História Pecado (Meanie) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Kim Mingyu
Tags Lemon, Meanie, Minwon, Seventeen, Sexo
Visualizações 63
Palavras 4.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu só queria deixar bem claro que eu não sei bem o que eu fiz aqui, eu só sei que eu fiz e ficou uma loucura. Desde ja, aviso que só tem pouca vergonha nessa história. De qualquer forma, eu espero que vocês gostem muuuuito e me dêem muito amor. ❣
Boa leitura, meus amores!

Capítulo 1 - Vermelho;



Jeon cruzou as pernas, pelos vitrais da igreja conseguia ver as gotinhas da chuva escorrendo coladas ao vidro, do outro lado, nos bancos de madeira, algumas pessoas já resmungavam amaldiçoando a chuva fina. O garoto encarou as estátuas divinas sobre o altar, Jesus de braços abertos lhe encarava, deu um sorriso de lado voltando sua atenção ao homem de aparência velha, com a batina branca.

“Que o Senhor vos acompanhe!” sua voz soou por toda a igreja oca. Jeon gostava daquele lugar, admirava a arquitetura que havia resisto desde o final da Idade Média.

O lugar esvaziou-se aos poucos, as pessoas permaneciam lá dentro, não para rezar ou louvar seu Deus, mas para proteger-se da chuva. Jeon caminhou até o padre, tocou-lhe o ombro delicadamente sorrindo de forma doce.

“Padre, tem um tempo? Preciso me confessar.” Suspirou fundo, encarando o senhor de idade que parecia satisfeito com suas palavras.

“Claro, meu filho. Vá até o confessionário, eu irei lhe ouvir.” Seguindo as instruções passadas, ele caminhou até uma pequena casinha de madeira, acomodou-se lá dentro esperando pelo homem, que despedia-se de seus fiéis.


“Papai, está chovendo e eu estou com medo!”A garotinha de cabelos negros cobriu o metade do rosto, deixando apenas os olhos grandes para observar o quarto escuro. Seu pai retornou até sua cama, sentou-se ao seu lado ligando o pequeno abajur que espalhou uma luz amarela no cômodo.

“É só chuva, meu amor.” Ele deslizou a mão carinhosamente pelos fios escuros. “Se você sente medo, lembre-se que Deus está cuidando para que nada de mal lhe aconteça.” sorriu calmo encarando o cenha franzido da pequena.

“E se ele não estiver comigo? e se ele não gostar de mim?”

“Não fale bobagens, pequena. Deus não gosta de pecadores.” Comentou, levantando-se devagar.

“E por que eles não gostam de pecadores?” Ela sentou-se na cama, parecia curioso demais em relação ao assunto.

“Meu pai sempre me dizia que todas as vezes que cometemos um pecado, a parte de Deus que mora em nós é destruída!”


“Padre, eu quero que me perdoe pelos pecados que ainda vou cometer.” Sorriu travesso, pelas pequenas divisões, Jeon podia enxergar a face confusa do homem.

“Eu não posso lhe perdoar por algo que ainda não fez, meu filho.” Ele explicou calmo. “Por que não me fala de seus pecados antigos?” O garoto balançou a cabeça de um lado para o outro.

“O senhor sabe de todos, conhece meu trabalho, meu vício, que graça tem contar algo que todos já sabem?” Suspirou.

“Você deve repensar sua vida, Wonwoo. Nunca é tarde para viver nos caminhos de Deus.”

“Padre, me responda uma coisa.” Wonwoo abriu a pequena portinha pronto para sair daquele lugar.

“Diga, meu filho.”

“É pecado cobiçar o homem da próxima?” Gargalhou alto deixando o homem confuso, caminhou porta a fora fazendo uma pequena reverência para as estátuas de cera que representam todos aqueles santos e Deus.

“Que Deus me proteja!” Comentou alto o suficiente para que os fiéis com medo d'água e o padre o ouvisse.


