História Pedidos só se tornam reais se forem segredos - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Lírica, Magia, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Deu trabalho. espero que gostem. Beijos mamãe ama vcs.

Capítulo 8 - O diabo conta histórias mais interesantes que deus.


Fanfic / Fanfiction Pedidos só se tornam reais se forem segredos - Capítulo 8 - O diabo conta histórias mais interesantes que deus.


         Pov Cora Hope

Depois de não poder voltar pra casa, eu e Gabbie dormimos na casa do Peter por convite do mesmo, apesar de ser grata ao Peter eu gostaria de voltar pra água, sentir meu corpo leve, e aquelas bolhas e as algas, a tranqüilidade... O azul perfeito e completamente calmo e ao mesmo tempo misterioso e sombrio. Que saudades. Levo minha mão até meu cabelo enquanto eu estou deitada em um dos quartos de hóspedes, estou realmente com preguiça de levantar, assumo, mas é a vida.

- Cora levanta é tarde! - grita Gabbie na frente da porta do quarto, batendo na porta tipo o capitão nascimento. É melhor levantar antes de virar o baiano.

Levanto um pouco tonta da cama indo em direção ao banheiro.

Pov Gabbie Angel

Eu e Allen estamos sentados tomando café na mesa. Quer dizer, ele está comendo. Eu estou pensando como voltar pra casa.

-Obrigado por nos deixar ficar.

- Não precisa disso Gabbie. Vocês me ajudaram mais do que eu poderia agradecer.

- Não só por isso mas também pelas roupas e objetos pessoais.

- Como vocês iam ficar aqui sem nada disso?

- De qualquer forma, Deus lhe pague. - Cheguei! - grita Cora saindo do quarto e pegando uma tigela de cereal de chocolate.

- Não grite Cora. - Digo -

Aí, calma satanás ta olhando. - fala dando mais um de seus sorrisos sarcásticos

- Não ouse falar o nome dele!

- Meninas se acalmem - fala o Allen enquanto Cora senta a mesa

- Essa confusão toda faz mau ao bebê.

- Que bebê ? - digo

- Eu - fala Peter.

- O que vamos fazer hoje ? - diz Cora

- Peter pra faculdade e a gente vai pra praia tentar resolver nosso problema.- falo

- Me desculpa mas isso é muito chato para mim. Prefiro ir com o Peter pra faculdade, lá é divertido. - Pare de ser infantil e vamos logo.

Pov Cora Hope

Obedeço a Gabbie e me levanto juntamente a ela indo em direção a porta.

- Tchau Peter. - Digo

- Tchau meninas.

- Tchau - fala Gabbie

- Vamos com suas asas né? - falo

- Sim só não me a... - Não consigo mais ouvi-la, um barulho forte e agudo me faz cair no chão, droga, odeio quando isso acontece fora d'água. Minha respiração está pesada e forte meu coração acelerado, eu não consigo pensar em nada que não seja esse barulho agudo e alto na minha cabeça, fecho meus olhos com força em uma tentativa merda de fazer-lo parar. Um pensamento na minha cabeça me leva mentalmente para uma garota chorando em uma sala vazia... "Me ajuda'' sussurra a menina. O barulho vai abaixando até finalmente parar, minha respiração e meu coração voltam a normalidade, e abrindo meus olhos me vejo sentada com Peter e Gabbie me olhando preocupados.

- Uma garota dessa vez.- minhas primeiras palavras, depois da queda.

- O que aconteceu? - pergunta Peter enquanto me ajuda a levantar.

- É assim que os pedidos aparecem. - fala Gabbie - Sabia que tinha um motivo pra não voltarmos. Deus escreve certo por linhas tortas.

- Chama da porra que quiser. - digo com raiva - Na água não tenho que me preocupar com a gravidade, e cair tipo alice na toca dói mais do que parece.

- De qualquer forma, aonde a menina está?

- Na faculdade do Peter.

- Parece que vamos todos pra lá de novo. Só não chamem muita atenção, aí eu to pedindo pra uma sereia e uma anjo não chamar atenção. É a mesma coisa de pedir pra Melanie não ser estranha.

Pov Peter Allen

No caminho todo no carro as meninas estavam caladas, ainda não entendo por quê à tensão entre elas.

- Então vocês tem isso sempre?

- Sim é o que deus quer. - responde Gabbie que estava no banco da frente comigo.

- Deus... Que ele se foda...

- Respeito Cora! - grita Gabbie

- Por que? Hãm? Isso não é liberdade isso é uma nova forma de escravidão! - Grita Cora em um tom mais alto que Gabbie.

