História Pecado. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Clace, Clary, Clastian, Jace, Sebastian, Sexo, Sexo A Três
Exibições 147
Palavras 5.279
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A maior parte da fanfic é só sexo. Não gosta não leia
One escrita para a Milla do grupo de Dramione do whatsapp.

Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Capturou sua irmãzinha com eficácia. A vadiazinha estava prestes a transar com o maldito Herondale em sua terra – basicamente abaixo da terra, já que estavam no inferno.  Foi perfeito ver a cara de confusão que  Jonathan fez quando Clary foi arrancada de cima dele, seminua e ver o olhar de terror dele antes de um crepuscular o atacar, facilmente o derrubando. Clary também não teve tempo de reagir, Sebastian a  colocou para dormir com apenas um movimento que aprendeu com Valentim aos seus 14 anos, e a levou sem dificuldade para uma das celas confortáveis que seu reino tinha.  

 

Saiu dele pouco depois de colocar um pouco relutante sua irmã e Jonathan juntos. Precisava ficar de olho nos amiguinhos que vieram com eles, não tinha tempo para ficar admirando o sono deles, mesmo se quisesse, e era isso que desejava.

 

Tomou um banho, jantou, entrou em contato com a Bela Rainha Seelie  - sua amante - enquanto ficava de olho nos amigos de sua irmã e conseguiu ver o jeito que o pobre Alexander ficava. Tão tolo querendo encontrar logo seu feiticeiro maldito. Se ele tivesse paciência com os tolos Ligthwoods, torturaria os dois, e principalmente,  torturaria  o vampiro, bebendo de seu sangue se deliciando ao pensar o quanto sua irmã odiaria aquela cena e sofreria.

 

Sorriu com o pensamento e pediu para sua segunda no comando que tomasse conta dos três tolos e se dirigiu para fora da sala, indo até a cela que tinha deixado Jonathan e Clary.

 

Valentim nos anos em que cuidou de Sebastian, o preparando para tudo, menos para o desejo inimaginável de foder sua irmã, sempre se referia a Jonathan como Jace, um garoto fraco, com muitos sentimentos e que precisava endurecer, mas o mandar para os Ligthwoods não foi o melhor que ele fez. Aquilo só amoleceu mais ainda o garoto...

 

Ao se aproximar da cela conseguiu escutar a voz de Clary, um pouco elevada e sorriu, entrando ali, sendo quase surpreendido por uma Clary que jogou o corpo sobre o dele, com um travesseiro firme nas mãos, ela o usaria no seu rosto, sendo extremamente tola.  Ele foi rápido ao agarrar ela pelo braço e a girar, batendo as costas minúsculas dela contra seu peito forte. Ouviu a garota ofegar.

 

- Espero que tenha sido um modo de demonstrar seu amor por mim!

 

Ele falou, um sorriso se estendendo no rosto. Fechou a porta de metal com o pé, levando seus lábios para os ombros gelados da garota, beijando ali.

 

- Nunca, seu maldito!

 

Ele riu, enquanto andava com ela ainda colada a seu peito.

 

- Que boquinha mal educada, maninha.

 

Ele debochou, jogando-a na cama onde Jace estava dormindo imóvel ainda. Ela lutou, puxou a perna, dobrando-a e tentou o chutar, isso só fez ela sentir uma dor forte no tornozelo. A mão dele segurou o local com força desnecessária e a puxou para a beirada da cama, forçando suas pernas a se abrirem e ele alcançou os lábios da ruiva com brutalidade. Ela lhe bateu, e enquanto isso, ele apenas rasgou o sutiã dela. Clary gritou quando seus lábios desgrudaram e ele riu, prendeu os pulsos dela com uma de suas mãos, acima da cabeça. As mãos dela estavam tocando a pele de Jace, e ele queria que o maldito acordasse, e visse como Clary iria gostar de ter o irmão de sangue a  fodendo.

 

- Sebastian...

 

Ela sussurrou suplicante, mas não parecia prestes a chorar. Ele deitou um pouco o corpo por cima do dela, alcançando os pequenos seios rosados e provando o da esquerda.

 

- Sebastian! – Dessa vez ela gritou, querendo que ele parasse, pois estranhamente, a sensação era boa, isso só o fez chupar com força.

