História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 110


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.282
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Último de hoje e eu ainda estou pensando no caso da maratona kkkkk

Capítulo 110 - Capítulo 110


Depois de me despedir de minha família, entro no carro de Lauren.

Fraquejei.

Fraquejei e estou de novo com ela.

Minha cabeça não para, enquanto tento entender o que estou fazendo. De repente, presto atenção à estrada. Pensava que íamos à casa de Ally e Logan, em Zahara, e me surpreendo ao ver que nos dirigimos para o maravilhoso chalé que Lauren alugou no verão.

Depois que o portão metálico se fecha atrás de nós, observo a linda casa ao fundo e murmuro:

— O que fazemos aqui?

Lauren me olha.

— Precisamos ficar sozinhas.

Concordo.

Não quero nada mais que isso.

Quando desembarcamos, Lauren pega minha bagagem com uma das mãos e me dá a outra. Me agarra com força, possessiva, e entramos na casa. Tenho uma tremenda surpresa ao ver como o ambiente mudou. Móveis modernos. Paredes lisas e coloridas.

Uma televisão de plasma enorme. Uma lareira por estrear. Tudo, absolutamente tudo, é novo.

Surpresa, olho Lauren. Vejo que liga o som e, antes que possa dizer qualquer coisa, me explica:

— Comprei a casa.

Incrível. Mas como é possível que eu não tenha sabido disso?

— Você comprou esta casa?

— Sim. Pra você.

— Pra mim?

— Sim, querida. Era minha surpresa de Natal.

Espantada, olho ao redor.

— Venha — diz Lauren depois de largar minha bagagem. — Precisamos falar.

A música envolve a sala, e sem poder deixar de admirar como está bonita e elegante, me sento na confortável poltrona diante da lareira crepitante.

— Está muito bonita com esse vestido — Lauren afirma, sentando-se a meu lado.

— Obrigada. Acredite ou não, comprei por sua causa.

Depois de um gesto de concordância, passeia seu olhar por meu corpo, e minha Icegirl não pode evitar confessar:

— Mas era a outros a quem você pensava oferecer esse espetáculo.

Lá vamos nós. Já recomeçamos. Já está me cutucando!

Conto até 45; não, até 46. Respiro fundo e finalmente respondo:

— Como te disse uma vez, não sou santa. E quando não tenho namorada, mostro e dou tudo que quero, a quem eu quero e quando eu quero. — Lauren arqueia uma sobrancelha, mas eu prossigo: — Sou minha única dona, e isso você tem que entender bem entendido de uma vez por todas.

— Certo: quando não tem namorada, o que não é o caso — insiste, sem afastar os olhos de mim.

De repente, me dou conta de que toca uma canção de que gosto muito. Minha nossa, como me lembrei de Lauren esses dias enquanto a escutava. Nos olhamos de novo como rivais, ao som da voz de Ricardo Montaner:

Convénceme de ser feliz, convénceme.
Convénceme de no morir, convénceme.
Que no es igual felicidad y plenitud
Que un rato entre los dos, que una vida sin tu amor.

Estas frases dizem tanto de minha relação com Lauren que momentaneamente me nublam o pensamento. Mas por fim Lauren dá o braço a torcer e muda de assunto.

— Minha mãe e minha irmã te mandam lembranças. Esperam te ver na festa que organizam na Alemanha no dia 5, lembra?

— Lembro, mas não conte comigo. Não vou.

— Camz... Sinto muito por tudo que aconteceu. Você tinha razão. Devia ter acreditado no que me dizia sem ter questionado mais nada. Mas às vezes sou uma cabeça-dura e...

— O que te fez mudar de ideia?

— A paixão com que defendeu sua verdade foi o que me fez compreender o quanto eu estava enganada. Antes de você ter ido embora, querida, já tinha me dado conta da minha grande besteira.

Veja só como algumas pessoas merecem mesmo uma porrada.

— Me convença...

Mal falei, Lauren me olha, e eu censuro a mim mesma. “Me convença?” Mas o que estou dizendo? Santo Deus, a canção me atrapalha o raciocínio. Vamos, termina de uma vez. E sem deixá-la responder, resmungo:

— E pra isso tive que largar meu trabalho e devolver o anel?

