História Paulícia - No Pain No Gain. - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Carrossel, Carrossel O Filme, Daniel, Helena, Jorge, Marcelina, Margarida, Margarida Helena, Maria Joaquina, Mario, Panapaná, Paulicia, Rene
Exibições 531
Palavras 8.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que vocês gostam sabe eu estou naquela bad após um termino! 😟

Capítulo 29 - By a thread. - Por um fio


Autora on.

Na hora que Paulo afirmou que aquela autópsia não de Alicia Gusman, os dois ali não sabia o que fazer.

- Paulo o que iremos fazer agora? - Ana dizia.

- Bom, amanhã depois que sairmos do cemitério eu podia ir até médico que fez essa autópsia e perguntar se isso aqui está realmente certo. - Paulo dizia.

- O homem acusado ele disse que não lembra de ter saído da tal festa acompanhado. - Ana dizia.

- Só nós dois ficarão sabendo por enquanto e melhor evitar tumultos e possíveis mentiras. - Paulo dizia tentando manter a calma, porém estava tão feliz que era transmitido. - Só tem um casal que eu posso confiar em contar isso.

- Quem? - Ana dizia também com o sorriso enorme.

- Margarida e Jorge. - Paulo dizia. - Margarida ela é discreta ela sabe analisar os fatos pra quem é modelo. É o Jorge é um advogado muito famoso nessa área, além disso eu sei que não medirá esforços para ajudar. - Paulo dizia.

- Mas eles estão fora do Brasil. - Ana dizia.

- Eu sei que eles chegaram ontem aqui e estar fazendo surpresa. - Paulo dizia sabendo.

- Como você sabe? - Ana perguntava.

- Que quando eu estava visitando o túmulo da Alicia agora pouco, eles apareceram lá. - Paulo dizia.

- Como? - Ana dizia.

- Foi assim. - Paulo dizia.

~Flashback on.~
Paulo teve a brilhante ideia de sair do cemitério as presas ao no portão do lugar um carro preto está parado e de repente abaixam os vidros.

- Finalmente te achei menino. - Margarida dizia abrindo a porta pegou o guarda chuva e correu até ele e deu um abraço. - Como você está? Tá com raiva de mim? Sabe ela pediu pra guardar segredo, desculpas!

- To bem, não, é entendo sua lealdade a ela. - Paulo dizia. - Cadê o engomadinho? - Paulo perguntava.

- Se a mim que procura, achou. - Jorge dizia em tom de brincalhão ao sair do carro.

- Engomadinho. - Paulo dizia.

- A Margarida passou a tarde inteira se preocupando contigo. - Jorge dizia. - Era certo você estar aqui em.

- Meu lugar favorito. - Paulo dizia. - Margarida você tem razão na autópsia deveria ter vindo que a Alicia estava grávida.

- Por isso que eu fiquei meio assim se era verdade mesmo. - Margarida dizia. - Mas se ela colocou no diário dela e o certo que esteja.

- Faz assim daqui a exatamente trinta minutos me encontram na casa da Alicia. - Paulo dizia. - Afinal quando chegaram em São Paulo?

- Ontem, só os nossos pais sabiam. - Margarida dizia.

- Só que agora viemos de mudança. - Jorge explicava. - Porém amanhã saberá mais sobre isso.

- Então quer dizer que iria pegar todo mundo de surpresa? - Paulo dizia.

- É. Agora sai da chuva que não quero ficar gripado. - Jorge dizia.

- Ainda cheio das frescuras em. - Paulo dizia.

- Sempre foi. - Margarida dizia revirando os olhos.

- Daqui a meia hora na casa da Alicia. - Paulo dizia e saiu correndo na chuva.

~Flashback off.~

- Eles já devem estar aqui fora. - Paulo dizia abrindo a porta e o casal vinha. - Já se cumprimentamos, estou encharcado.

- Margarida menina. - Ana dizia abraçando a mulher.

- Jorge Cavallieri. - Ana dizia fazendo o mesmo processo. - Pensei que veria meus amigos do Canadá do que vocês pisando na minha casa novamente. Sintam a vontade.

- Que isso Ana. - Jorge dizia todo modesto.

- Então Paulo porque pediu que viesse aqui? - Margarida perguntava.

- Ler isso aqui. - Paulo entregava a papel para os dois.

- O sangue dela não é AB? - Jorge estava com os olhos arregalados.

- É. - Ana dizia.

- É nenhum lugar está escrito que tinha um feto. - Margarida dizia.

- Isso quer dizer... - Jorge dizia.

- Há uma grande possibilidade da Gusman está viva. - Paulo dizia. - Não tinha como eles errar dois elementos importantes numa autópsia. Tipo Sanguíneo e Observação.

- Você tem toda razão. - Jorge dizia.

- É outra o condutor jura que não lembra se tinha saído acompanhado naquele dia. - Ana se pronunciava.

- Gente será que Alicia está viva? - Margarida perguntava.

- Tudo é possível agora. - Paulo falava. - Só que precisamos realmente saber se isso foi feito corretamente ou está errado.

- O que vai fazer? – Jorge perguntava.

- Primeiro ir em busca do médico que examinou o corpo aqui descrito como Fernando de Lamaria. - Paulo dizia. - O Doutor Miguel deve saber quem é, e o Cirilo pode ajudar já que ele esta vivendo fazendo estágios em diversos hospitais. - Paulo dizia.

- Boa. - Jorge dizia discando o número do amigo.

- Mas precisamos manter isso em segredo, vai que é só um alarme falso. - Ana dizia. - Eu e o Paulo confiamos em vocês de olhos fechados.

- Que isso tia. - Jorge dizia. - É estranho com essa idade te chamando de tia.- Jorge dizia em risos.

- Hora moleque te vi crescer. - Ana dizia.