Mingyu abriu os olhos lentamente, o silêncio matinal é  preocupante quando se tem uma filha de cinco anos apaixonada por futebol que está sempre quebrado alguma coisa dentro de casa. Remexeu-se na cama notando que sua esposa também não estava lá. Já com a respiração ofegante, esperando pelo pior, Kim pulou na cama correndo até o quarto da criança. Abriu as portas do guarda roupas temático da Barbie e não havia nada ali. Sua filha não estava na cama e suas roupas haviam sumido, correu de volta até seu próprio quarto abrindo o guarda roupas de casal: Metade das roupas que o preenchiam haviam sumido.

Kim enfiou as mãos nos cabelos pretos puxando-os com força, as lágrimas quentes escorreram por sua face como larva. O coração acelerado em seu peito bombeava seu sangue num ritmo apressado, sentia que suas veias poderiam explodir a qualquer momento. Ajoelhou-se, buscando o fôlego que lhe faltava. Kim vasculhou sua mente atrás do motivo para aquilo, os dois tinham brigas frequentes de casal, sobre o financeiro e o trabalho eram a mais comuns, não entendia o que havia acontecido de diferente, o que havia levado sua esposa a fazer aquilo.

Gritou, sendo esmagado por seus próprios pensamentos confusos e sem fim, sentia que a culpa era sua, que fora o principal motivo, mas não entendia porque. Sempre lhes deu tudo, todo amor do mundo, tudo que as duas precisavam, sua casa sempre foi aberta à Deus e uma coisa ruim como esse não lhe aconteceria, porque ele tinha Deus.

“Deus” repetiu a palavra num sussurro, lembrando que sua religião fora o motivo da última discussão.

Sua esposa, comovida com a situação do irmão que fora expulso de casa após contar sobre sua sexualidade para os pais, pediu-lhe para abrigar o garoto em sua casa, até que ele conseguisse um emprego. Mas Mingyu não podia, Deus não permitiria um pecador em sua casa, aquele herege levaria sua filha para o lado obscuro do mundo e ela mataria o deus dentro de si aos poucos. Revoltado com o pedido rídiculo, Kim acabou por dizer que não aceitaria uma aberração dentro de sua casa.  

O homem encarou a estátua de Jesus de braços abertos sobre a escrivaninha, engatinhou até o lugar, derrubando-a no chão.

“Foram os seus mandamentos, foram as suas malditas leis, os seus malditos seguidores de merda. Foram as seus malditos ensinamentos, a culpa foi sua. Que tipo de Deus tu és se deixasse minha felicidade ir embora?” Gritou, encarando o céu azul que via da janela. “Que tipo de Deus tu és se destruisse minha vida?” Apertou o próprio com força, como se pretendesse arrancar seu coração dali. “Você não existe mais dentro de mim, eu vou matá-lo aos poucos e você verá que uma ovelha no teu rebanho faz falta, porque o maldito diabo deve estar pulando de alegria nas profundezas do inferno.”


Wonwoo gargalhou alto quando o homem de cabelos bagunçados deixou a cama, remexeu-se devagar sobre os lençóis brancos com algumas notas espalhadas sobre. Enrolou-se em um daqueles lençóis que fedem a sexo e cigarro, caminhando até a saída do hotel, o porteiro lhe encarou confuso, sorriu travesso piscando em sua direção antes de sair dali. O garoto não sabia como havia chegado naquele lugar ou quem era o homem que deixou a cama, mas sabia que tinha sido uma noite deliciosa, cheia de luxúria e pecado. Seus olhos estavam sendo ofuscados pelo brilho do sol, atravessou a rua sem pensar duas vezes.  

Mingyu freiou o carro quando viu aquela figura enrolada num pano branco, se não tivesse percebido antes, não teria parado a tempo. Respirou fundo, visto que quase matou aquele louco, buzinou algumas vezes para que ele apressasse o passo e saísse de sua frente, mas tudo que recebeu de volta fora o dedo do meio. Bufou, prestes a xingá-lo quando o viu dar a volta no carro e entrar no mesmo, sentando no banco do carona.

“Preciso que me leve até o meu apartamento, bonitão.” Sorriu, tirando o lençol de seu corpo.

Mingyu o encarou confuso, nunca, em toda sua vida, havia presenciado um passageiro que veste-se apenas com um lençol e uma cueca box branca. Pigarreou, tentando entender o que se passava ali. Um garoto, de cabelos negros e o corpo branco marcado por chupões e arranhões estava lhe pedindo uma carona e o provocando com uma cueca box branca. Gargalhou sem conter-se.

