História Peça-me o que quiser - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Shay Mitchell
Tags Voyeur
Exibições 81
Palavras 2.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura 📖

Capítulo 12 - Esta preparada para participar do meu jogo?


Entre risadas, insinuações e carícias, bebemos quase toda a garrafa de champanhe, na linda e enorme varanda da suíte. Madri está a meus pés, e eu adoro olhar a meu redor. Mas a proposta que ele fez no restaurante não me sai da cabeça. Eu deveria aceitar ou recusar pelo que ela significa? Estou levemente embriagada. Não estou acostumada a beber, e menos ainda champanhe. Justin fala com alguém pelo celular, e eu o observo. Vestido com esse jeans de cintura baixa e essa blusa preta, ele me deixa com tesão. É forte e atlético. O típico homem de olhos claros e cabelo curto que, quando você vê, não consegue deixar de observá-lo. Me surpreendo ao perceber que ele não tem nenhuma tatuagem. Hoje em dia quase todo homem da sua idade tem uma. Mas de certa forma isso me alegra, porque eu gosto tanto de tatuagens que passaria

o dia inteiro lambendo as suas.

Examino seu corpo com luxúria. Me detenho na parte superior de sua calça e então me dou conta de que ele desabotoou o primeiro botão. Me deixa louca. Me excita. Me incita. Me provoca. Instantes depois, larga o celular e vai até o balde de gelo. Olha para mim e sorri. Calor. Estou com muito calor. Serve as últimas taças e deixa ali a garrafa vazia. Vem para perto, me entrega a taça e murmura enquanto beija minha testa:

— Vamos pro quarto.

O nervosismo se apodera de mim novamente e eu sinto meu sexo se contraindo. Faço menção de calçar meus sapatos de salto, mas ele diz que não, então obedeço.

Chega o momento que eu estava desejando e imaginando desde que o vi me esperando na porta da minha casa com a Ferrari.

Quando entramos num dos lindos e espaçosos quartos, fico admirando a enorme cama. Uma king size. Justin se movimenta pelo cômodo e, de repente, uma música sensual nos envolve. Ele se senta e apoia uma das mãos na cama. Com a outra segura a taça e dá um gole.

— Está preparada para brincar, pequena?

Meu ventre se contrai de ansiedade e sinto que estou ficando molhada. Vendo-o assim, tão sexy, tão viril... Estou pronta para tudo o que ele quiser, e consigo responder: — Sim.

Ele balança a cabeça afirmativamente. Levanta-se. Abre uma gaveta.

Tira dois lenços de seda pretos, uma câmera de vídeo e algumas luvas. Isso me surpreende e me assusta ao mesmo tempo. Mas, incapaz de me mover, permaneço parada à espera de que se aproxime. E ele então vem. Passa a língua por minha boca de forma provocativa e aperta meu traseiro com suas mãos.

— Você tem uma bundinha maravilhosa. Estou com vontade de ex​pe​rimentar.

Assustada, dou um passo para trás. Nunca fiz sexo anal!

Justin entende minha resposta silenciosa. Dá um passo na minha direção. Me agarra de novo pelo traseiro e, enquanto volta a me apertar contra si, murmura:

— Calma, pequena. Hoje não vou penetrar seu lindo traseiro. Me excita saber que serei o primeiro, mas quero que você aproveite e, quando fizermos isso, será devagarzinho e eu vou ficar te estimulando para que você sinta prazer, não dor. Confie em mim.

Engulo a enxurrada de emoções que estão presas em minha garganta, e tento dizer alguma coisa.

— Hoje vamos brincar com os sentidos — prossegue. — Colocarei esta câmera em cima daquele móvel para gravarmos tudo. Então logo poderemos ver juntos o que tivermos feito. Que tal?

— Não gosto de gravações... — consigo dizer.

Abre um sorriso cativante. Seus olhos brilham e ele os crava em mim.

— Não tem problema, Jud. Eu sou o maior interessado em não deixar mais ninguém ver o que gravarmos. Você não acredita em mim?

Penso por alguns instantes e chego à conclusão de que ele tem razão.

Ele é rico e poderoso. De nós dois, é quem mais tem a perder. Acabo aceitando. Ele deixa a câmera em cima do móvel e aperta um botão. Aproxima-se de mim novamente.

— Vou tapar seus olhos com esse lenço. Toca nele! Obedeço sem hesitar e sinto a suavidade do tecido. Seda.

— O que você vai sentir quando estiver nua na cama é a mesma suavidade que sentiu ao tocar o lenço.

Escutar isso me atiça de novo. Concordo num gesto.

— Adoro seus olhos — murmuro, sem conseguir me conter.