- É, mais ninguém vai saber ao menos não da minha boca. - Margarida dizia

- Vou mexer com alguns pauzinho pra ver o que eu consigo. - Jorge dizia.

- Amanhã após tudo que vai acontecer vou ver o que eu posso fazer. - Paulo dizia. - Provavelmente irei atrás do tio Miguel.

- Porque nem a Marcelina e o Mário não estão sabendo disso? - Margarida perguntava.

- Marcelina sempre será versão atualizada de Valéria. É o Mário não consegue guardar segredo dela. - Paulo dizia.

- Faz sentido. - Jorge dizia. - Fico feliz em te ver tia Ana.

- Oh menino você cresceu. - Ana dizia. - Vieram de muda?

- Com certeza. - Margarida dizia abraçando a mais velha.

- Está amamentando Marga? - Ana perguntava baixinho do ouvido dela.

- Como soube? - Margarida com os olhos arregalados e com o tom de voz baixo.

- Seus seios nunca foram grandes desse jeito, e ainda mais você está com um quadril mais largo. - Ana dizia. - Quer dizer que a Rosa ganhou um neto?

- Uma neta. - Margarida dizia. - Melinda. - Ela dizia mostrando o celular pra Ana.

- Puxou ao pai. - Ana dizia.

- Passa nove meses na barriga e sai agora daquilo. - Margarida dizia vendo o namorado e o amigo conversando longe. - Segredo. Vou dizer dela pra turma amanhã, ao menos tentar alegra os dias dele amanhã.

- Alicia iria adorar. - Ana dizia.

- Será mesmo tia Ana que a Alicia... Viva? - Margarida dizia.

- Acho meio impossível algum erro. - Ana dizia. - Porém depois de tanto esse tempo foi a primeira vez que vi o genro sorrindo. - Ana dizia.

- Ele está apostando todas as fichas nessa esperança. - Margarida dizia.

- Vamos Marga. - Jorge a chamava.

- Vamos né. - Margarida concordava. - Tchau Tia Ana, até amanhã.

- Tchau meus filhos. - Ana se despedia do casal.

- Paulo vai querer carona? - Jorge oferecia.

- Não vou ligar pro Mário vim me buscar. - Paulo dizia.

- Ok até amanhã, peralta. - Jorge dizia.
Bateu uma nostalgia fazia tempo que não ouvia aquele apelido. E assim saíram.

- Deixa eu ligar pro Mário o cabeção. - Paulo dizia.
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Maria Joaquina estava nada satisfeita com aquela visita de Clementina pra Cirilo.
- Como aquela azenha amiga chega assim na casa dele? - Joaquina conversava com a Valéria pelo telefone.

- Miga tu nunca foi com a cara de Clementina. - Valéria dizia.

- Isso não vem ao caso agora. - Majo dizia.

- Isso é ciúmes Maria Joaquina Medsen, ciúmes do Cirilo Rivera? - Valéria fazia pirraça.

- Claro que não ne Valéria. - Maria Joaquina dizia.

- Maria Joaquina. - Valéria dizia.

- Tá bom, estava com ciúmes satisfeita? - Majo dizia revirando os olhos.

- Agora sim. - Valéria dizia. - Mas você sabe o motivo desse ciúmes?

- Não e nem quero saber. - Majo dizia.

- E vai escutar. Você Medsen gosta do Rivera. - Valéria dizia.

- Ahhh que isso amiga só que eu e o Cirilo se tornamos amigos uai. - Majo dizia.

- Vai dizer que o motivo do seu término com o Dan não envolveu o Cirilo? - Valéria dizia.

- Não. - Majo mentiu na cara de pau.

- Do seu lado foi o Cirilo e do lado dele a Carmen. - Valéria dizia.

- Nem foi mais por esse motivo. - Majo dizia.

- Vai dizer que não? Cara esta estampado no rosto de tonto dele que ele está gostando da Carmen. É você também pelo Cirilo. - Valéria dizia.

- Valériaaa vai cuidar da tua vida em. - Maria dizia. - Agora vou me arrumar aqui. Beijos tchau. - Assim a menina desliga.

A menina optou por um conjunto branco de renda com um santo nude. Olhou pela janela e viu que o Cirilo estava terminando de ser arrumar.

- Terminou Rivera? - Ela perguntava.

- Estou quase. - Ele dizia. - Já estou descendo.

- Estou descendo já. - Majo dizia.

Ela desceu e viu que os pais estavam na sala.

- Mãe, Pai vou sair com Cirilo. - Majo dizia. - Não sei que horas eu volto. Não se preocupe.

- Eu ainda "shippo" eles ainda. - Doutor Miguel dizia.

- Desde quando e moderno? - Clara dizia.

- Sabe todos "shippa" Ciriquina. - Miguel dizia entre risos.

- Não acredito nisso. - Clara dizia rindo.

Maria Joaquina saiu e viu o acompanhante do lado de fora.

- Demorou em. - Cirilo falava.

- Estava falando com meus pais. - Majo dizia.

- Ahh sim. - Ele dizia abrindo a porta do carro. - Vamos senhorita Medsen.

- Com prazer Senhor Rivera. - Medsen dizia entrando.

- Como começou mesmo esses negócios de sobrenomes em? - Cirilo dizia.

- Todo mundo com aquele negócio da Alicia e do Paulo de Guerra vs Gusman, foi nessa época. - Maria Joaquina dizia. - Onde vamos mesmo?

- Surpresa. - Cirilo dizia. - Tenho certeza que você vai adorar.

- Me deixou curiosa. - Maria dizia.

- O que você gosta de fazer? Se eu estiver certo eu aceitei. - Cirilo dizia.

- Eu gosto de muitas coisas mas a linha favorita é... - Majo fazia suspense.

- Comer. - Cirilo dizia.

- Não né Cirilo sabe que evito até comer. - Majo dizia exaltada.

