História Peça me o que quiser(Namjin) - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~Querido_Dragon

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts blackpink monsta X got7
Visualizações 126
Palavras 3.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Hentai, Lemon, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiiii Gente tudo Booooom com vcs?
Aqui é a sua escritora preferida Dragon😂❤
O capítulo de hoje promete então preparem os corações...
Sem mais enrolação
Boa leitura❤

Capítulo 17 - Jin on Ice!


Fanfic / Fanfiction Peça me o que quiser(Namjin) - Capítulo 17 - Jin on Ice!


Durante seis dias, meu mundo é cor-de-rosa. Vivo num país colorido como o da abelha
Maia do desenho animado e me sinto como um principe rodeadao por duas pessoas que
me amam e me protegem.
  Jooheon continua me procurando e, em sua última mensagem, avisa que sabe que
Kim Namjoon está comigo na Coréia. Isso me deixa chateado. Não consigo digerir o
fato de   Jooheon estar a par da vida de Nam, mas decido ficar quieto. Se eu tentar
explicar algo a Namjoon, com certeza a situação vai piorar.
Ele e meu pai estão se dando superbem e, embora a princípio meu pai tenha se
aborrecido com ele por ter alugado um chalé, afinal entendeu que somos adultos e
precisamos de privacidade.
Os amigos e vizinhos do meu pai logo apelidam Nam de “o  Wanjabyeon ”, e ele acha graça disso. O temperamento coreano, de duas formas diferentes.
Todo dia meu pai se emociona com Nam. Noto que gosta dele, que o respeita e o
escuta, e isso diz muito sobre meu pai. Inclusive saem juntos às vezes para pescar à
tarde e voltam animados e felizes. Nesses dias, sempre que posso dou uma escapada
para tocar e dançar no palco principal da cidade. Adoro isso e me divirto como uma criança.
Numa dessas tardes,  Lee  aparece com sua moto. Cruza meu caminho. Nós dois
paramos.
— Você ficou louco? O que esse cara está fazendo aqui?
Irritado com sua intromissão,faço cara de deboche.
— Você está passando dos limites. Não é da sua conta o que ele está fazendo aqui.
Lee desce da moto e vem até mim.
— Pelo amor de Deus, Jin, seu pai sabe que ele é seu chefe?
— Não.
— E quando você vai contar?
A cada instante que passa, vou ficando mais irritado.
— Quando eu estiver a fim.
Lee se move com rapidez e me segura pelo pescoço, encosta sua testa na minha
e murmura:
— seokjin... eu te amo.
— Lee, não...
Sem se afastar de mim, continua falando:
— Quero você só pra mim, com exclusividade. Esse cara não gosta de você tanto
quanto eu, pense nisso, por favor, e...
Dou um empurrão nele e me afasto.
— Quero continuar meu caminho, Lee. Sai da frente, ok?
— Você está me dizendo que prefere a companhia desse homem à minha? —
murmura, sem se distanciar um milímetro sequer e com atitude provocativa. — Esse cara está te usando. Quando ele se cansar de você, vai te abandonar, como fez com centenas de mulheres ele nem deve ser gay. Pra ele você é apenas um brinquedo, enquanto pra mim você é especial, não percebe? Pensei que você fosse mais esperto, Seokjin, pelo amor de Deus. 