— Seu olhar.

Justin me olha por alguns segundos e, sem fazer referência ao que acabo de dizer, continua: — Além de vendar você, como sei que confia em mim, vou amarrar suas mãos e prendê-las na cabeceira da cama para te impedir de me tocar.

— Faço menção de protestar, mas ele põe um dedo nos meus lábios e acrescenta: — É seu castigo, senhorita Flores, por ter esquecido o vibrador.

Seu comentário me faz sorrir e eu olho para as luvas com curiosidade. Justin as coloca em mim e toca meus braços. A suavidade que sinto me encanta. Não sinto seus dedos, apenas a suavidade que essas luvas me proporcionam.

Sem falar nada, senta-se em cima da cama e olha para mim. Rapidamente entendo o que quer, e obedeço. Tiro a calça e a blusa. Repito a operação do dia anterior. Ainda de calcinha e sutiã, me aproximo dele e sinto-o de novo apoiar sua testa na minha barriga e colocar a boca na minha calcinha. A sensação atiça meu clitóris e eu o sinto latejar. Justin retira as luvas que deixa sobre a cama. Me pega pela cintura com suas mãos fortes e me faz montar em cima dele. Olha para mim e sussurra enquanto eu sinto sua ereção entre minhas coxas e seu hálito nos meus seios:

— Está preparada para participar do meu jogo?

— Estou — respondo, cheia de desejo.

— Tem certeza?

— Tenho.

— Pra qualquer coisa? — murmura, perto da minha boca. Encosto minhas mãos em seu cabelo curto e massageio sua cabeça.

— Para qualquer coisa, exceto...

— Sado — ele completa, e eu sorrio.

Desabotoa meu sutiã, e meus seios inchados ficam livres diante dele. Com avidez, Justin os leva à boca. Primeiro um, depois o outro. Endurece meus mamilos com sua língua e seus dedos, e isso me faz gemer.

— Me ofereça seus seios — pede com voz rouca.

Montada em cima dele, eu seguro meus seios com as mãos e os aproximo da boca de Justin. Quando ele faz menção de chupá-los, eu os afasto e ele me dá um tapinha no traseiro. Nos olhamos, e as faíscas entre nós dois parecem prestes a provocar um curto-circuito. Justin me dá outro tapinha. Desta vez arde. E, sem vontade de receber um terceiro, chego com os seios perto da sua boca e ele os toma para si. Dá mordidinhas e os lambe enquanto eu os entrego a ele. Olho na direção da câmera. É inacreditável que eu esteja fazendo isso, mas não posso nem

quero parar. A sensação me agrada. Justin e seu jeito ousado me matam de desejo, e, num momento como este, estou disposta a fazer tudo o que ele me pedir.

De repente, sinto seus dedos por baixo da minha calcinha e isso me excita mais ainda.

— Fique de pé — me ordena.

Obedeço e o vejo deslizar e se sentar no chão entre minhas pernas. Tira devagar minha calcinha e, quando passa pelos meus pés, ele os separa, apoia suas mãos nos meus quadris e me faz flexionar os joelhos. Meu sexo. Minha vagina encharcada. Meu clitóris e eu inteirinha ficamos expostos diante dele.

Sua boca exigente sorri e me provoca com seu olhar para que eu ponha a vagina em sua boca. Faço como ele pede e explodo e respiro ofegante ao sentir seu contato. Justin me agarra pelos quadris e me aperta contra sua boca. Me sinto estranha. Pervertida naquela postura.

Justin está sentado no chão e eu estou em cima dele, movendo meu sexo em sua boca. Gosto disso. Me enlouquece. Me atiça. Sinto meu orgasmo chegando enquanto ele me segura pela parte superior das minhas coxas e me devora com avidez. Sua língua entra e sai de mim e em quero parar. A sensação me agrada. Justin e seu jeito ousado me matam de desejo, e, num momento como este, estou disposta a fazer tudo o que ele me pedir.

De repente, sinto seus dedos por baixo da minha calcinha e isso me excita mais ainda.

— Fique de pé — me ordena.

Obedeço e o vejo deslizar e se sentar no chão entre minhas pernas. Tira devagar minha calcinha e, quando passa pelos meus pés, ele os separa, apoia suas mãos nos meus quadris e me faz flexionar os joelhos. Meu sexo. Minha vagina encharcada. Meu clitóris e eu inteirinha ficamos expostos diante dele.

Sua boca exigente sorri e me provoca com seu olhar para que eu ponha a vagina em sua boca. Faço como ele pede e explodo e respiro ofegante ao sentir seu contato. Justin me agarra pelos quadris e me aperta contra sua boca. Me sinto estranha. Pervertida naquela postura.