— Você não foi despedida e...

— Lauren, Lauren, não penso em voltar nunca mais pra desgraçada da sua empresa.

— Por quê?

— Porque não. Ah, claro, fiquei alegre ao saber que botou minha ex-chefe no olho da rua. E, antes que insista, minha resposta é não. Não penso em voltar a trabalhar lá, entendeu?

Lauren concorda, mas durante um instante fica pensativa. Por fim, decide admitir:

— Não vou permitir que continue trabalhando como garçonete nem aqui, nem em lugar nenhum. Odeio ver como os homens e outras mulheres te olham. Gosto de ter meu território marcado e...

Confusa com este ataque de ciúme, que me deixa a mil, disparo:

— Olha, bonitona, hoje em dia há muito desemprego na Espanha e, como você sabe, eu tenho que trabalhar, não posso ficar escolhendo muito. Mas, de qualquer forma, agora não quero falar disto, está bem?

Lauren se mostra resignada.

— Quanto ao anel...

— Não quero o anel.

Uau, que chata estou sendo! Surpreendo a mim mesma até.

— É teu, querida — responde Lauren com tato e voz suave.

— Não quero.

Tenta me beijar, mas recuo. E, antes que diga qualquer coisa, gaguejo:

— Não me encha com anéis, nem compromissos, nem mudanças, nem nada. Estamos falando da gente e de nossa relação. Aconteceu uma coisa que bagunçou minha vida e por ora não quero anel nem o título de namorada. Tudo bem?

Concorda de novo. Sua docilidade me maravilha. Realmente me ama tanto? A canção termina e começa Nirvana. Ótimo! Acabou o romantismo.

Ficamos num silêncio tenso, mas Lauren não tira os olhos de cima de mim nem por um segundo. Por fim vejo que se curvam os cantos de seus lábios e ela diz:

— Você é uma garota ao mesmo tempo muito corajosa e muito linda.

Sem querer sorrir, levanto uma sobrancelha:

— Fase puxa-saco?

Lauren sorri.

— O que você fez naquele dia no escritório me deixou sem fala.

— O quê? Esfregar a verdade na cara da idiota da minha ex-chefe? Largar meu trabalho?

— Tudo isso e ouvir como me mandou à merda diante do chefe de RH. Não faça isso de novo, claro, ou vou perder o respeito em minha empresa, entende?

Desta vez sou eu que concordo e sorrio. Tem razão. Isso foi mal. Silêncio.

Lauren me observa à espera de que eu a beije. Sei que pede meu contato — sei pela forma como me olha —, mas não estou disposta a deixar barato.

— É verdade que me ama tanto?

— Mais — sussurra, aproximando o nariz do meu pescoço.

Meu coração dispara. O cheiro de Lauren, sua proximidade, sua confiança, começam a me atingir, e só posso desejar que tire minha roupa e me possua. Ela, assim pertinho, é irresistível, mas, disposta a dizer tudo o que tenho a dizer, me afasto e murmuro:

— Quero que saiba que estou muito chateada contigo.

— Sinto muito, menina.

— Você me fez muito mal.

— Sinto muito, pequena.

Volta à carga. Seus lábios tocam meu ombro nu. Santo Deuuuusss, como gosto!
Mas não. Deve provar de seu próprio veneno. Bem que merece. Por isso, respiro fundo e digo:

— Vai sentir muito, sim, senhora Jauregui, porque a partir de agora cada vez que eu me chatear contigo, você vai ser castigada. Cansei de que apenas você castigue.

Surpresa, ela me olha e ergue a sobrancelha.

— E como pretende me castigar?

Me levanto da poltrona.
Não gosta das guerreiras? Pois lá vou eu.

Me viro lentamente diante dela, confiando na minha sensualidade.

— Por ora, privando você do que mais deseja.

Icegirl se levanta. Oh, oh!
Sua altura é espetacular.
Seus olhos, impressionantes e esverdeados, me encaram e ela indaga:

— Do que você está falando exatamente?

Ando, ela observa. Quando estou atrás da mesa, explico:

— Não vai desfrutar do meu corpo. É esse o seu castigo.


Notas Finais


Pra quem achou que teria um hot, sinto muito hahahaha


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