 

A sensação era estranha, mas boa. Clary constatou e arqueou a coluna, na direção da boca do irmão. Clary já estava com as mãos livres...

 

Sua mente protestou, mandou  parar, alertando-lhe que Jace estava ali, ao seu lado, que ela estava usando apenas uma calcinha, e que seus amigos poderiam estar em perigo, assim como sua mãe, Luke, Magnus... E aquele era Sebastian. Seu irmão, seu próprio sangue – mesmo que com  extra de demônio.

 

Ela queria o empurrar, mas a única coisa que fez foi segurar-se nos cabelos dele, e fechar os olhos apreciando a sensação que fazia sua intimidade formigar...

 

- Jace...

 

Sussurrou entre os gemidos, porém bem baixo. Isso não chegou na audição do menino demônio que brincava com um dos seios usando a língua e com o outro usando as mãos. Deixou de brincar com um deles para levar a mão até a calcinha dela. Rasgou o pano fino que o atrapalhava e seus  dedos gelados se encontraram com a pele quente e úmida dela. Clary gemeu, muito sensível naquela região do corpo e aceitou com facilidade os lábios dele nos seus.

 

Ela conseguiu mexer os braços, acariciando os cabelos dele enquanto tentava acompanhar seu beijo, porém não conseguiu. O beijo era intenso, e ele mordiscava quase toda hora seus lábios, lhe causando um pouco de dor, mas cada vez a deixando mais excitada. Seus dedos brincavam lentamente com o clitóris dela, aumentou a intensidade dos movimentos quando seus lábios desceram para o pescoço dela e ficaram roçando ali.

 

- Geme o meu nome Clary...

 

Ele pediu, sussurrando em seu ouvido, e assim ela o fez, passando as unhas curtas pelos ombros largos dele que lhe deixou um chupão não muito forte perto da orelha. Ela deixou cair a cabeça para trás, enquanto sentia algo crescer dentro de si, parecia procurar liberdade e sem nem entender, ela chegou ao clímax, tremendo e gritando sob o corpo de Sebastian. Porém na hora de gemer ela cometeu um erro fatal.

 

- Jace...

 

Sebastian endureceu ao ouvir a irmã gemer o nome do menino anjo. Se levantou, mesmo que excitado, não a tocou novamente. Estava com raiva e se fosse continuar, provavelmente a marcaria toda, amachucaria, e quase a mataria, talvez, porque era exatamente isso que desejava fazer. Meter em todos os seus buracos e a matar estrangulada após se satisfazer...

 

 

 

 

Uma semana depois.

 

A ruiva estava enlouquecendo.

 

Clary constatou isso assim que acordou mais uma vez sabe se lá quando, naquele dia e ficou olhando ao redor, desejando Sebastian ali.

 

Não o vira mais depois do intenso orgasmo que ele lhe proporcionou. Foi o primeiro garoto que a tocou ‘’lá’’  tão livremente, não conseguia esquecer dos dedos dele, dos toques, e isso a perturbava, sempre teve nojo de algo que ele pudesse fazer consigo, até no primeiro beijo que ele lhe deu, sentiu nojo, raiva, desprezo, e um vazio... Mas naquele dia sentiu desejo e quis continuar sendo tocada. Era uma maluca.

 

Não via Jace a no mínimo quatro dias – achava, já que nunca saia, nem tinha um relógio ou algo do tipo.

 

A mudaram para um quarto com paredes pintadas de preto, a cama parecia normal, com lençóis na cor vermelha, um travesseiro branco, e sem tapete nenhum, um roupeiro contra uma das paredes, e também era escuro, nele havia algumas roupas de seu tamanho, mas quando queria ir no banheiro deveria chamar o crepuscular que estava lhe cuidando.   

 

Foi pensando nisso que a porta se abriu e ela se surpreendeu ao ver Amatis, ao mesmo tempo que sentiu uma dor enorme no peito. A dor intensificou quando a mulher que considerava talvez uma segunda mãe antigamente lhe sorriu ironicamente.

 

- Me siga, anjinha.

