História Paulicia - O idiota do meu vizinho... - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jorge Cavalieri, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Tags Amizade, Amor, Amor Virtual, Carrossel, Daléria, Drama, Jorgerida, Maniel, Marilina, Paulicia, Revelaçoes, Romance
Exibições 131
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Eu amo o idiota do meu vizinho...


Pov. Paulo On

Assim fui direto as escadas, para encontra Alicia, eu realmente era aquele tipo de pessoa que quando metia algum na cabeça, eu tinha que cumprir, cheguei no início do corredor e vi Alicia no final do corredor pronta para subi outra escada, ela olhou para min e eu já olhava ela, encarei os seus olhos e elas os meus, e lembrei do que a desconhecida disse “eu moro em SP, tenho 14 anos, e vou para a mesma festa que você vai, a garota que você olhar e ela fazer dispara seu coração é eu.” E no mesmo momento meu coração começou a dispara, eu continuei a encara seus olhos e do nada um sorriso se formo em meu rosto, deu a vontade de dizer a ela que eu a amo...

Paulo: é você?! – eu gritei espantado não podia acreditar que podia ser ela.

Alicia: não sei do que você está falando – disse ela e subiu para o terraço da casa de Ana, e eu a segui, e lá estava ela no terraço de costa para min, e com o vento voava seus cabelos, ela estava tão linda...andei devagar até chega nela, estava atrás dela.

Paulo: é você?

Alicia: você está delirando?! Não sei do que está falando - ela já ia saindo, mas eu segurei seu pulso, a puxando para min, fazendo nossos corpos se chocarem.

Paulo: eu sei que é você – falei em seu ouvindo.

Alicia: do que está falando? – disse ela em meu ouvindo.

Paulo: é você, a desconhecida, a garota das histórias de colegial, a garota que eu converso – em nenhum momento nos distanciamos, continuamos a falar um no ouvindo do outro, continuamos com nossos corpos colados.

Alicia: não, não sou eu, não sou ela.

Paulo: se não é você porque, porquê? Meu coração disparo por você? – naquele momento eu só queria, que ela disse que ela era a desconhecida, senti ela se arrepiar, e se solta de min.

Alicia: não brica comigo! Eu já falei que não sou eu!

Paulo: então me fala por que eu to me sentido assim?!

Alicia: porque, porque você gosta de min!

Pov. Paulo Off

Pov. Alicia On

Paulo: porque você é a desconhecida! – aquelas palavras doeram muito em min – afinal porque eu gostaria de você? Sua irmã é até mais bonita, mais mulher que você! Eu gosto da desconhecida e eu quero saber se você é ela, porque eu só gostaria de você se você fosse ela, você é ela? – ela cuspiu as palavras, dizendo que minha irmã era mais bonita, mais mulher que eu, dizendo que se eu não fosse a desconhecida não gostaria de min, aquilo doeu muito em min, eu estava preste a chorar na frente dele, Paulo estava sendo um idiota! Ele queria saber se eu era a desconhecida, mas me tratava feito um lixo, e sendo que eu podia ser a desconhecida.

Alicia: porque quer saber?!

Paulo: ...

Alicia: se eu for ela o que vai fazer?

Paulo: eu não sei, você não pode ser ela! Eu não namoraria você.

Alicia: ... – aquilo estava doendo em min, mas estava dividida, eu poderia falar a verdade e ver ele se arrepender ou ficar quieta, pois queria que ele gostasse de min de verdade.

Paulo: responde! Você é ela?!

Alicia: quer saber?!

Paulo: quero!

Alicia: eu sou ela sim! E agora vai fazer o que?!

Paulo: mentira! Você não pode ser ela!

Alicia: você pediu a verdade, pois está ai!

Paulo: não, não, eu não posso gosta de você, ia acabar com minha reputação, eu ia virar motivo de zoação, ficando com a Maria macho que é você – meu sangue ferveu nessa hora, era isso que ele achava de min? Meu amor estava virando ódio! Eu na mesma hora dei um tapa na cara dele.

Alicia: você me respeita! Seu idiota!

Paulo: você está louca?!

Alicia: ainda não! Mas continua, só experimentar que vai ser pior!

Paulo: porquê tinha que me dá aquele Skype sendo que é você?!

Alicia: porque eu te amo seu idiota!

Paulo: você o que?!

Alicia: isso que você ouviu, desde do terceiro ano!

Paulo: você me ama...? – ele ficou meio sei lá, mas depois de tudo o que ele falou.