Não quero ser cruel como ele está sendo comigo. Gosto de Lee. É um bom
amigo. Mas por Namjoon sinto algo tão forte que não posso ignorar. Como fico em silêncio, ele se vira e sobe na moto, mal-humorado.
— Tudo bem. Depois não diga que não avisei.
Em seguida vai embora e me deixa desconcertado e com um sabor amargo na boca.
No sétimo dia, meu pai me lembra do evento anual de patinação no gelo em um
vilarejo próximo de Gwacheon . Neste ano não estou muito a fim de participar. Prefiro curtir a companhia de Namjoon, mas, ao ver a animação do meu pai e de seus amigos para que eu participe, acabo cedendo e convenço Nam a nos acompanhar.
Papai sempre quis ter um filho homem. Um menino. Mas a vida lhe deu um filho gay.
A princípio, Namjoon não sabe muito bem aonde vamos. Eu sorrio e minto para ele. O que posso fazer?
Mas, quando vê minha roupa,sua cara fica com um desconforto total.
— Não quero que você faça o que eles estão falando — murmura a poucos metros
deles.
— Olha, Namjoon. Pra mim o que eles estão falando não tem nenhum mistério. Pratico
Balé desde os 6 anos de idade. E agora, com 21, continuo inteirinho.
Seu rosto e sua boca revelam a tensão que está sentindo.
— Te prometo que vai dar tudo certo — insisto. — Você vem comigo e vai ver, ok?
— Olha quem está aqui... — escuto de repente atrás de mim. — Meu lindo dançarino.
Me viro e dou de cara com Lee. Seu comentário não me agrada nem um pouco.
Meu estômago se contrai, mas me esforço para que ninguém perceba meu
constrangimento. O Bicho olha para seu filho e depois para Namjoon. Sinto que está tão tenso
quanto eu, mas respiro fundo e sorrio.
— Lee, esse é Namjoon. Namjoon, esse é Lee.
Apertam as mãos um do outro, e eu, que estou no meio, vejo o mal-estar da situação.
Eles se encaram. Dois rivais. Dois homens e eu no meio. Por sorte, meu pai bate palma e
diz que é hora de irmos.
 Eric me passa um dos coletes.
— Não gosto desse tal de Jooheon.

— Está com ciúmes?
— Deveria estar?
Dou um beijo em seus lábios e respondo:
— Claro que não, querido.
Quando chegamos ao lugar da apresentação, meu pai e os amigos começam a cumprimentar todo mundo e faço o mesmo. Conhecemos quase todos os dançarinos e seus acompanhantes, já que participamos do evento há tantos anos. Às dez e meia, Cristina, a organizadora do bale masculino, me entrega meu número, o 51, e informa que ao meio-dia haverá a primeira eliminatória.
Namjoon não fala nada. Só fica me observando. A cada segundo que passa, vejo a preocupação em seus olhos e tento acalmá-lo. Mas, quando apareço com meu colete colado ao corpo.Fica banco como um fantasma.
— Pode me explicar por que está vestido desse jeito? — pergunta com irritação.
— Não estou sexy? — Sorrio.
Não responde.
— Jin. Não quero que você participe disso. Esse esporte é muito perigoso.
— Ah, que é isso! Não diga bobagem. — Sorrio de novo e tento não levá-lo a sério.
Lee, que sei que estava prestando atenção na gente, se aproxima e com um
sorriso falso diz:
— Vamos, lindo... vá com tudo e deixe todo mundo sem palavras.
— Com certeza — respondo.
  Jooheon, com duas cervejas na mão, pergunta a Namjoon:
— Quer uma? — E, sem lhe dar tempo de responder, continua: — Toma. Esta é toda
pra você. A outra pra mim. Eu não compartilho nada.
Seu comentário me dá uma raiva. O que esse desequilibrado está fazendo?
Namjoon não fala nada, mas consigo perceber seu desagrado enquanto Jooheonse dirige a ele:
— Sabia que “nosso garoto” é especialista em saltos e giros?
— Não.
— Então se prepare, porque, se você não sabia, hoje você vai ter um belo espetáculo.
Dito isso,Jooheon vem e me dá um beijo no rosto.
— Vamos, lindo. Manda ver!
Assim que ficamos a sós, Namjoon olha para mim, irritado.
— De onde ele tirou isso de “nosso garoto” e “compartilhar a cerveja”?
— Não sei — respondo, ainda sem conseguir acreditar no que acaba de acontecer.
Namjoon não é bobo e, assim como eu, percebeu as segundas intenções nas palavras de Jooheon. Respira bufando, solta uns palavrões e não olha mais para  Jooheon .
— Você vai se machucar, Jin. Não sei como seu pai te deixa fazer isso.
Seu comentário me faz rir. Aponto para meu pai, que está com seus dois amigos fazendo os últimos ajustes nos meus patins. 

