História Pedaços Transformados - Capítulo 92


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Caluke, Família, Personagem Trans, Romance
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Palavras 339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 92 - Despedida


despedida

LUKE, 12 ANOS.

Não era a primeira que iria para o acampamento, por isso Luke já sabia o que esperar – ele já sabia que não seria tão ruim assim, que Michael estaria lá, que depois de algum tempo a saudade que sentia de Julie e Calum e de seus pais iriam diminuir, iria ficar em segundo plano, que ele iria se acostumar, mas...

Parecia que era, que era a primeira vez e Luke não queria ir. Ele não queria, não queria; ele queria discutir, brigar, chorar...

-O que foi, Luke? – perguntou seu pai, preocupado e ainda sim consciente. – Eu sei que é bom ficar uns dias sozinhos, longe da irmã mais nova, intrometida e irritante, mas não precisa chorar. Isso já é demais. Muito, muito demais.

-O-o que? – gaguejou Luke. Passando o dedo embaixo dos olhos, ele sentiu a umidade e não era verdade? – E-eu... eu não... Eu estou chorando? Por que?

Luke não queria ir, ele queria ficar sentado ali, dentro do carro, com seu pai. Ele queria que os minutos se entendessem, que os segundos virassem horas, que nunca precisasse sair. Ele não queria ir e Luke não entendia porque não queria, porque não era um desejo racional, consciente, era algo profundo e desconhecido que não queria deixar que ele se afastasse do carro, dizendo que ele ainda podia voltar para dentro, como se... algo ruim fosse acontecer.

-Parece até que – riu Luke, sentindo as lágrimas engasgadas na garganta, algo dentro de si que dizia "não diga isso!" – essa é a última vez que nós vamos nos ver.

-Eu te amo – disse Andrew, assentindo para si mesmo, entendendo algo que Luke não tinha idéia e nem queria. – Completamente.

-Eu também te amo, papai. Eternamente.

-Quando chegar, ligue.

-Pai... – começou Luke, franzindo a testa sem saber o que era aquilo dentro de si, aquela sensação desconfortável. – Só... – Seu pai o olhou preocupado, com a mesma expressão que Luke sabia estar estampando, e ele mudou na metade do caminho, não querendo continuar vendo aquilo: – Te vejo no Natal.


Notas Finais


Próximos capítulos? Andrew morre.


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