História Peça- me o que quiser (CAMREN) - Capítulo 137


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags !kink, Bdsm, Camren, Daddy, Femmslash, Lauren G!p, Sado
Visualizações 1.106
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MARATONA 5 DE 6

Capítulo 137 - Capítulo 11 - Livro III


A chegada ao aeroporto Wilcox Field Miami International Airport é no tempo previsto e sem complicações. Quando desembarcamos, Lauren se distrai falando com o piloto, e vejo Norbert com o carro. Jin corre para ele e se atira em seus braços. Me emociono ao notar como o homem sorri de felicidade ao ver o garoto.

Depois que o menino se mete no carro com Sabrina e Dinah, eu olho Norbert com cumplicidade e lhe dou um abraço. Como sempre, ele fica mais duro que um poste, mas não me importo, eu o abraço do mesmo jeito e o ouço dizer emocionado:

— Que alegria tê-la em casa de novo, senhora Camila Jauregui.

Sorrio. Passei de senhorita Camila à senhora Jauregui!

— Norbert, não combinamos que me chamaria por meu nome?

O homem concorda com a cabeça e diz, depois de cumprimentar Lauren com um aperto de mãos:

— Isso é coisa de minha mulher, senhora. Aliás, ela está louca pra tê-la de novo em casa.

Quando chega nossa bagagem, Norbert a bota no porta-malas do carro, enquanto Lauren me segura pela cintura com atitude possessiva, me dá um beijo e murmura:

— Está de novo em meu território, pequena.

Sua expressão é divertida. Beliscando-a na cintura, explico:

— Perdão, bonitona, mas este território agora é meu também.

Animadas, embarcamos e seguimos para nossa casa. Nosso lar. No caminho, Sabrina olha pela janela com curiosidade e, enquanto os homens brincam com Jin, vou explicando por onde passamos.

Lauren sorri satisfeita ao ver que sei me virar em Miami. Pisco um olho para ela. Ao chegar em casa, Norbert abre o portão — uma grade cor de aço — com o controle. Quando cruzamos o lindo jardim, vejo Lana na porta principal da casa, junto com Susto e Duke.

A mulher sorri radiante e corre até o carro com os cachorros.

Emocionada, antes que o carro pare, abro a porta e desço como uma louca. Susto e Duke se atiram sobre mim e eu os beijo, enquanto eles pulam e latem de felicidade. Segundos depois, meu olhar cruza com o de Lana, minha Lana!, e me fundo num caloroso abraço com ela. Mas de repente noto que alguém me pega pelo braço e me puxa. Então me deparo com a expressão perturbada de Lauren. O que deu nela?

— Ficou louca?

Surpresa com sua seriedade, em especial com o tom de sua voz, pergunto:

— Por quê? O que foi?

Jin, que se atirou bruscamente nos braços de Lana, diz:

— Tia Mila, não pode abrir a porta com o carro em movimento. Isso é perigoso.

Nessa hora me dou conta de que isso é verdade. Minha impulsividade me deu mais uma rasteira. Horrorizada, pestanejo. Lauren nem se mexe. Que péssimo exemplo sou para Jin. Olhando minha americana irritada, murmuro, enquanto Susto pede atenção:

— Sinto muito, Lauren. Nem me dei conta. Vi Lana e...

A expressão de meu amor se descontrai. Ela passa a mão pelo meu rosto e diz:

— Eu sei, querida. Mas, por favor, tenha mais cuidado, tá bem?

Sorrindo, eu a abraço e suspiro.

— Prometo, mas agora sorria, por favor.

Ela não hesita. Sua expressão fica risonha outra vez. Ela me beija nos lábios.

— Quando estivermos sozinhas, você vai me pagar.

Com expressão sacana, eu a olho e cochicho, antes que Sabrina chegue até nós:

— Uau, isso tá ficando interessante.

Depois de uma gargalhada, Lauren cumprimenta os enlouquecidos Susto e Duke. Como meus cachorrinhos estão emocionados de nos ver de novo! Quando Lauren, junto com Jin, se abaixa e os abraça, meu coraçãozinho bate desenfreado. Se lhes dissessem, um ano atrás, que fariam isso, estes dois duros americanos não teriam acreditado. Mas aí estão, tia e sobrinho esbanjando mil carinhos a nossos bichinhos de estimação.

Quando Jin corre até um lado do jardim, os cachorros vão atrás dele. Enquanto Norbert tira as malas, Lauren tira a cadeira de rodas, onde, depois de aberta, Dinah senta.

— Camila, como estou contente de te ver!

— E eu de ver você, Lana. Acredite se quiser, morri de saudades de você.

A mulher sorri. Ao ver Sabrina ao nosso lado, apresento-a:

— Lana, esta é Sabrina.

— Prazer, senhorita Sabrina.

