História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 103


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.002
Palavras 853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


2/5

Capítulo 103 - Capítulo 103


Chegamos onde meu pai está com o Bichão e o Lucena. Puxa, que trio! Boto o capacete, os óculos de proteção e ouço o que papai tem a me dizer sobre a regulagem da moto. Depois, monto e me dirijo para a porta de entrada. Aqui espero, com outros participantes, que me deixem entrar na pista.

Protegida atrás de meus óculos, olho para onde Lauren está. Não posso evitá-la. Além do mais, é tão alta que é impossível não vê-la. Está impressionante com esses jeans de cintura baixa e uma blusa branca. Nossa, que gata mais gostosa!

É a típica mulher que até com uma melancia no pescoço ficaria bem. Fala com Logan e Ally, mas eu a conheço: está tensa.

Sei que, detrás de seus Ray-Ban espelhados de aviador, me procura com o olhar. Isto me agita o coração. Mas como sou pequena e estou entre tantos pilotos vestidos do mesmo modo, ela não consegue me localizar, o que me dá vantagem. Eu posso ficar calmamente curtindo essa cena.

Quando abrem a pista, os juízes nos colocam em nossa posição no grid de largada.
Eles nos avisam que há vários grupos de nove pessoas — tanto faz se homem ou mulher — e que os quatro primeiros colocados de cada grupo se classificam para as rodadas seguintes.

Pronta em minha posição, ouço a vozinha de minha Clara me chamar e aceno para ela, que ri e aplaude. Que linda que é minha sobrinha!

Mas meu olhar volta a Lauren. Ela não se mexe.
Quase não respira.

Mas aí está, disposta a ver a corrida apesar da angústia que sei que vai lhe causar.

De novo, me concentro no que devo fazer. Devo ficar entre os quatro primeiros se quero me classificar para a rodada seguinte. Acalmo minha mente e acelero a moto.

Foco na corrida e me esqueço do resto. Tenho de fazer isso.

Os instantes antes da largada fazem sempre minha adrenalina subir. Ouvir o ronco dos motores ao meu redor me deixa arrepiada e, quando o juiz baixa a bandeira, acelero ao máximo e saio a toda. Ganho boa posição desde o começo e, como meu pai me avisou, tenho cuidado na primeira curva, que está cheia de lombadas. Salto, derrapo, me divirto! E, ao chegar a uma descida espetacular, me alegro como uma louca enquanto vejo que o piloto a minha direita perde o controle de sua moto e cai.

Puxa, que porrada levou!

Acelero, acelero, acelero e salto de novo. Os pneus cantam e acelero, salto, derrapo de novo e, depois de completar o circuito três vezes, chego entre os quatro primeiros.

Beleza!

Me classifiquei para a próxima rodada.

Quando saio da pista, meu pai, mais feliz que gato no lixo, me abraça. Todos se dão parabéns pelo meu sucesso, enquanto tiro os óculos enlameados. Minha sobrinha está emocionada e não para de dar pulinhos. Sua titia é sua heroína, e estou muito contente por ela.

David Guepardo sai no próximo grupo. Ao passar a meu lado, outra vez tocamos nossos punhos. Nesse instante, chega Ally e, adorando tudo, grita:

— Parabéns! Santo Deus, Camila, você foi impressionante!

Sorrio e bebo um gole de Coca-Cola. Estou sedenta. Olho além de Ally e parece que Lauren não vem me abraçar. Eu a localizo a vários metros de distância, com Glen no colo, falando com Logan.

— Não vai cumprimentá-la? — pergunta Ally.

— Já a cumprimentei.

Ela sorri e chega mais perto ainda.

— Isso de chamá-la de senhora Jauregui foi provocante — murmura. — Mas fala sério: não vai falar com ela?

— Não.

— Te garanto que fez um tremendo esforço pra vir. Você sabe por quê.

— Sei, sim, mas podia ter se poupado a viagem.

— Para com isso, Camila! — insiste Ally.

Falamos mais um pouco, mas, como diz meu pai, ela pode tirar o cavalinho da chuva. Não vou falar com Lauren. Ela não merece. Ela me disse que nossa história tinha acabado, e eu lhe devolvi o anel. Fim de papo.

A manhã segue, e eu vou superando as rodadas, tantas que chego à final. Lauren continua lá e a vejo falar com meu pai. Ambos estão concentrados na conversa, e agora meu pai sorri e dá um tapa de leve nas costas de Lauren. Do que será que estão falando?

Reparei como Lauren me procura continuamente com o olhar. Isto me excita, embora eu tenha ficado na minha. Tentou se aproximar de mim, mas cada vez que percebi sua intenção, escapei entre as pessoas, e não me encontrou.

— Tá com cara de que quer tomar uma Coca-Cola, não é mesmo?

Me viro e vejo David Guepardo me oferecendo a latinha. Enquanto esperamos que nos chamem para a última rodada, sentamos para tomar o refrigerante. Lauren, não muito longe de mim, tira os óculos. Quer que eu saiba que está me olhando. Quer que eu veja sua irritação. Mas até com os óculos eu já sabia como me olhava. Por fim, fico de costas para ela.

Mas mesmo assim sinto seu olhar. Isto me incomoda e, ao mesmo tempo, me excita.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...