História Peça-Me o que Quiser - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail, Peça-me o que quiser
Personagens Gajeel Redfox, Levy McGarden
Tags Gale, Romance
Exibições 98
Palavras 1.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


YOOOO MEUS PERVERTIDOS-KUN EU VOLTEI COM MAIS UM CAP DESSA FIC QUE VCS GOSTAO TANTO OOOOO...

Isso mesmo mais um cap pra nois e pra amenizar um pouco a perversão esse é bem mais calmo mas espero que vocês gostem logo logo vai ter hentai de novo baa ja perceberam que a fic vai ser toda assim né kkkkk enfim vamos logo pro cap e até lá embaixo,...

Boa Leitura!!!

Capítulo 8 - Baton de Mentirinha...


Estava dormindo como uma pedra quando ouço a porta de casa sendo aberta. Pulo da cama. Que horas são? Consulto o relógio da mesinha de cabeceira: 11h07. Deito de novo.
Não quero saber quem é, até que, de repente, uma pequena bomba cai sobre mim e
grita:

— Oi, tiaaaaaaaaaaaa!

Minha sobrinha Luz.

Penso num palavrão, mas logo olho a menina e a agarro para beijá-la com amor.

Adoro minha sobrinha. Mas, quando eu e minha irmã nos olhamos, meu olhar não é
nada amigável. Vinte minutos depois e assim que saio do chuveiro, entro de pijama na cozinha. Minha irmã está preparando algo para o café da manhã, enquanto minha
querida Luz aperta entre seus braços o coitadinho do Trampo e assiste aos desenhos da televisão.

Entro na cozinha, me sento na bancada e pergunto:

— Posso saber o que você faz na minha casa num sábado às onze da manhã?

Minha irmã me encara e coloca um café na minha frente.

— Me trai — diz num cochicho.

Surpresa com suas palavras, me preparo para responder, mas ela abaixa a voz para
Luz não ouvir e prossegue:

— Acabo de descobrir que o sem-vergonha do meu marido me trai! Passei a vida
inteira fazendo dieta, indo à academia, cuidando do meu corpo pra estar sempre linda e esse desgraçado me trai! Mas não, isso não vai ficar assim. Te juro que vou contratar o melhor advogado que eu encontrar e vou tirar até o último centavo dele. Te juro que...

Preciso de um segundo. Uma pausa. Levanto a mão e pergunto:

— Como você sabe que ele te trai?

— Eu sei e ponto.

— Essa resposta não vale — insisto, até que a menina entra na cozinha.

— Mãe, vou ao banheiro.

Wendy faz que sim e diz:

— Olha, não se esqueça de limpar o bumbum com papel, tá?

A menina desaparece de nossa vista.

— Ontem Ely, mãe de uma amiguinha da Luz — continua —, me contou que descobriu que seu marido a estava traindo quando ele começou a comprar ele mesmo sua própria roupa. E, justamente, há dois dias José comprou uma camisa e algumas cuecas!

Isso me deixa perplexa. Não sei o que dizer. Realmente, dizem que um dos sintomas
para se desconfiar de um homem é esse. Mas, claro, não dá para dizer que isso é regra geral em todos os casos. E menos ainda no caso do meu cunhado. Não, não imagino isso dele.

— Mas, Wendy, isso não quer dizer nada...

— Sim. Isso quer dizer muito.

— Para com isso, sua exagerada! — rio para minimizar a questão.

— Exagerada nada, maninha. Ele me olha dum jeito estranho... como se quisesse me dizer alguma coisa e... quando fazemos amor, ele...

— Não quero ouvir mais nada — interrompo. Pensar no meu cunhado numa cena de sexo não me agrada nem um pouco.

De repente minha sobrinha surge na cozinha e pergunta:

— Tia... por que esse batom não pinta mas treme?

Ao escutar isso, tenho vontade de morrer. Olho para ela e vejo que está segurando o vibrador que Gajeel me deu de presente. Pulo da bancada e o arranco das mãos dela. Minha irmã, mergulhada em suas próprias questões, nem se dá conta. Menos mal. Guardo o maldito batom no primeiro lugar que encontro. Na calcinha.

— É um batom de mentirinha, fofa. Não percebeu?

A menina solta uma risadinha e eu fico desconcertada. Bendita inocência. Minha irmã olha para nós duas, e minha sobrinha diz:
— Tia, não esquece a festa de terça-feira.

— Não vou esquecer, meu amor — murmuro, ao mesmo tempo que afago sua cabeça
com ternura.

Minha sobrinha me olha com seus olhinhos castanhos, torce a boca e diz:

— Briguei com a Alicia de novo. É uma boba e não quero ficar de bem nunca mais.

