História Peça- me o que quiser (CAMREN) - Capítulo 136


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags !kink, Bdsm, Camren, Daddy, Femmslash, Lauren G!p, Sado
Visualizações 577
Palavras 770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MARATONA 4 DE 6

Capítulo 136 - Capítulo 10 - Livro III


Nunca gostei de despedidas e menos ainda se envolvem meu pai, minha irmã e minhas sobrinhas. Me afastar deles de novo me parte o coração, mas tenho Lauren para me fazer sorrir e prometer que os veremos sempre que eu quiser.

No aeroporto de Cojimar, o jato nos espera. Minha sobrinha faz de tudo para embarcar. Quer uma barra de chocolate, e a aeromoça entrega uma com alegria. Mas o tempo passa, é hora da partida, e não há mais remédio: temos que nos despedir.

— Olha, moreninha — diz meu pai ao me abraçar —, você está muito feliz. Dá pra ver. Sempre gostei de Lauren, desde o começo, você sabe, né? Então sorria e curta a vida, que eu me viro também.

Faço o que ele recomenda, mas respondo:

— Papai, é que morro de saudade de vocês. E esse negócio de não saber quando vamos nos

ver de novo...

Meu pai sorri, bota um dedo sobre meus lábios e diz:

— Prometi a Lauren que passaremos o próximo Natal todos juntos nos EUA. Essa garota te ama. E não parou de me pedir até que me convenceu.

— Sério?

Meu sorriso se abre, e abraço meu pai de novo. Enquanto isso, olho Lauren, que nesse momento se despede de minha irmã, todo sorridente. Nunca imaginei que uma mulher como ela se preocuparia tanto com meu bem-estar. Mas aí está, essa americana meio quadrada que me apaixonou, conseguindo que eu volte a sorrir.

Quando me separo de meu pai, é minha irmã que se aproxima com cara de patinho feio.

— Você nem foi e já estou com saudade.

Sorrio e a abraço. Dessa vez sou eu que digo:

— Ai, fofinhaaaaa, te amo muito!

Rimos, mas insisto:

— Comporte-se com o canadense. E, mesmo que queira ser moderna, pense bem antes de fazer qualquer coisa, que de moderna você tem muito pouco, ok?

Minha louca irmã sorri e me cochicha ao ouvido:

— Me pediu que o acompanhe a Havana.

— Séria? Quando?

— Daqui a três semanas. Amanhã vai pra Santiago. Prometi acompanhá-lo quando voltar. Olha, no fundo é uma boa ir, assim trago as coisas que Jade precisa. Calma, sou moderna, mas não vou dormir com ele. Não estou tão desesperada! — Ao ver minha cara de gozação, diz: — Ontem à noite falei da viagem com papai e ele achou uma boa. Bom, me disse que gosta do canadense. Que é um homem de verdade, com H maiúsculo.

Acho graça. Meu pai e seus homens de verdade.

Me disse praticamente mesma coisa quando conheceu Lauren. Eles devem ter um código especial que nós, mulheres, não conhecemos. Meu pai viu em Lauren e em Grey a mesma seriedade em relação a suas filhas meio louquinhas.

— Ouça, Sofia, tem certeza do que vai fazer?

Ela sorri. Olha para Grey, que está com o resto do grupo.

— Não, fofa. Mas preciso fazer alguma coisa maluca. Nunca fui espontânea e tenho vontade de viver algo diferente com este homem. Nossa história vai durar o tempo que ele ficar em Cuba, mas...

— Sofia, você vai sofrer quando ele for embora. Eu te conheço!

Minha irmã concorda, mas com uma calma que ultimamente me confunde, responde:

— Sei, fofa, mas quero aproveitar o tempo que ele estiver aqui. Tenho consciência de minha situação, de que tenho duas filhas, acho que não posso pedir grandes emoções da vida. Por isso, vamos lá, a vida é curta!

Sorrio, mas me dá pena que pense assim. É jovem demais para acreditar que sua vida já não será emocionante. Quando vou falar, chega Lauren, que me segura pela cintura:

— Meninas, sinto interromper este momento de vocês, mas o piloto avisou que temos de partir.

Então se aproxima o tão falado canadense. Enquanto minha irmã e Lauren se despedem, eu o olho, mas ele diz antes de mim:

— Já sei. Não se preocupe. Eu darei um jeito pra que ela e todos fiquem bem. Já falei com Lauren, mas quero agradecer a você também por me emprestar a Vila Moreninha.

Não consigo dizer nada. Sem resposta nenhuma, sorrio e bato com o punho em seu peito:

— Já sabe, cara, como reajo quando a coisa não me cai bem. Entendido? — aviso.

O casinho de Sofia sorri e me dá dois beijos. Abraço de novo meu pai, minha irmã e beijo minha Jade como se fosse a última vez (ela choraminga porque Jin vai embora). Também beijo Isabella, de novo falando tatibitate, e meu pai diz:

— Lembre-se, moreninha, quero mais netos. E, se for um netinho, melhor!

— Eu prefiro outra moreninha — balbucia minha esposa.

Não respondo.

Minha cara diz tudo.

Eles sorriem. Viro os olhos, enquanto coço o pescoço.

Esses dois!



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