— Você acha mesmo que meu pai está preocupado?
Namjoon o observa por alguns segundos e acaba se dando conta da felicidade em seu rosto.
— Tá bom... mas o fato de ele não estar preocupado não significa que eu não deva
ficar.
Sorrio, chego mais perto dele e, sem me importar que Jooheon nos olhe e aproximo meus lábios dos seus.
— Não se preocupe... pequeno. Sei o que estou fazendo.
Consigo fazer com que Namjoon esboce um sorriso. Dou um beijo nele com sabor de vitória.
— Pelo seu bem — diz, sério —, melhor você saber mesmo o que está fazendo ou eu
juro que já, já te faço pagar por isso.
— Hummmm... adorei ouvir isso!
— Jin... estou falando sério — insiste.
— Aaaaaah, já te disse... isso aqui pra mim é um passeiozinho de nada.
Não sorri. Mas eu sim.
Escuto a voz de meu pai me chamando. Tenho que ir para a pista. Dou um beijo
rápido em Namjoon, e vou pegar meus patins. Meu pai me entrega.
Eu grito feliz e cheio de emoção, enquanto Namjoon fecha a cara.
Dez minutos depois, estou na pista com outras participantes, com a adrenalina a mil,
saltando e girando. A patinação no gelo é uma combinação de equilíbrio e delicadeza, e as duas coisas juntas me empolgam muito.
Sempre fui meio afeminado,a filha que meu pai não teve. Adoro a música ao fundo, saltar e deslizar fazer passos ousados. enquanto minha adrenalina acelera meus movimentos e percebo que estounuma boa posição na competição. Termino entre os quatro primeiros e passo à segunda etapa.
Namjoon está branco como mármore. O que acabo de fazer e meus saltos  mal
lhe deixam respirar. Mas não temos tempo de trocar nenhuma palavra, porque vou
participar da próxima etapa e assim sucessivamente até restarem apenas seis
participantes.
Meu pai, junto ao Lucena e ao Bicho, gritam como loucos enquanto voltam a ajustar minha roupa e cabelo tenho que estar impecável.   Jooheon, um expert em patinação, me dá umas dicas sobre os outros participantes e eu o escuto. Sabem que eu mando bem e que posso conquistar algum prêmio hoje. Mas não consigo deixar de procurar Namjoon. Onde está ele?
— Príncipe — diz meu pai. — Namjoon voltou para  Gwacheon.
— O quê?! — exclamo sem acreditar.
— O que você ouviu, filho. Disse que preferia te esperar na casa dele. — E murmura:
— Ele estava se sentindo supermal, filho. Apesar de que agora, pensando bem, não sei
se era por te ver dando saltos na pista ou por causa da presença de  Jooheon  e a
atenção que ele te dava.
— Paaaaaaai — resmungo ao vê-lo sorrir.
Mas não podemos continuar falando. A próxima volta vai começar e eu tenho que ficar a postos. Minha concentração diminui, e meu humor péssimo. Namjoon foi embora e isso me deixa muito chateado.Quando a música  começa, saio disparado como uma flecha. Salto um montinho, dois... três, os patins se chocam com o gelo.Ao fim, faço Passos seduzindo  e grito de felicidade.
Meu pai, o Lucena e o Bicho correm para me abraçar. Estou até meio tonto. Quando me soltam, é   Jooheon quem me pega entre seus
braços, de um modo totalmente efusivo.
— Parabéns, lindo. Você é o melhor!
— Obrigado e me solta.
— Por quê? Namjoon por acaso não gosta de compartilhar o macho dele?
— Me solta, seu babaca, ou juro que acabo com você aqui mesmo — rebato ofendido.
Cinco minutos depois, no pódio improvisado, fico feliz ao ver meu pai, o Lucena e o
Bicho aplaudindo ao lado de  Jooheon, orgulhosos de mim. Levanto o troféu e eu
adoraria que Namjoon estivesse aqui.

