sinto muito. - Paulo disse. - Sei como é perder alguém, a dor e o vazio são os sentimentos que mais vão predominar. - Paulo respondia.

 

- Mas a vovó Glória vai está num lugar melhor. - Nicholas dizia.

 

- Tenho certeza garoto. - Paulo dizia dando o sorvete a ele.

 

- Já está na hora de eu ir embora. - Nicholas dizia. - Gostei do senhor.

 

- Se eu não tivesse saído às pressas de casa, levaria você. - Paulo dizia sorrindo.

 

- Eu moro na rua ali baixo. - Nicholas apontava para uma rua nada longe.

 

- Você quer eu leve você em casa? - Paulo propôs.

 

- Se quer tanto vamos. - Nicholas dizia puxando o homem.

 

Mal sabia que o filho perdido estava ali na sua frente.

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Cirilo e Majo estavam cuidando do Teddy quando o celular do Cirilo recebeu uma mensagem.

 

"venha aqui fora." - Número desconhecido.

 

- Uê que estranho. - Cirilo dizia. - Vou ali já volto.

 

- Vou com você. - Majo dizia

 

Chegando lá em baixo Paula a mãe do rapaz está com um sorriso enorme.

 

- Cirilo visita pra você. - Paula dizia.

 

- Quem é? - Cirilo perguntava nervoso.

 

- Vai lá ver. - Paula dizia apontando para a sala do lado que estava fechada.

 

Ao abrir se depara com uma menina de cabelos mesclados de um castanho escuro ao claro lisos, nem alta nem baixa.

 

- Oi? - Cirilo não reconhecia a mulher a frente.

 

- Cirilo. - Ela dizia correndo até ele.

 

- Clementina? - Cirilo dizia meio abismado afinal tinha três anos que não via a moça. - O que está fazendo aqui?

 

- Ah eu vim passar datas comemorativas com vocês uê. - Clementina dizia. - Oi Majo. - Ali percebendo que a Medsen estava com uma cara nada boa.

 

- Oi Clementina. - De longe já sabia que o sorriso de Majo era falso. - Cirilo estou indo cuidar do teddy. - E assim saiu do do local.

 

- Ai Cirilo é tão bom de ver novamente. - Clementina dizia e tentou beijar ele.

 

- Não, não isso está errado. - Cirilo dizia. - Você foi embora sem a tentativa de trocar de faculdade sumiu não deu notícias a ninguém e agora quer reatar?

 

- Eu pensei... - Clementina dizia.

 

- O que você estiver pensando está errado. - Cirilo dizia. - O nosso relacionamento foi bom enquanto durou, não foi um erro porém um atraso, agora pode ir. - Cirilo dizia.

 

- Ainda gosta dela né? - Clementina dizia enquanto Cirilo abria a porta e via Majo de longe cuidando de Teddy.

 

- Eu não gosto dela faz tempo. - Cirilo dizia de costas a ela. - Eu a amo desde sempre. - Cirilo completou com um sorriso.

 

- Ainda podemos ser amigos? - Clementina propôs.

 

- Claro. - Ela dizia. - Amanhã no cemitério as 10h a turma vai está toda lá.

 

- Vou comparecer. - Clementina dizia. - É bom te ver Rivera.

 

- É bom também te ver Clementina Soares. - Cirilo dizia saindo.

 

Subiu ao quarto e ficou admirando a Medsen cuidando do Teddy coisa impressionante de ver.

 

- Cirilo faz tempo que está ai? - Maria Joaquina perguntava.

 

- Não cheguei agora. - Cirilo dizia.

 

- O que a Clementina queria? - Majo perguntava.

 

- Nada demais. - Cirilo dizia.

 

- Hum. - Ela dizia. - Acho que já está bom de eu ir em casa.

 

- A noite tá combinado né? - Ele dizia.

 

- Ahhh... - Ela dizia com a expressão de cansada.

 

- Você disse sim. - Ele dizia.

 

- É. - Ela dizia sorrindo fraco.

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Jaime estava contente iria sair com a menina que tinha conhecido. Era até estranho.

 

- Meu gordinho. - Eloisa chorava.

 

- Mãe. - Jaime dizia.

 

- Estou velha Rafael. - Eloisa dizia. - Daqui a pouco eu sou avó.

 

- Mãe ainda tem o Jonas né mãe. - Jaime dizia.

 

- Até esperar seu irmão já to caixão. - Rafael dizia.

