História Peculiar Challenge - Interativa - Capítulo 1


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Categorias O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares
Personagens Alma LeFay Peregrine, Bronwyn Bruntley, Claire Densmore, Emma Bloom, Enoch O'Connor, Esmeralda Avocet, Fiona Frauenfeld, Franklin Portman, Horace Somnusson, Jacob Portman, Millard Nullings, Olive Abroholos, Olivia Owl, Personagens Originais, The Twins, Victor Bruntley
Tags Echhi, Etéreos, Hentai, Interativa, Lemon, Longfic, Magia, Mistério, Orange, Romance, Sexo, Yaoi, Yuri
Exibições 178
Palavras 688
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heey!
Minha primeira fanfic pra durar aqui neste site!

Espero que gostem!

Capítulo 1 - Prologue


Dois dias após darmos um fim ao Mr. Barron, a Srta. Peregrine já havia criado uma nova Fenda para nós, em Stratford-Upon-Avon, terra do Shakespeare. Com a ajuda do Jake e da Srta. Avocet a segurança era maior, já que passamos a ter alguém que era capaz de ver os etéreos e mais uma Ymbryne para cuidar da Fenda. Dia escolhido? 10 de outubro de 2016. Local? Uma casa de grande porte afastada do centro. Local perfeito e dia tão perfeito quanto: sem incidentes, sem etéreos, sem bombardeios alemães no meio da noite. Um dia sem chuva, simplesmente um dia de outono inglês qualquer. Atualmente estamos em 2018. 

Quase três anos após o início, meu relacionamento com Olive está... estranho, sem sal, sem graça. Não é a mesma alegria ou energia de sempre. Dói em ambos, claro, mas recentemente eu realmente passei a cogitar a possibilidade de terminarmos. Ela é linda, divertida e todos a amam, mas eu simplesmente não sinto mais algo de perfeito nela. 

Agora estou simplesmente deitado em minha cama, reanimando uma boneca vitoriana que eu encontrei largada quando chegamos, que parecia estar pensando na vida, em cima de uma prateleira desgastada pelo tempo. Cuidadosamente abro o “tórax” da boneca, e coloco um pequeno coração de bezerro no espaço vazio. Ao fechar, sorrio genuinamente ao ver o antigo brinquedo se levantando e ficando em pé. Com um baixo comando de voz, ela anda e salta da cama, pegando minhas chinelas e colocando próximas a mim. Pego o smartphone sobre a mesinha de cabeceira, e abro o aplicativo da câmera, colocando na frontal. Quase nada em mim mudou desde aquela época, só meu cabelo, o qual cresceu um pouco, e mudei de leve o corte. Sempre os mesmos cabelos castanhos, sempre os mesmos olhos esverdeados, sempre a mesma pele morena clara. Tecnicamente sou imortal, certo? Mas é fácil enjoar de viver sempre no mesmo ano e com a mesma aparência. 

São duas da tarde e tenho inúmeros nadas para fazer, então resolvo simplesmente abrir algum joguinho qualquer no celular e ficar deixando o tempo passar. Porém algo que eu não esperava me acontece: Olive chega no quarto séria, com um semblante com a seguinte frase estampada: “Você quer terminar também, não?”. Dou espaço para que ela se sente ao meu lado. 

— Vou ser direta, porque não sou cega, burra ou imbecil. Nosso namoro tá desgastado, enjoativo e sem graça. E eu sei que você quer terminar, assim como eu. — Diz ela, com os braços cruzados. 

— Acertou em cheio. — Minha resposta vem rápida e simples. 

— Sem ressentimentos? — Pergunta. 

— Sem ressentimentos. — Finalizo, dando um abraço de amigo nela. — Amigos? 

— Claro! — Responde, se desvencilhando do abraço. — Tchau, a Srta. Avocet me pediu para ir ajudá-la na cozinha. Até depois. — Ela diz, saindo do quarto. 

Menos um problema a resolver. E foi mais fácil do que eu imaginei. Sim, eu deveria me sentir culpado por isso, mas o fato de que eu consegui rapidamente é tão... agradável, libertador. 

Alguém bate na porta, e vou abrir. É a Srta. Peregrine. Um sorriso elegante, mas preocupado está estampado em seu rosto. 

— Enoch? — Ela diz, com o tom cheio de nervosismo. 

— Sim, Srta. Peregrine? 

— Há seis peculiares vindo para cá. Vêm dois gêmeos fraternos, um garoto e uma garota, têm mais ou menos sua idade e ambos sabem sobre a peculiaridade e afins. Além disso, há mais quatro dois garotos e duas garotas, mas acho que alguns sabem sim de suas peculiaridades. Preciso que você vá buscá-los amanhã, exatamente às 13:52. Na ponte do Canal. — Explica, soprando uma baforada da fumaça de seu cachimbo. 

— Sim, Srta. Peregrine. Algo mais? — Pergunto, curioso. 

— Uma ideia: termine com a Olive, ela não aguenta mais sustentar algo que mal se sustenta em pé e não é bom nem para você nem para ela. — Finaliza, saindo a sorrir misteriosamente. — Ah, o Jake irá com você também! — Grita ela já no corredor. 

Fico embasbacado com o fato de que até a Srta. Peregrine sabia do fato de que Olive queria terminar comigo, e me novamente atiro na cama, zonzo pelo fato. E mal noto que acabo caindo no sono... 


Notas Finais




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