O caminho de volta a Gwacheon  é leve e divertido. Escutar meu pai e seus amigos contando piadas me faz morrer de rir. Como eles são engraçados! Quando chegamos,  Jooheoninsiste em sair para beber, com a desculpa de que precisamos comemorar a vitória. Mas não topo a ideia e, em casa, seguro o troféu e, sem nem mesmo trocar de roupa, saio em disparada para o chalé de Namjoon.
Chego à porta, toco a campainha e, segundos depois, a enorme cancela branca se
abre. Ao longe, vejo a casa e Namjoon. Parece estar falando ao telefone, olho para ele e levanto meu troféu.
— Você perdeu. Perdeu minha vitória.
Namjoon não sorri, desliga o celular, vira-se e entra em casa.
Surpreso com sua reação seca, o sigo. Fico louco quando ele se comporta desse jeito tão fechado.  Namjoon está na cozinha bebendo água. Espero que volte e ataco.
— Por que você foi embora sem me avisar?
— Você estava muito ocupado.
— Mas, Namjoon... eu queria que você estivesse ali.
— E eu queria que você não fizesse essas loucuras.
— namjoon... escuta...
— Não. Escuta você. Se você tiver que dar mais uns saltos em qualquer outro lugar, não conte comigo, entendido?
— Tá booooom.... mas, vai, não fique irritado. Não seja infantil.
Minhas palavras o magoam e ele fica ainda mais enfurecido.
— Eu te disse que não queria que você patinasse perigo e você continuou com sua
brincadeirinha sem pensar em como eu estava me sentindo. Você poderia ter quebrado alguma coisa bem na minha frente e eu não poderia ter feito nada pra impedir. Meu Deus, como você pode ser tão irresponsável?
Afasta-se de mim. Acho sua reação exagerada.
— Não sou irresponsável. Sei muito bem o que faço.
— Sim, claro... não tenho a menor dúvida. E, como se não bastasse, ainda tenho que
aguentar esse tal de Jooheon  .
— Ah, não... , nem vem com essa — rebato irritado. — Não acho direito você brigar
comigo por causa da patinação, mas até consigo entender! Agora, brigar comigo por
causa das coisas que Lee Jooheon disse, essa não!
— Ele ficou falando “Nosso garoto”! — grunhe furioso. — Não parou de fazer
comentários desagradáveis o tempo todo na minha frente. Se eu não parti pra cima dele,
foi por respeito a seu pai e a você, porque por mim eu teria ido... — E, antes que eu
possa reagir, me pergunta: — Você disse que rolou alguma coisa com ele. Continua
rolando?

Não respondo. Não quero contar o que  Jooheon  me revelou a seu respeito, nem o que houve entre nós, mas Namjoon insiste:
— Responde: o que você teve com esse cara?
— Alguma coisa. Mas foi sem importância e...
— Alguma coisa? O que é essa “alguma coisa”? — diz num tom glacial.
— Por acaso eu te pedi uma lista de todas as suas amiguinhas? — pergunto, surpreso
com o rumo que a conversa está tomando. — Se me lembro bem, você foi o primeiro a
querer se envolver comigo sem...
— Sei muito bem do que você está falando. Mas acho que você é maduro o suficiente
para entender que isso mudou entre a gente.
— Ah, é?
Sem alterar a expressão, ele solta um grunhido.
— Acabei de te fazer uma pergunta. Sempre fui sincero contigo. Quando voltei da China  pra te procurar, você me perguntou se eu tive alguma coisa com Amanda e eu
fui sincero. Você não pode fazer o mesmo agora?
— Ok. Eu e  Jooheon já transamos, sim.
— E agora? Nos dias em que você esteve aqui antes de eu chegar?
— Não rolou nada...
— Não acredito.
— Em Xangai  fui pra cama com ele, mas aqui não. — Namjoon reclama e eu continuo: —
Aqui só demos alguns beijos e...
— Esse cara não é do tipo que se conforma com beijos. Reparei em como ele te olhava
e, quando ele falou aquilo de compartilhar a cerveja, meu Deus... eu queria acabar com
ele!
Irritado com suas palavras e com seus gritos, respondo:
— Talvez ele não se conformasse com beijos, mas eu, sim. Nunca me comportei com
ele como me comporto contigo, porque ele não é como você, droga. E quer saber? Vou
embora. Não quero ficar ouvindo essas idiotices ou te juro que não vou te perdoar.
Quando você estiver mais calmo, me liga e talvez... apenas talvez eu aceite desculpas
pelo showzinho que você acaba de dar.
Dito isso, me viro, pego o troféu nas mãos, saio da casa,e vou embora. Cheio de raiva, atravesso o caminho de pinheiros. Quem Namjoon pensa que é pra falar comigo desse jeito? Por que eu não exijo nada dele, e ele, ao contrário, exige tudo de mim? A cancela branca se abre, masantes de cruzá-la,  solto um grito de frustração.  Sinto vontade de matar Namjoon quando ele age dessa maneira.
Após uns instantes a cancela volta ao lugar. Estou furioso. Me abaixo, de cócoras, de
olhos fechados, tentando me acalmar. Namjoon me cansa, e suas constantes mudanças de humor me deixam louco. Suas palavras e reações me deixam desnorteado. Nunca sei o que ele quer, e muito menos o que devo fazer.