Justin está sentado no chão e eu estou em cima dele, movendo meu sexo em sua boca. Gosto disso. Me enlouquece. Me atiça. Sinto meu orgasmo chegando enquanto ele me segura pela parte superior das minhas coxas e me devora com avidez. Sua língua entra e sai de mim e em seguida percorre meu clitóris, me fazendo gemer, enquanto o mordisca com os dentes. Mil sensações tomam conta do meu corpo e eu me entrego a elas. Sou sua. Meu corpo é seu. E, quando põe meu clitóris com cuidado entre seus dentes e sinto-o puxando, solto um grito e enlouqueço.

O calor se espalha por todo o meu corpo. Então sinto que esse ardor está estampado no meu rosto, e acho que vou gozar.

— Deita na cama, Jud — diz ele, parando o que estava fazendo.

Com a respiração entrecortada, eu faço o que ele manda. Quero que continue.

— Vai mais para cima... mais. Abre as pernas pra que eu possa ver o que quero. Obedeço e ele solta um gemido enlouquecido.

— Assim, pequena... assim, mostra tudo pra mim.

Tira a blusa preta e a joga num dos lados da cama. Seus bíceps são incríveis. Depois tira a calça e, enquanto abro as pernas e vejo como ele observa a umidade que eu lhe mostro, noto que as luvas estão a meu lado junto a uma caixa aberta de preservativos. Com firmeza, pega um dos lenços de seda e monta sobre mim.

— Me dá suas mãos. Obedeço.

Ele me amarra pelos pulsos.

Me beija e depois estica minhas mãos atadas por cima da minha cabeça e amarra o lenço a um dos suportes da cabeceira da cama. Respiro com dificuldade. É a primeira vez que deixo amarrarem minhas mãos e estou nervosa e excitada. Quando ele vê que estou bem presa, aproxima seu rosto do meu e me beija primeiro num olho e depois no outro. Instantes depois, coloca na minha frente o outro lenço e amarra na minha cabeça. Não enxergo nada. Apenas ouço a música sensual ao fundo e imagino o que está acontecendo.

Nua e totalmente exposta a ele, sinto sua boca no meu queixo. Ele o beija. Quero me mexer, mas não tenho como. Os nós que ele deu impedem qualquer movimento. Sua boca desce pelos meus seios. Ele se entretém com meus mamilos até endurecê-los de novo e depois usa seus dedos para estimulá-los. Continua descendo até chegar ao meu umbigo, e minha respiração se acelera de novo. Sinto sua boca chegando à minha vagina, beijando-a e me abrindo as pernas. Seus dedos brincam ali e sinto que escorregam pela minha umidade. Ele volta a mergulhar sua boca em mim. Me lambe. Me suga e eu solto gemidos enquanto abro as pernas totalmente para que ele tenha tudo o que quer de mim.

— Adoro seu sabor... — ele diz, após passar alguns segundos chupando meu inchado clitóris.

Depois de dizer isso, sinto sua respiração entre minhas coxas até que um rastro de beijos doces começa a descer em direção a meus tornozelos. A cama se move. Ouço-o afastar-se e escuto de repente que a música está mais alta. Respiro com mais agitação. Quero que ele continue, mas fico com medo por não saber o que vai acontecer. Instantes depois, sinto a cama se mover outra vez e, pelos movimentos, percebo que ele está vestindo as luvas. Acerto.

Suas mãos enfiadas nas luvas começam a percorrer devagar as minhas pernas. Solto um gemido... outro gemido... e outro... Só consigo gemer!

Quando ele dobra minhas pernas e separa meus joelhos... Ai, Deus! Sua boca, de novo exigente, toca meu sexo à procura do meu clitóris. Dá mordiscadas e eu grito. Ele o estimula com a língua e eu solto mais um gemido. Sinto que Justin novamente o pega entre os dentes, mas desta vez não o puxa. Preso entre seus dentes, ele dá toquezinhos com a língua e eu volto a gritar. A pressão que suas mãos exercem sobre mim, acompanhada dos movimentos de sua boca, me deixa louca.

Solto um gemido... outro... e outro... e tento fechar as pernas. Ele não deixa.

Seus dentes agora dão mordidinhas um dos meus lábios internos, e isso me mata de prazer. Me retorço, gemo enlouquecida e abro mais as pernas. Seu jogo me agrada e me excita. Quero mais e ele me dá. De repente, sinto que ele enfia algo em minha vagina. É suave, frio e duro. Introduz com cuidado, gira e logo o retira, depois repete a operação. Estou enlouquecendo de tesão e meus quadris se erguem em busca de mais. Sua boca volta à minha vagina, enquanto ele enfia novamente em mim.