- Eu te conheço, eu sei que você gosta daquilo. - Cirilo dizia apontando pra algo.

- Karaokê La Night. - Maria lia. - Que bom que você me conhece.

- Como não conhecer você em? - Cirilo dizia. - Vem vamos entrar.

Entraram no karaokê afinal todos sabiam que a Majo adorava cantar.
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Valéria depois que desligou o telefone ficou olhando pro teto algum tempo e pegou o telefone e discou o número do namorado.

- Davi precisamos conversar me encontra em uma hora naquela lanchonete perto daqui de casa. - Valéria dizia afinal ela já estava nesse chove e não molha com o Davi a meses depois que os pais deles começaram a cobrar dele mais responsabilidade sobre a religião.

Assim fizeram Valéria chegou lá primeiro mesmo já maior de idade não abria mal da bolsa de lado. Davi o mesmo jeito ele sabia qual era o "fim" da conversa fazia tempos que eles dois brigavam e não paravam mais.

- Então Valerinha o que quer falar? - Davi dizia nervoso.

- Davi eu estava pensando, só que eu não sei como me expressar sobre isso. - Valéria dizia.

- Valéria diz logo que estou perdendo minha paciência. - Davi dizia.

- Estou achando um jeito de te dizer isso poxa. - Valéria dizia. - Sabe que nos já namoram há mais de dez anos, estamos a beira de completar treze anos juntos. Sabe que esse relacionamento como os nossos pais dizem "namoro de criança" se não fosse durar e isso surpreendeu tanto meu pais quanto o seus.

- Valéria onde você quer... - Davi dizia.

- Por favor me deixe terminar. - Valéria dizia. -  É que agora eu e você já somos adultos, sabemos do nosso ato como você judaico está prometido em casamento como mansa a religião. - Valéria dizia entre as lágrimas.

- Não precisa continuar já sei onde isso vai dar. - Davi dizia saindo. Valéria apenas segurou pelo braço e fez que ele parasse.

- Me deixa eu terminar de dizer, por favor. - Valéria dizia. - Sabe que eu pensei seriamente sobre a gente e decidir. - Valéria dizia entre as lágrimas. - Se eu não te amasse mesmo essa ideia nem passaria pela minha cabeça porém eu não consigo viver sem você mais. - Valéria falava.

- Valéria fala logo que eu estou aflito. - Davi dizia.

- Davi eu decidir que vou virar judaica, por você. - Valéria dizia entre as lágrimas e o cachinhos estava estático com a notícia.
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Paulo chegou em casa, mal tempo de entrar e a irmã e a mãe começaram a gritar.

- Paulo eu não te coloquei no mundo para ficar sofrendo não garoto. - Lilian dizia.

- Mamãe o que está havendo aqui? - Enzo perguntava.

- Sabe o seu tio é Enzo? Ele é imaturo. - Marcelina dizia cuspindo fogo literalmente. - Como você foge de algo assim Paulo? Você sofre de algum transtorno? Mesmo eu sendo psicóloga eu não te entendo sério mesmo!

Já entendi vocês duas estão com muita raiva de mim. - Paulo dizia se defendendo.

- Raiva e pouco pra me expressar. - Marcelina dizia. - Você me fez andar aqui tudo a pé.

- Amor calma deixa o Paulo ele já e de maior e vacinado. - Mário na verdade dizia aquilo porque ele queria que aquele pé de guerra na casa da namorada acabasse.

- É vamos dormir que o dia amanhã é logo. - Roberto dizia.

- Eu que o diga. - Paulo dizia subindo ao seu quarto. - Ahh só uma coisa, decidi que vou voltar a morar em São Paulo. - Paulo dizia subindo as escadas.

- Que bom meu filho. - Lilian dizia.

- Sei que não irá se decepcionar. - Roberto dizia.
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Carmen e Daniel tinha passado a tarde juntos perambulando pela cidade. Depois que o Zapata afirmou seus sentimentos a menina, não tinha o porque de negar.
Carmen sentia uma atração sobrenatural por ele de inicio ela achava que era pelo fato de serem tão iguais.

- Então assim Dan tudo começou quando eu e você entramos na mesma universidade? - Carmen perguntava.

- Basicamente. - Dan dizia. - Era tipo uma saciedade quando você chegava perto.

- Meu deus. - Carmen dizia. - Dan acho que isso que estamos fazendo e errado.

- Eu não estou comprometido? Você está? - Ela em aceno respondeu que não. - Então o que há de errado?

- A Majo e minha amiga, o Jaime é seu amigo. - Carmen dizia.

(N/A: Naquele momento nos filmes da Disney que começa as músicas)

- Nada haver, isso é desculpas. - Daniel dizia.

- Não é Daniel você sabe disso. - Carmen dizia. - Eu estarei mentindo se eu disser que não me sinto atraída por você. Estarei mentindo dizendo que está tudo normal enquanto ficamos. - Carmen dizia. - Você me entende mais do que ninguém.

- É por esse fato e outros que nós podemos ter algo. - Daniel dizia.

- Falarei com a Majo depois veremos o que podermos fazer. - Carmen dizia. - É acho bom você falar com o Jaime também.

- Se for por você... Faço sim. - Daniel dizia.

- Agora preciso ir. - Carmen dizia pegando a sua bolsa e saindo, mas na mesma hora volta e dar um beijo nele. - Como você pode ser tão viciante assim?

Daniel nada faz só aprofundar o beijo cada vez mais. - Se quiser me pede pra ir embora.

- Não tenho força pra isso. - a Carmen dizia.
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Cirilo e Majo estavam numa boa enquanto tomava algo e a Medsen tentava tirar algo sobre a conversa com a Clementina.

- Então ela só foi lá para dizer oi? - Majo perguntava. - Cirilo não me faça de besta.

- Claro que não, Majo. Só que não foi nada demais a conversa. - Cirilo dizia bebendo.