- Não comece com essa história de novo Yah! - Grita de novo Gabbie enquanto eu encostava o carro no estacionamento da faculdade. E por um minuto existiu um silêncio absurdo. Olho para Cora e seus olhos estão marejados. Por que ela ficou tão triste?

- Cora me desculpa eu não queria falar o nome dela. - continua Gabbie. Cora sai do carro batendo a porta do mesmo.

- Por que ela ficou tão triste? E quem é Yah?

- É a mãe dela, eu a chamei pelo nome da mãe como meu pai fazia. - Até mesmo Gabbie esta chorando agora. Mas deve ser difícil para uma ex-escrava ser chamada da mesma forma que o senhorio a chamava...

Pov Cora Hope

Ando o mais rápido que eu posso até aquela sala vazia. Não vai adiantar chorar pelo ocorrido agora, entro na sala vazia e a menina esta no mesmo lugar que minha visão. ''Me ajuda'' o mesmo sussurro na minha cabeça. Ando com calma e devagar até a menina que assim que me vê tenta parar de chorar.

- Olá. Qual o seu nome? - pergunto

- Mia Rowell. Quem é você ? - Ela fala. Adoro quando fazem essa pergunta...

Pov Gabbie Angel 

Onde será que aquele peixe fora d'água se meteu? Ou ela esta comendo doces ou esta vendo o pedido... Como não pensei nisso antes, o pedido! Corro até a sala vazia onde encontro ela e a outra garota. Mas assim que chego perto Cora a abraça.
     

- Não Cora espe...- Ela se evaporou com a garota. Agora sim. Ela pode estar em qualquer lugar.

Pov Mia Rowell

Isso esta mesmo acontecendo? Eu estou numa praia perto de uma grande pedra, com uma sereia?

- Agora me conte seu pedido. - fala a sereia se sentando na areia encostada na pedra.

-o-OK - gaguejar em momentos de confusão é minha assinatura - bem tudo começou a dois anos. Eu comecei a namorar o matheus, ele era um doce, fomos amigos por um tempo, só que acabei me apaixonando, e ele também, as palavras ''eu te amo'' se tornaram forte na minha vida, e era realmente muito bom, todos os dias ficar perto dele, mas como todo casal, nós discutimos pouco, mas as discussões pioraram, e era por minha culpa, eu sempre fazia algum errado e pedia desculpas, bem, eu achava que era culpa minha, eu não fazia nada, mas... Ele me fazia me sentir muito mau, eu sempre estava errada, ou nunca fazia nada o suficiente, e sabia o que ele me sentir, só que não conseguia terminar, quando tentava ele me sentia muito pior, como se eu fosse louca ou algum do tipo, e ficar sem ele era como ser sufocada e doía tanto, eu só estragava tudo, eu só fodia tudo e todos. Isso me fez... - mostro meu braço com marcas de facas, navalhas e canivetes - Há três semanas ele ficou com tanta raiva do nosso último término, que... - minha respiração fica pesada mas por alguma razão me sinto obrigada a falar pra ela. Tudo. - Ele foi até a minha casa, ele bateu na minha porta - assopro o vento pra tentar não chorar. - tirou os sapatos, e começou a gritar, me segurou pelo braço e me levou até o quarto eu já estava chorando, era um dia tão quente. E agora eu não consigo me olhar no espelho, eu me senti tão suja e... - lagrimas grossas e choro forte voltará pro meu rosto. - E eu fui pro médico ontem e eu,... Eu estou... Gravida. Eu não sei o que fazer...

Pov Cora Hope

- Você quer ser mãe? - digo a abraçando.

- Eu tenho outra opção?

- Tem. Aborto. - Ela fica em silêncio em um minuto pensativo.

- OK então e agora como funciona? - Ela des-faz o abraço. E enxuga suas próprias lágrimas.

- Você vai contar pra polícia para sua família, e amigos, vai ter psicólogo, ginecologista étc.

- Ta louca? Não! Eles... - estralo os dedos fazendo-a voltar pra sua casa com o pedido realizado. Não entendo os humanos, não mais, eles se machucam de formas estranhas mas falam que se amam, levanto do chão e caminho até a água preciso relaxar um pouco. Porra, aquela menina deveria ter uns 14 anos... Ela agora vai ter apoio, o cara vai pra cadeia e tudo vai ficar bem. Subo até a superfície, em busca de ar. Já estou um pouco longe da praia, é melhor, voltar. 

Ela me chamou de Yah,  como se eu ainda fosse escrava, como se minha liberdade não contasse, como...como se eu fosse minha mãe, e como aquilo magoou... mau vejo quando chego na areia, e olho pra grande pedra, tem um papel embaixo da mesma...

" Um anjo menti sua história quando as verdades nela cortam suas asas."

 



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