História Peça-me o que quiser - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção, Austin & Ally
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Americasinger, Aseleção, Maxonschreave, Pmoq
Visualizações 353
Palavras 1.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Misericórdia, muita gente se revoltou contra o Maxon, ainda estou do lado dele pois mesmo ele sendo um babaca teve seus motivos em meninas!
Agora a gente vai fazer um joguinho.
Escolham qual time vocês estão!
Vejo vocês nas notas finais para explica!

Capítulo 15 - Capítulo 14


Me dá muita raiva ouvir Maxon mencionando essa mulher e saber que ela fala de mim.

- Não estou nem aí para o que essa idiota diz sobre mim.

- Mas talvez eu, sim, esteja aí - replica.

Passa a mão na cabeça e nos olhos. Sua cara não está nada boa. O telefone dele toca.

Maxon olha para o aparelho e interrompe a chamada. E, numa tentativa de amenizar o malestar entre nós, murmuro:

- Você está com uma cara péssima. Está com dor de cabeça?

Sem responder, me lança seu olhar impiedoso.

- Boa noite, Ames. Até amanhã.

Olho para ele, surpresa. Está me expulsando?

Com a dignidade que me resta, abro a porta do carro e saio. Joey espera a poucos metros e prefiro não olhar para ela quando passo a seu lado, senão vou acabar partindo

para cima dessa mulher. Vou direto para o quarto.

Na manhã seguinte, quinta-feira, quando o despertador toca às 7h20, eu solto um palavrão. Quero dormir mais.

Em meio a grunhidos, me levanto e ando até o chuveiro. Preciso da água fria no meu corpo para me acordar.

Debaixo d'água, me lembro de que já é quinta-feira e isso me deixa alegre. Em breve

Maxon e eu teremos o fim de semana inteiro para ficarmos juntos. Ótimo!

Quando volto para o quarto, enrolada numa toalha felpuda de cor creme que tem um cheiro maravilhoso, dou uma olhada na mesinha de cabeceira.

- Ah, vibradorzinho! Adorei nossa noite ontem.

Solto umas risadas.

Em cima de lenços de papel está o vibrador em formato de batom que usei ontem à noite para relaxar. Pego o presentinho de Maxon. Suspiro enquanto me lembro da explosão

de prazer que senti ao brincar com ele.

Bem-humorada desde cedo, pego o vibrador e volto ao banheiro. Passo uma água nele e o coloco na bolsa. Agora já não esqueço mais. Eu e o vibradorzinho, juntos até a morte.

Abro a mala e pego uma calcinha. Enquanto a coloco, lembro que tenho que pedir a Maxon que me devolva a que ele roubou de mim, ou então vai ficar faltando calcinha para os

próximos dias. Minha irritação desapareceu completamente. Tenho certeza de que a dele também e de que temos um dia maravilhoso pela frente.Dou uma olhada no armário e escolho um conjunto azul com saia e uma camisa aberta. Hoje quero estar sexy para que Maxon sinta vontade de voltar logo ao hotel.

Às oito, alguém toca a campainha do meu quarto e, segundos depois, uma camareira muito gentil deixa um lindo carrinho com o café da manhã e em seguida vai embora.Quando levanto as tampas das travessas, pulo de felicidade ao ver a quantidade de

bolinhos que tenho diante de mim. Pego uma cadeira e me sento. Bebo um pouco de suco de laranja. Hummmm, que delícia! Tomo um café com um minissanduíche. Depois

como um pão doce e, quando estou quase atacando uma rosquinha, me controlo e consigo vencer a tentação. Muita comida!

O celular apita. Recebi uma mensagem.

Maxon.

"8h30 na recepção."

Que direto!

Nem um simples "Bom dia, pequena", "Ames" ou o que for.

Mas, sem tempo a perder e ansiosa para vê-lo de novo, pego minha pasta. Enfio nela o notebook e os documentos de ontem. Hoje vamos a outra sucursal das Astúrias, e só

espero que o dia transcorra melhor do que ontem.

Ao chegar à recepção, vejo Maxon apoiado numa mesa. Está incrível com seu terno cinzaclaro e sua camisa branca. Noto que seu lindo cabelo ainda está um pouco molhado do banho e estremeço. Teria adorado tomar banho com ele.

