História Peça- me o que quiser (CAMREN) - Capítulo 138


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags !kink, Bdsm, Camren, Daddy, Femmslash, Lauren G!p, Sado
Visualizações 1.172
Palavras 1.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 138 - Capítulo 12 - Livro III


Combinamos de jantar no dia seguinte com Justin Bieber, Ally e Troy no restaurante de Jeremy, o pai de Justin, o Jokers. Dinah, Sabrina, Lauren e eu, depois de cumprimentar o simpático Jeremy, nos dirigimos à mesa que ele nos indica. Pedimos umas cervejas e começamos a bater papo.

— Minha nossa, adoro a cervejinha vermelha.

— A Budweiser? — pergunta Lauren.

Sabrina acena que sim e toma um gole.

— Há muitos anos, quando eu morava no Chile, tinha um vizinho que o pai era alemão e mandava buscar essa cerveja. Hum, está muito boa!

Dinah, com um sorriso enorme ao vê-la tão feliz, pergunta:

— Peço outra?

— Mas é claro.

Olho para elas. Ora, ora, feitas uma para a outra.

Elas se gostam, mas nenhuma dá o primeiro passo. Bem, Sabrina acabou dando e agora é a vez de Dinah. Tenho certeza de que deseja, mas sua condição a detém. O que não entendo é como pode ser tão boba. Sabe que ela conhece suas limitações e mesmo assim se interessa por ela. Sinceramente, não a entendo.

Quando nos trazem outra rodada de cerveja, brindamos, e o bom humor reina entre nós, como sempre. Nesse momento, vejo que entra o bonitão do Justin acompanhado por uma mulher. Quem será?

Ela ainda não nos viu, de modo que posso bisbilhotar à vontade. A mulher, como era de se esperar, é uma gata. Alta, saltos superaltos, sexy, loira e bonita, muito bonita. Quando seu pai lhe faz um sinal avisando que estamos aguardando, Justin se vira, e nossos olhares se cruzam. Me pisca um olho.

É um grande amigo!

— Lauren, chegou seu amiguinho — sussurro, feliz.

Minha esposa se levanta para encontrar Justin. Esses dois grandões que tanto amo dão um longo e significativo abraço. Eles se adoram. Depois, Justin me abraça e diz ao meu ouvido:

— Bem-vinda à casa, senhora Camila Jauregui.

Sorrio e observo que sua acompanhante me olha com uma expressão pouco amável. Por sua atitude, nota-se que não se sente muito feliz com este jantar. Justin continua cumprimentando a todos. Depois de apertar a mão de Dinah e de ser apresentado a Sabrina, diz:

— Ally e Troy não chegaram?

— Estamos aqui! — ouve-se de repente a voz de Ally.

Ao ouvi-la, dou um pulo e corro para ela. Minha louca amiga vem dando saltinhos e diz, enquanto nos abraçamos:

— Como vai tudo?

— Sensacional. Até agora não nos matamos.

Ally sorri. Agora é Troy quem me abraça apertado. São todos tão carinhosos comigo, que não consigo parar de sorrir. Vejo que conhecem Sabrina do tempo que foram ao México. Cravo o olhar na loira que, num lado da mesa, nos olha com cara enjoadinha. Digo a Justin:

— Faça o favor de ser um cavalheiro e nos apresentar sua acompanhante.

Ele, que está emocionado com o reencontro, se aproxima da desconhecida e a segura pela cintura:

— Shira, te apresento a meus amigos. Lauren e sua mulher, Camila. Troy e sua mulher, Ally.

Dinah e sua namorada, Sabrina.

Ai, meu Deus, ele também disse isso.

Desato a rir sem conseguir parar.

Antes que Dinah se explique, Sabrina olha o bonitão do Justin e diz:

— Não somos namoradas. Sou apenas a assistente dela.

Justin olha surpreso para a polinésia, depois para ela, e diz em espanhol, para que Shira não entenda:

— Então acho que vamos marcar um encontro.

Ai, eu morro. Justin não desperdiça uma oportunidade, e Sabrina, com uma graça que me espanta, concorda:

— Será um prazer.

Nossa, essa chilena!

Não quero nem olhar para Dinah.

Pobrezinha.

Mas, por fim, como sou mesmo intrometida, zás!, olho. Está todo carrancuda e afasta o cabelo loiro do rosto. Não diz nada e toma um gole de sua cerveja. Coitada, me dá até pena. Depois das apresentações, todos nos sentamos e começamos a conversar. Jeremy, o pai de

Justin, rapidamente nos enche a mesa de pratos deliciosos. Meus olhos soltam faíscas enquanto explico a Sabrina um pouco do que é tudo aquilo.

