História Peeta e Katniss - Safe and Sound... - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Alma Coin, Annie Cresta, Beetee Latier, Caesar Flickerman, Cressida, Delly Cartwright, Effie Trinket, Enobaria, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Johanna Mason, Katniss Everdeen, Madge Undersee, Paylor, Peeta Mellark, Personagens Originais, Plutarch Heavensbee, Pollux, Rye Mellark
Exibições 61
Palavras 2.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii tributos! Tudo bem? Espero que sim...

Boa leitura! ♥

Capítulo 26 - Eu vou ficar bem...


Acordo-me e não estou mais na casa de Haymitch e sim na minha. Estou deitada sobre minha cama, olho ao redor do quarto. Estou sozinha. Levanto-me da cama e sinto uma pequena tontura.

— Hey, vai com calma. – Diz Peeta vindo até mim.

De início sinto-me feliz em vê-lo, mas logo tiro suas mãos de mim.

— Tire suas mãos de mim.

— Katniss...

— O que você está fazendo aqui? – Pergunto.

— Você desmaiou, eu fiquei preocupado e te trouxe para sua casa, mandei chamar sua mãe. Ela está na cozinha. – Ele diz na defensiva, mas eu não ia facilitar para ele.

— Se preocupou comigo? – Sorrio sarcástica, mas minha vontade era de chorar. — Poupe-me.

— Ouça Katniss, eu não estou pedindo que você me entenda. Afinal, você não sabe o que é ter medo de ficar perto de alguém que você ama e acabar matando-a sem nem ao menos ver. – Vejo lágrimas em seus olhos, mas ignoro.

— Não me importo, quero que você saia da minha casa Peeta. – Digo sentindo lágrimas em meus olhos. Ele não vai me ver chorar. — Fora!

Peeta sai do meu quarto limpando os olhos, se ele quer assim, assim será. Já estou cansada, é sempre assim. Logo agora que estávamos bem, que eu tinha me declarado para ele. Minha vida é um constante recomeço, quando eu já estou me estabilizando. Tudo cai e eu tenho que reconstruir tudo sozinha novamente.

Sento-me na cama e depois de alguns minutos minha mãe chega.

— Oi filha, como você se sente? – Ela pergunta.

— Bem... as vezes sinto falta dos Jogos. Se tivesse neles agora, com certeza Snow estaria fazendo de tudo para que tirassem meu coração e colocassem outro. – Digo, sentindo uma lágrima rolar de meus olhos.

— Peeta me contou o que aconteceu, ele está horrível. Se sente muito culpado por ter te machucado. Ele não quer te causar nenhum mal.

— O pior mal ele já está me causando. – Digo friamente.

— Eu sinto muito filha. – Minha mãe me abraça.

— Eu também. – Diz Effie entrando pela porta. Ela vem até mim e eu a abraço também.

Ficamos assim por alguns minutos, até descermos para tomar café. Era estranho entrar naquela cozinha e não ter Greasy ou Peeta lá. Sentei-me na mesa enquanto minha mãe preparava o café e conversava animadamente com Effie. Assim que ela põe a torrada com chocolate quente em minha frente, sinto algo estranho se revirar em meu estômago, algo como minha bile querendo sair para fora. Corro até o banheiro e me jogo de joelhos frente a privada, colocando para fora algo que eu nem sabia que tinha no estômago.

— Filha? – Minha mãe vem até mim. Levanto-me e vou até a pia escovando os dentes novamente.

— Eu estou bem, provavelmente o jantar me fez mal. – Digo voltando para a cozinha.

— Quer que eu prepare outra coisa para você comer? – Minha mãe pergunta.

— Não, por enquanto não quero nada. Depois como alguma coisa. – Digo indo até a sala.

Logo Effie e minha mãe se juntam a mim. Mais tarde chega Annie e o pequeno Finnick, almoçamos e passamos o resto da tarde conversando e babando a beleza do filho de Annie. A noite caí como uma pluma, Annie e Effie vão embora.

— Não vai dormir com Annie hoje? – Pergunto enquanto minha mãe prepara o jantar.

— Não, eu disse para ela que precisava ficar com você hoje.

— Você sabe que não precisa ficar se não quiser. – Digo sentando-me à mesa.

— Não Katniss, eu quero ficar aqui com você. Você é minha filha, e precisa de mim. É meu dever ficar com você. Além do mais, já perdemos tanto tempo. Quero passar um tempo com você agora. – Ela diz vindo até mim e beijando minha testa. — Como você se sente?