Alicia é a melhor amiga da minha sobrinha. Mas são tão diferentes que não param de
brigar. Mesmo assim, não conseguem viver uma sem a outra. E eu sou a intermediária das brigas.

— Por que vocês brigaram?

Luz solta o ar bufando e olha para cima com impaciência.

— Porque eu emprestei um filme pra ela, e ela disse que era mentira — cochicha. —
Me chamou de boba e coisas piores, e fiquei triste. Mas ontem ela me trouxe o filme, me pediu desculpas e eu não aceitei.

Sorrio. Minha sobrinha fofa e seus grandes problemas.

— Luz, eu já te disse que, quando a gente gosta de uma pessoa, a gente tem que
tentar resolver os problemas, né? Você gosta da Alicia?

— Gosto.

— E, se ela pediu desculpas pelo erro dela, por que você não aceita?

— Porque estou chateada com ela.

— Está bem, eu entendo sua chateação, mas agora você precisa pensar se isso é tão
importante a ponto de você deixar de ser amiga de uma pessoa de quem você gosta
muito e que ainda por cima te pediu desculpas. Promete pensar nisso?

— Prometo, tia. Vou pensar.

Segundos depois, a menina desaparece dentro do apartamento.

— Posso saber o que você está escondendo nessa calça? — pergunta Wendy.

— Já disse. Um batom de mentira — rio ao lembrar que está dentro da minha calcinha.

Convencida ou não, aceita minha resposta e não pede mais explicações. Fico aliviada. Meia hora mais tarde, depois de minha irmã contar tudo o que aconteceu e de detonar meu cunhado, ela e minha sobrinha vão embora e me deixam em paz em casa.

Consulto o relógio. São 12h05.

Então lembro que Gajeel virá me buscar e digo um palavrão. Não pretendo sair com ele. Que ele saia com a mulher com quem se encontrou ontem à noite. Vou ao meu quarto, pego meu celular e, surpresa, vejo que recebi uma mensagem. É dele.

“Não se esqueça. Passo aí às 13h. ”

Isso me deixa furiosa.
Mas quem ele pensa que é para ocupar meu tempo? Respondo:

“Não pretendo sair. ”

Após enviar a mensagem, respiro aliviada, mas meu alívio dura pouco, até que o
telefone apita e eu leio:

“ Não me irrite, pequena. ”

Que não o irrite?

Esse cara é fogo. E, antes que eu responda, meu celular apita de novo.

“Pelo seu bem, te espero às 13h. ”

Ler isso me faz sorrir.

Que folgado...! Então decido responder assim:

“Pelo seu bem, senhor Redfox, não venha. Não estou a fim. ”

Meu celular imediatamente volta a apitar.

“Senhorita McGarden, você quer me irritar? ”

Boquiaberta, olho para a tela e escrevo:

“ O que eu quero é que você me esqueça .”

Deixo o celular sobre a bancada da cozinha, mas ouço um novo apito. Eu o pego rapidamente.

“Você tem duas opções. A primeira: me mostrar New York e passar o dia comigo. E a segunda: me irritar, mas lembrando que sou seu CHEFE. Você decide. ”

Sinto uma raiva! Seu abuso de autoridade me tira do sério, mas ao mesmo tempo me excita.

Que boba!

Com as mãos trêmulas, deixo o celular na bancada. Não penso responder. Mas o
telefone apita de novo, e eu, curiosa que sou, leio sua mensagem:

“Escolha uma das
opções.”

Irritada, xingo baixinho.
Consigo imaginá-lo sorrindo enquanto escreve essas mensagens. Isso me irrita ainda mais. Largo o telefone. Não pretendo responder e, três segundos depois, ouço um novo apito. Leio:

“Estou esperando e minha paciência não é infinita.”

Desesperada, me lembro de tudo que fizemos. E por fim respondo:

“Às 13h estarei pronta. ”

Espero sua resposta, mas não chega nada. Convencida de que estou me metendo num jogo que eu não deveria jogar, faço outro café e, quando olho o relógio do micro-ondas, vejo que já são 12h40. Sem tempo a perder, corro pela casa.

Notas Finais


VOOOOOOLLLLTTTEEEEIIII DE NOVO HEUHEUHEUE...

o Cap de hoje foi curtinho mesmo mas logo logo no próximo vai ter mais tretas heuheuheu eu pretendo posta amanhã ou hoje de noite quem sabe mas espero que tenham gostado e deixem um comentário pra dar uma forcinha dizendo o que vcs acharam hihihi e até o próximo...

kissus de maçã...


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