Ufa, estou com uma fome, minha nossa!

— Sabe quem é essa? — cochicha Ally, disfarçando.

Ao notar que aponta a acompanhante de Justin, digo:

— Quem?

— É apresentadora de televisão, no noticiário da CNN daqui da Flórida.

— Puxa — sussurro, olhando-a com curiosidade.

Sabrina, que é boa de garfo, como eu, rapidamente entra em ação. Depois de comer uma almôndega fabulosa, me olha e diz com sua voz doce:

— Que delícia!

Concordo. Essas almôndegas de carne moída estão supergostosas. Como desejo que continue descobrindo coisas, pego dois tacos  lhe entrego um.

— Prove este aqui. Passe no molho e verá.

— Os tacos daqui são espetaculares — intervém Ally, que pega outro. — Você vai ver.

Nós três molhamos os tacos recheados e comemos. Nossas expressões exageradas dizem tudo: deliciosas!

Os três nos olham e sorriem. Pedimos mais cerveja. Comer dá sede. Enquanto eles conversam, nós aproveitamos nossa degustação, até que, de repente, o olhar de Shira chama minha atenção.

— Não come?

Ela nega com a cabeça e responde, franzindo o nariz:

— Tem gordura demais pra mim.

— Olha, sobra mais pra gente! — responde Sabrina em espanhol.

Contenho o riso. Acho que a cerveja começa a fazer efeito em Sabrina.

Ally, que está ao nosso lado, diz:

— Mas tem de comer alguma coisa, mulher.

Shira, com uma cara que me lembra não sei quem, a olha e diz:

— Pedi uma salada de rabanete e queijo.

— Vai comer só isso?

A loira americana acena que sim e acrescenta, levantando o queixo:

— Tudo o que a gente come leva um segundo na boca e seis meses nos quadris. Devo respeito meu público, que quer me ver magra e bonita.

Tem razão.

Mas, vê lá: o segundo na boca é sensacional! Quanto aos seis meses de que falou, prefiro não discutir. Esta fulana é idiota, completamente idiota. Durante vários minutos, comemos e comemos. De repente paro. Já sei quem me lembra a cara da Shira!

É igualzinha a um poodle chamado Fosqui que a Madalena teve quando eu era criança. Rio de novo. Não posso me conter. Lauren chega mais, me beija o pescoço e pergunta:

— Qual é a graça?

Não posso dizer a verdade, então digo:

— Sabrina. Viu como está contente?

Lauren a olha.

— Acho que não deveria beber mais Budweiser.

Concordo com ela e lhe dou um beijinho na ponta do nariz.

— Eu te amo, senhora Jauregui.

Lauren sorri e bota uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

— Sabe?

— Quê?

— Faz muito tempo que não discutimos e que você não me chama de uma coisa.

Caio na risada, pois sei a que se refere.

— Vou dizer isso só quando você merecer. Agora não merece. Então não. Me nego a te dar esse prazer.

— Me deixa louca quando me chama...

— Eu sei — rio, divertida.

Me faz cócegas na cintura e pede:

— Vamos, diga.

— Não.

— Diga.

— Não. Agora você não merece.

Me dá uns beijinhos. Muito contente afinal digo:

— Babaca.

Lauren solta uma gargalhada. Depois nos beijamos de novo. Minha nossa, como minha linda sabe beijar.

— Essa salada não é a que pedi — diz uma voz estridente.

Lauren e eu voltamos à realidade. Olhamos Shira, que protesta, muito chateada:

— Pedi uma salada de queijo e...

— Isto é uma salada de queijo e rabanete — corta Justin, olhando-a.

A estrelinha da CNN olha o prato à sua frente e adota uma expressão mais doce.

— Ah, tudo bem. Se você diz, então acredito.

— Se eu digo?

Aproximando-se de Justin, que a olha meio transtornado, a loira diz:

— Sim. Se você diz.

Ally e eu nos olhamos. Intuo que pensamos a mesma coisa. Ela é idiota, irremediavelmente idiota.

Agora, cá para nós, que pouca personalidade. O que Justin viu nela? Bom, claro, é gostosona. Conhecendo os gostos de meu amigo, a moça deve ser uma fera na cama, no mínimo. Mas, é a perfeita loura burra. Todos continuamos comendo, e pouco a pouco a conversa se normaliza. Ally, americana como Shira, tenta incluí-la na conversa, mas ela não se dá ao trabalho de participar. Depois da sobremesa e das risadas, Sabrina pede à garçonete:

— Me traz umas dez Budweiser pra levar.

