História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 92


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.117
Palavras 2.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Prontas para odiarem a vaca da Linda?? Ahhh, próximo capítulo é o penúltimo da temporada :)

Postei o capítulo errado, mas já corrigi.

Digam-me o que estão achando, os comentários são importantes. E eu vou responder todooos ;)

Capítulo 92 - Capítulo 92


Quando acordo na manhã seguinte, estou sozinha e nua na cama imensa. Jogado de qualquer jeito numa cadeira, vejo o sutiã que Lauren usava na noite anterior e, não muito longe, meu vestido. Sorrio e suspiro. Por um momento repasso mentalmente os últimos meses com ela e sinto que estou numa montanha-russa que me agrada muito e não quero que essa viagem acabe nunca.

Meu celular apita. Uma mensagem. É meu pai, dizendo que está indo embora para Jerez. Ligo para me despedir e sorrio ao me lembrar da sua alegria na noite anterior.

Lauren e ele se dão muito bem e para mim isso é muito importante. Combinamos de nos ver no Natal. Então me despeço dele e em breve embarcarei para à Alemanha junto com meu amor.

Deixo o celular na mesinha de cabeceira e reparo no pote de lubrificante — fecho os olhos. Ainda não consigo acreditar nas coisas que tenho feito. Nunca na vida imaginei que pudesse experimentar o sexo selvagem que faço com Lauren. Cada vez entendo mais o que um dia Lauren me explicou sobre o tesão. O tesão pode te fazer alcançar limites inimagináveis. Ah, se pode...! Eu que o diga!

Nos últimos meses tenho feito sexo em todos os sentidos da palavra, e Lauren me compartilhou com homens e mulheres. Pensar nisso me faz sorrir e desejar mais. Se há um ano alguém tivesse me dito que eu faria tudo isso, eu pensaria que essa pessoa estava doida. Mas não. Aqui estou eu, nua na cama de Lauren e disposta a realizar minhas fantasias e as dela.

Me levanto e, ao sentar na cama, faço uma careta ao perceber que minha bunda está doendo. Com cuidado, ergo o corpo novamente e me sinto estranha ao caminhar. Vou direto para o chuveiro e, quando saio, vejo Lauren sentada na cama. Ligou o rádio e, assim que me vê, sorri.

— O que houve?

— Minha bunda está doendo.

Sua expressão se contrai e ele murmura:

— Querida...

— Ai, Lauren... acho que vou ter que sentar em cima de uma boia.

Lauren ri, mas em seguida percebe que estou com a cara séria.

— Desculpa... desculpa.

Com cuidado, me sento na cama e, antes que ela diga qualquer coisa, levanto um dedo e digo:

— Nada de me sacanear sobre isso, tá?

— Tá — responde.

De repente, começa a tocar uma música que faz nós duas rirmos. Lauren me deita na cama e, achando graça, comenta:

— Como diz a música, estou louca pra te beijar.

E me beija. Aceito com prazer seu beijo e quando sua mão desce pela minha cintura, o telefone toca. Lauren me solta e vai atender. Após desligar, diz:

— Era minha mãe. Marquei com ela meio-dia e meia no restaurante do hotel.

— Pra almoçar?

— É.

— Esse horário gringo de vocês me mata — respondo, bufando. — Eu tomaria é o café da manhã.

Lauren sorri e explica:

— Eu sei, querida, mas ela vai voltar a Munique hoje à tarde e quer almoçar com a gente.

— Tá bom — digo. — Você tem um analgésico ou algo do gênero?

— Tenho... na nécessaire.

Lauren vai pegá-lo, mas se detém e diz, segurando o riso:

— Não se preocupa, querida, as cadeiras do restaurante são macias.

Essa gracinha me faz bufar. Sinto vontade de lhe dizer umas poucas e boas, mas, ao ver seus olhos brincalhões, me seguro e abro um sorriso. Sua felicidade é minha felicidade, e a música que me faz ficar louca para beijá-la continua tocando.

Dolorida, me levanto e abro o armário. Ali dentro vejo uma calça jeans e uma blusa rosa, mas, como não encontro o que estou procurando, reclamo desesperada:

— Que droga, não tenho nem uma calcinha!

— Não fale palavrões, querida — Lauren me repreende ao mesmo tempo que me abraça.

— Desculpa, mas tenho que dizer. Você arrebentou todas as minhas calcinhas, e agora não tenho nenhuma aqui pra vestir. E claro... você não acha que vou sair sem calcinha pra almoçar com sua mãe, né?

