História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 104


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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.063
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes de tudo, quero esclarecer que a Lauren ainda não participou de nenhum jogo. Vocês entenderam errado kkkk é só daqui uns capítulos.

Estou chateada com algumas coisas, então vou ficar um tempinho fora das notas iniciais e finais. Mas logo volto.

3/5

Capítulo 104 - Capítulo 104


Durante um tempinho, David e eu falamos, rimos e observamos outros colegas correrem a última rodada de classificação. Meu cabelo flutua ao vento, e David pega uma mecha e a põe atrás de minha orelha.
Minha nossa, isso deve ter tirado a senhora Jauregui dos eixos!

Não quero nem olhar.
Mas a depravada que mora em mim não resiste e, realmente, sua contrariedade virou uma fúria total. Pior para ela!

Aí nos avisam que em cinco minutos começará a última corrida. A definitiva. David e eu nos levantamos, tocamos nossos punhos, e cada um se encaminha a sua moto e seu grupo. Meu pai me entrega o capacete e os óculos e pergunta, bem pertinho:

— Está fazendo ciúme pra tua namorada com David Guepardo?

— Papai... Eu não tenho namorada. — Ele ri, e antes que diga qualquer coisa, acrescento: — Se você se refere a quem eu penso que se refere, já te disse que terminamos. Acabou!

O bonachão do meu pai suspira.

— Acho que Lauren não pensa assim. Não dá a coisa por terminada.

— Pra mim tanto faz, papai.

— Ah, você é igualzinha à teimosa da tua mãe. Igualzinha!

— Pois olha, isso me alegra — respondo, mal-humorada.

Meu pai concorda, suspira e solta, com expressão divertida:

— Ai, ai, ai, ai, moreninha! Nós gostamos das mulheres difíceis, e você, minha querida, sai da frente. Esse teu gênio deixa qualquer um doido! — Ri. — Eu não deixei tua mãe escapar, e Lauren não vai deixar você escapar. Vocês são lindas e interessantes demais.

Com raiva, ajusto o capacete e boto os óculos. Não quero falar. Acelero a moto e a levo até o grid de largada. Como nas rodadas anteriores, me concentro e, enquanto espero a saída, piso várias vezes no acelerador. A diferença é que agora estou irritada, muito irritada, e isto me deixa mais louca ainda. Meu pai, que me conhece melhor que ninguém, me faz sinais com as mãos para que eu deixe a poeira baixar e relaxe.

A corrida começa, e sei que tenho que fazer uma boa largada, se quero vencer.
Consigo e corro como quem viu um fantasma. Me arrisco mais e me divirto pelos ares, adrenalina a toda, enquanto salto e vou cantando os pneus. Com o canto do olho, vejo que David e mais um me ultrapassam pela direita. Acelero. Consigo deixar a outra moto para trás, mas David Guepardo é muito bom, e antes de chegar à zona das lombadas, acelera e salta os quebra-molas que me fazem perder tempo e quase cair.

Mas não, não caio. Aperto os dentes, e consigo manter o controle da moto e continuo acelerando. Não gosto de perder nem no dominó.

Exijo tudo da moto. Alcanço e ultrapasso David. Mas ele me passa de novo.
Derrapamos, e um terceiro piloto se adianta a nós dois.
Atrás dele!

Acelero ao máximo, consigo alcançá-lo e deixá-lo para trás. Agora David salta, arrisca e me passa pela esquerda. Eu acelero. Ele acelera. Todos aceleramos.
Quando passo pela linha de chegada e o juiz baixa a bandeira quadriculada, levanto o braço. Segunda!
David, primeiro.

Damos uma volta pelo circuito e saudamos a plateia toda. Receber o aplauso e contemplar as caras felizes nos fazem sorrir. Quando paramos, David vem até mim e me abraça. Está contente, e eu estou também. Tiramos os capacetes, os óculos, e as pessoas aplaudem com mais força.

Sei que essa proximidade com David não está agradando a Lauren. Sei. Mas preciso dela, e inconscientemente quero provocá-la. Sou dona da minha vida. Sou dona dos meus atos, e nem ela nem ninguém conseguirá me fazer mudar de ideia.

Meu pai e todos os outros vêm para a pista nos felicitar. Minha irmã me abraça, meu cunhado também, Lucas, minha sobrinha, Ally. Todos gritam “campeã” como se eu houvesse ganhado um campeonato mundial.

Lauren não se aproxima, se mantém num segundo plano. Sei que espera que seja eu a me aproximar, que vá até ela, como sempre. Mas não. Desta vez, não. Como diz nossa canção, “somos polos opostos”, e, se ela é cabeça-dura, quero que entenda de uma vez por todas que eu sou mais ainda.

Quando, no pódio, nos dizem o quanto de dinheiro se arrecadou para os presentes das crianças, fico louca de alegria. Que bolada!

Instintivamente sei que grande parte desse dinheiro foi Lauren quem doou. Sei. Ninguém precisa me dizer.

Encantada, sorrio, ao ouvir a quantia. Todos aplaudem, inclusive Lauren. Seu rosto está mais relaxado, e vejo orgulho em sua expressão, quando levanto minha taça. Isto me comove e agita meu coração.

Em outro momento, teria piscado um olho para ela e teria dito “te amo” com o olhar. Mas agora não. Agora não.

Quando desço do pódio, faço mil fotos com David e com todo mundo. Meia hora depois, as pessoas se dispersam e nós, os pilotos, começamos a juntar nossas coisas. David, antes de ir embora, vem falar comigo e me lembra que estará em sua cidadezinha até o dia 6 de janeiro. Prometo ligar para ele. Quando saio do vestuário com meu macacão na mão, me agarram pelo braço e me puxam. É Lauren.

Durante uns segundos, nos olhamos.

Oh, Deus! Oh, Deusssssssss!

Seu rosto tão sério me deixa louca. Suas pupilas se dilatam. Ela me diz com o olhar o quanto precisa de mim e, ao ver que não respondo, me puxa para ela. Quando me tem perto de sua boca, murmura:

— Tô morrendo de vontade de te beijar.

Não diz mais nada. Me beija, e uns desconhecidos que estão por perto aplaudem, encantados com tanta paixão. Durante uns segundos, deixo que Lauren invada minha boca. Uauuu! Curto loucamente. Quando se separa de mim, Icegirl comenta com voz rouca, me olhando nos olhos:

— Isto é como nas corridas, querida: quem não arrisca não petisca.

Tem razão.

Mas deixando-a totalmente confusa, respondo, consciente do que digo:

— Realmente, senhora Jauregui. O problema é que a senhora já arriscou e me perdeu.

Seu olhar endurece de imediato. Me afasto dela, dando-lhe um empurrão, e caminho para o carro de meu cunhado.

Lauren não me segue. Intuo que ficou sem saber o que fazer, enquanto sei que me observa.


Notas Finais


Eu quero bater na Camila, meu Deus do céu!


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