 

Clary fez uma careta, e levantou, segurando a barra do vestido preto comprido que escolheu vestir, por baixo não usava nada, já que Sebastian não deixara nenhuma roupa intima para ela no guarda-roupa. Não calçou nada. Os pés descalços a fazia sentir o quanto o chão era quente ali, saiu do quarto vendo que o outro crepuscular que ficava sempre de olho estava ali, e a vontade de tentar atacar Amatis, sumiu. Nem se fosse Jace conseguiria lidar com os dois ao mesmo tempo.

 

O caminho se seguiu por pouco menos de 10 minutos. Ao entrar na sala mais iluminada que tinha entrado naquele reino, ela viu tronos, estranhos, atrás uma...

 

- Não se acanhe garotinha.

 

Amatis disse perto de seu ouvido e Clary bufou, voltando a olhar ao redor. O ar sumiu de seus pulmões quando viu Jace, dessa vez, ele não usava apenas a calça que estava com o zíper rasgado pelo momento intimo dos dois na caverna... Ele estava vestido como um crepuscular e ao dar passos rápidos na direção dele, seu coração afundou. Assim como seus olhos se encheram de lágrimas.

 

Quis vomitar, quis chorar, deitar no chão e se encolher de maneira fetal, queria... queria apenas deixar de existir.

 

O olhar de Jace não era como o dele, nem como o de qualquer outro caçador das sombras. Ele havia mudado, também estava totalmente ereto, e o rosto limpo de qualquer cicatrizes, o cabelo perfeitamente arrumado. E quando Clary se encolheu, abraçando seus próprios ombros, ele deu um passo a frente e sorriu. Um sorriso tão vazio que a fez se sentir como uma criança abandonada.

 

- Ele ficou melhor assim. – A voz de Sebastian, carregada de ironia falou atrás dela e Clary mordeu o lábio inferior com força para não chorar. Era o que ela mais queria.

 

- Por que você fez isso?  - Ela não se virou na direção dele, continuou olhando Jace. Tão lindo.

 

Antes ele parecia um garoto que se passaria facilmente por um menino anjo, agora parecia um garoto que colocaria fogo em um anjo e jogaria mais gasolina nele.

 

- Porque eu nunca teria controle total sobre ele novamente. Agora eu tenho. Não se preocupe maninha. Ele está bem.

 

Ele ficou ao lado dela. Clary sentiu a aproximação, e também a raiva transbordando.

 

- Você está linda, Clary. Eu quero muito poder deixa-la nua e beijar todas as partes do seu corpo.

 

Jace falou, se aproximando dos dois, porém não era o mesmo. Clary não olhou para o rosto dele, mas sim para o de Sebastian.

 

- Ele quer o que você quer?

 

- Mais ou menos isso. Jace, a leve para meu quarto.

 

O que? 

 

A mente dela gritou em protesto. Sentiu seu corpo ser retirado do chão, e percebeu então estar nos braços de Jace, pensou em protestar mas o abraçou, mesmo que não fosse o Jace que queria, e enquanto estava nos braços do novo Jace, deixou as lágrimas teimosas caírem, segurando os soluços...

 

Quando entrarem em um quarto diferente do seu, foi depositada em uma cama maior do que a que tinha no seu quarto. O cômodo tinha espelhos, tapetes e algo estranho, feito de metal, uma escrivaninha e o resto ela não conseguiu prestar atenção, pois foi deitada na cama e sentiu o novo Jace acariciando seus pés.

 

- Para!

 

Ela protestou, encolhendo as pernas e subindo mais para a cama, olhou para o rosto de Jace e limpou as lágrimas, tentando se manter firme.

 

- Eu quero tanto você...

 

Ele sussurrou, dessa vez tirando os calçados, e Clary desviou o olhar, convencendo a si mesma de que não o queria. Mas sempre quis, desde quando ele foi irônico e até grosso com ela na Pandemoniun.

 

Ele começou a tirar a roupa preta e vermelha, Clary se sentindo desconfortável, encarou seu torso nu e lambeu os lábios, não conseguindo negar que Jace continuava atraente, mesmo sendo agora, um crepuscular.

 

Ele tirou a calça, ficando apenas com uma cueca box preta. Clary engoliu a seco, e desviou o olhar dali, encarando seu rosto. Ele subiu na cama e se aproximou dela.

 

- Jace...

 

Ele cortou o que ela falaria, beijando-lhe com luxuria.

