História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 206


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 1.343
Palavras 2.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sei que sumi, não vou me justificar. Aconteceram várias coisas que estão me deixando bem estressada. Mas enfim, aqui está o capítulo :)

Capítulo 206 - Capítulo 206


Santo Deus, eu falei isso? O olhar esverdeado de minha Icegirl de repente se torna intenso e excitado.

Uau! De uma hora pra outra estou frenética. E, pelo modo que Lauren me olha, sei, está a mil por hora também.

Minha ousadia e minha entrega a deixam louca. Sorrio do modo como sei que faz seu sangue ferver. Brincalhona, ela murmura algo que os mexicanos dizem muito:

— Gostosa!

Quando Dexter termina a ligação e Graciela vai embora, Lauren diz:

— Dexter, a que horas chegam os convidados pro jantar?

Seus olhares se encontram, e sei que se entenderam perfeitamente. Puxa, esses dois!

— Faltam três horas — responde, todo animado. Eu sorrio. Dexter levanta as sobrancelhas e, com cumplicidade, depois de passear seus olhos desavergonhados por meus mamilos, pergunta:

— Que acham se a gente for pra um lugar mais íntimo?

Tum... Tum... Meu coração sai pela boca. Sexo!

Me levanto, nervosa. Lauren pega com força minha mão. Gosto dessa sensação. Seguimos Dexter, e me surpreendo quando vejo que entramos em seu escritório. Eu achava que íamos a um quarto. Lauren fecha a porta, e fico boquiaberta quando o mexicano aperta um botão na estante e esta se desloca para a direita. Devo ter feito uma cara e tanto, porque Dexter diz:

— Bem-vinda, Deusa, ao quarto do prazer.

Sem soltar minha mão, Lauren me guia. Entramos nesse lugar escuro e, quando a estante se fecha atrás de nós, uma luz tênue e amarelada se acende. Tesão em estado puro. Meus olhos se adaptam à penumbra, e vejo um espaço de uns trinta metros com uma cama, uma jacuzzi, uma mesa redonda, uma cruz na parede, um gaveteiro e várias coisas penduradas.

Chego perto e vejo que são cordas e brinquedos sexuais. Sadomasoquismo! Não quero nada disso. Deve estar escrito na minha cara, pois Lauren me pergunta:

— Assustada?

Nego com a cabeça. Com ela nada me assusta. Sei que nunca permitiria que eu sofresse e menos ainda me deixaria fazer o que não quero. Dexter se aproxima de um aparelho de som e bota um CD. Instantes depois, o quarto se inunda com uma música instrumental muito sensual. Excitante. Depois ele vai até a mesa redonda. Lauren me dá um beijo de língua. Eu adoro, adoro e adoro, enquanto me beija enfia suas mãos em meu traseiro e aperta com prazer. A excitação volta com tudo. Meu corpo reage ao seu contato em décimos de segundo.

Durante vários minutos nos beijamos e nos acariciamos. Sei que Dexter nos observa e se diverte. E quando estou completamente excitada, a gata da minha esposa abandona minha boca e diz, sentando na cama:

— Tire a roupa, querida.

Os olhos dos dois amigos me devoram, enquanto observo que nem Lauren nem Dexter estão se despindo. Apenas me olham e esperam que eu faça o que me foi pedido. Sem hesitar, desprendo o botão e abro o fecho de minha minissaia, que cai no chão. Os dois fitam minha calcinha. Mas eu não a tiro.

Dexter faz um movimento com a mão. Entendo e, girando, lhes mostro meu traseiro.

— Mãezinha do céu — murmura o mexicano.

Quando os encaro de novo, tiro lentamente a camiseta de alcinhas, ficando apenas de calcinha e sutiã e os sapatos de salto alto. Eu conheço esses dois, sei que adoram que eu fique com os sapatos.

— Bote as mãos na cintura e separe um pouquinho as pernas — diz Dexter.

Obedeço, enquanto minha respiração se acelera.

— Acaricie os seios — diz Lauren. Com sensualidade, levo as mãos aos seios e, por cima do sutiã, aperto-os e massageio. Lauren e Dexter percorrem meu corpo todo com o olhar, e eu ardo de desejo. Estou sendo observada por duas pessoas que querem me comer. Estou sendo observada por dois amigos que querem me saborear.

Estou sendo observada e quero que me observem, porque isso me excita. Minha respiração se acelera. Desejo que me toquem. Dexter se aproxima e, sem se mexer, murmura:

— Ainda me lembro de como aquela mulher, na Alemanha, usufruía de teu corpo e você gemia. Foi um espetáculo. Não vejo a hora de ver de novo.

Lembrar disso me deixa ofegante. Gosto de Diana, a alemã de que Dexter fala. O modo como me possuiu foi tão avassalador que pensar nela me deixa mais molhada. Lauren sabe. Saber a excita.

Nós falamos disso em nossa lua de mel, e ela está tão ansiosa como eu para estar com ela outra vez. Agora, ao ver minha expressão, diz:

— Você vai ver, meu amigo. Sei que Camz quer repetir a dose.

