História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 107


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.236
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Último de hoje, nem adianta insistir u.u. E amanhã vou tirar o dia pra mim, preciso descansar um pouco kkk

Capítulo 107 - Capítulo 107


Meu coração bombeia enlouquecido e, se continuo respirando assim, acho que vou ter um troço. Saio do balcão, vou para o banheiro e refresco a nuca com água. O pescoço arde. Merda de alergia! Lauren acaba de demonstrar que não está de brincadeira, que seu negócio é pra valer. Preciso de ar ou sumir daqui. Tenho de desaparecer do pub ou sou capaz de organizar uma verdadeira matança.

Quando saio do banheiro, despacho David como posso e combino de vê-lo amanhã à noite. Ao entrar no meu carro, grito de frustração.

Por que sou uma completa imbecil? Por que digo a Lauren que faça coisas que vão me fazer sofrer? Por que não posso ser tão fria como ela? Sou espanhola, temperamental; enquanto Lauren é uma alemã impassível.

Ligo o carro, e o rádio começa a tocar. A voz de Álex Ubago toma meu carro, e fecho os olhos. A canção Sin miedo a nada me deixa arrepiada.

Idiota, idiota, idiota... Sou uma IDIOTA completa!

Ligo o celular enquanto começo inconscientemente a cantarolar:

Me muero por explicarte lo que pasa por mi mente,
Me muero por entregarte y seguir siendo capaz de sorprenderte,
Sentir cada día ese flechazo al verte.
Qué más dará lo que digan, qué más dará lo que piensen.
Si estoy loca es cosa mía...

Procuro o número de Lauren e, quando estou a ponto de ligar, paro. O que estou fazendo?

Quero quebrar a cara?

Abobalhada, fecho o celular.

Não vou ligar. Nem morta!
Mas a raiva que sinto me faz tirar a chave da ignição, sair do carro e, depois de bater a porta do meu Leãozinho com uma pancada e tanto, entro de novo no pub.

Estou solteira, sem compromisso e sou dona de minha vida. Procuro David. Localizo-o e o beijo. Ele rapidamente corresponde.
Esses caras são tão fáceis!

Durante vários minutos permito que sua língua brinque com a minha, e quando estou a ponto de insinuar a ele que devemos ir para outro lugar, a porta do pub se abre e vejo que entra a garota loira que saíra com Lauren.

Surpresa, sigo-a com o olhar. Ela vai até o balcão, pede uma bebida a meu colega e depois volta a seu grupo de amigas. Neste instante, toca meu celular. Uma mensagem de Lauren.

“Sair com qualquer um é tão fácil como respirar. Não faça nada de que possa se arrepender.”

Sem saber por quê, caio na risada. Lauren, sua safada!
Ela e seus jogos engraçadinhos. David me olha. Digo que tenho que continuar trabalhando e volto a meu posto.

Às seis e meia da manhã, entro na casa de papai. Estão todos dormindo. Vou até a lata de lixo e, depois de procurar um pouco, encontro o cartão das rosas que Lauren me enviou. Abro e leio:

“Querida, sou uma babaca. Mas uma babaca que te ama e que deseja ser perdoada. Lauren.”

(...)

Às sete da noite, quando vou entrar no chuveiro, me olho no espelho. Minha aparência é boa, mesmo que por dentro eu esteja arrebentada. Ligo o celular e, depois de ver doze chamadas não atendidas de Lauren, encontro uma mensagem de David:

“Passarei pra te pegar à meia-noite. Fique bonita.”

O “fique bonita” me faz sorrir. Mas meu sorriso é triste. Desanimado. Com desespero, me apoio na pia. O que está acontecendo comigo?

Por que não posso tirá-la da cabeça?

Por que digo uma coisa quando quero fazer outra?

Por quê? Por quê?

A resposta é evidente. Eu a amo. Estou apaixonada por Lauren até a medula e, como diz meu pai, se não obedeço a meu coração, vou me arrepender. Mas não, Lauren pode tirar o cavalinho da chuva. Estou cheia das maluquices dela e vou recuperar minha vida.

Frustrada, decido tomar uma chuveirada, mas antes vou a meu quarto procurar uma coisa. No banheiro, puxo a correntinha da porta, ponho meu CD de Aerosmith e toca Crazy. Aumento o volume e abro a torneira. Fecho os olhos e começo a me movimentar sensualmente ao compasso da música. Por fim, me sento na borda da banheira com o vibrador.

Quero fantasiar.

Preciso.

Desejo.

Mantenho os olhos fechados enquanto a música toma todo o banheiro.

I go crazy, crazy, baby, I go crazy
You turn it on, then you’re gone
Yeah you drive me crazy, crazy, crazy for you, baby
What can I do, honey?
I feel like the color blue...

Abro as pernas e me entrego à imaginação. Lauren está atrás de mim e sussurra em minha orelha que abra minhas pernas para outros. Volúpia.

Minhas coxas se separam, e me abro com os dedos. Ofereço o que Lauren, minha dona excitante e tentadora, me pede. Calor.

Em seguida me toco e estou molhada. Ligo o vibrador e o levo ao clitóris. O resultado é fantástico, excitante, fabuloso. Uma explosão de prazer toma conta de meu corpo, e, quando vou fechar as pernas, a voz de Lauren me pede que não o faça.

Obedeço, ofegante. Paixão.

Deito na banheira vazia e levanto uma perna para cada lado. Com os olhos fechados, me exponho a quem quiser me olhar. Recostada, boto de novo o vibrador onde arde meu desejo, enquanto a voz de Lauren me sussurra que brinque e me divirta. Atrevimento.

Meu corpo ardente se move excitado e mordo os lábios para não gritar. Lauren está presente. Lauren me pede. Lauren me incentiva a continuar. Minha mente voa e fantasia. Quero reviver esses momentos, quero senti-los de novo.

Adoro essa sacanagem toda. Me atrai tanto como a própria Lauren. Arquejo.

A música soa alta, posso me permitir murmurar seu nome justo no momento em que levanto o tronco na banheira e um maravilhoso orgasmo me estremece de prazer.

Quando me recupero, abro os olhos. Estou sozinha. Lauren está apenas em minha mente.

I go crazy, crazy, baby, I go crazy
You turn it on, then you’re gone
Yeah you drive me crazy, crazy, crazy for you, baby
What can I do, honey?
I feel like the color blue...



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