História Pedophilia: dores, magoas e traumas. (2 parte Gaara). - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hashirama Senju, Kankuro, Karura, Kiba Inuzuka, Madara Uchiha, Neji Hyuuga, Rock Lee, Sai, Shino Aburame, Temari
Tags Assassinato, Drama, Leegaa, Superação
Exibições 231
Palavras 2.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Depois de inúmeros abusos
Alguns pré-adolescentes ficam confusos sobre seus sentimentos
Para com o agressor.

Capítulo 4 - Confuso demais.


Fanfic / Fanfiction Pedophilia: dores, magoas e traumas. (2 parte Gaara). - Capítulo 4 - Confuso demais.

Foram cinco estocadas, o máximo que aguentei, acabei desmaiando, não me lembro de absolutamente nada do que ele possa ter feito comigo depois do desmaio, só sei que acordei cinco horas da manhã e ele estava de joelhos no chão com a cabeça na cama como se estivesse rezando, eu fiquei olhando pra ele ainda um pouco desorientado parece que me deu um branco na hora, quando ele levantou a cabeça e me viu acordado seus olhos se esbugalharam e ele começou a me pedi perdão, eu não estava entendendo nada, então tentei me sentar senti uma dor muito forte no meu ânus foi daí que me lembrei de tudo e comecei a chorar também.

- me perdoa meu amor, me perdoa querido, eu te amo, eu te amo, eu juro que eu te amo, eu não posso viver sem você, você é o meu tudo, a minha vida, meu amor, perdão, perdão, perdão.

Ele me abraçava e eu me contorcia tentando impedi que ele me tocasse novamente, ele chorava desesperadamente as lágrimas eram grossas e ele fungava com o nível de pranto que escorria por seu nariz, eu acabei fincando com pena dele, principalmente por que ele incansavelmente falava que me amava, me pedia perdão, dizia que aquilo nunca mais iria acontecer, eu fiquei muito confuso, depois que ele se acalmou e me deu um remédio pra dor, saiu do meu quarto.

Às sete horas senti braços me envolverem e um perfume que eu reconheceria até de longe era minha mãezinha que acabará de chegar do plantão, mamãe me beijava me cheirava e eu fingia que dormia não queria olhar no seu rosto, me sentia sujo, indigno, ela ficou quase meia hora me fazendo carinho, quando ela deixou meu quarto eu chorei de novo, não seria nada fácil descer e conviver com a minha família depois do que eu passei com Baki e o pior e que não seria a última vez.

Depois de tomar banho eu fui até o guarda-roupa pegar meu uniforme quando a fixa caiu era sábado e eu teria que ficar em casa, naquele momento eu me senti como um rato preso numa gaiola, peguei uma bermuda e uma camisa de manga curta e desci ainda com uma pequena dificuldade de andar direito, Temari e Kankuro estavam terminando o café e Baki estava lavando a louça que eles terminavam, eu me sentei com muita dificuldade e esperei ele me notar ali, eu não sabia como me comportar, minha cabeça parecia ter passado pelo liquidificador.

- vou andar de bicicleta.

- mas não suma Kankuro.

- tá Temari, eu sei.

- eu vou assistir televisão, depois vai ficar lá comigo né Gaa-chan? (Temari)

- ...

- Gaara?!

- o que?

- televisão, vamos assistir os desenhos que você gosta?

- vamos sim.

- ótimo vou ficar te esperando.

Quando a Temari saiu para a sala eu e o Baki ficamos sozinhos na cozinha, eu não tinha coragem de levantar meu rosto e olha-lo nos olhos, então ele pegou o pão de forma colocou queijo, presunto e ovo e fez bem chapadinho do jeito que eu gostava, fez um nescau cremoso, e pra finalizar um iogurte de chocolate, aquele era o meu café da manhã perfeito, ele colocou tudo na minha frente e depois sentou-se do meu lado, enquanto eu comia ele conversava comigo.

- eu te magoei não foi? Eu sei, eu sou um lixo, não mereço o seu carinho, nem a sua confiança, não mereço está perto de você, mas eu te amo, amo mais que minha própria vida, você acredita?

- você não vai fazer de novo?

- não, nunca mais, eu juro.

- tá bom.

- você me perdoa?

- perdoo.

- eu te amo.

- tá.

Três meses se passaram e mamãe estava cada dia mais envolvida com seu trabalho, Temari estava se tornando a aluna mais elogiada da faculdade lá ela conheceu um rapaz chamado Shikamaru que tinha cara de ser super preguiçoso, mas segundo ela havia a surpreendido em inteligência e percepção de coisas que a maioria não enxerga de primeira, e isso para um futuro médico e muito importante já que o diagnostico errado ou atrasado de um caso pode levar alguém a óbito.

Nesses três meses Baki conseguiu um emprego de meio período para o meu irmão no turno da noite, Kankuro estava juntando dinheiro para quando fizesse dezoito anos, meu irmão queria sair de casa de qualquer jeito, Baki também não tentou nada comigo nesses meses, ele se comportou, se controlou, ou pelo menos ele só estava esperando o próximo plantão da minha mãe que novamente caiu na sexta-feira à noite.