“Desce do meu carro!” Falou sério, esticando-se sobre o garoto para abrir a porta do lado dele. “Cai fora! Você é louco?” O garoto gargalhou, ecoando um som doce pelo carro.

“Eu posso te pagar, bonitão!” Falou manhoso, empurrando-o de volta até o seu banco. Esticou-se o suficiente para alcançar o pescoço exposto do moreno. “Você sabe, tem muitas formas de fazer isso!” Falou contra a pele quente, mordendo-a delicadamente.

“Não estou interessado!” Mingyu respondeu afastando-o. Jeon bufou, deslizando a mão branca pela coxa coberta por um jeans.

“Não me diga que você é hétero, bonitão? Que desperdício um homem tão gostoso e quente como você viver em função da sua mulher e filha!” O garoto falava provocativo, num tom aveludado. Sua mão livre subia e descia pelo peitoral definido tentando amolecer o corpo, mas o motorista estava irredutível.

“Como diabos sabe que tenho esposa e filha?” O garoto pigarreou, apontando para a foto fixada acima do espelho.

“Mas não se preocupa, se depender de mim, elas nem vão saber. Você parece tão estressado, não me diga que ela não dá conta do recado.” Esticou-se o suficiente para alcançar a orelha do moreno, sussurrando-lhe com uma voz rouca enquanto sua mão já fazia manobras delicadas na parte interna de sua coxa. “Se fosse eu, iria foder com você todas as horas que tivesse chance.” Sua mão subiu sorrateiramente.

“Na cozinha…” Beijou o lóbulo da orelha alheia. “Na sala” espalhou mais beijinhos pelo pescoço. “No quarto.” Sua mão moveu-se tocando-lhe o membro sobre a calça.

Jeon havia feito aquilo tantas vezes, que conhecia muito bem os pontos fracos de qualquer homem. Enfiou sua mão livre dentro da camiseta de botões, tocando a pele quente com os seus dedos frios, na tentativa de eriçar todos os pêlos do corpo grande. Afundou os lábios na pele quente de seu pescoço, distribuindo chupões e mordidas nada delicadas, próprias para deixar marcas. Sua mão traiçoeira desabotoou a calça jeans, deslizou os dedos longos cós a dentro, fazendo o homem arfar com o contato direito de seus dedos. Afundou sua mão desocupada nos cabelos negros, fazendo-o encarar. Empurrou o rosto rígido contra o seu encostando os lábios.

“Existe um único pecado do qual você não pode fugir… A luxúria!”  Wonwoo invadiu os lábios rosados com a língua, espalhou seu gosto de cigarro pelo paladar alheio enquanto os dedos ágeis faziam um carinho luxuoso por todo o membro. Mingyu surpreendeu-se com a destreza da mão pequena,  já que o tecido jeans apertado parecia dificultar os movimentos contra seu pênis.

Jeon removeu a mão subitamente empurrando o homem contra o banco, arrumou-se ao seu lado encarando o retrovisor do carro, onde outro se aproximava. 

“Vai me levar em casa agora? Já mostrei que tenho muitas formas de pagar!” Sua feição era séria, o homem ainda atordoado balançou a cabeça diversas vezes confirmando a proposta do garoto.

Desde que decidiu matar o Salvador dentro de si, Kim já não mais surpreendia com as exposições e loucuras as quais doava seu corpo. Dizia a si mesmo que satã ficaria feliz em vê-lo, já havia se passado uma semana completa e nenhuma delas voltou, nenhum  recado, nenhuma mensagem, apenas um pobre homem largado em sujeiras noturnas e bebedeiras desenfreadas.Seguiu pelas ruas pouco movimentadas, era cedo da manhã e as pessoas deveriam estar saindo de suas casas para trabalhar naquele momento.

Vez ou outra, lançava olhares ao corpo despido ao seu lado. Não havia nada de atraente ali, tudo que enxergava era o branco da pele neve. Não havia uma bunda redondinha ou coxas fartas, era apenas um garoto delicado que sabia usar os dedos e essa era a parte mais excitante. Perguntava-se ele conseguia rebolar da mesma forma que envolveu seu membro com os dedos. Mordeu o lábio indiscretamente quando a possibilidade de tê-lo cavalgando em si veio a mente.