- Ela pediu pra voltar? - Majo dizia e o rapaz ficou em silêncio. - Eu sabia.

- Mas eu não quero a Clementina na vida novamente. - Cirilo dizia.

- Uai porque? - Majo perguntava.

- Em quantos idiotas diferentes, em desenhos ou símbolos vou ter que te mostrar? - Cirilo perguntava. Majo ficou com a feição do rosto seria. - Maria Joaquina sempre eu gostei você, o que eu sinto por você é algo que nem eu consigo descrever de tão sério que é. É algo que me deixa em êxtase em questão de segundo eu já deixei de gostar de você a tempos, eu faço amar você. - Cirilo dizia.

- Cirilo então porque permitiu meu namoro com o Daniel e porque então namorou a Clementina? - Majo perguntava.

- Todos sabem que o que rolou entre você e o Dan foi algo de adolescente Majo, não era algo que iria durar. - Cirilo dizia. - Eu precisava te esquecer de alguma forma e a Cleme quis isso, porém nem ela deu conta. - Cirilo dizia.

Sem ao menos pensar a moça levantou do seu ligar e foi em direção onde o rapaz estava sentado, sem que ele saísse do lugar a menina "lasca" um beijo nele. O jogo de luzes daquele lugar estava tão agitados que a Medsen nem se importou.

Logo após tudo isso, Maria Joaquina se separa dele pela falta de ar. É decidiu que não havia hora melhor do que agora para dizer a verdade também.

- Sabe qual foi o motivo do meu término com o Daniel? - Maria Joaquina falava e Cirilo em aceno em negou. - Você e a Carmen.

- Como? - Cirilo dizia.

- Eu comecei a passar muito tempo com você logo depois que concluímos o ensino médio, e do Daniel ficou  Também muito próximo da Carmen isso fez que nós abrissem os olhos que sempre estivermos com a pessoa errada. - Majo explicava dentro dos braços do rapaz.

- Carmen? Sério? - Cirilo dizia.

- Vai dizer que nunca percebeu? - Majo dizia. - Está na cara fazer igual a Valéria a cara de tonto dele está dizendo tudo. - Majo dizia.

- Não eu nunca percebi. - Cirilo dizia. - Ahhh para de falar deles e vamos falar de nós! - Cirilo dizia.

- O que tem a gente? - Majo dizia.

- Precisamos curtir. - Cirilo dizia dando um beijo nela.
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Davi continuava estático com a revelação de Valéria.

- Davizinho você está ai? - Valéria perguntava fazendo alguns movimento na frente dele.

- Valéria você seguiria o judaísmo para nós ficarmos juntos? - Davi perguntava.

- Acho que esse tanto de tempo juntos nunca comprovaram do que sou capaz. - Valéria dizia revirando os olhos. - Davi eu sou completamente apaixonada por você, eu não consigo viver sem você mais! Não há como viver sem você fazendo aquelas piadas sem graças, fazendo aquela panqueca que tanto amo e sonhando e continuando onde deve estar sempre... Do meu lado. - Valéria dizia.

- Eu te amo Valéria Ferreira. - Davi dizia. - Sério por um segundo pensei que você iria terminar comigo. - Davi dizia entre risos.

- Não ousa pensar nisso Davi ainda teremos muito tempo para brigar, para fazer as pazes para fazer de tudo. - Valéria dizia. - Davizinho como vou fazer isso? Será como meus pais vão reagir e o seus? - Valéria nem tinha pesquisado como iria fazer aquilo.

- Vamos lá em casa que falaremos com meus pais. - Davi propôs e a garota quis.

~

- Você largaria sua vida Valéria para seguir o judaísmo? - Rebeca, a mãe de Davi perguntava.

- Se eu quero realmente continuar com Davi. - Ela dizia olhando firmemente para ele. - Eu largo tudo que preciso por ele.

- Sabe que admiramos seu ato. - Isaac dizia. - Só que o Davi já e comprometido com alguém.

- Eu sei, ele até quis deixar a religião, eu que não permitir ao menos ele deve casar com alguém da religião dele e estou propondo virar judaica. - Valéria dizia.

- Primeiro precisamos saber o que há necessário par fazer isso. - Davi dizia.

- Sabe que demora mais ou menos um ano estudar a base do judaísmo inteiro. Quando mais determinação a tua e mais fácil entrar.- Rebeca explicava.

- Só que nossa religião não encorajar a conversões. - Isaac explicar. - Se estudar direitinho, você em um ano ou menos já será judia. - Isaac dizia feliz. Afinal considerava a Ferreira como nora faz tempos.

- Farei de tudo para poder fazer isso mais breve possível. - Valéria dizia.

- É nós faremos de tudo para que você se case com o Davi. - Isaac dizia.

- Você só tem um ano e quatro meses antes do Davi completar vinte e cinco anos. - Rebeca dizia.

Davi foi prometido em casamento quando completasse 25 anos iria se casar com uma jovem de Israel. Só que os pais do rapaz era totalmente a favor de "Daléria" iria fazer o que for para poder deixar o casal seguir feliz!
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No outro dia bem cedo aproximadamente as 6h da manhã, quando Maria Joaquina estava chegando em casa. Fazia de tudo para não fazer barulho, caminhava nas pontas dos pés.

- Horas de chegar Maria Joaquina? - Clara dizia.

- Ahh mãe que susto. - Majo dizia.

- O que estava fazendo até agora? - Clara perguntava.

- Eu e o Cirilo bebemos demais e dormimos no carro. - Majo mentiam

- Aconteceu somente isso? - Clara perguntava.

- Mãe eu já sou de maior. - Majo dizia.

