História Peça-me o que quiser - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção, Austin & Ally
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Americasinger, Aseleção, Maxonschreave, Pmoq
Visualizações 368
Palavras 1.333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou inconformada!, Muito obrigada aos comentários anteriores e sim esse é o primeiro capítulo da nossa maratona!
Depende de vocês hoje pois estou com uns capítulos prontos e se tiver muitos comentários igual tivemos nos capítulos anteriores, postarei até cansar! ❤
Quero informar que também se tiver algum nome errado no capítulo é pois eu faço duas fanfic com o mesmo tema sendo "Amexon" e "Auslly" então se vocês verem algum nome erradinho andando pela capítulo, me informem para eu poder corrigir ❤

Capítulo 14 - Capítulo 13


Estamos encharcados e colocamos toalhas nos bancos de couro do carro. Maxon me entrega as chaves do Lotus outra vez.

- Continuemos a aventura - murmura.

Entre risadas, chegamos a Sitges. Estacionamos o carro, e não me surpreendo quando, depois de guardar as chaves na minha bolsa, Maxon busca minha mão. E, como um casalzinho, caminhamos de mãos dadas pelas ruas dessa bonita região.

O calor seca nossas roupas e Maxon me leva a um restaurante maravilhoso onde almoçamos enquanto observamos o mar. Nossa conversa flui com facilidade, ou, melhor, a minha conversa flui com facilidade. Não paro de falar e ele sorri. Poucas vezes o vi assim. Nessa hora, nem ele é meu chefe nem eu sou sua secretária. Somos apenas um casal que aproveita um momento agradável.

À tarde, por volta das seis, decidimos dar um mergulho. Assim que entramos na água, Maxon me pega em seus braços e caminha comigo até mais para o fundo, depois me solta e eu acabo engolindo um pouco de água. Ah, isso não vai ficar assim! Disposta a fazê-lo pagar pela travessura, coloco uma perna entre as suas e, quando ele menos espera, eu vou lá e o afundo. Isso o surpreende, e agora preciso fugir dele, mas Maxon me segura de novo e me afunda no mar.

Passamos um tempinho divertido na água e, quando saímos, nos atiramos sobre nossas toalhas na areia e nos secamos ao sol em silêncio. A moleza me domina e estou quase caindo no sono quando Maxon se levanta e me propõe tomar alguma coisa gelada.

Aceito imediatamente. Recolhemos nossas coisas e vamos a um quiosque.

Maxon vai pedir as bebidas enquanto eu me sento numa mesinha e meu telefone toca.

Minha irmã. Fico na dúvida se atendo ou não, mas ao fim decido que não e interrompo a chamada. O celular toca outra vez e eu acabo cedendo.

- Fala, sua chata.

- Chata? Como chata? Te liguei mil vezes, sua ingrata.

Sorrio. Não me chamou de "maninha". Está chateada. Minha irmã é uma figura, mas, como não estou a fim de ficar três horas conversando com ela, pergunto logo:

- O que houve, Claudia?

- Por que você não me liga?

- Estou muito enrolada. O que você quer? - pergunto enquanto observo Maxon pedindo as bebidas e logo digitando alguma coisa no celular.

- Falar contigo, fofaaaaa.

- Claudia, querida, posso te ligar mais tarde? Agora não estou podendo falar.

Do outro lado da linha, ela suspira.

- Tudo bem, mas me liga mesmo, tá?

- Beijossss.

Encerro a ligação e fecho os olhos. A brisa do mar sopra no meu rosto e eu estou feliz.

O dia está sendo maravilhoso e eu não quero que acabe nunca. O telefone toca outra vez e, convencida de que é minha irmã, respondo:

- Caramba, mas como você é mala, Claudia. O que te deu?

- Oi, gata, sinto dizer que não sou a mala da Claudia.

Logo percebo que é Aspen, o filho do Bicho. Mudo o tom da voz e solto uma gargalhada.

- Oi, Aspen, desculpa! Acabei de desligar com a minha irmã e você sabe como ela é chata...

Escuto sua risada.

- Onde você está? - pergunta.

- Em Sitges, Barcelona.

- Fazendo o quê aí?

- Trabalhando.

- No sábado?

- Nããããão... hoje não. Hoje estou curtindo o sol e a praia.

- Com quem?

A pergunta me pega tão de surpresa que nem sei o que responder.

- Com um pessoal da minha empresa - digo, por fim.

Maxon se aproxima. Deixa em cima da mesa uma Coca com muito gelo e uma cerveja, e se senta ao meu lado.

- Quando você vem a Jerez? Já estou te esperando.

- Daqui a alguns dias.

- Vai demorar tanto assim?

- Acho que sim.

- Que merda - ele diz.