Wonwoo fez sinal para que ele parasse, o prédio não era algo luxuoso, mas não parecia algo que um adolescente conseguiria pagar se dependesse apenas de um emprego de meio período. Encarou o garoto de sobrancelha erguida, queria implorar implorar por mais toques libidinosos, mas o garoto parecia ler seu pensamento. Com um sorriso travesso nos lábios rosados, Jeon arrumou-se no banco ao lado, empinando-se. Kim fechou as janelas do carro, agradecendo pelas películas negras. Suas mãos alisaram as costas do garoto por toda a extensão, num carinho esganiçado, enquanto o garoto brincava de forma suja com seu pênis, deslizando o dedo indicador por sua base.

Uma gargalhada travessa escapou dos lábios de Jeon quando os dedos de Kim entraram em seus cabelos empurrando seu rosto para próximo do pênis ereto apenas por aquela brincadeirinha. Para compensar o desespero do homem, beijou seu falo delicadamente, deslizando a pontinha da língua por toda a parte quente, que pulsava. Mingyu gemeu alto quando a saliva quente do garoto escorreu por seu pênis e a boca pequena e rosada o engoliu.

Jeon envolveu o membro do homem com lábios, sabia e descia em movimentos frenéticos, os gemidos altos eram suficientes para incentivá-lo, aumentando a velocidade consideravelmente a medida que a respiração do outro também se intensificava. A mão de Kim passeava pela pele de suas costas, acompanhando o movimento de seus lábios contra seu membro. O pré gozo já escorria pelo lado de sua boca, aquela mistura agridoce que tomava seu paladar tinha gosto de vitória para ele. Quando Mingyu grunhiu e as unhas longas arranharam suas costas, Jeon sentiu o garoto gozar em sua boca. Levantou-se devagar, encarando o rosto vermelho.

Mingyu estava ofegante, o garoto ao seu lado lhe olhava travesso, com as mãos repousando sobre o banco de couro. Uma gotinha de sêmen ainda escorria pelo canto dos lábios rosados, Mingyu iria beijá-lo para limpar sua face, mas Jeon foi mais rápido, colocando a língua para fora e lambeu o lugar. Sorriu, com a feição decepcionada do garoto e saiu do carro.

Mingyu segurou seu braço, encarando o rosto nada envergonhado. Deslizou sua língua umedecendo seus lábios.

“Quem é você?” Perguntou desesperado. “Qual o seu nome?”

“Não se preocupa com isso, Mingyu. Eu acho você!” Gargalhou com a feição confusa do homem.

“Como sabe meu nome?” Mingyu gritou, mas o garoto bateu a porta do carro com força.

Jeon sorriu travesso balançando as chaves do homem entre os dedos. Cumprimentou o porteiro sorridente, que lhe encarou boquiaberto devido a sua nudez. Mandou-lhe um beijo antes de entrar no elevador.

Mingyu encarou o banco vazio ao seu lado, ali jazia um papel vermelho, com um nome de uma boate e um endereço, sorriu largo interpretando aquilo como um convite. Respirou fundo, arrumando-se. Fechou o zíper e o botão da calça, arrumando os cabelos em seguida.  Do porta luvas, tirou uma carteira de cigarro e dirigiu, tentava prestar atenção na avenida, mas aquele garoto continuava vindo a sua mente. Balançou a cabeça como se aquele gesto fosse limpar seus pensamentos. 

Wonwoo entrou em seu apartamento, encarou algumas contas de luz e água. As apanhou, jogando sobre o balcão e colocou a chave de Mingyu sobre as folhas brancas.

“Titio!” A garotinha gritou jogando-se em seus braços. Wonwoo a empurrou levemente, sorrindo seco. “Por que está sem roupa, titio?” Ela perguntou curiosa. Wonwoo suspirou, detestava aquela garotinha que fora fruto de um relacionamento paralelo de sua irmã.  Odiava sua irmã por ela fazer o pobre Mingyu acreditar que ela bastarda era mesmo sua filha.

“Titio estava dando!” Sorriu seco, andando em direção ao seu quarto. “Cadê sua mãe?” Perguntou alto.