Por alguns minutos, meu corpo é seu corpo. Sou sua escrava sexual. Não quero que pare e, quando ele retira de dentro de mim o que enfiou e sua boca volta a procurar meu clitóris, grito de satisfação quando ele começa a puxá-lo. Gosto disso. Sua mão suave passeia agora pelo meu traseiro. Agarra minha bunda e me aperta contra sua boca. Vou explodir, enquanto um de seus dedos brinca no meu ânus. Descreve pequenos círculos sobre ele, e eu peço mais.

O objeto que antes me deixou louca passeia agora sobre meu orifício anal. Me excita, mas Justin não o enfia em mim. Somente o passeia por ali, como se quisesse indicar que algum dia não vai se contentar só com isso. De repente, um orgasmo me invade, e eu me convulsiono de prazer, enquanto sinto que ele solta minhas pernas.

— Adoro seu sabor, pequena... — repete, ao mesmo tempo que aperta minhas coxas e ouço-o rasgando a embalagem da camisinha.

Incendiada pelo desejo mais incrível que já pude imaginar, sinto meu corpo inteiro arder. Me queimo. Noto que a cama afunda e sinto seu corpo musculoso e poderoso de quatro sobre mim.

— Abra as pernas pra mim.

Sua voz me dando essa ordem neste momento é música celestial para meus ouvidos. Seu corpo se encaixa no meu. Sinto seu pênis duro em contato com minha vagina molhada.

— Peça-me o que quiser — diz.

Meu Deus! Que frase!!! Ele me enlouquece quando diz isso.

Minha impaciência faz com que eu me mexa na cama. Não respondo e ele exige: — Peça. Fale logo ou eu não continuo.

Escondida atrás do lenço, respiro com dificuldade.

— Me come! — consigo dizer em resposta à sua ordem.

Escuto sua risada. Sinto suas mãos sobre minha vagina. Calor! Me toca e abre meus lábios vaginais para enfiar todo seu pênis em mim. Me contorço. Justin não se move, mas sinto as batidas do seu coração quando me sussurra ao ouvido: — Gosta assim?

Balanço a cabeça afirmativamente. Não consigo falar. Minha boca está tão seca que quase não posso articular as palavras.

— Gozou?

— Sim.

— Sentiu prazer?

— Sim... Ofegante, ele dá um tapinha no meu traseiro.

— Ótimo, pequena... Agora é minha vez. Contenho um gemido enquanto sinto meu corpo voltar a arder. Ele belisca suavemente meus mamilos.

— Você está molhadinha e pronta... Adoro isso.

Sinto a cama se mexer de novo. E, ainda dentro de mim, fica de joelhos em cima da cama. Segura meus quadris e começa a bombear com força. Dentro... fora... dentro... fora. Forte... forte...

Me dá a sensação de que vai me rasgar por dentro, mas de tanto prazer.

— Você gosta que eu te foda assim? — me pergunta entre sussurros.

— Gosto... gosto...

Dentro... fora... dentro... fora.

Meu corpo volta a ser dele. Não quero que pare.

Ouço seus gemidos, sua respiração entrecortada, a poucos metros de mim. Sua força me enlouquece e, apesar de que suas mãos, agora sem luvas, me apertam os quadris, não reclamo e abro as pernas para ele. Explodo num orgasmo. Sem poder ver a cena, eu apenas a imagino e isso me deixa com mais tesão ainda. Sou como uma boneca nas suas mãos, e me delicio como me possui. Então ele se inclina sobre mim e, após uma selvagem estocada final, ouço seu grunhido de satisfação.

Instantes depois e ainda ofegante, ele me dá um beijo forte e possessivo. Quando se afasta de mim, desata minhas mãos. Depois ele as segura com carinho e beija meus pulsos. Retira o lenço dos meus olhos e nós nos olhamos.

— Está tudo bem, pequena? Extasiada e um pouco dolorida pela penetração tão profunda, faço um gesto afirmativo com a cabeça.

— Sim. Me dou conta de que só digo sim... sim... sim... mas é que não consigo dizer outra coisa além de “sim!”.


Notas Finais


Olha só quem voooltou, estamos nos 40 favoritos, ebaaaa! Obrigado a todas que comentam e ate as que só observam vocês são demais 💛 espero que tenham gostado, DEIXEM SUAS OPINIÕES LINDAS e falem um nome pra o shipper dos dois hahahah
Falem comigo: 083, 9908, 6632 → Viviane ou Vivi
Beijos, até amanhã!


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