História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 94


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 2.024
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey! Eu não iria postar hoje, mas vocês comentaram bastante e isso me deixou feliz. Foram mais de 60 comentários, uau!

Bom, eu separei o ultimo capítulo em duas partes. Posto o outro amanhã ou mais tarde se eu tiver tempo.

Capítulo 94 - Capítulo 94


Estou tão chateada que sou capaz de qualquer coisa.

Logo que saio, Raquel entra na sala de Lauren. Não sei o que estão falando, mas realmente não me importo. Minhas mãos estão tremendo. Quando chego à minha mesa e me sento, minha chefe sai da sala e diz:

— Camila, por favor, me localiza o representante de Sevilha. Preciso falar com ele.

Como um robô, faço o que ela pede. Não quero pensar. Não posso. Nesse instante, Raquel sai da sala de Lauren, olha para mim e entra na sala da minha chefe. Assim que consigo o telefone do representante de Sevilha, entro na sala da minha chefe e Raquel sai, mas, quando faço menção de ir embora, ouço a voz da imbecil da minha chefe dizendo:

— Acabo de ficar sabendo que você devolveu o anel a Lauren Jauregui.

Não respondo. Me recuso a dar satisfação da minha vida a essa idiota.

— O amor de vocês já acabou?

Esse comentário faz meu sangue ferver. Faz com que eu me sinta viva, e então respondo:

— Se não se importa, é um assunto particular do qual prefiro não falar.

Mas a prepotente da minha chefe não consegue ficar quieta.

— Então não vai mais pra Alemanha? — Ao ver que não respondo, volta à carga: — Você realmente acreditava que uma mulher como ela poderia querer alguma coisa séria contigo?

Não digo nada. Tenho vontade de partir para cima dela. Puxá-la pelos cabelos. Mas ela insiste. Parece estar curtindo a situação.

— É bom você se preparar pro que vem pela frente, Camila. Você vai ser motivo de piada durante todo o tempo em que ficar na Müller. Você passou de namorada intocável da chefona a uma mulher rejeitada e digna de chacota na empresa. E, sinceramente, não sinto pena. Você tem se achado o máximo ultimamente e precisa se pôr no seu devido lugar.

Meu sangue ferve... ferve... ferve e sei que não há mais como voltar atrás. Se tem uma coisa que sempre fui nessa maldita empresa, é discreta e trabalhadora. E, se havia alguém que não queria sair espalhando por aí minha relação com Lauren, esse alguém era eu, justamente para evitar as fofocas.

Por isso, e consciente de que o que vou fazer é motivo de demissão, dou um tapa no notebook da minha chefe, fecho a tela bruscamente e contesto com força:

— Prefiro ser a rejeitada pela chefe a ser uma coroa tarada e oferecida que dá em cima de todos os garotinhos que aparecem na sua frente. — Ela abre a boca e eu continuo: — Isso mesmo... Ou você acha que não sei o que você faz de vez em quando nessa sala?

— Não te autorizo a...

— Não me autoriza, é? — eu a interrompo e levanto a voz. — Olha aqui, sua ridícula, tenho sido uma boa secretária. Te acobertei, te defendi, e não contei a ninguém o que vi. E, mesmo assim, você me trata desse jeito pelo que houve entre mim e a senhora Jauregui. Pois bem, cansei de ser boazinha! E a partir de agora, como imagino que já não faço parte da empresa e estamos falando de igual pra igual, quero que saiba que, se você me insultar, eu te insulto de volta. Se você me deixar na mão, eu faço o mesmo. E, se me procurar, vai me encontrar. Porque olha só, ô rainha da cocada preta, sejamos sinceras, aqui todo mundo é alvo de alguma fofoca... eu vou ser a ex da chefe, mas você é e continuará sendo a galinha da empresa que adora que tirem sua calcinha em cima da mesa e joguem em qualquer lugar.

— Pelo amor de Deus, quer parar de gritar?!

Eu rio. Mas meu riso é de nervoso. Me conheço e sei que, após o riso nervoso e a raiva, vão vir a tristeza e por fim o choro. Então, antes disso, tiro o telefone do gancho e jogo em cima da mesa.

— E agora, sua idiota, pode ligar pro RH e dizer pra prepararem minha demissão. Eu mesma vou até lá assinar. Fiquei tão feliz com o que acabei de te dizer, que não estou nem aí pro que vier depois.

Dito isso, dou meia-volta e desapareço da sala. Uau, como me sinto bem!

Ao sair, topo com Raquel e Lauren. Devem ter escutado os gritos. A moça entra na sala e eu a ouço falar com minha chefe, que pede aos berros minha demissão imediata ao RH.

Lauren me observa. Não se move. Está paralisada. Ela não esperava que eu reagisse assim. Sem olhar para ela, vou até minha mesa e começo a juntar minhas coisas.

— Entra na minha sala, Camz.

— Não. Sem chance. E lembre-se, senhora: agora sou a “senhorita Cabello”, entendido?

— Entra na minha sala — repete com fúria.

— Já disse que não — respondo.

Noto que Lauren se mexe nervosa ao meu lado. É a chefe da empresa e tem que manter a compostura. Se agarrar meu braço e me obrigar a entrar, sabe que vou reagir e que todo mundo vai ver. Por isso, ela se agacha para ficar da minha altura e murmura:

— Camz, pequena, sou uma idiota, uma babaca, por favor, dá um pulo na minha sala. Você tem razão. Precisamos conversar.

Ao escutar isso, abro um sorriso. Mas é um sorriso frio e impessoal. Olho para Lauren. E, do mesmo jeito que ela própria costuma fazer, reflito alguns segundos antes de dar a resposta, contraio o rosto e digo:

— Sabe, senhora Jauregui? Agora quem não quer saber nada da senhora sou eu. Acabou a Müller e acabaram muitas outras coisas. Não aguento mais. Vá procurar outra para enlouquecer com suas mudanças de comportamento e suas desconfianças, porque eu me cansei.

Verifico gaveta por gaveta. Não encontro nada dentro, mas faço isso mecanicamente, por via das dúvidas. Fecho-as com força, pego minha bolsa e ando até a porta.

— Aonde você vai, Camz?

Com toda minha petulância madrilenha, jerezana e catalã, eu a olho de cima a baixo e sorrio com frieza.

— Ao RH. A partir de agora, não faço mais parte da “sua” empresa, senhora Jauregui.



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