Foi à mesma coisa da primeira vez, ele fez um mingau e serviu para nós, Temari e Kankuro beberam o que tinha remédio para dormi e eu e ele não, depois de alguns minutos o sono dominava meus irmãos e eu ficava a mercê daquele maldito pedófilo.

Eu fui para o meu quarto tomei banho e coloquei o meu pijama deitei na minha cama e peguei meu livro do pequeno príncipe eu já estava para termina-lo, quando finalmente cheguei ao final à porta foi aberta pelo Baki que estava somente de samba canção, ele veio até mim e me deu um beijinho na testa, e depois aquele maldito beijo que eu odeio.

- pare você disse que não faria isso de novo.

- e por amor, eu te amo, eu vou te dá tudo de mim.

- não Baki, por favor, isso dói.

- eu vou fazer doer menos eu prometo.

Ele abriu a minha boca e espirou um anestésico que e usado para endoscopia eu fiquei tonto, mas estava completamente acordado ele me beijou chupava minha língua como se fosse arranca-la da minha boca, ele não chupava meu pescoço por que seria um lugar visível, mas ele chupava e mordia todo o meu corpo, até me virá de costas e novamente começar a estocar com força o meu traseiro, mesmo não sentindo tanta dor, eu o ouvia gemendo no meu ouvido dizendo que me amava, eu ficava me perguntando como aquilo poderia ser amor, entretanto cada vez que mamãe fosse ficar de plantão, eu sabia que ele usaria meu corpo.

Depois disso Baki começou a ficar cada vez mais abusado, ele não conseguia mais esperar pelos plantões da minha mãe, como ele ficava sozinho comigo todas as tardes com minha irmã fazendo faculdade e o Kankuro na escola militar e de noite do trabalho de meio período, por que esperar não é mesmo? Todas as tardes Baki nos trancava no meu quarto e abusava de mim, era das duas da tarde até as quatro, eu ficava todo cheio de chupões e mordidas.

- por que você faz isso comigo?

- eu já te disse eu te amo.

- mas quem ama não faz isso.

- é claro que faz, um casal apaixonado não sai para uma lua de mel? E o que estamos fazendo vivendo nossa lua de mel.

- mas você é casado com a minha mãe.

- Gaara, eu gosto muito da sua mãe, ela e uma mulher maravilhosa, mas eu não a amo, quem eu amo de verdade e você.

- você me ama?!

- eu venho dizendo isso há tanto tempo, eu amo você, eu quero viver pra sempre com você, você é o meu grande amor.

Pronto agora a minha cabeça tinha ficado uma gororoba só, nós fazíamos sexo todos os dias, ele vivia me dizendo que me amava, ele fazia tudo pra me agradar, eu já até não sentia tanta dor com a penetração, depois de tantos abusos eu acabei me acostumando, mas isso não significava que eu gostasse do que fazíamos, eu estava muito confuso, muito confuso, será que eu também o amava? Ele era tão bondoso, tão gentil, tão meigo comigo, mas então por que ele me machucava daquele jeito? Será que o errado sou eu?

Quando fiz treze anos percebi que na escola alguns casais já começavam a se forma, as meninas da minha turma comentavam sobre namorados e paqueras, eu me perguntava se era isso que Baki significava pra mim, ele era meu namorado? Ele era meu paquera? Eu o amava? Eu estava confuso demais, tinha bulimia, não gostava de tocar em mim, me sentia o tempo todo sujo, foi difícil me acostumar com a ideia de está apaixonado pelo Baki, até que finalmente eu resolvi acreditar.

Depois de um tempo eu me convenci que eu estava errado, acabei me entregando ao Baki, já não fazia escândalos ou cara feia para quando ele me tocava, eu estava deixando ele me usar. Prazer? Isso eu não sentia ainda, mas fazia de conta, era fácil era só imitar os gemidos dele, eu me convenci que ele me amava, e acabei desenvolvendo uma espécie de ciúmes da minha mãe, eu odiava ver os dois juntos, eu me sentia enojado sempre que ele a beijava, eu sabia que eles haviam parado de transar por que ouvir ela desabafando com a Temari, mas eu queria que eles se divorciassem, até o Baki me convencer que não.

- não posso me separar da sua mãe, se ela me deixar não vai permitir que a gente se veja.

- mas você não me ama?

- mas você ainda e muito jovem, depois que você estiver mais crescido eu me divorcio e fico com você.

- Baki, você me deixa confuso, isso aqui e errado não é?

- claro que não, nós só estamos nos amando de verdade, você me ama não ama?

- amo.