- Mais ainda mora sobre meu teto. - Clara dizia e assim a menino subiu ao seu quarto. Teria que dormir ao menos um pouco da noite exausta que teve, e para poder ir ao cemitério. Clara sabia que a filha tinha dormido com o amigo, até sentia feliz porque agora ela estava de dando bem com o rapaz.
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Jaime acordou com algo pesado sobre o corpo, forçou a mente a se lembrar da noite passada e viu que estava enrolados apenas por um lençol. Pelo visto já eram quase 7h e logo teria que sair com a família. Mais um perfume que vinha do corpo em cima dele estava tão bom que nem sequer queria se mexer.

- Bom Dia. - Anna dizia dando um selinho nele sendo acordada.

- Bom dia. - Jaime dizia ainda meio sonolento.

- Então está muito atrasado ainda? - Anna perguntava.

- Bom um pouco porém ainda ter tempo de tomamos um café. - Jaime dizia.

- É então vamos. - Anna dizia se levantando.
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Cirilo chegava em casa tão feliz que nada naquele dia estragaria aquele momento, ao chegar em casa deparou com o pai escorado na porta.

- Que bonito senhor Cirilo. - José dizia.

- Ah Oi pai. - Cirilo dizia com um sorriso enorme. - Mãe tá bem?

- Tá. Sorte que ela não te esperou. - José dizia. - Posso saber o que tu andou fazendo?

- Passei a noite fora. - Cirilo dizia rindo.

- Cheio das graças você mais foi com a Maria Joaquina ou Clementina? - José perguntava.

- Maria Joaquina, pai, ela me confirmou que gosta de mim ontem eu disse tudo que havia para falar todo esse tempo e ela me afirmou que terminou com o Daniel por minha causa. - Cirilo dizia.

- Fico feliz. - José dizia. - Agora ande para seu quarto antes que tua mãe te veja que chegou agora.

- Valeu pai! - Cirilo dizia. - O senhor vai para a homenagem da Alicia?

- Eu vou passar mais tarde na Ana. - José dizia.

- Ok. - Cirilo dizia subindo ao quarto para tirar alguns minutos de cochilo.
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É já eram 9h quando Maria Joaquina acorda de uma soneca e manda no grupo para todos ir de roupa colorida para transmitir alegria que a garota era., e outra peça preta ou branco para dizer que ainda estão em luto ou desejar paz.
Bom ela iria com seus pais. A menina foi de blusa amarela e uma calça preta e um salto e óculos escuros os pais copiaram o look basicamente era aquilo.

Paulo na hora que acordou sentiu uma dor enorme no coração era quatro anos sem a sua única paixão. Porém não era o final daquilo tinha algumas chances dela estar viva, e ele persistia em acreditar naquilo. Tomou um banho gelado, desceu para o café da manhã, viu a irmã o cunhado e o sobrinho de cores de blusas iguais azul, os dois homens estavam de calça/bermuda jeans branca enquanto a mulher de saia preta. A mãe e o pai dele estavam de azul porém azul bem claro, com a parte de baixo branco.

- Porque estão assim? - Paulo perguntava vestido totalmente de preto.

- A Majo teve a ideia de irmos coloridos para transmitir o que a Alicia eram para nós. - Mário dizia.

- É nada melhor que um bom azul. - Lilian dizia.

- Umas das cores favoritas dela. - Marcelina complementavam.

- Sei. - Paulo dizia por fim, a língua estava coçando para dizer que era possível ela estar viva.

- Filho. - Roberto chamava sua atenção. - A Marcelina me contou que ela estava grávida quando morreu.

- Ninguém sabia, somente a Margarida. - Paulo dizia.

- A Dinda? - Enzo dizia se lambuzando de leite e Nescau.

- É filho a dinda. - Mário dizia.

- Eu sinto muito. - Lilian dizia.

- Todos nós sentíamos. - Paulo dizia se levantando da mesa e saindo de casa. - Vejo vocês lá.

Ele passou numa floricultura e pediu um arranjo de flores brancas e outra de flores amarelas e ficou ali esperando era um momento crucial da sua vida, ou ele acreditava que ela estava viva ou ela morria realmente para ele.

- Aqui senhor. - A atendente dava o arranjos a ele. - Sua namorada ficará feliz!

- Onde ela estiver... Vai mesmo! - Paulo completava.

Saiu em rumo ao cemitério.
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Carmen optou por uma blusa roxa e uma saia preta e óculos escuros. Estava esperando Daniel ir te buscar.

- Mãe a senhora tem certeza que não quer ir? - Carmen perguntava para Inês.

- Ah Carmen odeio esse clima de tristeza. - Inês dizia. - Quem sabe mais tarde passo nos Guerras.

- Espero a senhora lá. - Carmen dizia e no mesmo momento a buzina disparou em frente a sua casa. - Deve ser o Daniel. Já vou indo! Beijos mãe! - E assim a menina se despedia da mãe.

Ao abrir a porta do Carro, Carmen ver o menino de blusa branca social e calça preta.

- Majo tem cada ideia. - Daniel dizia. - Olá. - Ele cumprimentava ela com um selinho.

- Oi. - Ela dizia toda vergonhosa.

- Tudo bem? Como dormiu? - Daniel perguntava.

- Estou bem e sim. - Carmen respondia.- E você ?Carmen perguntava.

- Ótima noite, dormi bem. - Daniel dizia deixando a menina totalmente vermelha. - Precisa passar em algum lugar antes?

- Acho que na floricultura. - Carmen dizia. - Ela gostava de hortênsias.

- Ela não tinha gosto ruim. - Daniel dizia.

- Ela se dava bem com tudo. - Carmen dizia.
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Koki e Bibi tinham saído de casa e iria de taxi afinal o japonês tinha batido o carro no trânsito. A americana estava de vestido cinza enquanto o japonês estava de blusa preta e calça branca.

- Moço tem como o senhor parar numa floricultura por favor. - Bibi dizia ao motorista.