Duas mulheres que passam a seu lado se viram e ficam olhando. Normal. É um homem muito atraente. Ao passarem a meu lado, observo suas caras e percebo que estão cochichando. Imagino sobre o que falam. Decidida, caminho em meus saltos altos na direção dele e passo a mão nas suas costas enquanto o observo lendo concentrado o

jornal. Quando chego bem à sua frente, eu o cumprimento com voz melosa:

- Bom dia!

Maxon não olha para mim.

- Bom dia, senhorita Singer.

Mas peraí... voltamos aos malditos sobrenomes?

Não esperava que ele me pegasse em seus braços e sorrisse para mim como se fosse meu namorado. Mas, por favor, um pouco mais de cordialidade após uma noite separados!

Sua indiferença me desconcerta.

Por que não olha para mim?

Mas, sem querer entrar no jogo de gato e rato, continuo a seu lado esperando que decida quando vamos sair. Dou uma olhada no relógio. Oito e meia. Olho para a entrada

do hotel e vejo a limusine esperando. Por que continuamos parados aqui? Maxon ignora minha presença e segue lendo o jornal com expresão tensa. Será que ainda está irritado?

Tenho vontade de perguntar, mas não quero tomar a iniciativa. Não quero dar o primeiro passo.

Não me mexo. Minha respiração mal se ouve. Tenho certeza de que está esperando algum movimento da minha parte para logo soltar suas palavras ácidas.

As pessoas, em sua maioria executivos como nós, passam ao nosso lado. São 8h35.

Me espanta que ainda estejamos aqui, já que Maxon é obcecado com horário. Já são 8h40.

Continua muito calmo, sem se importar com o fato de eu estar parada a seu lado como

uma idiota, quando ouço uns saltos acelerados. Joey, com um blazer e uma saia branca, se aproxima de nós.

Nem olha na minha cara. Só tem olhos para Maxon, a quem se dirige em alemão:

- Desculpa a demora, Maxon. Um probleminha com minha roupa.

Vejo que ele sorri.

Olha para ela, examinando-a de cima a baixo com seus olhos esverdeados.

- Não se preocupe, Joeu. A demora valeu a pena. Dormiu bem?

Ela sorri.

- Sim - responde, sem se importar com minha presença. - Consegui dormir um pouco.

Disse "Consegui dormir um pouco"? Peraí, o que esses idiotas estão dando a entender?

Ela sorri, toda boba após a farra da noite anterior, e toca na cintura dele. Essa intimidade me incomoda. Acho repugnante. E ao mesmo tempo seus sorrisos me revelam muitas coisas.

Respiro com dificuldade ao me dar conta do que houve entre esses dois, e tenho vontade de gritar e espernear. De repente, Maxom apoia a mão nas costas de Joey e, tocando rapidamente sua cintura, diz:

- Vamos, o motorista está esperando.

E, sem olhar para mim, começa a caminhar com essa mulher a seu lado e me ignora completamente.

Eu os observo petrificada.

Não sei o que fazer. Um ciúme incontrolável que até então eu não havia sentido se instala no meu estômago, e estou com vontade de pegar o lindo jarro de cima da mesa e

quebrar na cabeça dele.

Meu coração está a mil. Sua batida é tão forte que tenho a sensação de que a recepção inteira consegue ouvir. Aquilo me humilha, me aborrece, e ele continua impossível. Idiota!

A frieza de Maxon continua e eu não entendo por quê. Mas não. Não vou aceitar isso.Maxon não me conhece, e ninguém ousa me humilhar dessa forma. Começo a caminhar atrás deles.

Se esse babaca alemão acha que vou armar um barraco, ele acertou. Não vou deixar por menos! Quando chegamos à limusine, o motorista abre a porta. Joey entra, em seguida ele entra e, na minha vez de entrar, Maxon faz um gesto com a mão.

- Senhorita Singer, sente-se na cabine da frente com o motorista, por favor.

Putz! Que golpe desgraçado que ele me dá bem na frente de Joey.

Mas, surpreendentemente, sorrio com frieza e digo:

- Como o senhor quiser, senhor Schreave.

Com minha máscara de indiferença, me sento ao lado do motorista. Que cara emburrada eu devo estar fazendo! Por alguns segundos eu os ouço falar e rir atrás de mim até que um ruído metálico soa em meus ouvidos. Com o canto do olho vejo um vidro opaco dividindo a parte de trás e a parte da frente do carro. Estou furiosa. Irritada. Exasperada.

