História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 86


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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 1.983
Palavras 586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Agora é o último mesmo pra recompensar o capítulo pequeno. Taaa, eu sei que esse também é, mas é o que temos pra hoje. Meu bom humor foi pra longe!!

Tchau.

Capítulo 86 - Capítulo 86


Três horas depois, quando saio com um colar ortopédico, um galo na testa e os lábios inchados, me surpreendo ao ver minha irmã, meu cunhado e Lauren.

A primeira a correr até mim é Lauren. Pela sua expressão, sei que levou o maior susto com o que aconteceu. Me abraça com cuidado e não diz nada. Seu jeito de me abraçar e a tensão que noto em seu corpo falam por si sós. O abraço é interminável, até que finalmente tenho que sussurrar:

— Lauren, estou bem, querido, de verdade.

Minha irmã nos observa e, quando Lauren me solta, eu a vejo chorar de novo.

— Anda, vem cá e para de chorar, que não houve nada.

Sofia me abraça e chora copiosamente, e meu cunhado me pergunta:

— Está tudo bem?

Sorrio o máximo que consigo.

— Estou, e por favor... parem de brigar. Numa dessas vocês me matam.

— Desculpa. Foi tudo culpa minha — diz Nathan.

Me solto da minha irmã e seguro meu cunhado pelo braço.

— Não fala bobagem. Essas coisas acontecem. E agora já passou. Aliás, vocês não ligaram pro papai não, né?

Minha irmã nega com a cabeça e fico aliviada.
Quando saímos do hospital, minha irmã e meu cunhado insistem em me levar para a casa deles. Já Lauren tenta me convencer a ir com ela
ao hotel. No fim, bato o pé.

— Quero ir pra minha casa, por favor, entendam!

Lauren olha para minha irmã.

— Vou levá-la pra casa e ficar com ela.

Sofia aceita, mas, antes de ir embora, diz:

— Descansa. Depois do almoço vou passar na sua casa pra te ver e ligaremos pro papai.

Quando minha irmã e o marido vão embora, vejo surgir o carro de Lauren. Ao perceber meu estado, Tomás desce rapidamente.

— A senhorita está bem?

— Estou, não se preocupe, Tomás. Não é tão grave quanto parece.

Já no carro, fecho os olhos e me recosto no banco. Estou cansada e cheia de dor. Lauren se aproxima e dá um beijo na minha testa. Olho então para ela.

— Está melhor da dor de cabeça?

— Estou sim, querida. Não se preocupa com isso, nem com nada. Agora só o que importa é você. Só você.

Suas palavras e o jeito carinhoso de falar me indicam que a discussão já foi esquecida.Sorrio e acaricio seu rosto com ternura.

— Foi minha irmã que te ligou?

Pega minha mão e beija.

— Te mandei uma mensagem e ela me ligou. — Encosta sua testa na minha e murmura: — Nunca na minha vida eu tinha ficado tão desesperada, querida. Quando sua irmã me ligou, chorando... e eu ouvia os soluços dela e só entendia... Camila ... ambulância... acidente... quase morri.

— Exagerada.

— Não, exagerada não. Te amo e não quero que aconteça nada de ruim contigo. Os momentos que passei até te ver foram horríveis. Um pavor. Não desejo isso nem ao meu pior inimigo. Me sinto culpada. Se eu não tivesse te mandado ir embora naquela hora, nada disso teria acontecido.

— Lolo, você não tem culpa de nada.

— Não concordo. Me sinto péssima. — Ao ver o suspiro que dou, me dá um beijo delicado no canto dos lábios. — Você está bem?

— Estou... — E, tentando fazê-la sorrir, acrescento: — Como você pode ver, não foi dessa vez que você se livrou de mim!

Seus lábios se curvam, mas ela continua tensa.

— Daqui pra frente, vou cuidar de você, moreninha.



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