- Porque todos não podiam ir de preto? Afinal todos estão de luto ainda uê. - Koki dizia.

- Mais eu adorei a ideia, pensa só amor as cores transmite aquilo que você não consegue dizer. - Bibi dizia.

- Que bom que preto e branco são cores neutras. - Koki dizia.

- Desde quanto você entende disso? - Bibi dizia rindo.

- Uê você vive dizendo isso que eu peguei uê. - Koki dizia.

- Você é uma graça, sem graça Kokimoto. - Bibi dizia. - Agora vai lá e comprar aquelas rosas ali. - Bibi apontava para um ramalhete de cores brancas.

- É se manda. - Koki dizia saindo do carro.
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Cirilo estava indo somente com a Paula, ele estava de blusa verde clara e ela de vestido branco.

- Você acha correto ir de verde, Cirilo? - Paula perguntava.

- A Majo deu a ideia de irmos coloridos. - Cirilo dizia.

- Maria Joaquina tem cada ideia. - Paula dizia.

- Maria Joaquina sendo Maria Joaquina. - Cirilo dizia.

- Aquela menina vai longe em. - Paula dizia rindo. - Bom ontem eu encomendei flores sabia que não iria dar tempo de chegarmos lá.

- A senhora é demais mãe. - Cirilo dizia.

- Eu sei, meu anjo. - Paula dizia.
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Jaime optou por uma blusa cinza e calça branca e assim seus pais também. Heloisa quase nem continha o sorriso ao saber que o filho possivelmente tinha arrumado uma nora para ela. É Rafael todo orgulhoso pelo filho.

- A Anna vai filho? - Heloisa perguntava.

- Não mãe ela não vai. - Jaime respondia a pergunta a terceira vez.

- Poxa queria conhecer ela. - A mulher dizia.

- Quando ela for buscar o carro na oficia eu te chamo mulher. - Rafael dizia dando parte no carro.

- Me chame mesmo Rafael. - Heloísa dizia. - O meu gordenho merece tudo de bom.

- É só que o Jaime seu ex gordenho está grandinho sabe, bom de procurar uma casa só pra ele. - Rafael dizia.

- Hahaha pai vai me ter ai por um bom tempo. - Jaime dizia batendo de leve no ombro do pai.
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Valéria estava num dia tão triste que nem maquiagem escondia a tristeza. A menina foi pela cabeça da amiga e usou uma blusa vermelha e uma calça branca estava nem ai para estilo naquele momento e colocou óculos afinal ninguém era obrigado a olhar aquelas olheiras fundas. Davi por outro lado usou uma blusa marrom e calça preta, colocou também óculos escuros. Os dois seguiram juntos para o cemitério antes que os pais. A Rosa mãe da Valéria usou uma blusa rosa bebê e uma saia de tons escuros enquanto o marido iria total de branco. Os país do Davi nem deram opção iria de preto com roxo para mostrar suas lamentações. Valéria por vez pegou algo mais valioso que flores ou algo assim, a foto delas quando eram pequenas era o essencial para aquele momento deixar ali na sua lápide era essencial. Davi então comprou apenas duas rosas brancas, ele acreditava que não seria choro em cima do caixão que iria provar o amor ou amizade que tinham.
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Laura e Adriano já que estava num relacionamento optaram por cores vibrantes. Laura usou uma blusa preta com detalhes roxos e uma saia longa preta enquanto o namorado usaria uma blusa laranja com a calça preta. Eles por vez adoram a ideia da Maria Joaquina que sofria cada vez mais com a falta da amiga.

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Jorge e Margarida por sorte estavam no grupo quando viram a mensagem chegando então tiveram que optar logo o vestuário. Margarida então colocou uma blusa bem discreta vermelha e uma saia branca por cima um sobretudo preto. E Jorge por sua vez usou uma blusa social branca com a calça cor de uma calça escura. Enquanto a Melinda usaria um vestido rosa bem claro. Eles quiseram levar logo a menina pois assim evitaria futuras despesas para a mãe. Rosa foi também porém disse que iria de preto e não quem fazia ela mudar de ideia. Alberto e Rosana disseram que iria privilegiar o primeiro laço de amizade do filho então com certeza iriam, a mulher optou por uma blusa laranja e com uma calça jeans e blazer preto. E o homem de blusa verde e calça branca. Eles iriam ser o últimos a chegar, queria surpresa mi também não deixar os amigos em choque.
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Já era 9h45 quando Paulo chegava no lugar onde tinha marcado com todos da turma. Em mais ou menos uns 10 metros tinha uma capela montada provavelmente outro enterro. Ele com uma blusa preta e uma calça preta também, usou um boné iria ficar no sol durante algum tempo.
Ficou ali por alguns minutos refletindo sobre essas coisas que havia acontecido. Então viu que tinha pessoas chegando. Maria Joaquina junto com os pais estavam chegando, eles vinha com óculos ao rosto e uma face séria.

- Paulo? - Maria Joaquina chamava atenção. - Como você está? Faz tempo que não te via!. - Maria Joaquina dizia.

- Chatonilda. - Paulo perdia a piada mais não o costume. - Majo, que bom te ver. - Ele apenas disse isso e abraçou ela.
- Senhor Miguel. Senhorita Clara. - Paulo dizia.

- Paulo, fico feliz em te ver assim forte. - Clara dizia puxando o rapaz para um abraço.

- Bom te ver também tia Clara. - Paulo dizia.

- Que bom que esse tempo em Brasília te fez bem rapaz. - Miguel dizia.

- É como fez. - Miguel dizia. E assim abraçando o rapaz.

"Preciso falar com o senhor só que em particular" - Paulo dizia baixo ao ouvido do doutor.  E em aceno ele confirmou.

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Logo em seguida, era a vez do Japonês e da Americana chegarem de mãos dadas. A Bibi vinha com um buquê na mão enquanto o Japonês estava com o rosto sério!