“Dando o quê?” Wonwoo vasculhou a casa e vestiu-se num blusão, encarou a garotinha na sala de estar.

“Cala a boca, pirralha irritante.” Revirou os olhos. “Você sabia que não é filha do seu papai?” Sorriu. “Sabia que você é uma bastardinha?”

“Titio!” Ela gritou, as lágrimas começaram a tomar conta de seus olhinhos grandes.

“Não chora, Titio.” Wonwoo sorriu. “A culpa não é sua, sua mamãe quem traiu seu pai!” Suspirou, beijando os cabelos da sobrinha. “A culpa não é sua de ser uma bastardinha!”  

Mingyu encarava a foto da filha, deslizou os dedos pelo papel. Sentia tanta falta da sua garotinha, sentia falta de jogar futebol com ela e de participar da sua vida. Queria tanto seu bebê de volta, mas Deus não gostava disso. Deus não gostava do seu seguidor e lhe roubou tudo. O Deus que ele amava não o amava da mesma forma. Limpou as lágrimas, deixou a garrafa de cerveja sobre o balcão com o dinheiro ao lado e saiu. Enfiou os dedos do bolso tirando o endereço que o garoto lhe deixou.

Wonwoo sorriu travesso, ligou todas as luzes da casa vazia vasculhando os armários. No pequeno bar, encontrou um licor e o provou,o gosto de morango invadiu seu paladar. Pela casa, as fotos da família perfeita ainda espalhadas sobre a estante e paredes, bufou. “Pobre Mingyu, mal sabe que foi corninho!” Gargalhou, encarou o carro que estacionou na parte da frente da casa.

Mingyu engoliu seco ao notar que as luzes de sua casa estavam acesas, rezou tanto para que sua mulher estivesse de volta. Desceu do carro rapidamente, correndo até a porta. A abriu bruscamente, sentado de pernas cruzadas no sofá, o garoto de mais cedo trazia uma taça entre seus dedos.

“O que você entrou aqui?” Kim perguntou surpreso e curioso, sorriu largo acomodando suas mãos na cintura. Wonwoo balançou a chave entre os dedos, sorrindo travesso.

“Não deu conta do sumiço de sua chave?” O garoto colocou-se de pé caminhando até o mais alto. “Se fosse uma cobra, teria te picado!” Sorriu.

Jeon deslizou as mãos pelos braços grandes. Subiu sua mão até o rosto do moreno fazendo-o encarar, antes de tomar seus lábios para si. O beijo do garoto funcionava como um entorpecente, Mingyu rodeou os braços em volta da cintura fininha aprofundando o beijo, o gosto do licor de morango espalhou-se por sua boca, a vontade de sentir mais aquele gosto era devastadora. Os dedos do garoto entraram por baixo dos fios de cabelo, um carinho delicado foi deixado ali.

As mãos de Mingyu escorreram até as nádegas do garoto, apertou-as indelicadamente, liberando um gemido contido contra seus lábios. As ondas sonoras que saíram da boca do garoto passearam por todo seu corpo, fazendo-o tremer. Wonwoo trabalhou agilmente para retirar a camisa de botões enquanto os lábios de Mingyu maltratam a carne de seu pescoço.

“Você não acha que está pecando, Mingyu?” Wonwoo perguntou irônico. Mingyu o ignorou, tomou os lábios do garoto para si, calando-o. Afastou-se devagar, para encarar os olhos castanhos.

“Eu não sei quem é você, como sabe meu nome e onde moro, não sei o quanto sabe sobre mim.” Voltou a morder o pescoço branquinho. “Mas eu vou fazer você me contar entre gritos.” Mingyu empurrou o garoto no sofá grande, Wonwoo sorriu acomodando-se ali antes de Kim subir nele.

O moreno deslizou seus lábios carnudos pelo pescoço do garoto, as mãos grandes alcançaram a  barra da camisa tirando-o com uma agilidade assustadora. Kim espalhou beijos pela barriga do garoto antes de sugar seus mamilos, estimulando aquela parte rosada em meio a pele branca. Wonwoo remexeu-se debaixo dele, acomodando suas pernas suspensas em volta da cintura do garoto. A mão de Mingyu passeou pela parte interna da coxa alheias, alisando-a delicadamente enquanto sua mão livre prendeu os cabelos negros entre os dedos, levantando o rosto do garoto para tomar-lhe os lábios.

