História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 205


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.005
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vocês preferem capítulos grandes ou assim tá bom? Pois faltam trinta e dois - eu acho - capítulos para a fic terminar de vez.

Vou sumir por uns tempos daqui. Só vou aparecer às vezes no twitter mesmo. :)

Capítulo 205 - Capítulo 205


Depois de vinte dias em nosso paraíso particular, onde tudo era mágico e divertido, quando chegamos a Cidade do México, olho surpresa pela janela do carro as ruas entupidas de gente. Lauren fala pelo celular com sua habitual expressão séria, enquanto o motorista dirige a limusine espetacular.

Ao chegar a um edifício dos mais modernos, um homem uniformizado nos abre a porta. Cumprimenta Lauren e rapidamente chama o elevador. No décimo oitavo andar, quando as portas se abrem, Dexter vem ao nosso encontro. Seu sorriso caloroso mostra como está alegre com nossa visita.

— Olha só, linda e bronzeada chega o casalzinho. — Sorrimos, e o mexicano, me pegando as mãos, diz: — Deusa, que alegria ver você de novo.

— E eu? — protesta Lauren. Dexter toca o punho de Lauren com o seu e, cúmplice, diz:

— Desculpe, Lauren, mas gosto mais da tua mulher que de você.

Achando graça, me aproximo dele e me abaixo, pois ele está na sua cadeira de rodas. Dou dois beijos em suas bochechas.

Dexter, depois das demonstrações de felicidade com nossa chegada, nos apresenta uma mulher que está a seu lado:

— Graciela, minha assistente pessoal. Lauren você já conhece.

— Bem-vindo, senhora Jauregui — diz a morena.

Lauren lhe dá a mão e, com um sorriso caloroso, responde:

— É um prazer ver você de novo, Graciela. Tudo bem com este chato?

A jovem de cabelo escuro olha Dexter com um sorriso tímido e murmura:

— Agora mesmo, tudo perfeito, senhor.

Dexter, animado, me olha:

— Camila é a mulher de Lauren e passaram pra nos visitar na volta da lua de mel.

— Prazer, senhora Jauregui, e parabéns pelo casamento — me cumprimenta a moça.

— Por favor — digo rapidamente, enquanto estico a minissaia —, me chame de Camila, ok?

A jovem olha Dexter, ele concorda, mas intervenho:

— Não olhe pra ele nem pra minha esposa. Não é preciso o consentimento deles pra me chamar pelo meu nome, combinado?

Sorrio. Ela sorri. E Lauren conclui:

— Já sabe, Graciela, chame-a de Camila.

— Combinado, senhora Jauregui. — A moça sorri de novo. — Muito prazer, Camila.

Ambas sorrimos, e isso me tranquiliza. Que me chamem o tempo todo de senhora, ou senhora Jauregui, não é uma coisa que me tire do sério. É pior. Me sinto uma coroa cafona.

Esclarecido isso, observo Graciela e deduzo que deve ter poucos anos mais que eu. Tem uma aparência delicada e, na minha opinião, é bonita. Cabelo escuro, olhos cativantes e uma doçura que relaxa. Agora, a moda não é seu forte. Se veste de um jeito antiquado para alguém da minha idade.

Por fim, entramos numa sala muito clara e sem obstáculos, para que Dexter possa se mover sem problemas com a cadeira de rodas. Durante uma hora, nós quatro conversamos cordialmente e lembramos o casamento. Dexter pergunta por minha irmã e, quando fala dela pela quarta vez, olho para ele e aviso:

— Nem chegue perto de minha irmã, Dexter.

Lauren e ele caem na risada. De certo modo, eu entendo. Não quero nem pensar no que aconteceria se Dexter tivesse um encontro com minha irmã e lhe propusesse alguma de suas coisas. Com certeza levaria um bofetão. Rio só de pensar nisso. Lauren, que lê meus pensamentos, ao ver minha expressão risonha, diz:

— Calma, Camz. Dexter sabe muito bem com quem deve ou não sair.

Aceno que sim. Quero que isso fique claro, quando o sacana do Dexter pergunta:

— Deusa, com ciuminhos de tua linda irmã?

Achando engraçado, olho para ele. Eu, com ciúmes de minha irmã? Só faltava essa! Eu adoro Sofia! Melhor deixar isso bem claro:

— Não. Simplesmente cuido dela.

Dexter sorri.

— Você é muito lindinha, minha querida Camila.

— Obrigada, lindinho — zombo. — Mas, por tua integridade física, deixe minha irmã pra lá. Quem avisa amigo é. Lembre disso.

Nós três rimos — todos sabemos a que me refiro. Mas de repente me dou conta de que Graciela está séria. Não sorri e olha para o chão, os olhos momentaneamente cheios de lágrimas.

Depois de respirar fundo duas vezes, levanta a cabeça de novo, e seus olhos voltam ao normal. Puxa, que capacidade de recuperação. E que interessante o que acabo de intuir! Viva o sexto sentido das mulheres!

Bastaram uns minutos com Graciela para me dar conta de que está caidinha por Dexter. Pobrezinha. Até sinto pena. Instantes depois, a jovem se despede e sai.

Quando ficamos os três na sala enorme, Dexter pergunta como nos trataram no hotel durante a lua de mel. Meu amor me olha, e eu sorrio como uma boba. Tudo foi fantástico. A melhor viagem de minha vida. Lauren me adora como nunca pensei que uma mulher pudesse me adorar, e eu estou completamente apaixonada por ela.

Entre risadas e cochichos, Dexter nos pergunta se rolou algum joguinho em nossa lua de mel. Respondo que brincamos muito, muito, mas a brincadeira foi apenas entre mim e minha esposa.

Santo Deus, só de lembrar acho que vou ter um troço.

O hotel...

A cama...

Seus olhos, suas mãos...

Aquelas conversas picantes e excitantes...

Ao me ouvir e, principalmente ao ver minha cara, Lauren sorri. Segundo ela, minha expressão transmite com clareza o que penso e com certeza adivinhou meus pensamentos. Ao ver nossa troca de olhares, Dexter, gozador como sempre, me pisca um olho e murmura, olhando minhas pernas bronzeadas:

— Quando quiser brincar, Deusa, sabe que estou pronto.

Isso me excita mais ainda. As brincadeiras com Dexter são ardentes e excitantes. Ao ver a expressão de Lauren, sorrio. Minha esposa sempre está disposta. Mas nossa conversa picante é interrompida por um telefone tocando. Segundos depois, Graciela entra com ele na mão. Dexter atende. Lauren se aproxima de mim e comenta:

— Parece agitada, querida, o que há?

Que sem-vergonha é essa mulher. Sem poder evitar, sorrio. Mas antes que eu possa responder, Lauren passa uma das mãos pelas minhas pernas e murmura em tom meloso:

— Se você quiser, eu estou disposta...

Uau, que calor! Que calorão!

Sei a que se refere e fico pra morrer! Sexo!

Como sempre que a ocasião se apresenta, meu estômago se contrai e minha vagina fica molhada em segundos. No fim das contas, Lauren pode ter razão, estou me transformando numa pervertida. Minha nossa!

Quem diria que eu ia adorar esse jogo?

Realmente, estou ficando viciada em sexo. Uma coisa é certa, eu gosto. Meu desejo cresce num instante, e só de ver como me olha minha recém-estreada esposinha, já fico a mil. Meu amor sorri. Eu também.

E decidida a me divertir, sussurro com sensualidade, sem que Graciela me ouça:

— Rasgue minha calcinha.



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