 

Esqueceu que aquele não era seu Jace. O agarrou, juntando seus corpos com eficácia.

 

Gemeu quando ele subiu as mãos por suas coxas, levantando o vestido junto. Segurou os pulsos dele, achando que iria se afastar, mas não. Ele apenas intensificou o beijo, usando a língua como um profissional, que se tornou violento e sem folego. Clary queria empurra-lo para longe, porém não adiantou, sua força de vontade não era tão grande quanto o tesão que sentia com os lábios de Jace contra os seus, e agora, contra seu pescoço...

 

- Jonathan, se afaste.

 

Clary abriu os olhos, surpresa com a voz do irmão e pelo modo que Jace saiu de cima do seu corpo. Podia ofegar de tristeza e implorar que ficasse, mas não o fez.

 

Perdeu o folego quando a visão de Sebastian clareou em sua mente.

 

Ele era lindo, e seu.

 

A consciência daquilo lhe bateu tão forte que ela podia ter desmaiado, mas seu coração vibrou, enquanto seu irmão desabotoava a calça de couro com dois botões que usava. Ele se despiu e ela não desviou o olhar do corpo nu dele nem por um segundo.

 

Ele era pálido demais, porém aquilo não desfez o calor que percorria suas veias. Ela apenas se entregou mais ainda. Abrindo as pernas e puxando o vestido para cima, deixando-o  levantado até pouco abaixo de seu busto, não escondendo sua boceta do irmão mais velho, que se aproximou do móvel, ficou de joelhos na cama e segurou suas pernas bem abertas.

 

- Sebastian... Eu...

 

Ela não sabia o que dizer, e fechou os olhos quando os olhos dele fixaram-se nos seus. Deitou a cabeça para trás e estremeceu quando a respiração dele entrou em contato com seu clitóris que provavelmente já estava todo molhado de seus sucos naturais de excitação. Provavelmente não. Estava sim, ela conseguia se sentir escorregadia.

 

Sebastian começou chupando, e logo depois usou a língua. Clary arquejou, enquanto apertava os lençóis abaixo de si com força.

 

Outra língua, mais boazinha e leve, acariciou seu seio, e a boca abocanhou seu seio por inteiro, acariciou a cabeça, reconhecendo a suavidade dos cabelos de Jace.

 

Sebastian parecia conhecer os lugares que mais lhe davam prazer. Ela se segurava para não gemer alto, ou para mexer o corpo na direção da boca dele, até o dedo de Sebastian começar a fazer pressão delicadamente sobre seu clitóris.

 

Abriu os olhos e se segurou em Jace, o  ex menino anjo lhe sorria, e acariciava seu rosto, dando beijos em suas bochechas que estavam rosadas e ela não suportou o prazer. Explodiu na boca de Sebastian, fechando os olhos em seguida, achando que desmaiaria. Seu liquido saia de sua vagina como uma cachoeira, e Sebastian se afogava cada vez mais na direção de sua perdição. Do delicioso sabor do orgasmo da irmã.

 

Jace se afastou e ela o procurou com o olhar. Ele foi para a beirada da cama, perto de Sebastian, que estava de olhos abertos, olhando para o rosto ruborizado da irmã, lambendo os vestígios de seu orgasmo.

 

Clary gemeu quando Sebastian se afastou de sua vagina e mordeu os lábios, reprimindo um gemido que queria desesperadamente sair. Gostaria de sentir a boca dele novamente naquele local tão íntimo, e mesmo sendo errado não se importou.

 

Sebastian queria mais e mais da ruiva. A lembrança do rosto dela todo contorcido enquanto ele lhe enchia de prazer era a melhor coisa que já tinha visto. E gostaria de fazer tudo novamente.

 

Clary fechou os olhos, aproveitando a sensação de seu primeiro orgasmo, constatou que estava muito cansada e nunca mais iria querer chegar ao clímax novamente. Esse pensamento sumiu de sua mente quando o Novo Jace se aproximou, dessa vez ele manuseava seu clitóris perfeitamente, a enchendo de prazer e desespero, querendo que a tortura acabasse logo.

 

O sorriso no rosto do irmão mostrava o quanto ele estava gostando da cena e das ações de cada um ali, como se fosse um jogo. E ela não seria um jogo.