Incomodada com a forma como Maxon me observa e escuta a conversa, respondo:

- Você aproveite bem aí. Já sabe que não precisa sofrer por mim.

Aspen suspira. Não gostou nem um pouco das minhas palavras, e acrescenta:

- Só vou aproveitar quando você chegar. As férias sem minha conterrânea preferida não têm a menor graça.

Seu comentário me faz rir. Maxon olha para mim.

- Ah, Aspen, não seja bobo. Você vai ficar bem e, quando eu chegar aí, te dou um toque e a gente se vê, ok?

Após nos despedirmos, fecho o celular, deixo na mesa e pego a Coca-Cola. Estou morrendo de sede. Por alguns segundos, Maxon me olha enquanto bebo.

- Quem é Aspen?

Deixo o copo em cima da mesa e tiro o cabelo do rosto.

- Um amigo de Jerez. Queria saber quando vou pra lá.

De repente me dou conta de que estou lhe dando explicações. O que estou fazendo? O que deu em mim?

- Um amigo... muito amigo? - insiste.

Sorrio ao pensar em Aspen.

- Digamos que só amigo.

O homem maravilhoso que está a meu lado balança a cabeça concordando e olha para o horizonte.

- Qual é o problema? Você não tem amigas?

- Tenho... e com algumas eu faço sexo. Você faz sexo com Aspen?

Se eu pudesse me ver, veria a cara de idiota que fiz ao ouvir a pergunta de Maxon .

- Às vezes. Quando estamos a fim.

- É bom com ele?

Essa pergunta tão íntima me parece totalmente fora de lugar.

- É.

- Tão bom quanto comigo?

- É diferente. Você é você, ele é ele.

Maxon crava os olhos em mim e me observa... me observa e me observa.

- Você está certa, Ames. Aproveite sua vida e o sexo.

Depois disso, não pergunta mais nada sobre Aspen. Nossa conversa continua, e o clima bom entre nós também.

Às sete da noite, decidimos voltar a Barcelona. De novo Maxon me dá as chaves do Lotus e eu dirijo fascinada, curtindo o momento.

Mais tarde, quando chegamos ao hotel,Maxon pede que nos tragam algo para comer no meu quarto e durante horas transamos de forma selvagem.

O fim de semana passa e na segunda-feira pegamos um avião até Guipúzcoa. A atitude

de Joey em relação a mim não mudou quase nada. Está mais distante e agressiva, mas com Maxon ela não é assim. Fico irritada com o esforço que ela faz para que ele não preste atenção em mim. Mas o tiro sai pela culatra o tempo todo. Maxon, em suas funções de chefe, me solicita continuamente, e isso tira Joey do sério. As reuniões se sucedem e, após Guipúzcoa, vamos às Astúrias.

Durante o dia,Maxon e eu trabalhamos lado a lado como chefe e secretária, e à noite brincamos e curtimos um ao outro. Sua luxúria parece algo inato, e cada vez que

estamos juntos ele me enlouquece com a forma como me faz fantasiar e com seu jeito de me tocar e de me possuir. Adora olhar para mim enquanto me m/asturbo com o

vibrador que ele me deu de presente - capricho que eu lhe concedo com muito prazer. O prazer que me faz sentir é tanto que sinto vontade de ir de novo a uma casa de swing e

experimentar o mesmo da outra vez. Quando confesso isso,Maxon cai na gargalhada e, ao me penetrar, imagina que outro homem está me possuindo enquanto ele observa. Essa

fantasia me deixa louca.

Na quarta-feira, quando chegamos a Orense, vamos direto para uma reunião. No caminho, Maxon fala por telefone com uma tal de "Celeste" e se mostra irritado. O dia passa e

ele termina se estressando pela falta de profissionalismo do chefe da sucursal. Não preparou nada do que era necessário, e Maxon reage muito mal. Tento interferir para

apaziguar os ânimos, mas Maxon, meu chefe, acaba me repreendendo e me mandando calar a boca com apenas o olhar.

Na viagem de volta, o humor de Maxon está péssimo. Joey olha para mim com ar de superioridade e eu tenho vontade de matá-la. Quando chegamos ao hotel, Maxon pede a Joey que desça do carro e nos deixe um minuto a sós. Ela obedece e, assim que fecha a porta, Maxon olha para mim com uma expressão que me magoa.

- Que esta tenha sido a última vez que você fala numa reunião sem que eu peça.

Entendo sua irritação. Ele está certo e, embora sua bronca tenha me magoado, quero pedir desculpas, mas ele me interrompe:

- No fim das contas a Joey pode ter razão. Tua presença não é necessária


Notas Finais


Nossa fanfic ganhou uma capa!, Inacreditável ❤
E teremos mais duas capas ainda por vir!, Estão preparadas!?
COMEÇOU A MARATONA!


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