- Fala ai Paulo. - Koki dizia.

- Sashimi de abóbora. - Paulo dizia.

- Quanto tempo não ouço isso.- Koki dizia. - Faz tanto tempo que eramos cúmplices.

- Saudades aquela época. - Paulo dizia por fim. - Ruivinha. - Paulo dizia chamando atenção da mulher.

- Guerra. - Ela dizia em um sorriso meio fechado. - Como tá?

- Naquele jeito. - Paulo dizia cabisbaixo.

- Não fique assim. - O que a ruiva disse por fim. E o rapaz apenas ficou em silêncio.

Depois chegou a Valéria e o Davi os dois vinham separados os dois cabisbaixo porém vinha. Valéria ao chegar olhou para todos e pousou os olhos no Guerra.

- Paulo. - Ela dizia.

- Valéria. - Ele dizia.

- Davi. - Davi dizia tentando quebrar o gelo. - Quanto tempo em cara.

- Verdade em cachinhos dourados. - Paulo dizia.

- Ainda lembra desse apelido? - Davi perguntava.

- Quem não lembra? - Valéria dizia. - Até hoje você e chamado assim.

- É você Guerra veio para morar de vez? - Davi perguntava.

- Vou ficar com meus país esses dias logo vou procurar um flat. - Paulo dizia.

- Qualquer coisa estamos ai. - Valéria dizia.


Em seguida chega Cirilo e Paula, nesse momento Maria Joaquina fica inquieta com a chegada do rapaz que não é passada despercebida pelo Guerra.

- Paulo. - Cirilo dizia. - Quanto tempo peralta.

- Peralta, ninguém me chama assim a séculos. - Paulo dizia. - É você chocolate como está?

- Estou bem. - Cirilo dizia com um sorriso enorme. - Sabe essa vida... Dureza!

- Não é isso que vejo. - Paulo dizia de relance olhando para a senhorita de amarelo e em seguida para ele. - Acho me entendeu.

- Nada passa despercebido pelo Paulo. - Cirilo dizia abraçando o rapaz. - Bom te ver mano!

- Igualmente irmão. - Paulo dizia.

E assim mãe e filho caminharam para perto dos Medsen. Cirilo e Majo nem se olhavam mais no fundo ali sabia o que os dois tinham feitos para ficar com tanta vergonha assim.

Jaime veio junto com a mãe e o pai, com umas caixas de vela na mão chegavam.

- Quem diria em Guerra que te veria somente aqui em. - Jaime dizia.

- É Carma. - O menino respondia.

- Só pode. - Paulo dizia. - Emagreceu ou e impressão minha?

- Impressão. - Jaime dizia. - Fico feliz que ainda continua o mesmo piadista.

- É. - Paulo dizia.

- Saudades irmão. - Jaime dizia abraçando o amigo.

- Sauda... - Paulo dizia e viu algo. - Isso aqui é um chupão? Caramba gorducho não perde tempo em, quem perdoa e Deus tu mete e o loko em. - Paulo dizia.

- Hahaha idiota. - Jaime dizia saindo.

- Paulo sinto muito. - Rafael dizia.

- Todos nós sentimos. - Heloisa dizia.

- Obrigada tia Helo e tio Rafael. - Paulo dizia.
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Alguns tempos depois que esses pessoal chegou no outro lado do cemitério a jovem Alice estava com o Nicholas ao braço era infelizmente a despedida da Glória. Ela tinha uma sensação esquisita como a qualquer momento alguém fosse para ela. Essa sensação ela já estava com elas a dias.
Ela viu uma movimentação em um dos túmulos ali a frente e ficou admirando como estava tão colorido aquele grupo. Com certeza aquele ente querido estaria feliz com aquela multidão fazendo grandes homenagens a ela.

- Vamos. - Nicolas dizia.

Eram poucas pessoas no enterro da mulher afinal passou mais da metade vida trabalhando em um hospital.
Nicholas estava agoniado com aquele tanto chororó que saiu correndo em meio ao cemitério.
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Carmen vinha um pouco a frente que o Daniel e cumprimentou todos ali e logo depois o Paulo.

- Paulo. - Carmen dizia o abraçando. - Sei que aqui num é um lugar nada legal mais eu fico feliz em te rever. - Carmen dizia toda meiga.

- Nerd eu sinto sua falta até de colar nas provas. - Paulo dizia.

- Mesmo brincalhão de sempre em. - Carmen dizia. - Ela está feliz de alguma forma.

- Eu fico feliz também. - Paulo dizia.

- A turma inteira vem né? Que dizer menos Jorge e a Margarida.

- E. - Paulo sabia que os dois iriam.

Laura e Adriano, país de Valéria e de Davi chegaram mais fizeram o mesmo processo que os outros. Logo após chegou Marilina e Enzo. Nem fizeram questão de falar com o Paulo conversaram apenas com aqueles que já havia chegado e logo depois os pais do Guerra chegaram.

Professora Helena foi a última a chegar com René e a Vitória com seis anos e a Fernanda de cinco anos. A mulher aderiu a moda juntos com os ex alunos que agora dedicava apenas as duas filhas.
A mulher foi de amarelo as duas filhas de laranja e René de branco.

- Paulo. Meu menino você cresceu quando tempo. - Helena dizia enchendo o menino de abraços.

- Bom te ver também professora. - Paulo dizia.

- Ainda continua a mesma cara de galinha. - René dizia.

- René quem diria que o professor mais chato viraria esposo da melhor professora. - Paulo brincava ele nunca iria perder aquele espírito infantil.
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Assim todos foram chegando e fazendo suas preses ali, Paulo estava ansioso para ver a reação dos amigos ao ver o casal que continha novidades chegando.
Ali primeiro a Marcelina começou a dizer algumas coisas bonitas sobre a Ally que fez a Valéria e Carmen chorarem. Enzo fazia de tudo para interagir com outra coisa. Alguns momentos depois Valéria entre as lágrimas começaram a dizer e deixou lá seu porta retrato com algumas fotos delas duas que não era poucas. Ninguém quis dizer algo a mais quando aparecem um casal com uma criança ao colo. Todos ficam boquiabertos ao ver que os dois estavam ali.