Não gosto desse joguinho e não entendo por que ele faz isso comigo. Instintivamente cravo as unhas nas palmas das mãos, até que o motorista me pergunta:

- Quer ouvir música, senhorita?

Faço que sim com a cabeça. Não consigo falar nada. Coloco meus óculos escuros e escondo meus olhos. De repente, começa a tocar a música de Dani Martín, Mi lamento e

eu sinto muita vontade de chorar.

Meus olhos estão ardendo e as lágrimas imploram para sair. Mas não. Não vou chorar. Engulo as lágrimas e tento curtir a música e a viagem. Chego até a cantarolar.

Durante os 45 minutos do trajeto, minha mente trabalha a toda velocidade. O que aqueles dois estão fazendo ali atrás? Por que Maxon me pediu para sentar na frente? Por que continua chateado comigo? Quando o carro para, desço sem esperar que o motorista abra a porta para mim. Que ele faça isso aos dois lá de trás. Aos patrões.

Assim que desço, sorrio ao ver Santiago Ramos. É o secretário dessa sucursal e entre nós dois sempre rolou uma química. Mas uma química do bem. Decente. O motorista abre a porta, e Maxon e Joey saem do carro. Não me viro para eles. Me limito a olhar para a frente com meus óculos escuros.

Maxon cumprimenta Gutiérrez, o chefe da sucursal, e o pessoal da diretoria. Apresenta todos eles a Joey e depois a mim. Com profissionalismo, aperto as mãos deles para depois acompanhá-los até uma sala. Mas agora, em vez de ir atrás de Maxon e Joey, me demoro para poder cumprimentar Santiago. Damos dois beijinhos e entramos na sala conversando.

Antes de nos sentarmos, umas senhoras nos oferecem café. Aceito com prazer. Preciso de café. Tomo três. Conforme o tempo vai passando, a distância de Maxon e a conversa com Santiago começam a me acalmar. Nesse momento, percebo que Maxon se vira. É só um instante, mas sei que olhou para mim. Me procurou.

Santiago e eu continuamos conversando e nós dois rimos, quando ele conta algumas coisas da filha dele. É um paizão e isso me comove. Dez minutos depois, todos nós passamos à sala de reuniões, nos acomodamos em nossos lugares e, como sempre, Maxon senta à cabeceira da mesa. Joey fica à sua direita e eu tento me colocar num segundo plano. Não quero olhar para ele. Não sinto vontade.

- Senhorita Singer - ouço meu chefe me chamar.

Sem hesitar, me levanto e me aproximo dele com profissionalismo.

Seu perfume invade minhas narinas e me desperta mil sensações, mil emoções. Mas consigo manter inabalada a expressão do meu rosto.

- Sente-se na outra ponta da mesa, por favor. De frente para mim.

Eu vou matá-lo... matá-lo e matá-lo.

Não quero olhar para ele, nem quero que olhe para mim. Mas, disposta a ser a secretária perfeita, pego meu notebook e me sento onde ele indica. Do outro lado da mesa, de frente para ele.

A reunião começa e eu fico atenta a tudo que falam. Não olho para ele e acho que ele também não está me olhando. Estou com o notebook aberto diante de mim e temo

receber alguma mensagem de Maxon. Por sorte, não chega nenhuma. À uma da tarde, a reunião é interrompida. Hora do almoço. O chefe da sucursal reservou mesa num hotel próximo, e Santiago me convida para ir no carro dele. Aceito.

Sem olhar para meu Iceman, que está ao lado de Joey, passo reto por ele, até que o ouço me chamar. Peço a Santiago que me dê um segundo e vou até meu chefe.

- Vai aonde, senhorita Singer?

- Ao restaurante, senhor Schreave.

Maxon olha para Santiago.

- Pode vir conosco na limusine.

Ótimo. Agora o desconfiado é ele.

Que se dane!

Joey nos olha. Não entende o que estamos dizendo. Falamos em espanhol, e imagino que isso a incomode.

- Obrigada, senhor Schreave, mas, se não se importa, irei com Santiago.

- Me importo - responde.

Não há ninguém ao nosso redor. Ninguém pode nos escutar.

- Pior para o senhor.

Dou as costas a ele e saio.

Dá-lhe, fúria espanhola!

Espanha 1 - Alemanha 0.


Notas Finais


Escolham o time de vocês!

1- Alemanha! ( Time Maxon!)

2- Espanha! ( Time America!)

Comentem ❤


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