Aos poucos o meu relacionamento com a minha mãe foi ficando prejudicado, eu respondia pra ela, brigávamos de bater boca, eu era muito malcriado a ponto de fazê-la chorar, eu não sentia remorso ou qualquer sentimento de culpa quando fazia minha mãe sofrer, eu estava cego pelo Baki, minha mãe estava tão triste comigo que pensou em me colocar na escola militar assim que eu fizesse catorze anos, mas o Baki disse que daria um jeito deu voltar a ser o menininho bonzinho de antes.

Certa manhã nós estávamos jogando na sala, eu estava ganhando disparado dele, depois que ele perdia de lavada ele sempre fazia uma pipoca para fazermos outra coisa juntos, ele esqueceu o celular no sofá e me deu vontade de ver o que tinha ali, peguei o aparelho e comecei a visualizar as fotos e os vídeos, eram várias fotos de crianças nuas e vídeos de outros monstros iguais a ele estuprando meninos menores do que eu.

- BAKI!

- que foi meu amor?

- o que é isso?

- por que você pegou meu celular? Me dá.

- quem são essas crianças?

- são apenas vídeos meu amor.

- você é um monstro.

- Gaara não fala assim comigo, eu sou seu amor, o Baki, aquele que você ama.

- você é um maníaco sem vergonha, pervertido, não chega perto de mim.

Ele correu até onde eu estava e me agarrou pela cintura, tomou o celular da minha mão, eu tentei lutar com ele, mas eu era muito fraco, ele me jogou no ombro e subia as escadas, me jogou na cama e afrouxou o cinto, eu sabia o que iria acontecer, mas não queria, eu não queria aquele demônio em cima de mim, mas pra onde eu poderia correr? Pra quem eu pediria ajuda?

NÃÃÃÃÃÃÃOO! AAAAAAAAAAAAH! AAAAAAAH!

Dessa vez ele tinha sido muito violento eu até cheguei a sangrar com a força que ele usou para me penetrar, ele me deu banho e lá estávamos nós de novo, eu de cara amarrada sentado na cama e ele me implorando perdão, aquilo não tinha como acabar bem, mas eu estava dentro de um circulo vicioso sem saber como fugir.

Depois que eu o perdoei pela milionésima vez, Temari deu a ideia de minha mãe e o Baki viajarem juntos nas férias da mamãe, lógico que minha mãe adorou a ideia ela estava sentindo que precisava de algum jeito reaquecer seu casamento que nem morno estava mais, porém Baki colocou uma series de problemas para não ir, até inventar uma dor nas costas que enganou direitinho as duas, porém para quem estava usando bengala ele conseguia se movimentar perfeitamente em cima de mim.

- por que você está tão frio comigo em meu amor?

- Baki, será que seria possível só hoje você me deixar descansar?

- eu prometo que não vou fazer com tanta força.

- Baki, hoje e meu aniversário sabia?

- claro que sabia, está com catorze anos.

- então me deixa dormi.

- faz dois anos que nos amamos neste quarto, que eu te possuo, que eu te amo, que eu te desejo, Gaara, você é como um sonho realizado.

- Baki, eu não tó afim.

- só uma vez, eu prometo.

- você nunca cumpri o que promete.

- dessa vez vai ser só uma vez, adoro essa boca.

A língua dele nunca deixou de me fazer querer vomitar, o jeito como ele sempre me beijou me causava ânsia, ele chupava os meus mamilos com tanto força que doía bastante de não se poder tocar depois de algumas horas, ele mordia minha barriga e depois me virava separando bem as minhas pernas e me penetrando de uma vez só, enquanto ele me estocava eu ouvia seus gemidos, eu como sempre só sentia dor, eu chegava a rezar para ele acabar rápido, porém ele sempre demorava.

- eu te amo.

- eu sei.

- você será pra sempre meu.

POW! (tiro)

- KANKUROOOO!

Depois disso eu apaguei com todo aquele sangue era o fim do Baki.


Notas Finais


Um auxiliar de serviços gerais, de 38 anos, morador do Indubrasil, foi preso na manhã desta sexta-feira (3), pelos policiais da DEPCA (Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente), por estupro de vulnerável durante cinco anos seguidos e vai cumprir pena 12 anos e três meses de reclusão. O crime foi cometido contra a enteada entre os anos 2005 a 2010.
A vítima, hoje com 21 anos, foi estuprada e abusada sexualmente dos 10 aos 15 anos de idade, período em que a mãe era casada com o estuprador. Segundo o delegado titular da DEPCA, Paulo Sérgio Lauretto, na época a garota tinha medo de denunciar o padastro, que foi casado durante 15 anos com sua mãe, com quem teve mais dois filhos.
Mesmo sofrendo abuso e sendo estuprada desde 2005, a menina só conseguiu fazer a denúncia em 2010, três meses depois que a mãe se separou do padrasto, quando a vítima já tinha 15 anos de idade.
Segundo o delegado da DEPCA, o padrasto esperava a mulher sair de casa para o trabalho para cometer o crime. Antes de estuprar a menina, conforme Lauretto, o auxiliar de serviços gerais dava refrigerante misturado com cachaça para deixá-la “grogue”.


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