 

- Sebastian...

 

Ela chamou, saindo mais como um gemido enquanto a outra mão se agarrava nos fios loiros de Jace. Queria mandar ele se foder, ir para o inferno – não que eles não estivessem – e o raio que parta.

 

Sebastian se aproximou, passando a mão delicadamente sobre o rosto dela e tirou as mãos dela de Jace, prendeu-as sobre a cabeça da ruiva que fechou os olhos se sentindo perto demais do precipício. Sentiu seu corpo queimar e logo sentiu que viria. Porém tudo foi embora rápido demais, junto com o corpo de Jace.

 

Sebastian soltou uma risada demoníaca, enquanto via a irmã fechar os olhos e parecer desesperada procurando ar.

 

- O mel dela é doce.

 

Jace ao seu lado, falou chupando os próprios dedos que estavam melados da excitação dela.

 

Sebastian foi para a cabeceira da cama e segurou Clary nos braços, a sentando em seu colo e ouviu o resmungo que ela soltou. Tocou na boceta ainda molhada da irmã e sorriu enquanto sentia o clitóris pulsar como se fosse um coração. Clary agarrou a coxa dele, cravando as unhas ali e ele apenas beijou seu pescoço.

 

- Se aproxime e coloque sua boca na boceta maravilhosa dela.

 

Clary tentou falar, mas a mão de Sebastian a calou, ela tentou morder mas ele apenas pressionou mais a palma de encontro a seus dentes e ela gemeu de dor quando levou um tapa forte na nádega direita.

 

- Seja uma garota boazinha, Clarissa!

 

Ela fechou os olhos, e os abriu para encarar Jace que colocava a cabeça de frente a boceta dela e beijava o interior de suas coxas. Isso a fez ofegar, e Sebastian libertou sua boca, para deslizar suas duas mãos pelos braços da garota e acariciar a pele macia da ruiva que rebolou contra a boca de Jace, se esquecendo do quão pecaminoso e errado o que estava fazendo era.

 

Seu irmão estava nu, atrás dela, com o rígido pênis cutucando sua pele já suada, enquanto seu namorado que já não era o mesmo – estava sendo controlado por seu irmão – estava na sua frente, pronto para lhe fazer gozar com sexo oral.

 

Jace usou a língua, parecia mais morna que a de Sebastian, e não parecia prestes a lhe matar de prazer, mas ela se agarrou as coxas do irmão, suas mãos foram tiradas dali com brutalidade e gemeu, sentindo os dedos de Sebastian acariciando seus dedos e a língua de Jace a penetrando devagar.

 

- Pede pra gozar, Clarissa.

 

Ela não conseguiu falar, só ofegar e gemer, apenas rebolou mais próxima da boca do namorado. Concluiu que era melhor pensar em Jace assim, o amava e lutaria por ele voltar ao que era. Pelo menos depois da tortura boa que seu irmão estava lhe proporcionando.

 

- Sebastian... Jace...

 

Ela gemeu, conseguindo soltar um dos braços e o passando por trás da nuca do irmão que mordeu com força seu pescoço, a fazendo gritar e pressionar sua boceta na língua de Jace que a penetrou com um dedo enquanto usava a língua para brincar com seu clitóris.

 

Sebastian começou a brincar com seus seios enquanto chupava com força o pescoço, sabendo que aquilo marcaria ela e que provavelmente ela poderia estar com dor, mas não ligava.

 

Clary não gritou alto quando chegou ao clímax novamente. Ela tremeu nos braços deles, soltou um gritinho fino e ficou tão mole que parecia ter desmaiado.  Os olhos fechados e a mão largada sobre o pescoço de Sebastian caiu para o lado, enquanto a outra mão estava entre o aperto forte de Sebastian. E ele finalmente largou o pescoço dela, podendo ver o estrago delicioso que fez ali. Estava quase gozando, e rapidamente agarrou seu pênis, esfregando para cima e para baixo, guiou seu pênis até o ânus de Clary e gozou ali, sem se importar. Jace já estava de joelhos sobre a cama, parecendo ofegante e pronto para foder Clarissa.

 

- Jace...

