História Peculiares - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Lysandre
Tags Amandre, Fluffy, Romance
Exibições 62
Palavras 673
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


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Capítulo 1 - Capítulo Único - Odeio e Realmente Gosto


Fanfic / Fanfiction Peculiares - Capítulo 1 - Capítulo Único - Odeio e Realmente Gosto

Amanda Lafaiette dividia as coisas em duas colunas: Odeio e Realmente Gosto.

E uma das milhares coisas que ela odiava, era o primeiro dia de aula. Não por ter de ir à escola, mas por este ser apenas o primeiro de duzentos dias que era obrigada a conviver com as pessoas que mais odiava. Suspirou, debruçando-se sobre a mesa e fechando os olhos pensando em como sobreviveria até as férias de meio de ano sem pedir ao seu pai que lhe tirasse da escola e a deixasse estudar por conta própria – como sempre foi, e como estava melhor.

Para uma criança de apenas nove anos, Amanda era bem madura e inteligente comparada às demais.
 

Os fios loiros caíram sobre os olhos. Levantou a cabeça e se deparou com uma garota que não estava ali há poucos minutos atrás. A enorme cabeleira branca era inconfundível. Rosalya virou-se com os olhos brilhando.

Do momento em que Rosalya abriu a boca até a chegada do professor à sala, o assunto principal foi o crush da mais alta em Leight, um garoto da sexta série, e o vestido que fizera para ela na semana anterior.

— Você é bonita e gosta de vestidos, então farei um vestido tão bonito quanto você. — Repetiu as falas dele.

— Realmente, um belo vestido! — Alexy, o garoto excêntrico de cabelos azuis e melhor amigo das duas garotas disse quando chegou. — Tentamos entrar em contato, Amandinha, mas não conseguimos mandar mensagens...

— Não tenho celular. — Respondeu simples. E realmente não tinha. Ambre havia quebrado o seu na festa de natal da empresa de seu pai. Como a baixinha era, de fato, vingativa, contou ao pai da peste, e este, por querer uma promoção puxando o saco da filha do chefe, puniu-a imediatamente.

Ignorou completamente a apresentação e introdução do professor que ficaria encarregado por eles até o final do ano. Nada que não tivesse aprendido nesses dois meses de férias. Queria apenas pular essa parte chata do dia e correr para a sua cama coberta de pandas e outros bichinhos de pelúcia.

 

Olhou pela janela. O sol escaldante brilhava do lado de fora fazendo companhia ao seu azul; Amanda odiava aquilo. Olhou para Ambre e suas amigas; Amanda as odiava. Olhou para Melody, se jogando em cima de Nathaniel; odiava aquele jeito atirado dela também. Nem chegara a completar uma década de vida e já era tão amarga quanto café – uma das poucas coisas que ela gostava, aliás.

 

Seus pensamentos foram dizimados quando a porta da – nada silenciosa – sala de aula fora aberta e todos os alunos se calaram imediatamente tomados de medo pela figura que ali aparecera. A diretora, senhora Shermansky, passou a mão pelos cabelos grisalhos, preso em um coque, e rodou os olhos azul claro pela classe, logo se dirigindo ao professor.

 

— Entre. — Disse a velha senhora com a voz que Amanda desgostava.

 

Não muito tempo depois, um indivíduo que ninguém conhecia – exceto por Rosalya, talvez – adentrou a sala. O cabelo prateado, tingido de pretos nas pontas, e levemente ondulado chamou a atenção. Os olhos decorreram por todos ali, até pararem numa certa loira, que mantinha sua atenção concentrada na ponta perfeita de seu lápis de lição.

 

Ela então levantou a cabeça para saber o motivo de tanto burburinho e cochichos seguidos de risadinhas irritantes de algumas das garotas. No instante que se deu conta da presença desconhecida – provavelmente o novo aluno de quem Peggy, A Fofoqueira falava –, se viu hipnotizada por aqueles belos olhos heterocromáticos.

 

A sensação que sentia já fora descrita em livros quase que completamente. E, como diria seu pai Márcio, não era apenas “coisa de criança”.

 

Amanda odiava várias coisas, isso é certo. Talvez seja impossível listar todas elas. Talvez nem ela própria saiba dizer. Mais fácil seria, sem dúvidas, dizer as poucas coisas das quais a garota mais gostava: livros, pijamas fofos, dormir, quebra-cabeças, frio, café.

 

Mas sem Amanda desejar, aquele par de olhos tão peculiares entrou para sua lista de coisas que realmente gosta.

 

E quis que o tempo parasse para poder olhá-los para sempre.


Notas Finais


-> A personagem principal Amanda Lafaiette não é de minha autoria, e sim da minha senpai maravilhosa, @Muun. Não, não é plágio, eu tive a benção, 2bj
-> Shippem Amandre, de nada.

Minha primeira One, eeeeeeeeeeeeee~
Espero que tenham gostado <3

BEJO


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