 

- Tá agora me deixa eu ir. - Jaime dizia. - Minha bênção mãe, pai.

 

- Vai com Deus meu filho. - Eloisa dizia.

 

- Honra o sangue Pallilo. - Rafael dizia.

 

E assim o rapaz pegou o seu carro e dirigiu-se até o apartamento da moça.

Interfonou e entrou. Estava visualmente nervoso.

 

- Jaime. - Anna dizia abrindo a porta.

 

- Anna. - Ele dizia dando um beijo no rosto dela. - Trouxe essas flores.

 

- Ahh amo hortênsia. - Anna dizia. - Bom entre ficar a vontade.

 

- Obrigado. - Ele dizia.

 

- Que tal em vez de um jantar, ficarmos aqui e pedir algumas coisas? E assistir um filme uma série talvez. - Anna propôs.

 

- Ótima ideia. - Jaime falava. - Já sei até que filme.

 

- Primeira vez. - Os dois dizem juntos.

 

- Eu vou pedir pizza. - Anna dizia discando o número.

 

- Um Bom vinho. - Jaime dizia indo até a distribuidora ali perto. - Já volto.

 

E assim foram a noite dele, pizza, um vinho e uma boa pizza.

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Depois de terminar de assistir o filme e verem que já é 22h30.

 

- Eu já podia ir. - Jaime dizia. - Mas estou adorando o papo.

 

- Eu também. - Anna afirmava.

 

- Só que amanhã eu tenho quer ir pra aquele negócio. - Jaime dizia.

 

- Fique, dorme ai amanhã acordamos cedo e tomamos um café e você vai. - Anna dizia.

 

- Já que está pedindo. - Jaime dizia indo e a beijando cada vez os beijos iam sendo aprofundados. A noite seria longa.

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Margarida ainda estava aflita pelo amigo que ninguém tinha notícias.

 

- Amor como vamos chegar lá no cemitério amanhã? - Margarida dizia. - Ninguém sabe que estamos em São Paulo, ainda mais com a Melinda.

 

- Eu tenho quase certeza que amanhã vai ser dez horas. - Jorge dizia. - Só que do jeito que conheço a Majo ela vai pedir pra nós ir de cores alegres afinal Alicia gostava de tudo colorido.

 

- Com certeza. - Margarida dizia. - Gente a Majo e o Cirilo estão muito junto ultimamente. - Vendo as fotos deles de uns meses pra cá em um aplicativo.

 

- Ahhh Ela terminou com o Daniel e ele com a Clementina está muito certo deles está assim.- Jorge dizia.

 

- Será que eles estão se pegando? - Margarida dizia arregalando os olhos.

 

- Não duvido nada. - Jorge dizia. - Maria Joaquina sempre foi essa pessoa dificil porém o Cirilo é persistente.

 

- Não há sombras de dúvidas nisso. - Margarida dizia. - Tomara que eles estejam juntos mesmo eles ficam lindo juntos.

 

- Queria mesmo saber se depois que a Alicia morreu, o Paulo nunca deu uns dentro por ai. - Jorge dizia rindo. - Porque quatro anos na seca.

 

- Cavallieri. - Margarida chamava atenção dele. - Eu achei bonitinho da parte dele.

 

- Mas ele vai morrer por causa dela, a vida segue. - Jorge dizia.

 

- Quero ver quando eu morrer em vez do meu enterro, você deve ir para um cabaré. - Margarida dizia.

 

- Que isso Amorzinho jamais isso. - Jorge dizia querendo beijar ela e esquivava.

 

- Greve de Beijos e de Sexo, benzinho. - Margarida dizia.

 

- Ô mulher difícil. - O loiro resmungou. - Qualé Marga não fica assim.

 

- Melinda faz cara feia pro papai. - Margarida dizia e a filha assim fez. - Faz não com a mão vai. - E de novo ela fez.

 

- Quem tá ensinando essas coisa pra ela? - Jorge dizia.

 

- Eu mesma. - Margarida falava. - Falando nela, sabe que precisamos de uma babá e de uma empregada. - Margarida dizia.

 

- Eu sei. - Jorge dizia. - Esse apartamento e muito grande nossos pais exageram. - O Loiro dizia.

 

- Sabe vou deixar a Melinda com minha mãe, certeza eles devem ir para casa de alguns deles. - Margarida dizia. - Aí quando decidir na casa de quem pedimos pro motorista levar a Dona Rosa e a Melinda aí uma baita de uma surpresa.