 

Ela sussurrou entreabrindo os olhos e ele se curvou na cama, acariciando o rosto dela, carinhoso demais e beijou os lábios de sua doce Clary. Sebastian se levantou e foi até o banheiro, começando a encher a banheira com água e sais de banho, ao voltar para o quarto, sorriu para a visão de Clary acariciando o pênis de Jace. Ele estava ainda de joelhos na cama e ela sentada, com uma expressão de puro erotismo no rosto. Sebastian nunca a teve tão sensual. Os seios pequenos, a mostra, os biquinhos rosados chamando atenção, um forte roxo na base do pescoço, e principalmente o olhar que ela tinha. Puramente sexual.

 

Se aproximou dos dois e segurou o rosto de Clary que o encarou, desta vez sem nenhum sentimento negativo e enquanto ele curvava o corpo, ela se levantou e segurou o rosto do irmão, suspirando enquanto ele passava carinhosamente o polegar pelo local roxo no pescoço dela.

 

- Isso é pecado, mas eu desejo me entregar a vocês.

 

Ela sussurrou mordendo os lábios e ele sorriu, levou seus lábios para perto do ouvido dela e sussurrou...

 

- Você está se sentindo uma pecadora, irmãzinha? Está arrependida de ter nos deixado lhe proporcionar o melhor orgasmo que já teve?

 

Ele sentiu o arrepio que causou nela, e o sorriso em seu rosto aumentou, desceu as mãos pela cintura dela, chegando ao quadril ele colou seus lábios com os da irmã, não negando a língua que ela adentrou em sua boca. Aquilo o excitou mais e segurando suas duas nádegas, apertou, trazendo o corpo dela cada vez mais de encontro ao dele. Seu pau esfregava-se cada vez mais na pele dela, e agora estava bem perto da boceta que ele queria tomar.

 

A deitou na cama e desgrudou seus lábios para encontrar seus olhos escuros de desejo.

 

Pensou em pedir para Jace se colocar de joelhos próximo ao rosto de Clarissa mas mudou de ideia. A primeira foda que ele teria com a irmã não seria com o pau de Jace na boca dela.

 

Ele rapidamente guiou seu pau para a entrada molhada dela e deslizou o comprimento de seu pau lentamente para dentro da vagina, que dilatava lentamente. Ele sorriu quando sentiu algo que não esperava dentro dela. Uma barreira, que com um pequeno empurrão de seu quadril, se desfez, ao mesmo tempo em que Clary ofegava e fechava os olhos, contraindo o corpo para cima.

 

Sebastian achava que sua irmã já tinha se entregada a Jace a bastante tempo, ficou feliz ao constatar que aquilo não era verdade, pois sentir que Clarissa era intocada o excitou tanto que ele não deixou ela se acostumar. Apenas começou a entrar e sair, ouvindo os gemidos de dor e prazer dela, que cravava firmemente as unhas em seus ombros. Tudo aquilo era música para seus ouvidos.

 

- Sebastian...

 

Ela gemeu, segurando-se nele com força enquanto procurava com a boca algum pedaço de pele dele. Fechou os dentes perto da região do ombro suado do garoto e chupou, não se importando com nada, mas queria marca-lo assim como ele tinha lhe marcado. Isso o atiçou mais e Sebastian bombeou dentro dela. Não mordeu os lábios, ele gritou quando derramou sua semente nela, ouvindo-a soltar gemidinhos entrecortados e gemer sob o corpo dele. Enquanto descansava a cabeça na curva do pescoço dela, ouviu o gemido alto de Jace e logo sentiu algo atingir seu braço. Ele sabia que era esperma, mas não ligou. Sorriu na direção do loiro enquanto se levantava e foi até ele, não hesitou em pegar no pau agora mole do ex-garoto anjo e segurou a nuca de Jace, enquanto movimentava a mão ao redor do pênis para ele endurecer.

 

- Vá lá e foda aquela boceta quente do caralho. Mistura meu gozo dentro dela com o teu, vamos ver no que dá!

 

Jace sorriu, já estava endurecendo novamente. Sebastian largou a parte intima do garoto a sua frente e assistiu ele ir até Clary, Jace abriu bem as pernas da garota ainda extasiada e começou a roçar o pênis pela entrada dela, que transbordava o esperma de Sebastian. Jace forçou entrada e Clary abriu os olhos.