Todos rimos, mas Dinah diz à mulher:

— Nem pensar, nem pensar.

Sabrina a olha e, apoiando um cotovelo na mesa e o queixo na mão, pergunta:

— Por quê? Por que acha que não devo levar umas cervejinhas?

A polinésia, com um sorriso carinhoso, diz:

— Vai te deixar mal, pode acreditar.

Sabrina dá uma gargalhada. Notei que, faz um tempo, sua timidez desapareceu. Antes que eu possa detê-la, se aproxima de Dinah e diz:

— Mal? Estou mal por ver que você não quer nada comigo, quando seria maravilhoso se brincássemos juntas no seu quarto do prazer.

Uau, essa agora ninguém segura mais!

— O que disse?! — pergunta ela, totalmente desconcertada.

— Sei que você gosta de mim e minha comadre aqui, Camila, também já percebeu. Não se faça de desentendida, chefinha.

Toma!

Ally me olha. Eu a olho.

Lauren me olha. Eu a olho.

Justin me olha. Eu o olho.

Todos me olham, até Dinah. Então digo:

— Como é, Sabrina? Você se refere a...

Mas não posso continuar.

Sabrina pega Dinah Jane pelo queixo e lhe dá um beijo do tipo desentupidor de pia, o que nos deixa atônitos.

Outra como minha irmã. Que coisa essas “quietinhas”!

Quando termina, sorri e explica, bem pertinho do rosto dela:

— Me refiro a isso, chefinha lindo. Quero deixar de brincar com outros pra brincar com

você.

Minha Nossa!

Nem sei o que fazer.

Estou pasma. Sabrina não para de pestanejar na direção de Dinah. Ela, me olhando,

pergunta:

— O que ela quer dizer quando fala em brincar?

Ergo as sobrancelhas e Dinah, transtornada, me entende. Olha Sabrina, boquiaberta.

— Pelo amor de Deus, com quem você brinca?

— Com meus amigos.

— Como?! — ela berra.

Sabrina, sob o efeito das muitas cervejas, responde:

— Ora, já que você não quer brincar comigo, tratei de me virar.

Ninguém se mexe. Ninguém sabe o que fazer. Então Lauren, tomando as rédeas da situação, se levanta e diz:

— É tarde, acho que será melhor voltarmos pra casa.

Levantamos todos. Me aproximo de Sabrina e, ao ver que Dinah é a primeira a ir saindo

com sua cadeira de rodas, pergunto em voz baixa:

— O que tá fazendo, sua louca?

Ela dá de ombros.

— Dizendo a verdade pra ela de uma vez por todas. Acho que as cervejinhas me ajudaram.

— Já vai ver se ajudaram. Vamos, já pra casa — resmungo.

Saímos do restaurante. Enquanto Dinah se acomoda no carro e Lauren dobra a cadeira de rodas, Ally e Troy vão embora. Shira, muito diva, não se despede de ninguém e entra logo no carro esportivo de Justin. Ô tipinha antipática. Justin, que espera que Lauren termine, me olha e sorri, percebendo que Dinah pode nos ouvir. Como diz meu pai, esse é macaco velho. Quando se despede de Sabrina, Justin sussurra:

— Foi um prazer, e o convite pro jantar continua de pé. Amanhã falamos.

Mas que cara de pau!

Nem precisa que lhe peçam e já está ajudando a fisgar Dinah. Então, Justin beija Sabrina e a mim e vai embora. Nós duas entramos no carro. Vamos as quatro em silêncio até em casa. Dinah, chateada, vai para seu quarto no térreo. Depois que Sabrina vai para o seu, Lauren me olha achando graça.

— Por que você é assim tão danadinha, pequena?

— Eu?!

— Sim, você.

— Por que diz isso?

Chega perto de mim e insiste:

— Que negócio é esse de que Sabrina brinca e de que você sabe que Dinah gosta dela?

Achando graça do modo como me olha, digo:

— Primeiro: ela me confessou sem eu dizer nada.

— Caramba, que intimidade — murmura, me beijando o pescoço.

— E segundo: é óbvio! Basta reparar na Dinah quando um homem chega perto de Sabrina pra ver como fica chateada.

Lauren sorri, me abraça e, depois de um beijo profundo, diz:

— Que acha se brincarmos um pouquinho, você e eu, e deixarmos de conversa mole?

Ela me prende contra a parede e eu lhe devolvo o beijo.

— Acho ótimo, senhora Jauregui.



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