 

- Gostei. - Jorge fazia bico para receber um beijo.

 

- Já disse que estou em Greve. - Margarida dizia colocando a filha no berço.

 

- Tá desculpas não deveria ter dito aquilo. - Jorge dizia.

 

- Já disse que te amo. - Margarida dizia.

(Margarida e de Gêmeos, bipolar- Bem vinda ao clube miga)

 

- Todos os dias. - Jorge dizia.

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Paulo estava calmo era engraçado como aquele simples garoto tinha acalmado. Acompanhou ele até em casa.

 

- Bom moro aqui Paulo. - Nicholas dizia. - Vou ver se a mamãe está em casa.

 

- Tá bom garoto. - Paulo dizia.

 

- Mamãe. Mamãe. - Nicholas gritava mãe.

 

- Nicholas quem é esse homem? - O Nicolas o doutor estava ali.

 

- Cadê a mamãe tio. - Nicholas o menor dizia. - Esse e o moço que me acompanhou até aqui e me pagou um sorvete.

 

- Hum - Nicolas pela cara não gostou nem um pouco do Guerra, e assim vice e versa. - Ela saiu mas deve está chegando.

 

- Então tá garoto. Já vou indo. - Paulo se despedia do menino. - Tchau.

 

- Tchau. - o menino dizia com um sorriso tão familiar pra Paulo. O Doutorzin não respondeu nada.

 

Paulo ao sair dali foi direto ao cemitério, o clima de chuva já estava se formando, nuvem carregada estavam sobre a capital.

 

Paulo chegou no cemitério e já sabia o caminho de cor então nem se preocupou, quando se deu conta já estava na frente da lápide de gesso branco com letras preta e fotos penduradas por todo esse tempo.

 

- Oi Lilica. -Ele dizia sentado em frente a lápide. - É você estava grávida e nem me contou, só de pensar que poderíamos ter uma Gusmanzinha ou um Guerrinha eu fico maluco, sério! - Ele dizia passando a mão no cabelo, como nervosismo. - Que ironia, não consigo nem em hipóteses te esquecer. - Paulo dizia segurando as lágrimas. Nesse exato momento começa a chuviscar. - Seria egoísmo se eu disser que eu acredito que você está viva? Que acredito que eu e você vamos ser feliz ainda mini guerra. - Paulo dizia. - Te amo daqui até a eternidade. - Espera.

 

Paulo parou um pouco de falar e pensou. Se a Alicia estava grávida mesmo deveria ter vindo na autópsia como a Margarida tinha dito, se caso não tinha estava escrito e porque ou o teste tinha falhado ou... não era ela. É se o condutor do outro veículo sempre deixou claro que não havia outra pessoa naquele acidente a não ser os amigos deles. Era isso ele teria quer ir atrás da autópsia e do condutor do outro veículo. A autópsia estava com a mãe dela, então seria fácil.

 

Saiu pela chuva em direção a casa que tinha saído correndo.

 

- Ana. - Paulo chegava lá todo encharcado.

 

- Paulo se seca e toma um chá. - Ela dizia.

 

- Não dá tempo. - Paulo dizia. - Você está com o papel da autópsia da Alicia.

 

- Tá aqui. - Ana sai correndo com o papel na mão.

 

Paulo começou a ler o papel e constava que a morte foi a batida. E umas palavras lá blá blá.

"Observação: Nada consta."

 

- Aqui está dizendo que ela estava normal, como se não estivesse grávida. - Paulo dizia.

 

- Talvez era pequeno filho e não constatou nada - Ana dizia.

 

"Tipo sanguíneo: O+"

 

- Dona Ana se eu não me engano o tipo sanguíneo da Alicia era AB né? - Paulo dizia.

 

- É sim filho porque? - Ana perguntava aflito.

 

- Aqui está dizendo que é O+. - Paulo dizia mostrando o papel pra ela.

 

- Meu deus. - Ana dizia colocando a mão na cabeça.

 

- Dona Ana tem chances da Alícia está viva. - Paulo dizia com um sorriso tão livre.

 

 

 

 

 

 

O seu dia mais feliz, vai ser o mesmo que o meu!

 


Notas Finais


Gente comentem, fala o que acharam. Eu estou abismada com o Miguel ganhou Lucas como pai e possivel Feh como mãe. Genteee! Babadoon. Amo esses dois <3
Enfim comentem, talvez amanhã eu volto.


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