 

Não ouviu nada do que eles disseram, queria apenas morrer de tão satisfeita que estava, mas o jeito sexual que Jace lhe tocou e agora tocava em sua parte intima a incendiou novamente e ela acariciou o rosto do mesmo.

 

- Mama em mim...

 

Ela sussurrou e foi o que ele fez, antes de penetrá-la por completo, começou a brincar com os seios sensíveis dela, Clary fechou os olhos novamente, não pensando em nada a não ser no prazer enorme que estava sentindo. Seu cérebro podia explodir e ela não ligaria, contanto que Jace continuasse com as caricias em seus seios e com o pau adentrando sua boceta daquela forma.

 

Ele soltou um gemido quando a penetrou por completo e Clary apenas se agarrou a ele, querendo ter a boca dele em seu seio, mas no segundo seguinte sentiu uma boca agressiva brincando com um de seus mamilos e uma mão mais gelada no outro. Abrindo os olhos ela viu a cabeleira mais clara de Sebastian e aquilo pareceu tão sensual que a sua boceta se apertou mais ao redor do pênis grosso de Jace, que fazia seu caminho para dentro e fora dela.

 

- Clary...

 

Ela olhou nos olhos de Jace e por um instante achou que ele tinha voltado a si, e sairia de cima dela, distribuindo  golpes em Sebastian, mas ele apenas fechou os olhos em um expressão total de prazer e Clary não conseguiu segurar os gemidos, nem mesmo o orgasmo que ele, junto de Sebastian a proporcionou. Jace sobre seu corpo gritou e apertou sua cintura com força demais, mas ela não sentiu nada além de prazer e o esperma dele sendo despejando em sua boceta, misturando-se com o de Sebastian.

 

Ela não se esqueceu de tudo ao seu redor, se forçou a prestar atenção em tudo, principalmente no toque do irmão.

 

- Você está cheia de porra, Clarissa.

 

Ele disse, acariciando sua boceta  melada e gosmenta, ela se remexeu, enquanto ele tirava a mão dali e segurava o próprio pau, crendo que Clary lhe chuparia agora. Jace levantou-se, ela sentou-se na cama e  olhando nos olhos do irmão, deixou um beijo perto do umbigo dele e acariciou a pele suada com a língua até o pênis duro dele.

 

- Coloca meu pau na boca agora ou eu vou foder essa delicia como se fosse sua boceta!

 

Clary rapidamente começou a colocar um pouco na boca mas ele era muito grande, menos da metade cabia em sua boca, quando tentou ir mais fundo tirou rapidamente da boca e olhou para Jace, seu pênis  estava gozado também, totalmente cheio de porra, e ela não conseguiu deixar de ficar excitada imaginando o gosto dos três no pênis dele. Então saindo de perto de Sebastian, ela rapidamente abocanhou o pau de Jace que foi pego de surpresa e fechou os olhos.

 

Tinha um gosto estranho, mas não era ruim, e ela forçou metade do pau dele na boca, que já estava ficando duro.

 

- Fica de quatro, Clarissa!

 

Sebastian mandou e por instinto ela ajeitou-se na cama e empinou bem a bunda em qualquer direção. Sua língua contornou a cabeça do pênis de Jace e fez um caminho lento por toda a glande até as bolas.

 

- Isso Clary... delicia!

 

Ele gemeu, e mãos acariciaram a bunda de Clary, no seu ânus melado com a porra de Sebastian. O pênis do irmão provocou o buraco apertado e quando estava começando a abrir caminho ela retesou o corpo, gemendo de dor e tirando o pênis de Jace da boca.

 

- Aí não!

 

- Para de frescura, cacete!

 

Ele xingou e interrompeu a fala de Clary, metendo com tudo o seu pênis no ânus dela. A fazendo gritar e Jace se afastar, enquanto Sebastian sorria e fechava os olhos, as mãos segurando sua cintura e acariciando o ventre liso da garota que estava para dentro em um jeito de lidar com a dor.

 

Clary derramou lágrimas e  se surpreendeu pelo irmão não foder loucamente e bruscamente como o bruto que era.