Alicia: desculpa, te amava, eu te odeio agora! – disse isso e uma lagrima desceu em meu rosto, e sai de lá, deixando ele para trás.

Paulo: Alicia! – ouvi ele gritar, mas ignorei.

Pov. Alicia Off

Pov. Paulo On

Estava me sentido um lixo, depois dessa de Alicia, ela é afinal a desconhecida, eu tenho aceita que amo Alicia, mas por mais que eu não aceite esse sentimento, eu tinha que falar todas aquelas coisas, a garota deve estar se sentido mal pra porra, eu tinha que fazer isso, eu sou mesmo um inconsequente faço as coisas e me arrependo, eu não consigo acredita, eu amo ela, ela me ama, agora me odeia eu to me sentindo mal, péssimo, destruí os sentimentos da garota que eu amo, devia ter deixado para lá, mas tinha que ser ela a desconhecida? A verdade é que eu amo Alicia, porque ela é a desconhecida, sai daquele terraço que estava me lembrando desgraça, e fui para perto do barman, e já fui pedido bebida, atrás de bebida, ele tinha me mandando parar, mas na bad que eu estava não dava, tinha que continuar a beber até esquecer, me virei, mas ainda com o copo de bebida na mão, e vi Alicia dançando com Mário, me virei e continuei bebendo, e aquilo me doeu, pois ela estava conseguindo esquecer aquilo mas eu não, ela estava com um enorme e lindo sorriso no rosto, e eu bebendo, até que eu vejo Mário do meu lado pedindo bebida, era minha chance eu  já estava completamente sobre o efeito da bebida e a primeira loucura que viesse na minha cabeça eu faria, assim ele me notou.

Mário: Paulo você tá bem?!

Paulo: to ótimo irmão!

Mário: você tá bebendo?!

Paulo: eu to livre é diferente!

Mário: Paulo! Cara!

Paulo: quer ver eu ir para o céu?!

Mário: ...

Paulo: quer ser meu padrinho de casamento?

Mário: o que?! – eu sai de lá, rindo e com um copo de bebida na mão, estava me esbarando com algumas pessoas mas estava nem ai não, fui até Alicia, e peguei ela e sai puxando ela, até o terraço.

Alicia: o que você está fazendo seu louco?! Você não disse tudo que tinha para falar! Você já não me humilhou?!

Paulo: calma amorzinho!

Alicia: você tá bêbado! Tchau Paulo! – disse me virando.

Paulo: achava que você ia querer me ver indo para o céu... – disse rindo.

Alicia: você está doido? Do que está falando!?

Paulo: de eu ir para o céu amor! Vai querer ver? – ele riu e eu fiquei confusa, até que ele começou a andar, até que eu me toquei ele ia se suicidar? – tchau amor! 

Alicia: Paulo! Não! Não faz isso! – ele já ia se jogar, mas parou e olhou para min.

Paulo: que foi?

Alicia: ... – fui até ele, peguei em sua mão e sabia que já estava na hora de ele voltar para casa, ele podia beber de novo e querer fazer uma outra loucura – tá na hora de ir para casa amor – ele me abraçou de lado, e fomos andando até chegar em uma esquina e eu pedi um taxi, paguei o taxi, e levei Paulo até meu quarto, ela já chegou e eu levei até o banheiro, ele já foi vomitando na minha provada, e eu empurrei ele até o box e liguei o chuveiro para ele,  ele só fico lá movendo a cabeça de um lado para o outro, depois de mais uns minutos tirei ele do chuveiro, era só para tirar um pouco do álcool, peguei uma toalha para ele, e ele começou a se enxugar, e logo depois se tacou na minha cama, um pouco molhado, mas,  não me importava, apesar de tudo, e ele ter dito todas aquelas coisas para min, eu amo o meu vizinho idiota, me deite ao seu lado, sem tomar banho nem nada, eu estava morrendo de preguiça e eu só queria aproveitar esse momento com ele, o idiota do meu vizinho, deite ao seu lado e comecei a fazer cafune, ele dormia profundamente lindamente, ele pode fazer tudo, mas eu amo ele, eu amo o idiota do meu vizinho... 


Notas Finais


https://spiritfanfics.com/historia/paulicia--sabor-do-final-7021612
esse link ai é da minha fic de Paulcia inspirada na música do Shawn Mendes!
Espero que gostem, dela e do capitulo dessa fic aqui!
Bjs!


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