História Pecado Mortal - Capítulo 22


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Categorias Chris Evans, Dylan O'Brien, Holland Roden, Jessica Alba
Personagens Arden Cho, Chris Evans, Dylan O'Brien, Holland Roden, Jessica Alba, Nina Dobrev
Tags Ação, Drama, Revelaçoes, Romance, Traição
Exibições 37
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Eu nunca vou te perdoar


                            P.O.V´S Aléxis

   Caminhávamos juntos até a cozinha, quando sinto meu braço ser puxado para um corredor que tinha antes de chegar a cozinha que nos levava a um banheiro, me assustei mas logo relaxei. Chris me jogou para dentro do mesmo,  o olhei confusa, não entendo porque ele havia nos trancado aqui.

   -O que você quer, Chris? -perguntei ainda confusa.

   -Olha, Léxis, eu tenho que te confessar uma coisa. Eu sei que é errado, e tudo mais, só que não consigo parar de pensar em você dês daquele dia no hospital -suspirei, balançando a cabeça negativamente -Eu preciso te tocar novamente.

   -Não, Chris, isso não está certo... -ele me puxou sem deixar que eu terminasse a frase, então, beijou meus lábios, puxei sua nuca aprofundando o beijo, as mãos dele foram de encontro a minha cintura dando impulso para que me sentasse na bancada do lavabo, ele abriu o zíper da minha blusa de moletom a jogando para longe, observou meu corpo por alguns instantes notando como estava magra, olhou em meus olhos e logo voltou a olhar meu corpo, tirando minha regata em seguida. Ele tirou meu sutiã tendo visão de meus seios rígidos, levando os lábios até o bico do meu seio direito, onde ele rodou a língua no mesmo, gemi.

                                  P.O.V´S Geórgia

   O clima tenso se instalou entre mim e Alec assim que terminamos nossa conversa, eu não sabia o que dizer, tinha vergonha até mesmo de olhar em seus olhos, quem dirá conversar sobre qualquer outro assunto. Eu balançava as pernas freneticamente, nervosa, Chris e Aléxis estavam demorando a vir nos chamar, tomei uma atitude e me levantei caminhando em direção à cozinha, chegando mais perto escutei alguns gemidos vindos do banheiro do corredor, direcionei meus passos até lá, quando me aproximei mais pude escutar os gemidos de Aléxis, as lágrimas vinham por meus olhos sabendo do que se tratava.

   -Awn, Chris -pude escutar os gemidos de Aléxis, as lágrimas que até então eu segurava agora rolavam por meus olhos, girei a maçaneta abrindo a porta, os dois me olharam surpresos, espantados, balancei a cabeça negativamente mostrando o quanto eu estava decepcionada, destruída, machucada.

   -Geórgia -foi a única coisa que Chris conseguiu pronunciar, ele vestiu a camiseta e veio até mim, antes que ele me tocasse eu saí correndo dali, não precisava ficar vendo os dois daquele jeito -Ge, espera, vamos conversar -os passos dele eram apressados atrás de mim, não lhe dei atenção e continuei a correr, chegando a sala atrai o olhar de Alec que me olhou confuso, abri a porta e sai daquela casa -Amor... -continuava a me chamar.

   -Não me chama de amor -pedi parando no meio do gramado olhando para ele -Nunca mais me chame de amor, seu cretino -ele se aproximava de mim, então eu dei as costas e comecei a correr novamente, abri o portão e quando ia finalmente atravessar a rua, escuto a voz de Chris me chamar.

   -Geórgia -olhei para o lado e um carro vinha na minha direção, não tinha para onde correr, tudo o que pensei naquele momento foi proteger o meu bebê, imediatamente levei as mãos à barriga, então, fechei os olhos, e escutei o barulho ensurdecedor do frear do carro, e logo após um choque contra meu corpo, meu corpo foi jogado para longe, e eu caí no asfalto frio batendo com a cabeça. Uma dor intensa se instalou por todos os meus músculos, olhei para baixo vendo minhas pernas cheias de sangue, e então a escuridão tomou conta de mim, a partir dali não vi e nem senti mais nada.

                                                        *                *               *

   Eu não sabia onde estava, ou por quanto tempo havia dormido, eu me forçava a abrir os olhos, mas eles não me obedeciam, a dor em meu corpo era intensa e eu só me lembrava da voz de Chris me chamando e o carro vindo em minha direção. Podia sentir minha garganta seca, e minha cabeça girar mesmo estando de olhos fechados, tentei me mover mas não obtive sucesso, tentei novamente sentindo uma dor entre minhas pernas. Alguma coisa em meu rosto, parecida com uma máscara de oxigênio me incomodava. Meus olhos tomados pela escuridão forçaram-se a abrir, a luz forte veio de encontro à eles causando uma dor horrível, os fechei por instantes, abrindo-os novamente em seguida, pisquei várias vezes amenizando o incômodo, olhei para o teto branco vendo-o girar, tentei me sentar, sendo impedida por uma voz, a voz que tanto conhecia. 

   -Geórgia -olhei em sua direção encontrando-o com os olhos inchados, e uma expressão pálida -Vou chamar o médico -então ele simplesmente saiu, voltei meu olhar ao teto, sendo despertada novamente por alguém abrindo a porta, um homem de jaleco branco passou por ela sendo seguido por Chris, eles caminharam em minha direção, o homem retirou aquela máscara do meu rosto, deixando-me respirar por conta própria, senti uma dor quando respirei mas logo passou.

   -Como se sente, senhorita Geórgia? -perguntou o médico me examinando.

   -Sinto muita dor -reclamei -Por todo o corpo -ele assentiu, me examinou mais uma vez anotando algo em sua prancheta em seguida -Como está meu bebê? -perguntei aflita, preocupada, o homem de meia idade me olhou com piedade.

   -Infelizmente seu bebê não sobreviveu, fizemos de tudo para salva-lo mas ele ainda era pequeno e não resistiu -meus olhos lacrimejaram, solucei algumas vezes -Sinto muito -neguei com a cabeça. Isso não poderia estar acontecendo, não agora, não comigo, logo agora que estava prestes a realizar meu sonho. Eu nunca perdoarei Chris.

   -Diga que isso não é verdade -pedi com a voz falha -Não pode ser -virei meu rosto para o lado.

   -Vou deixa-los a sós, precisam conversar -escutei a voz do médico dizendo, e logo a porta sendo aberta e em seguida fechada, pude ouvir também os passos de Chris se aproximando de mim, vi pelo canto do olhos sua mão se aproximando de mim.

   -Não me toque -gritei irritada, então, sua mão recuou -Eu te odeio, Chris, e nunca vou te perdoar por isso.

   -Geórgia, não diga isso -o olhei cínica -Me perdoa, eu... eu não deveria ter feito aquilo, sei que estou errado, e estive errado todo o tempo, estive errado por não me decidir, mais eu te amo, e peço que me perdoe -desviei meus olhos dos dele, mesmo assim ainda podia sentir seu olhar queimando sobre mim.

   -Você... você destruiu tudo -gritava sem olha-lo -Eu te odeio, Chris, com todas as minhas forças, eu te odeio -Chris tocou meu rosto, criei forças para afastar a mesma -Saí daqui -gritei olhando para ele que mantinha uma expressão triste no rosto, ele abaixou a cabeça e deu alguns passos para trás -Eu nunca vou te perdoar -fechei os olhos, e só abri quando escutei o barulho da porta se fechando. Me permiti chorar ainda mais, me sentindo vazia, sozinha, eu só queria morrer, desaparecer desse mundo, esquecer todo mundo. Principalmente o idiota do Chris.



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