História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 105


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 1.970
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


4/5

Capítulo 105 - Capítulo 105


À tarde, quando chego a Jerez, meu celular não para de tocar. Estou quase o arrebentando contra a parede.

Lauren quer falar comigo.
Desligo o celular. Liga para o telefone de meu pai. Mas me recuso a atender.

No domingo, quando me levanto, minha irmã está plantada diante da tevê vendo a novela mexicana que adora, Sou tua dona. Cafonice pouca é bobagem!

Na cozinha, vejo um lindo buquê de rosas vermelhas de talos longos. Solto um palavrão. Dá para imaginar quem o mandou.

— Fofinha, olha que beleza que te mandaram! — diz Sofia, atrás de mim.

Sem precisar perguntar quem mandou, agarro o buquê e jogo direto no lixo. Minha irmã grita como uma possessa.

— O que é isso?!

— O que você tá vendo.

Rapidamente, tira as rosas do lixo.

— Pelo amor de Deus! É um sacrilégio botar fora. Deve ter custado uma fortuna.

— Não tô nem aí! Se fossem do mercadinho da esquina o efeito seria o mesmo.

Não quero olhar minha irmã botar de novo as rosas no vaso.

— Não vai ler o cartão? — insiste.

— Não, e nem você — respondo, e o arranco das mãos dela e jogo no lixo.

De repente, aparecem meu cunhado e meu pai, e nos olham. Minha irmã impede que eu chegue perto das rosas de novo.

— Dá para acreditar numa coisa dessas? Quer atirar estas maravilhas no lixo.

— Acredito, sim — afirma meu pai.

Nathan sorri e, aproximando-se da minha irmã, lhe dá um beijo no pescoço.

— Ainda bem que você está aqui pra resgatá-las, pombinha.

Não respondo. Não olho para eles. Deus me livre de ficar ouvindo isso de “pombinha” e “pombinho”. Como podem ser tão bobocas?

Esquento um café no micro-ondas, tomo e ouço que batem na porta. Que saco. Me levanto, pronta para fugir se for Lauren. Meu pai, ao ver minha cara, vai abrir. Dois segundos depois, brincalhão, entra sozinho e deixa algo sobre a mesa.

— Isto é pra você, moreninha.

Todos me olham, à espera de que abra a enorme caixa branca e dourada. Por fim, me arrasto e a abro.

Quando levanto a embalagem, minha sobrinha, que entra nesse momento na cozinha, exclama:

— Um estádio de futebol de chocolate! Que legaaaallllll!

— Acho que alguém quer adoçar tua vida, querida — brinca meu pai.

Boquiaberta, olho o enorme campo de futebol. Não falta um detalhe. Até arquibancada e público tem. E no marcador se lê “te amo” em alemão: Ich liebe dich.

Meu coração bate descontrolado. Não estou acostumada a estas coisas e não sei o que dizer.

Lauren me desconcerta, me deixa louca! Mas, no final, resmungo, e minha irmã rapidamente se coloca a meu lado.

— Não vai jogar fora, não é mesmo? — diz.

— Acho que sim — respondo.

Minha sobrinha se mete no meio e levanta um dedo.

— Tiiiiiaaaaa, não pode jogar fora!

— E por que não? — pergunto, chateada.

— Porque é um presente muito bonito da titia Lo e nós temos que comer. — Sorrio ao ver sua expressão malandrinha, mas meu sorriso se apaga quando ela acrescenta: — Além do mais, tem que perdoá-la. Ela merece. É muito boa e merece.

— Merece?

Clara faz um gesto afirmativo com a cabeça.

— Quando eu briguei com Alicia por causa do filme e ela me chamou de boba, fiquei muito chateada, não foi? — me lembra minha sobrinha, e eu concordo. — Ela me pediu desculpa, e você disse que devia pensar se minha mágoa era tão importante assim pra fazer perder minha melhor amiga. Pois agora, tia, eu digo a mesma coisa. Você tá tão chateada assim, que não pode perdoar a tia Lauren?

Continuo olhando boquiaberta o projeto de gente que me disse isso, quando meu pai intervém:

— Moreninha, somos escravos de nossas palavras.

— Com certeza, papai, e Lauren também é — digo ao lembrar as coisas que ela me disse.

Minha sobrinha me olha, à espera de uma resposta. Pestaneja como uma ursinha. É uma criança, não devo esquecer. Por isso, com a pouca paciência que ainda me resta, murmuro:

— Clara, se você quer, pode comer todo o campo de futebol. Te dou de presente, tá bem?

— Eba! — aplaude a menina.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...