Achando graça, ela sorri, me entrega o analgésico e responde:

— Ela nem vai saber. Qual é o problema?

Pego uma cueca boxer da Calvin Klein e coloco. Surpresa, Lauren me olha.

— Nossa! Até de cueca você me deixa excitada, fofinha. Vem cá.

— Nem pensar.

— Vem cá.

— Não... sua mãe está esperando a gente pra almoçar.

— Vamos, amor. Temos tempo ainda!

Nesse instante o notebook de Lauren apita. Chegou uma mensagem. Eu aviso, mas ela sabe bem o que quer. E o que ela quer sou eu.

Corro pelo quarto, subo na cama e ela se pendura em mim. Me puxa e eu fico rindo. Me beija com voracidade e ao mesmo tempo ri também e tira a cueca que estou vestindo. Desabotoa sua calça e, sem tirar sua própria cueca, entra em mim. Nos olhamos nos olhos e, enquanto ela entra várias vezes dentro de mim, me sussurra centenas de palavras carinhosas que me deixam louca.

Após essa rapidinha, nos vestimos. Coloco a cueca outra vez, a calça jeans e a blusa rosa, em meio a risadas e beijinhos. Quando pego meu celular, ouço novamente o barulho das mensagens do notebook de Lauren. Depois de um beijo delicioso nos lábios, ela vai até o computador, e o sorriso que antes me alegrava desaparece pouco a pouco, dando lugar à máscara de Icegirl em sua versão mais assustadora.

Seus olhos perdem o
brilho e ela xinga. Vejo-a mexer no mouse. Me olha e diz, tensa:

— Nunca esperaria isso de você.

Fecha com força a tela do computador e sai do quarto furiosa. Sem pensar duas vezes, vou até o computador, abro a tela e leio uma mensagem:

De: Belinda Peregrín
Data: 8 de dezembro de 2012 08:24
Para: Lauren Jauregui
Assunto: Sua namorada

Fico feliz em saber que continuamos compartilhando os mesmos gostos. Mando umas fotos. Sei que você adora olhar. Aproveite.

Horrorizada, abro as fotos e fico sem palavras. São fotos minhas com Belinda, tomando uma bebida e rindo. Marisa e Lorena não aparecem. Onde estão? Abro outro arquivo e grito.

Vejo Belinda tocando meus seios, e eu nua. Em outra imagem estou de pé e ela agachada diante do meu púbis com as mãos entre minhas pernas. Sinto falta de ar... não entendo. Como podem ter tirado essas fotos? E, principalmente, como essas fotos podem ter chegado até Lauren?

Estremeço. Não sei por que Belinda enviou essas imagens e saio à procura de Lauren. Eu a encontro na sala de estar da suíte, dando voltas como uma louca. Com as mãos trêmulas, me aproximo.

Deixo meu celular em cima da mesa e não sei o que dizer. Não sei como justificar essas fotos.

— Pode me dizer o que significa isso? — grita descontrolada.

— Não... não sei. Eu...

Enlouquecida, olha para mim e grita:

— Pelo amor de Deus, Camz. Que merda você foi fazer com Linda?

— Linda?!

— Não se faz de idiota — esbraveja irritada. — Você sabe muito bem que Linda é Belinda.

Escutar esse nome me deixa paralisada. Linda é Belinda? A mulher que traiu Lauren com o pai dela é a mesma com quem saí nas fotos?

Minhas pernas tremem e eu preciso sentar. Busco uma explicação para tudo isso. Estou totalmente convencida de que me enganaram com o objetivo claro de prejudicar nosso relacionamento.

— Lauren... escuta.

Furiosa, chega mais perto de mim e, sem me tocar, berra na minha cara:

— Desde quando você a conhece?

— Lauren, não fala besteira. Eu nem sei quem é essa mulher. Ela e...

— Não acredito em você — grita. — Como você foi capaz? Como?

Nervosa, me levanto do sofá e tento me aproximar dela, mas Lauren está fora de si e não para de andar e gritar pelo quarto. É tão grande que tentar pará-la seria como me chocar contra um trem em alta velocidade.

— Por favor, Lauren, me escuta. Sei que pode parecer outra coisa, mas juro que eu não sabia que essa mulher era Linda, e não fiz nada do que parece que faço nas fotos. Pelo amor de Deus, você tem que acreditar em mim...

Meu celular toca. Está em cima da mesa.

Lauren olha para ele e eu também. Quase fico sem ar quando vejo no visor do aparelho o nome “Belinda”.