— Por favor, Lana — diz a jovem em inglês —, me sentiria mais à vontade se me tratasse sem cerimônias, como a Camila.

A história se repete.

Nota-se que às moças criadas em famílias de classe média esse negócio de “senhorita” incomoda. Olhando Lana com cumplicidade, digo:

— Já sabe, vamos deixar o senhorita pra lá.

— É isso mesmo, Lana. Ok? — insiste Sabrina.

A mulher sorri e de repente exclama, surpresa:

— Fala como a protagonista de Maria do Bairro!

Ao ouvir o nome, Sabrina nos olha.

— Vocês veem Maria do Bairro aqui nos EUA?

Lana e eu dizemos que sim.

— Sériao?

— Sério mesmo, Sabrina — respondo.

Rio pra não chorar.

Ainda não entendo como me deixei fisgar por uma novela dessas.

— Precisa ver como adoramos seguir Maria do Bairro e Fernando de La Vega. Que tristeza quando deram um tiro no Nandinho no último capítulo. Mas não vai morrer, vai?

Sabrina nega com a cabeça, e Lana e eu suspiramos aliviadas. Ainda bem!

— É a novela de maior sucesso no México. Lá já acabou a segunda temporada.

— Aqui anunciam que em 23 de setembro começa de novo.

— Nossa, é mesmo? — exclamo emocionada.

Lana confirma, feliz.

— Reprisaram duas vezes no México — diz Sabrina. — Maria do Bairro  ganhou o coração de todas as mexicanas por seu jeito guerreiro.

Lana e eu concordamos. Está causando o mesmo efeito nas americanas.

— Lana, como está, bela mulher? — Dinah pergunta.

Alegre com nossa volta, a mulher responde:

— Pra lá de bem, senhora Hansen. Bem-vinda! — E, apontando para Sabrina, acrescenta: — Permita que lhe diga: sua namorada, ou esposa, é linda.

Ai, ai, ai, ai, o que Lana disse!

Dinah fica sem ação e Sabrina toda vermelha. Eu, dando uma de espertinha, não desminto nada quando Lana, piscando um olho cúmplice para Dinah, afirma convencida:

— Soube escolher muito bem.

Lauren sorri diante de meu silêncio. Como me conhece minha americana. Mas Dinah quer esclarecer logo tudo:

— Obrigado, mas preciso te dizer que Sabrina é só minha assistente.

Lana a olha, depois olha para a moça e, ao notar seu constrangimento, junta as mãos e pede perdão.

— Desculpe minha indiscrição, senhora.

— Tudo bem, Lana, não foi nada — sorri Dinah.

Entramos todos na casa e, quando chegamos à sala, ouço que Lana pergunta a Sabrina:

— É solteira?

— Sim.

A mulher a olha. Depois me pisca um olho.

— Te garanto, aqui nos EUA vão chover pretendentes. Gostam muito de loiras por essas bandas.

Dinah fica com cara de tacho ao ouvir isso. Eu, sem poder remediar a situação, olho para outro lado para que não me veja rir. É óbvio que ela vai ter que se entender com a chilena de uma vez por todas.

À tarde, aparecem Clara, a mãe de Lauren, e Vero, sua irmã, com seu namorado Arthur. Jin corre para eles e os abraça. Observo a cara de Clara, que curte este contato tão íntimo com o neto, enquanto Vero, animada, o pega nos braços e rodopia com ela. Nunca estiveram tanto tempo separadas do menino e o reencontro as emociona.

Como era de se esperar, ao ver Sabrina as duas pensam a mesma coisa que Lana pensou. Dinah tem de explicar de novo que a jovem não é sua namorada, nem sua mulher.

Pergunto a Clara por Trevor e ela, se aproximando, murmura:

— Terminamos. Na minha idade não quero compromissos. Homens? Eu, hein!

Concordo e rio. Minha sogra nunca para de me surpreender. É de morte! Por duas horas, todos muito à vontade em volta da mesa, conversamos e bebemos. E Lauren e eu

mostramos nossas fotos da lua de mel. Bom, todas não. Há umas que reservamos apenas para nós duas. São íntimas demais. Ao saber que Sabrina é solteira, Vero rapidamente a convida para uma noite de farra, e quero ir junto também. Desejo ir ao Guantanamera ver meus amigos, dançar e gritar “bailando!”. Lauren me olha. Vejo em seus olhos que não acha graça nenhuma nisso, mas não planejo deixar de sair com os amigos pelo simples fato de agora ser a senhora Jauregui. Nem de brincadeira!

Voltar à rotina significa esclarecer tudo de novo. Uma coisa foi toda a agitação do casamento e da lua de mel e outra muito diferente vai ser o dia a dia. E, embora eu adore minha esposa e ela me adore, sei que vamos ter nossos atritos. E sei só de sentir esse simples olhar.



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