— Ah mãe, está tão difícil. – Digo, deixando uma lágrima cair de meus olhos.

— Eu sei Katniss, posso nunca ter participado bem de sua vida. Mas, eu te conheço. Você passou a tarde toda rindo e fingindo se divertir. Mas, eu sei. Você está sentindo a falta dele.

— Para que tentar mentir para você? A verdade é que aonde eu olho está faltando ele. Por que eu deixei me apaixonar tanto mãe? Por que!? – Agora eu já estava chorando para valer, soluços angustiados saiam de minha garganta.

— Essas coisas acontecem filha. Não fique triste, tudo vai se resolver. E se não, você é forte. Vai superar. – E lá estava o apoio que eu tanto procurei durante toda minha vida. Lá estava a mulher que eu conhecia como minha mãe, e que eu deixei de conhecer quando meu pai morreu. Ela, aos poucos, estava voltando a ser a mesma de antes.

— Obrigada. – Digo me deixando sorrir um pouco.

*-*

Uma semana se passa, uma semana sem ele do meu lado. Uma semana sem seus carinhos, seus beijos. Uma semana sem acordar com o cheiro de pão, e saber que ele estava lá, uma semana de pesadelos horríveis, e o pior quando eu acordava vivia um pesadelo ainda maior. Peeta não estava aqui. Eu estava em um estado de completa abstinência. Não conseguia comer nem dormir direito. Minha mãe está totalmente preocupada comigo, mas não fica me cobrando nada.

— Katniss, vá tomar um banho. Temos que sair. – Diz minha mãe aparecendo toda arrumada na sala.

— Aonde você vai? – Pergunto sem tirar os olhos da Tv.

— Haymitch nos convidou para uma reunião na casa dele. E nós vamos. – Ela diz, enfatizando bem o “nós vamos”. O que significa que não importa a birra que eu faça, terei que ir de qualquer jeito.

— Quem vai estar essa reunião? – Pergunto encarando-a.

— Sei bem o que você quer dizer. Peeta vai estar. – Ela se senta ao eu lado.

— Mãe...

— Só vamos ver o que ele quer, não precisamos ficar para jantar se você não quiser.

— Ok...

Subo para meu quarto, tomando um banho demorado, enquanto tentava me preparar emocionalmente para ver Peeta Mellark. O que era totalmente impossível. Então comecei a fazer uma lista do que devia e não devia fazer.

 

1º) Não devo tentar beijá-lo ou qualquer coisa do tipo.

2º) Não devo sorrir e nem dar confiança para ele

3º)Não devo beijá-lo.

4º)Devo ignorar ele.

5º)Não devo beijá-lo.

6º)Não devo chorar.

7º)Não devo beijá-lo.

Eu decididamente não devo beijá-lo. Mas sinto borboletas em meu estômago só de saber que vou vê-lo em breve. E como resistir a ele? Saio do banho e visto uma legue preta e uma blusa de frio da mesma cor, colocando um cachecol em meu pescoço. O tempo está frio, e chove quase o tempo todo. Passo uma base em meu rosto tentando esconder as olheiras profundas que estão em torno de meus olhos, e um blush disfarçando minha pele pálida. Desço e encontro minha mãe conversando com Annie.

— Annie. – Digo indo até ela.

— Eu vim aqui saber se vocês vão a casa do Haymitch. – Ela diz segurando Finnick nos braços. 

— Vamos. – Digo.

— Então vamos, eu vou com vocês. – Ela responde com um sorriso.

*-*

Começamos a andar até a casa de Haymitch, assim que passamos pela casa de Peeta, observo que todas as luzes estão apagadas. Ele já deve estar na casa de Haymitch, ou talvez quando soube que ele tinha me chamado tenha decidido não ir. Assim que chegamos na casa de Haymitch, eu bato forte na porta. Logo vejo a silhueta de Haymitch se aproximar e abrir a porta com um sorriso.

— Eu sabia que era você. Só você bate desse jeito na minha porta. – Ele diz me dando um breve abraço e eu entro em sua casa.

— Onde estão todos? – Pergunta Annie.

— Na cozinha. Vamos para lá?