Dexter concorda, ofegante. Depois se dirige a um lado do quarto onde há uma pequena geladeira e pega uma garrafa de água e um potinho com alguma coisa vermelha. Morro de curiosidade:

— Que tem nesse pote?

Dexter o destapa e mostra.

— Cerejas vermelhas. Adoro!

Sem mais, mete uma na boca. Mastiga e saboreia, murmurando:

— Hmmm, que doce.

Lauren, ao ver minha expressão, sorri. Dexter, depois de largar a garrafa de água e o pote de cerejas na mesa, abre uma das gavetas da mesinha de cabeceira, tira uma caixa e um lenço, que entrega a Lauren.

— Coloque.

Lauren pega o lenço, se aproxima de mim e, depois de me olhar daquela forma que me deixa louca, me beija e o amarra sobre meus olhos.Meu mundo se torna escuro. Não vejo nada. Ouço Dexter pedir:

— Sente Camz na mesa.

Minha linda me guia. Quando sento, as mãos de Dexter já estão em meus joelhos. Acaricia-os e diz:

— Deite, querida.

Mais uma vez obedeço. A mesa é dura. Como não vejo nada, não sei onde Lauren está, e isso me deixa um pouco aflita. Então, um dedo passeia por minha calcinha e me arrepio toda. Estou tomada de desejo, totalmente exposta a eles, enquanto ouço a cadeira de rodas dar voltas em torno da mesa.

— Deusa, teu cheiro a sexo me deixa louco. Mas quero que seja tua mulher que tire tua calcinha pra mim e me convide a tomar de você tudo o que eu quiser.

Instantes depois, sinto a boca de Lauren em meu umbigo. A reconheço. Ela me beija. Deixa uma trilha de beijos do meu umbigo até o começo de minha calcinha e acaricia minhas coxas com prazer. Só então a tira. Agitada, a respiração ofegante, a boca seca, murmuro:

— Estou com sede.

No mesmo instante um cubinho de gelo percorre meus lábios. Abro a boca, para me refrescar. Lauren, muito perto, diz:

— Dexter, convido você a tomar o que quiser de minha mulher.

— Obrigado, minha amiga. Será um enorme prazer.

Minha boca, úmida pelo gelo, seca em segundos quando de repente sinto água gelada entre as minhas pernas. Uma toalha suave me seca, e a voz de Lauren murmura:

— Agora está pronta, meu amor.

O coração vai me sair pela boca. Estou terrivelmente excitada e, atrás do lenço, quero saber:

— Gosta do que vê?

Com delicadeza, Lauren se inclina sobre mim na mesa, desprende meu sutiã e o tira. Depois de beijar meus seios, diz:

— Você me deixa louca, pequena.

Então, inteiramente nua sobre a mesa, sinto que Lauren se afasta e Dexter se coloca entre minhas pernas. Pega-as, pondo-as sobre os ombros.

— Que banquete você me oferece, linda. Sensacional.

Estremeço. Sei o que vai acontecer e já começo a gemer. Sem parar, Dexter passeia sua mão por minha tatuagem e quando imagino que já a leu, murmura:

— Peço que se entregue a mim.

Enlouquecida por me sentir tão desejada, me mexo sobre a mesa à espera de que me chupe, quando de repente ele diz:

— Bote os pés no chão, se vire e deite na mesa.

Faço o que pede. Quando meu rosto toca a madeira e minha bunda fica exposta, ele me dá vários tapinhas.

— Avermelhada... assim... vermelhinha pra mim.

Minha bunda arde com os tapas. Sei que Lauren olha e controla. De repente sinto que Dexter separa as minhas pernas e diz, enquanto aplica gel em meu clitóris:

— Hoje vamos brincar de outra coisa.

Outra coisa? De quê? Estou a ponto de protestar, quando noto as mãos de Lauren em meus ombros. Ele sussurra em meu ouvido, lentamente:

— Não se mexa.

Sua voz me acalma. Noto que Dexter introduz algo em minha vagina, enquanto, com a voz carregada de excitação, sussurra:

— Essas bolas vaginais vão aumentar teu prazer.... e o nosso. Já vai ver.

Deitada na mesa, deixo que introduza em mim as bolas, uma a uma. É excitante. Santo Deus, como gosto de ser seu brinquedo!

Dexter se diverte com as bolas em minha vagina. A cada uma que introduz, me dá um tapinha na bunda, seguido de uma mordidinha terna nas nádegas e uma massagem. Sim, sim, gosto disso. Quando ele termina, sinto minha vagina completamente preenchida. É uma sensação estranha, mas gosto.

— Deusa, se vire outra vez e deite na mesa.

Obedeço, com a vagina avermelhada, cheia de bolinhas, e os olhos vendados pelo lenço.

— Lauren, posso chupar tua mulher agora?

Meu coração se acelera mais a cada segundo. Eles são dois amantes libidinosos e experientes, estão me deixando louca sem quase terem me tocado. Abro a boca para respirar e solto um suspiro, quando ouço Lauren dizer:

— Chupe o quanto quiser.