Wonwoo o beijou com luxúria, suas unhas arranhavam a pele das costas alheias enquanto a língua do mais alto se divertia com a sua num ósculo demorado. Mingyu afastou-se ofegante, observou Jeon de cima, a gargantilha que ele usava poderia lhe proporcionar uma brincadeira mais divertida. Colocou-se de joelho puxando o corpo do garoto para si, fazendo-o sentar em seu colo. Wonwoo rebolou levemente sobre seu pênis, dando chance a uma gemido alto para escapar.

Mingyu o colocou nos braços, caminhando até o quarto onde dormia com sua esposa. Não pensou uma única vez antes de corromper aquele lugar sagrado com o pecado. Jogou Wonwoo sobre a cama, removendo sua calça enquanto o garoto lhe observava, os olhos grandes em expectativa e as bochechas vermelhas, os cabelos bagunçados espalhados sobre o lençol vermelho. Nunca achou que o vermelho pudesse entrar em contraste perfeito com o branco.

Mingyu abriu o pequeno baú ao lado da cama, o abriu sem demora tirando de lá uma corrente correspondente a uma coleira. Mostrou o acessório a Wonwoo fazendo-o sorrir travesso, o garoto sentou de joelhos na cama, com as mãos apoiadas na cama. Kim subiu de joelhos na cama, colocando a coleira a si mesmo. Wonwoo deslizou as mãos pela corrente, puxando-a devagar para aproximar o rosto de Kim ao seu.

“Sabe qual a melhor parte disso tudo?” Sussurrou manhoso, com os lábios roçando aos de Kim. “Eu nunca imaginei que gostasse de brincadeiras.” Sorriu. “Sabe o que um cachorrinho faz?” Wonwoo perguntou manhoso, descendo da cama. Indicou o chão a Mingyu, mas ele não moveu-se. Jeon gargalhou alto puxando a coleira do garoto.

“Um cachorrinho obediente faz tudo que seu dono manda.” Mingyu sorriu travesso, ajoelhou-se no chão encarando o garoto de baixo para cima.

“É sua vez de me mostrar o quanto sua boca pode ser deliciosa.” Jeon baixou suas própria calça, seu membro atiçado pulou para fora da cueca box preta. Mingyu sorriu com a cena.

“Vamos melhorar as coisas!” Jeon sorriu dando a volta no garoto para pegar a gravata pendurada, ajoelhou-se atrás de Kim amarrando suas mãos nas costas com a gravata vermelha.

Jeon sorriu travesso, estava adorando aquela cena do garoto e tão  submisso aos seus comandos, aos seus toques. O obrigou a levantar, beijando-o delicadamente enquanto suas mãos escorriam pela cintura definida. Quando o garoto estava de pé, Jeon o empurrou sobre a cama fazendo-o cair de frente para a mesma. Toda a parte traseira de Kim estava exposta, o garoto não iria impedí-lo de fazer o que quisesse e tudo aquilo era mais mais excitante. Deslizou os  os lábios pelas costas descobertas fazendo-o contorcer-se, fez um pequeno caminho de beijos até alcançar a parte onde as mãos presas um impediam de descer para um pouco.

Jeon soltou as mãos de Kim por um instante, apenas o suficiente para prendê-las a cima de sua cabeça. Agora sim, Wonwoo poderia fazer o que quisesse. Sentou-se sobre as nádegas de Kim, fazendo-o gemer. Afundou seus lábios no pescoço do garoto, maltratando sua nuca com os lábios enquanto as reações do corpo alheio o estimulavam.

“Kim!” Sussurrou com a voz grave contra a orelha do garoto. “Empina pra mim!” Beijou o lóbulo delicadamente descendo do garoto, o rosto de Mingyu estava sendo pressionado contra o travesseiro enquanto sua bunda estava empinada o suficiente para Jeon ter uma visão perfeita de sua entrada rosadinha.