 

Jace segurou seu rosto e distribuiu beijos em sua boca, pescoço e deixou chupões na área dos seios, o que a fez esquecer um pouco a dor em sua bunda pelo modo que Sebastian lhe penetrou.

 

- Sebastian está arrependido por não ter preparado o seu cuzinho amor... – Jace sussurrou e ela suspirou, erguendo um pouco a coluna sentindo o corpo de Sebastian parado atrás do seu, ao se mexer, seu ânus incomodou-se com a dor mas ela atacou os lábios de Jace e o pênis de Sebastian mexeu, a fazendo soltar os lábios de Jace, começando a gemer de dor.

 

- Calma bebê... aguente firme, logo ficará bom.

 

Sussurrou beijando os lábios da ruiva sem parar. Clary se agarrou a ele e tentou se afastar de Sebastian que forçou seu pênis com mais força nela. Clary sentiu a dor, mas aquilo a fez se sentir excitada... Ela gemeu e mordeu Jace, o mesmo sorriu para ela e sua boca foi para a direção do pescoço alvo da garota. Ele beijou, lambeu, chupou e cravou seus dentes, Clary já gemia baixinho desde o segundo ato. Jace levou seus dedos até a vagina de Clary, deslizando pelas dobras molhadas dela.

 

Clary gemeu, atirando a cabeça para trás e o pênis de Sebastian dentro dela começou a excitá-la ao extremo, principalmente com Jace a tocando daquela forma.

 

Sua mão foi até o pênis de Jace, começando a acariciar um pouco rápido demais e começou a jogar o quadril para trás, recebendo um tapa forte  de Sebastian em uma das nádegas. Gritou de prazer e mordeu seus lábios, fechando sua mão com mais força ao redor do pênis de Jace porém não o suficiente para machucar.

 

Clary sentiu seu clímax chegando e lutou contra ele, se segurando em Jace com uma mão e a outra continuou acariciando seu pau com as veias saltadas. Ela gemeu quando o dedo de Jace adentrou sua vagina e o pau de Sebastian pareceu penetrar mais fundo a fazendo começar a sentir os tremores já conhecidos. Mas não parou de mexer sua mão, parou só quando sentiu jatos de esperma marcarem a região de sua barriga e seios, se deixando levar pelas sensações do orgasmo. Gritou, sentindo que estava tonta e se largou na cama, sendo segurada por Sebastian que começou a meter como um animal. Rápido, com força, sem pena... Ele retirou seu pênis antes de gozar forte sobre a bunda branca de Clary que nem se importava mais. Estava sendo usada e não se importava. Era maravilhoso...

 

O Silêncio reinou. O único som ouvido eram os batimentos cardíacos de cada um, e a respiração ofegante. Jace deitou na cama, perto de Clary enquanto Sebastian beijava as costas da garota. A ergueu da cama não ligando que o esperma na bunda dela lambuzasse seu peito e a levou para o banheiro. Ouvindo o suspiro de cansaço que Jace deu no quarto.

 

Deu um banho na garota, esfregando delicadamente cada parte do precioso corpo de sua irmã e sorriu com as lembranças. Clary estava silenciosa durante tudo aquilo, apenas abriu a boca para falar quando ele estava vestindo-a com uma de suas camisetas de botões pretas.

 

- Você gostou? – Ela perguntou timidamente e Sebastian suspirou, um sorriso malicioso se espalhando pelos lábios.

 

- Eu adorei irmãzinha. Está cansada?

 

Clary assentiu e ele a levou para fora. O rosto da ruiva ficou vermelho ao ver que tinha uma mulher no quarto, trocando os lençóis da cama e Jace estava no outro quanto do quarto, segurando um cacho de uva, as comendo tranquilamente. Usava apenas uma calça de abrigo folgada, e quando a crepuscular saiu, fazendo uma reverência a Sebastian, Clary foi erguida – agarrou-se em Sebastian nessa hora – e levado até a cama, onde foi deitada e beijada com um estranho carinho pelo irmão.

 

Quando ele se ergueu, outra boca tapou a sua. Foi a de Jace e suspirando, depois daquele simples roçar de lábios, ela fechou os olhos e adormeceu.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


O que acharam da one?
Eu revisei o capítulo, mas se encontrarem um erro é só falar.
Comentem para eu saber no que devo melhorar e o que acharam.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...