História Peça-me o que quiser - Camren - Capítulo 99


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Fifth Harmony, Logan Lerman
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Hot
Exibições 1.990
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteeeei e não sei se vai ter mais capítulos hoje. Meu namorado trouxe o video-game e sou viciada. Então vejo vocês provavelmente amanhã.

Capítulo 99 - Capítulo 99


Acordo às sete da manhã. Chove.

Minha irmã já está de pé e, mal vê que me preparo para viajar, gruda em mim como um carrapato e não para de fazer perguntas. Tento escapar dela.

Vou a Huelva fazer uma visitinha a Marisa de la Rosa. Mas Sofia... é muito Sofia!

Por fim, ao perceber que não posso me livrar dela, concordo que me acompanhe. Mesmo que durante o trajeto eu me arrependa e sinta uns impulsos assassinos de jogá-la na sarjeta. É tão chata e repetitiva que tira qualquer um do sério.

Ela não sabe o que realmente aconteceu comigo e com Lauren, e não para de delirar com suas suposições. Se soubesse a verdade, ficaria de queixo caído. Uma mentalidade como a de minha irmã não entenderia minhas brincadeiras com minha ex-namorada.  Pensaria que somos depravadas, ou coisas ainda piores.

No dia em que tudo aconteceu, quando contei a Lauren, amenizei um pouco a realidade. Contei que essas mulheres tinham armado pra cima da gente e por isso havíamos discutido e terminado. Não pude lhe dizer outra coisa.

Quando chegamos a Huelva, estranhamente não estou nervosa. Basta o nervosismo da minha irmãzinha.

Ao chegar à rua indicada no papel, estaciono. Observo ao redor e vejo que Marisa vive muito, mas muito bem. É um bairro de luxo.

— Ainda não sei o que fazemos aqui, fofinha — protesta minha irmã, saindo do carro.

— Fique aqui, Sofia.

Mas, me ignorando, fecha decidida a porta e responde:

— Nem pensar, benzinho. Aonde você for, eu vou.

Bufo, resmungo.

— Ei, espera aí: por acaso eu preciso de guarda-costas?

Ela se põe ao meu lado.

— Precisa, sim. Não confio em você. Tem a língua solta e pode exagerar na grosseria.

— Foda-se!

— Tá vendo? Já disse “foda-se!” — repete ela.

Ignoro. Ando em direção à bonita portaria. Toco o interfone e, quando uma voz de mulher responde, digo na bucha:

— Carteiro.

A porta se abre, e minha irmã, os olhos deste tamanho, me olha.

— Ai, ai, ai, Camila! Acho que você vai fazer uma besteira. Calma, querida, por favor. Calma, que te conheço, tá certo?

Rio e murmuro, enquanto esperamos o elevador:

— Quem fez besteira foi ela quando me subestimou.

— Ai, ai, ai, fofinha!

— Veja bem — sussurro, mal-humorada —, a partir deste momento, quero você de boca fechada. Este é um assunto entre mim e essa mulher. Entendido?

O elevador chega. Entramos. No quinto andar, procuro a porta D e toco a campanhia. Instantes depois, uma mulher de uniforme nos atende.

— O que deseja? — pergunta a jovem.

— Bom dia! — respondo com o melhor dos meus sorrisos. — Gostaria de ver a senhora Marisa de la Rosa. Ela está em casa?

— Da parte de quem?

— Diga que sou Vanesa Arjona, de Cádiz.

A moça desaparece.

— Vanesa Arjona? — cochicha minha irmã. — Que negócio é esse de Vanesa?

Rapidamente, com um gesto seco, ordeno que se cale.
Dois segundos mais tarde, Marisa aparece diante de nós, lindíssima com um conjunto branco-gelo. Ao me ver, sua cara de susto diz tudo. E antes que ela possa fazer ou dizer qualquer coisa, impeço que ela feche a porta, enquanto disparo:

— Olá, sua vadia!

— Fofiiiiiinnnhhhhaaa! — protesta minha irmã.

Marisa treme toda. Olho minha irmã para que fique em silêncio.

— Só quero que saiba que sei onde você mora — sussurro. — Que tal? — Marisa está pálida, mas continuo implacável: — Seu jogo sujo complicou minha vida, mas, pode crer, se eu quiser, posso ser muito pior que você ou suas amigas.

— Eu... eu não sabia que...

— Feche o bico, Marisa! — rosno entre dentes. — Tanto faz o que você me disser. Você é uma desgraçada de uma bruxa: me manipulou de uma maneira vergonhosa. E quanto à tua amiguinha Linda, como tenho certeza que mantêm contato, diga pra ela que o dia em que cruzar comigo vai saber com quem se meteu.

Marisa treme. Olha para o interior da casa, e sei que teme o que eu possa dizer.

— Por favor — suplica —, meus sogros estão aí e...

— Seus sogros? Sensacional! Me apresente pra eles. Será um prazer conhecê-los e contar umas coisas sobre a santinha da sua nora.

Descontrolada, Marisa nega com a cabeça. Está com medo. Sinto pena dela. Ela é uma bruxa, sim, mas eu não sou. Por fim resolvo dar por terminada minha visita.

— Se você se meter a besta comigo de novo, sua bela e confortável vida com seus sogros e seu famoso maridinho vai se acabar. Porque eu mesma vou me encarregar de que seja assim, entendeu?

Concorda, branca como cera. Não me esperava aqui e menos ainda desaforada assim. Quando já disse tudo o que tinha para dizer e me viro para ir embora, minha irmã vem e pergunta:

— É esta a piranha que você procurava?

Faço um gesto afirmativo. Sofia, como sempre, me surpreende:

— Se você se meter de novo com minha irmã ou com a namorada dela, te juro pelo que há de mais sagrado que quem volta aqui com a faca de presunto do meu pai sou eu e te arranco os olhos, sua mocreia de merda!

Marisa, depois da cascata de palavras de minha querida Sofia, bate a porta na nossa cara. Ainda de boca aberta, olho minha irmã e murmuro em tom alegre, a caminho do elevador:

— Ainda bem que a grossa e desbocada da família sou eu. Tá rindo do quê? Não te disse pra ficar caladinha?

— Olha, fofinha, quando se metem com minha família ou a prejudicam, eu viro bicho e armo o maior barraco.

Rindo, voltamos para o carro e regressamos a Jerez.
Quando chegamos, meu pai e meu cunhado nos perguntam sobre nossa viagem.

Nós duas nos olhamos e rimos. Não dizemos nada. Essa viagem foi uma coisa nossa, só nossa.


Notas Finais


Qualquer erro corrijo depois. :)


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