De repente ouço um ruído rouco. Levanto a cabeça e vejo Nam que vem vindo de moto.
Para perto de mim, abaixa o pedal de descanso desce. Ele me encara.
— Como você pode ser tão frio?
— Com a prática.
Respiro fundo e me levanto, sem conseguir conter minha fúria.
— Namjoon, você me desespera. Não aguento essa sua maneira de ser. Às vezes quero te
devorar com beijos, mas outras vezes sinto vontade de matar você. E agora é uma
dessas vezes. Você sempre se acha o rei do mundo. O rei da razão. O rei do universo. É
um cabeça-dura, um mandão, um intransigente e...
— Você tem razão.
Sua resposta me surpreende.
— Pode repetir o que disse?
Nam sorri.
— Você tem razão, lindo. Passei dos limites. Fiquei muito nervoso quando te vi
saltar com aquela maldita roupa e também com os comentários inconvenientes do seu
amigo  Jooheon  e acabei descontando em você. — Quando percebe que vou dizer algo,
se adianta: — Não quero mais falar desse cara. Aqui, o importante somos eu e você. E
por isso vim te buscar.
Seu sorriso. Ai, meu Deus...! Seu sorriso. Que gato ele fica quando sorri... Sem precisar
de mais nada, chego bem pertinho dele.
— Por que temos que discutir por tudo?
— Não sei.
— Discutimos por tudo, menos por sexo.
— Hummmm... bom começo, não é?
Nós dois rimos, e Namjoon me pega. Beija meus dedos.
— Continua zangado?
— Muito.
— Sério?
— Com o que você fez hoje, me roubou dez anos de vida.
— Exagerado. — Sorrio.
Namjoon faz que sim com a cabeça e em seguida fecha os olhos.
— Jin, minha irmã  Hannah morreu há três anos. Ela era como você, cheia de energia
e vitalidade, adorava esportes radicais. Um dia me chamou pra fazer bungee jumping
com ela e os amigos. Estávamos nos divertindo até que sua corda... e... eu... eu não
pude fazer nada pra salvá-la.
Fico sem ação. Que coisa horrível! Viu a própria irmã morrer. O que ele acaba de
contar me faz entender a angústia que sentiu enquanto eu me divertia com os saltos e giros. Entendendo sua dor, quero dizer alguma coisa, mas é ele
que continua:
— É por isso que não consegui continuar assistindo ao que você fazia.
— Sinto muito... eu... eu não sabia.
— Eu sei, querido. — Me abraça com força e murmura: — Agora sorria, por favor.
Preciso que você sorria e não me pergunte mais nada do que te falei. Dói demais e não
gosto de ficar lembrando, combinado?
Faço um gesto de compreensão e, sem falar mais nada, Namjoon me beija com verdadeira
paixão. Sorrio, tento não pensar na tragédia que acaba de me contar e me deixo levar
pelo meu amor. Minutos depois, ele pega o troféu que ainda está nas minhas mãos e fica
admirando.
— Vou te matar, príncipe. Você me fez passar uns momentos terríveis.
— Namjoon... é só patinação , você precisa para de se preocupar tanto.
Sorri, me solta e sobe na sua moto com o troféu nas mãos.
— Pra casa, campeão. Vamos comemorar sua vitória como você merece.


Notas Finais


Pessoal o que foi isso ?
Será que já podemos dizer que é um namoro?
Gente tadinho do Nam se preocupa demais né.
Espero que vocês tenham gostado de verdade.
Muito obrigada e ate semana que vem.
Beijos 😚😍


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