História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 85


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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 1.955
Palavras 704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E chegamos ao fim da última maratona!! Espero que tenham gostado. Na verdade, teriam 12 capítulos, porém, como eu disse pra uma leitora há alguns capítulos atrás, eu estava sendo muito boazinha kkkk

Mas amanhã tô de volta, beijooos.

Capítulo 85 - Capítulo 85


Escuto um barulho. Tenho um sobressalto. É o telefone.Pulo da cama. Olho as horas. Cinco e vinte e oito.

Assustada, corro para atender. Se alguém está ligando a essa hora, não deve ser nada bom.

— Alô.

— Fofinha... sou eu.

Minha irmã?
Vou matá-la... Matá-la!
Mas me assusto ao escutá-la chorando.

— O que houve? O que você tem?

— Estou mal... muito mal. Discuti com Nathan , ele saiu de casa às nove da noite e olha só que horas são e ele ainda não voltou...

Chora... e chora e chora e eu tento acalmá-la.

— Onde a Clara está?

— Dormindo na casa de uma amiguinha. Por favor, preciso que você venha pra cá.

— Tá bom... estou indo.

Desligo e solto o ar bufando. Minha irmã e seus ataques histéricos... Pelo menos é sábado e não tenho que trabalhar. Penso em Lauren. Devo ligar para ela?

Talvez esteja acordada, mas no fim decido não incomodar. Do jeito que ela é, ainda deve estar chateada pelo que aconteceu ontem.

Escovo os dentes depressa, lavo o rosto, visto uma calça jeans, uma camiseta e um casaco. Está friozinho.
Desço para a rua e pego o carro.

Minha irmã não mora longe, mas a essa hora não quero ir caminhando. Ligo o rádio e vou cantarolando enquanto dirijo. Vejo uma vaga para estacionar bem em frente ao portão da minha irmã. Paro, dou marcha à ré e, quando olho pelo retrovisor, fico sem ar ao ver que um carro se aproxima em alta velocidade e termina batendo no meu.

Burburinho... burburinho... ouço um burburinho.

Não consigo abrir os olhos. Estão pesados. Não sei onde estou nem o que está acontecendo. Então me lembro de um carro se chocando contra o meu e me dou conta de que sofri um acidente. Sirenes. O ruído das sirenes me faz abrir os olhos de repente e me vejo numa ambulância com dois homens me olhando, com gazes ensanguentadas nas mãos.

— A senhorita está bem?

— Sim... não... não sei.

— Como se chama?

— Camila.

— Bem, Camila, não se assuste. Uns garotos bêbados bateram no seu carro. Vamos levá-la ao hospital pra ver se está tudo bem.

— Esse sangue é meu?

Um dos jovens enfermeiros confirma:

— Não se assuste, mas é.

— Mas é sangue? De onde?

— Do lábio e do nariz. O airbag do seu carro não funcionou e você foi imprensada contra o volante, mas não se preocupe, não é nada grave.

De repente, escuto uns gritos que identifico de imediato. Minha irmã! Tento me levantar para que ela me veja e saiba que estou bem, mas não consigo. Meu pescoço dói horrores.

— Por favor, é minha irmã que está gritando. Vocês podem deixar ela me ver pra ficar mais calma?

O rapaz diz que sim e sorri.

— Claro. Se a senhora quiser, ela pode ir na ambulância.

Segundos depois, vejo minha irmã aparecer com seu roupão azul de algodão. Está pálida. Ao me ver, seus gritos se transformam em gemidos de terror.

— Ai, meu Deus...! Ai, meu Deus! Fofinha... o que foi que houve? Você está bem? Tudo por minha culpa, minha culpa! Eu te pedi pra vir aqui em casa. Ai, meu Deus! Meu Deus! Quando escutei as sirenes e vi o carro... Ai, Deus! Se acontece alguma coisa contigo, eu me mato, juro que me mato!

Um dos enfermeiros, ao ver seu estado histérico, se vira para ela e diz:

— Se não se acalmar, vamos ter que atender a senhora. Sua irmã está bem. Pode ficar calma.

— Sofia — balbucio cheia de dor. — Fica calma, tá?

Faz um gesto com a cabeça, enquanto lágrimas pesadas rolam por suas bochechas. Pega minha mão e a ambulância arranca. Quando chegamos à emergência do hospital, olho para ela e digo:

— Fica com a minha bolsa e não liga pro papai. Não quero assustá-lo, ok?

Ainda aos prantos, ela faz que sim e os enfermeiros me levam para dentro. Tiram várias radiografias do pescoço e do ombro porque eu disse que estava doendo, e fazem outros exames. Estou cansada, cheia de dor, e quero ir para casa. Mas ali tudo demora... demora muito.



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