Furiosa, Lauren o pega e, após confirmar que é ela e trocar umas palavras bem desagradáveis com sua ex, atira-o no chão. Fecha os olhos. Sua expressão se contrai por alguns segundos. Sua cara é assustadora. Ameaçadora.

Quando abre os olhos, me olha por alguns instantes e depois diz em alto e bom som:

— A brincadeira acabou, senhorita Cabello. Pega suas coisas e vai embora.

Meu estômago se revira. Mal consigo respirar.

— Lauren... querida, você precisa me escutar. Isso tudo é um engano, eu...

— É um erro imperdoável e você sabe tão bem quanto eu. Vai embora!

— Lauren, não!...

Com um desprezo total estampado em seu rosto, olha para mim e diz:

— Primeiro foi com Marisa, agora com Linda. O que mais você está escondendo?

— Nada... se você deixar, eu...

— Você ia morar comigo na Alemanha. Pretendia continuar mentindo?

— Meu Deus, Lauren, quer me escutar e...?!

— Sabe — me interrompe —, mulheres como você, eu tenho todas que eu quiser.

A Lauren prepotente está de volta.

— Não me diga! Mulheres como eu? — grito fora de mim.

— É. Mentirosas. Mentirosas sem escrúpulos e dispostas a magoar quem quer que seja — responde. — Meu erro foi achar que você era especial.

— Não fala bobagem, Lauren, e me escuta, que estou ficando angustiada.

Com expressão cínica, à mulher que amo olha para mim e sorri.

— Se você fica angustiada por achar que Dylan ou qualquer um dos homens e mulheres a quem eu te ofereci não vão mais te chamar, não se preocupa. Eu vou dar seu telefone. Tenho certeza de que eles vão me agradecer.

— Como você pode dizer isso? Como pode ser tão cruel? — Me olha com uma expressão dura, e eu grito desconcertada: — Nem pense em dar meu telefone a ninguém!

Lauren me encara de um jeito desafiador, com os olhos injetados de raiva.

— Tem razão, pra quê? Você sozinha se sai muito bem.

Sem alterar sua expressão, ela se vira e abre a porta da suíte.

— Quando eu voltar do almoço com minha mãe, não quero te encontrar aqui.

Não posso deixá-la ir embora. Não posso deixar nossa relação terminar. Tento segurá-la por todos os meios, mas acabo gritando:

— Se você sair sem falar comigo, sem me dar uma chance de eu me explicar, vai ter que assumir as consequências.

Meu grito a detém, ela se vira de novo e me encara.

— Consequências? Você acha pouco saber que minha suposta namorada e minha ex são mais que amiguinhas?

— Isso é mentira!

— Mentira. As fotos já dizem tudo.

Sem me dar tempo de dizer ou fazer qualquer coisa, ela vai embora, fecha a porta.

Sofrendo e sem respirar direito, vejo a alemã que amo e adoro me enxotando sem querer me ouvir. Quero correr na direção dela, mas sei que não vou conseguir nada.

Se há uma coisa que sei sobre Lauren é que, quando ela se zanga desse jeito, não raciocina. É pior que eu.
Me sento no sofá. Estou tão paralisada que nem sei o que fazer.

Choro e me desespero. Por que ela não quer acreditar em mim? Por que não me escuta? Mil perguntas sem resposta ficam dando voltas na minha cabeça, enquanto tento buscar uma saída, uma solução.

Quando consigo parar de chorar, me levanto e ando até o quarto. Ver a cama revirada me angustia e eu me jogo em cima dela. O cheiro de Lauren, de sexo e de bons momentos vividos horas atrás me faz gritar furiosa.

Olho a tela do computador e observo com frieza a foto em que apareço junto com a agora conhecida como Linda. Como pude ser tão idiota?

Me levanto, pego uma caneta em cima da mesa e, com todo o sangue-frio de que sou capaz, anoto seu e-mail. Essa mulher vai me pagar. Coloco o papel na calça jeans. Dou uma olhada ao redor e guardo na minha bolsa o vestido da noite anterior.

Saio do quarto em seguida, mas, ao passar pela sala, vejo meu celular destruído no chão. Me abaixo, recolho as peças, vou embora da suíte aos prantos e, com a pouca dignidade que me
resta, saio do hotel.


Notas Finais


Lauren é uma babaca também, né? Na primeira oportunidade, já desconfia da Camz...

Falando nisso, eu tô apaixonadaaaa pela a música da Camila. Tá muito foda!


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