Não vejo seus olhos...

Não vejo seu olhar...

Não vejo sua expressão...

Mas imagino tudo, e o tom de sua voz reflete o prazer que sente neste momento. Respiro enlouquecida, e minha respiração ressoa pelo quarto todo. Sim, sim, sim.

Não quero que parem.

Quero que se divirtam.

Quero que me chupem.

Quero que me fodam.

Dexter me abre as coxas. Totalmente exposta a ele, sinto que algo redondo e melado passeia por meu clitóris. Dexter diz:

— Cerejas vermelhas e Camila Jauregui. Uma mistura maravilhosa e explosiva.

E, sem mais, noto como seus dentes aprisionam a cereja e começam a apertá-la contra mim. A firmeza suave da pele da fruta golpeia e desliza por meu clitóris, e eu gemo de prazer enquanto Dexter move a boca com habilidade. A cereja me excita e estimula em décimos de segundo. Noto que Dexter solta a fruta e ela escorrega por meu sexo, enquanto ele toca o clitóris com a língua para, logo a seguir, voltar a pegar a cereja e repetir tudo de novo.

Deus, santo Deus!

Meu corpo reage. Gemo e enlouqueço quando a boca de Lauren toma a minha.

Me beija...

Me saboreia...

Me deixa louca...

Enquanto isso, Dexter chupa meu clitóris inchado, e eu ergo o quadril, disposta a me oferecer toda.

— Assim, amor, assim — murmura Lauren, ao notar minha entrega.

Durante vários minutos sou o manjar deles sem poder ver nada. Sei apenas que um se diverte entre minhas pernas e o outro na minha boca. Mas o melhor é que eu aproveito tudo. Que maravilha!

De repente, Lauren abandona minha boca. Levanto o pescoço em busca dela, mas não a encontro. Por causa do lenço, não a vejo.

Quero seus beijos...

Quero seu contato...

Quando sinto que jogam água de novo entre as minhas pernas, sei que a brincadeira vai mudar. Dexter se retira, e ouço a cadeira de rodas fazer a volta à mesa até parar onde está minha cabeça. Dexter pega minhas mãos e, depois de beijá-las, murmura:

— Agora vão te dar o que eu não posso.

As mãos de Lauren me tocam. Eu as reconheço. Sorrio. Pegando minhas coxas com força, separa-as com vigor e me penetra de forma certeira. Seu gemido rouco me deixa louca.

Minha respiração se acelera. Dexter solta minhas mãos. Lauren me ergue da mesa e diz, retirando o lenço:

— Encaixe em mim.

Tremo...

Gemo...

Enlouqueço...

Enquanto isso, a mulher que adoro me penetra sem parar, com força. E eu o olho nos olhos, sem que precise me pedir. Meu Deus, o olhar dela!

Seus olhos me atravessam, me falam, dizem que me ama, enquanto Dexter me dá tapas na bunda, deixando-a vermelha, como ele gosta.

Então Lauren me penetra mais forte e, nesse instante, Dexter puxa a cordinha das bolas vaginais. Tira uma e me dá um tapa. Surpresa, solto um grito. Isso os enlouquece.

Lauren sorri e me agarra com força.

Novo grito meu.

Uma a uma, as suaves bolinhas são retiradas do meu clitóris, e eu me entrego, enlouquecida, enquanto Lauren, que me segura entre seus braços, me olha e murmura:

— Assim, querida, assim. Olha para mim e aproveita.

Depois de tirar a última bolinha, Dexter vai para um lado, e Lauren assume o controle. Caminha até a parede, me apoia nela e, me devorando a boca como só ela sabe fazer, me penetra uma vez, outra vez e outra e outra. Sua força me parte em duas, mas eu gosto. Suas mãos me apertam a bunda enquanto eu o recebo e me abro mais e mais.

Nosso prazer é imenso. Não quero que acabe. Quero que me coma eternamente. Seus gemidos roucos me enlouquecem. Quando acho que vamos explodir, soltamos juntas um gemido e, depois que volta a entrar em mim, chegamos ao orgasmo extasiadas pelo prazer. Esgotada, com Lauren ainda dentro de mim, apoio a cabeça em seu pescoço. Adoro o cheiro dela. O contato.

Fecho os olhos e o abraço mais forte. Meu amor também me abraça, e sei que sente tudo o que eu sinto. Depois de uns instantes nossas respirações se normalizam e Lauren pergunta ao meu ouvido, como sempre:

— Tudo bem?

Concordo e sorrio. Lauren caminha até a mesa e me deixa sobre ela. Quando se separa de mim, Dexter se aproxima, me pega uma das mãos e a beija.

— Obrigado, deusa.

Eu sorrio e, sem um pingo de vergonha pela minha nudez, pego na mesa a calcinha e a boto, ansiosa por uma chuveirada.

— Obrigada a você, lindinho.


Notas Finais


Qualquer erro, peço desculpas e concertarei depois.


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