História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 93


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.273
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Até domingo, docinhos. Preciso de um dia de descanso. Espero que entendam, beijooos.

Capítulo 93 - Capítulo 93


Na segunda-feira, quando chego ao trabalho, fico sabendo que Lauren, minha suposta namorada, voltou para à Alemanha. Foi embora e não me avisou.

Raquel, sua secretária, está empolgada porque Lauren pediu para ela se encontrar com ela na quarta-feira nos escritórios de Munique.

Isso me tira do sério. Saber que ela foi embora por não querer me ver nem falar comigo me deixa arrasada. E, cada vez que olho para as caixas embaladas, me dá um nó na garganta.

Os dias vão passando dentro do possível. Não ligo para ela. Não mando e-mails. Resumindo, não vivo.

Eu lhe disse que, se fosse embora, teria de assumir as consequências, e sou uma mulher de palavra. Mas tenho que falar com ela. Preciso disso.

Escrevo um e-mail para a tal de Linda ou Belinda, mas ela não responde. Compro um celular e coloco o chip do telefone em que tenho o número dessa sem-vergonha, mas ela não atende. Ligo para Marisa, e ela também não atende.

Estou de mãos e pés atados e não sei o que fazer. Nem como provar a Lauren que o que ela pensa de mim é mentira.

Minha chefe tem sido simpática comigo esses dias. Continuo sendo a namorada da chefona e percebo que ela não me enche de trabalho como fazia há alguns meses. Agora até fico entediada.

Na semana seguinte, quando chego ao escritório na segunda-feira, me surpreendo ao ver Lauren na sala dela. Meu coração dispara. Minhas mãos começam a suar e acho que vou ter um troço. Caminho pelo departamento para que ela me veja. Sei que me viu. Mas, como ela não me liga nem faz nada para falar comigo, resolvo tomar a iniciativa.

Quando abro a porta da sua sala, Lauren me olha de um jeito duro.

— O que deseja, senhorita Cabello?

Fecho a porta. Meu coração está a mil. Vou até sua mesa e murmuro:

— Fico feliz em saber que você voltou.

Me olha... me olha... me olha e finalmente repete com uma expressão neutra:

— O que deseja, senhorita Cabello?

— Lauren, a gente precisa conversar. Por favor, você tem que me escutar.

Com um olhar implacável, ela se recosta na poltrona.

— Já deixei muito claro que eu e a senhorita não temos mais nada a falar. E agora, por gentileza, volte à sua sala antes que eu perca a paciência e a coloque no olho da rua, como está merecendo.

Meu corpo acusa o golpe. Ah, não... isso não vai ficar assim.

Quero gritar. Quero dar um chute nela e não aceito que me trate com tanta frieza.
Mas, como preciso que ela me escute, faço um esforço para engolir o orgulho.

— Senhora Jauregui, gostaria que a senhora ouvisse o que tenho a dizer.

— Saia da minha sala — diz sem alterar sua expressão — e atenha-se à sua tarefa, que é trabalhar para mim e para minha empresa.

A porta é aberta, e Raquel entra com um café. Ela nos observa e, quando faz menção de nos deixar a sós, Lauren diz:

— Raquel, fica aqui pra gente terminar o que estava fazendo. A senhorita Cabello está de saída.

Me revolto e insisto:

— Pelo amor de Deus, Lauren, quer fazer o favor de me dar um minuto?

Ela se levanta. Está superelegante com esse blazer preto. Apoia-se na mesa e diz, olhando nos meus olhos:

— Saia da minha sala imediatamente.

— Não.

— Quer ser demitida?

Raquel faz uma cara cerimoniosa toda sem jeito. Olho para ela e digo furiosa:

— Por favor, sai da sala. Já!

Ela obedece sem hesitar. Lauren solta um palavrão e, quando ficamos a sós, eu tomo coragem, ponho para fora o gênio que meu pai diz que é idêntico ao da minha mãe, e digo:

— Você pode me expulsar, pode me demitir, mas não pode me calar.

— Não quero te ouvir. Já disse que...

Dou um soco na mesa que quase quebra minha mão e a interrompo furiosa:

— Você vai me ouvir, droga, mesmo que seja a última coisa que eu faça na vida.

Lauren fica em silêncio. Continua furiosa, mas pelo menos me olha com curiosidade.

— Essa tal de Linda, junto com Marisa e uma tal de Lorena, apareceu na academia que eu frequento. Marisa me apresentou a elas e em momento algum me contou que aquela era sua ex. Só me disse que se chamava Belinda. Como vou saber que Linda é Belinda? Quando saímos da academia, fomos tomar Coca-cola num bar. Trocamos telefone para marcar de jantar junto com nossos namorados. Depois Lorena sugeriu que a gente fosse à casa de uma conhecida dela pra buscar umas roupas que ela tinha encomendado, e na verdade era uma loja de lingerie. Provei algumas peças pensando em você. Por isso eu estava nua! E foi ali que a tal Belinda tentou algo comigo, mas não conseguiu. Me recusei! Agora sei que foi tudo armado por ela e que a única coisa que essa idiota queria era provocar essa reação em você.

Lauren me encara. Seus olhos me fulminam e sigo:

— Por que você acredita nela e não em mim? Por acaso ela é mais confiável do que eu?

Respiro agitada. Mas o alívio que sinto após lhe contar a verdade é enorme.

— E por que eu deveria acreditar em você?

Uma revolta grande cresce dentro de mim. Sua expressão não é nada boa e eu respondo:

— Porque você conhece nós duas e sabe perfeitamente que eu não sou mentirosa. Posso ter mil defeitos, mas nunca menti pra você. E, antes que você me expulse da sua sala, quero que saiba que estou magoada, furiosa, irritada e morrendo de raiva por não ter percebido a armação dessas bruxas. Mas o ódio que estou sentindo delas nem se compara com o que sinto agora por você. Eu ia abandonar minha vida, minha família, meu trabalho e minha cidade pra ir embora contigo, e acaba que você, à mulher que eu imaginava que cuidaria de mim e me daria carinho, desconfia de mim na primeira oportunidade. Isso me dói, você partiu meu coração e quero que saiba que desta vez a culpa é sua. Sua e só sua.

Lauren olha para mim. Eu olho de volta e nenhuma de nós diz nada. Preciso que ela fale, que me entenda, que diga algo. Mas as palavras ou o gesto de que preciso não chegam.

Lauren segue impassível atrás da mesa, me fulmina com o olhar mas não reage. Minha mão está doendo por causa do soco que dei na mesa e, ao tocá-la, noto o anel que Lauren me deu de presente. Fecho os olhos. Não quero fazer o que tenho que fazer, mas não me resta alternativa. Por fim tiro o anel, deixo em cima da mesa e murmuro diante do seu semblante rígido:

— Ok, senhora Jauregui, o que havia entre nós acabou. Fique feliz por Belinda. Ela venceu.

Dou meia-volta e saio. Não quero olhar para ela. Não quero nada dela.


Notas Finais


Camren acabou <\3


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