Umedeceu seus dedos com a própria saliva, estava sedento por aquilo. Iniciou com alguns beijos e tapas leves na nádega esquerda, cada estalo era a porta de um gemido do garoto, puxou suas nádegas em direções opostas, deslizando a língua pela entrada rosada e pulsante de Kim antes de colocar seu dedo indicador ali. Um grito esganiçado foi abafado pelos travesseiros, Wonwoo sorriu largo.

Colocou o segundo dedo, enquanto sua mão livre espalhava um carinho delicado pelas costas, tentando aliviar o desconforto do mais velho. Removeu os dedos delicadamente, liberando as mãos de Kim. O moreno não perdeu tempo, virou-se rápido puxando o Wonwoo para si, o fez deitar-se sobre seu corpo iniciando um ósculo.

“O seu cachorrinho vai fazer o que quiser!” Mingyu comentou contra os lábios vermelhos. “O que você quer agora? Fala para mim!” Beijou o pescoço do garoto com luxúria.

“Eu...—” Wonwoo foi interrompido pela mão de Kim, que apertou seu membro com com força, num movimento rápido, o mais alto já estava em cima dele, o masturbando com destreza enquanto se contorcia sem parar, às mãos de Kim eram habilidosas.

“Fala pra mim o que você quer!” Ele voltou a repetir beijando o membro do garoto. “Fala pra mim!” Mingyu engoliu o membro alheio sem discrição alguma, seus movimentos eram rápidos e precisos, Jeon sentia que poderia gozar a qualquer momento.

“Eu quero que você…” gemeu alto parando a falar. “Quero que você me foda!” Gemeu mais uma vez. “Eu… eu quero… Mingyu…”

O garoto parou a sucção no instante que seu nome foi dito de uma forma tão luxuosa, encarou o garoto de bochechas vermelhas sobre a cama, seu peito se movimentava rápido, seus cabelos estavam bagunçados e sua testa molhada de suor. Kim curvou-se sobre ele beijando-o delicadamente, encostou os lábios na orelha do garoto.

“Então cavalga para mim!” Falou manhoso, recebendo um aceno positivo.

Mingyu deitou-se na cama, ajudando Jeon a posicionar-se sobre seu membro. Maltratou o lábio inferior com a visão do garoto: Os lábios entreabertos, as bochechas vermelhas, encaixando sua entrada devagarinho em seu membro. Os gemidos colidiram no ar, o quarto tinha cheiro de sexo e suor. Wonwoo segurou a corrente do pescoço alheio e movimentou-se devagar, subindo sobre o falo alheio e descendo no mesmo ritmo, as mãos de Kim estavam presas a sua cintura com força, as unhas grandes do garoto entravam em sua carne, mas a dor não era nada comparado aquele prazer. O barulho das carnes se chocando, o suor escorrendo pelos corpos em êxtase enquanto os sons libidinosos ecoavam pelo cômodo, tudo aquilo parecia contribuir para o ápice de ambos, que veio em pouco tempo. Mingyu derreteu-se dentro do garoto e Jeon sujou sua barriga.

O garoto curvou-se sobre ele, repousando sua cabeça em seu peito. Mingyu tentava assimilar tudo que estava acontecendo ali, não sabia quem era aquele garoto ou de onde ele havia surgido, estava entorpecido pelo prazer que ele havia lhe proporcionado e só conseguia pensar nisso. Estava exausto e só conseguia pensar em como ninguém, absolutamente ninguém havia lhe deixado daquela forma.

Inconscientemente, deslizou a mão pelos cabelos negros fazendo um carinho delicado no garoto enquanto permaneciam naquela posição, Kim não demorou muito para adormecer.  Wonwoo sorriu travesso, no final, tudo havia saído como o esperado.


“Mamãe, por que o titio Wonwoo está deitado em cima do papai?” Quando a voz da garota ecoou pelo quarto, Wonwoo encarou sua irmã com um sorriso provocativo nos lábios.





  



Notas Finais


Oi rs então, ficou bem louca, né? Bem confusa, bem pombo. Eu juro que não estava drogada quando escrevi, juro! Eu só queria fazer uma homenagem a Meanie, pelo amor de Deus, não me julguem. Eu amo vocês, cara! <3

ATÉ A PRÓXIMA?? SIMM!


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