- Morriam mais pensava que os santos diabinhos estariam juntos novamente. - René dizia.

- Não acredito dindaa. - Enzo dizia correndo até a madrinha.

- Não acredito Cavallieri. - Mário dizia.

- Não acredito... uma sobrinha? - Valéria dizia.

- Deixem a conversa para depois. - Marcelina dizia.

- É turma bom aqui não era o lugar exato que queríamos encontrar vocês mais é o que temos para hoje. - Jorge dizia.

- Mas como sabíamos que toda a nossa turma estaríamos aqui não havia escapatórias a não ser vim aqui. - Margarida dizia.

- Hoje nossas homenagens vai a ela. Há quatro anos atrás eu não perdi uma colega eu perdi uma irmã. A única pessoa desse mundo que soube realmente dizer todo significado a nós. - Jorge dizia com Melinda ao colo.

- Eu tiro meu chapéu para essa garota ela sempre teve paciência com a "caipira" ela sempre mostrou o que realmente era certo para fazer que por coincidência bateu no mesmo caminho que o dele. h Margarida dizia com Enzo ao colo.

- Acho que nunca é um adeus. - Jorge dizia. - Talvez um até logo.

- É para sempre Alicia Gusman. - Margarida diz
Ela era uma pessoa... - Margarida dizia colocando a rosa sobre a lápide.

- Que tinha ENERGIA para tudo, podia contar com ela. - Margarida dizia. - Ela...

- Ela tinha a PAZ que só ela tinha.- Jorge completava. Colocando a rosa no mesmo local.

- Ela tinha a VITALIDADE como ninguém. - Adriano dizia colocando a rosa sobre a lápide.

- Ela tinha a ESPIRITUALIDADE de uma pessoa que sempre quis o melhor. - Laura dizia colocando a rosa sobre.

- Ela que colocava  ESTABILIDADE em nossa turma aquela agora era pulso firme. - Bibi dizia.

- Sei que ela nunca ficará ISOLADA pois sempre onde estiver tiver terá a gente. - Koki dizia.

- Aquela garota ela tinha NEUTRALIZA a nosso grupo sempre será o ponto branco, nosso ponto de paz. - Jaime dizia.

- A ALEGRIA contagiante que ela transmitia. - Majo dizia fazendo o mesmo ato.

- Ela sempre apoiava a nossa LIBERDADE de expressão. - Cirilo dizia.

- A MAGIA contagiante que era sair com ela. - Carmen dizia entre as lágrimas.

- A PUREZA do olhar dela em dizer a verdade e sempre ser realista. - Daniel dizia.

- A PAIXÃO que ela nunca negava por nos. - Valeria dizia.

- A INTEGRIDADE que ela sempre manteve. - Davi dizia.

- O OTIMISMO que ela sempre fez acreditar em si mesmo. - Helena dizia.

- A HARMONIA que sempre tinha a paciência que tinha, porém era tão explosiva. - Mário dizia com os olhos lacrimejando.

- A TRANQUILIDADE que ela sempre teve com tudo, sempre queria vida mansa e cheias de aventuras. - Marcelina dizia.

- Mais ela tinha MEDO e SOLIDÃO quando estava só eu queria entender aquela mulher. Mais ela tinha uma paixão, esperança que era inacreditável. Eu amo ela de todas formas possíveis e impossível. - Paulo dizia colocando o buque rosa por cima das flores brancas.
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De imediato todos estavam fazendo suas preces e em seguida começaram a conversar, claro todo mundo foi para cima de Jorgerida, a pergunta que não queria calar "Quem era o bebê!" Enzo estava fascinado pelos olhos azuis da pequena.

- Essa aqui é a Melinda Cavallieri. - Margarida apresentava a filha que estava toda delicada e sorrindo.

- Ai meu deus que coisa mais fofa. - Valéria dizia abraçando a pequena.

- É você Enzo não vai vim falar com o padrinho? - Jorge perguntava.

Todos estavam em cima do casal que deu tempo de falar com o Miguel em particular.

- Paulo queria falar comigo? - Miguel perguntava.

- Tio Miguel sabe que ainda não superei a morte da Alicia. - Paulo dizia. - É ontem eu descobrir que ela estava gravida quando sofreu o acidente, a autópsia nada consta sobre isso. É no documento está dizendo que o tipo sanguíneo dela e AB só que na verdade 0+. - Paulo dizia. - Tem alguma chance desse documentos estar errado?

- Paulo vou ser franco eles erram mais e coisa minúsculas. - Miguel dizia. - Quem foi que assinou o documento.

- Fernando de Lamaria. - Paulo dizia dando o documentos para ele.

- Se eu não me engano ele trabalha no hospital regional da quinta avenida. - Miguel dizia.

- Provavelmente ela esteja viva? Tem algumas porcentagem? - Paulo perguntava.

- Se esses documentos estiver errado mesmo, provavelmente. - Miguel dizia.

- Você me ajudou tio Miguel. - Paulo dizia.
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Todos saíram do cemitério e tinha uma parte do corpo de Alice que queria ver quem era aquela pessoa que stava sendo homenageada. Ao ver quase caiu para trás.

- Como sou eu? - Alice dizia e ficou estática por alguns tempos.
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Quando a tristeza tenta me arrancar de mim, eu recorro à liberdade do isolamento...e lá me reencontro!


Notas Finais


Gente estou afim de conversar então faça algumas perguntas ai ❤⭕
Comentem ai o que acharam


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