A ânsia em meu estômago parece aumentar a cada passo que eu dou. Entro na cozinha com Haymitch falando algo sobre como a chuva andava forte esses dias. Varri meu olhar pela cozinha até encontrar o que eu queria, ou não. Vejo Peeta sentado em uma das cadeiras, ele está sorrindo por algum comentário que Effie fez sobre o temperamento de Haymitch. Ele olha para mim ainda sorrindo, sinto meu sangue gelar. Cumprimento-os com um breve aceno e sento-me a sua frente.

— Katniss, eu quase não te vi esses últimos dias. Como você está? – Pergunta Effie terminando de colocar a mesa.

— Bem, estou me sentindo bem melhor agora que minha mãe está morando comigo por um tempo. – Digo.

— Oh sim, é muito bom ter alguém para conversar quando estamos sozinhos. E melhor ainda se esse alguém for a nossa mãe. – Effie diz sorrindo para mim.

— Eu devia isso a minha filha. Eu acho que nunca devemos abandonar quem a gente ama. Mesmo tendo motivos. – Encaro minha mãe e vejo seus olhos azuis direcionados a Peeta. — E digamos que eu fiz isso minha vida toda com Katniss. Agora, quero recuperar meu tempo perdido, amanhã pode ser tarde demais. – Minha mãe completa.

Sinto um clima estranho. Minha mãe estava mesmo jogando uma indireta para Peeta? Bom, eu realmente não sei, só sei que achei isso um tanto cômico.

— Você faz muito bem. Katniss é uma menina adorável, e já passou por tanta coisa. Merece ter um pouco de carinho. – Diz Effie me olhando.

— Hey, não falem de mim como se eu não estivesse aqui. – Digo sorrindo um pouco. — Eu não preciso de carinho, sou autossuficiente. – Digo apontando para mim mesma.

— Ah sim, a não ser quando tem um pesadelo. – Diz Haymitch. — Teve uma vez que ela até me abraçou.

— Isso foi em um breve momento de fragilidade. – Digo sorrindo.

— Claro que foi. Você é Katniss Everdeen. Nunca demostra seus sentimentos. – Diz Haymitch.

— Está um pouco enganado meu velho. – Sorrio um pouco. — Às vezes demonstro mais do que realmente devo.

Peeta me encara por alguns segundos, antes de desviar o olhar. Como se pedisse desculpas.

— Isso é fruto da sua impulsividade.

— Herança bem deixada pelo pai. Katniss é a cópia exata de meu marido. Puxou seus olhos, seus cabelos, o tom da pele, a habilidade com arco e flecha e principalmente: A personalidade.

— Como você aguentava os dois dentro de casa? – Pergunta Haymitch sorrindo.

— Katniss ainda era muito nova quando o pai dela morreu. Acho que o meu estado também ajudou muito para que ela ficasse assim...

— Rebelde? – Perguntei sorrindo.

— Forte. – Responde minha mãe com um sorriso.

Passamos o jantar inteiro com minha mãe falando sobre mim e todas as faixas etárias da minha vida.

— Então quer dizer que é mesmo verdade? – Pergunta Haymitch com um sorriso.

Havíamos terminado o jantar e eu e Annie ajudamos Effie a arrumar a cozinha enquanto Peeta brincava com Finnick e Haymitch e minha mãe falavam sobre mim. Agora estamos todos sentados na sala conversando animadamente. E mais uma vez, o assunto sou eu.

— Sim, vocês nunca repararam? – Minha mãe pergunta como se fosse um absurdo.

— Bom, eu cheguei a estranhar umas duas vezes, mas nunca perguntei nada. – Diz Haymitch.

— Nem eu. – Peeta se pronuncia pela primeira vez, deixando um sorriso brotar em seus lábios. Quase fico hipnotizada por aquele azul intenso de seus olhos.

— Não vejo o que tem de mais em meus olhos mudarem de cor. – Digo.

— Isso é incrível Katniss. Uma hora estão cinzas outra verde. Eles podem até ficarem azuis. – Diz Effie.

— Eles nunca ficaram azuis. – Digo.

— Mas, podem ficar.

— Escuta Haymitch, não viemos aqui para falar de mim. Então para de rodeos e diz logo por que chamou a gente aqui. – Digo encarando-o.

— Bom... – Ele começa. — Tem certeza que ela não trouxe o arco e a aljava de flechas?

— Absoluta. – Minha mãe confirma com a cabeça.

— Acontece que Plutarck me mandou uma mensagem. Ele quer que os Vitoriosos vão para a Capital prestar uma entrevista para o programa do Caesar. Ele diz que depois dos Jogos, e da Revolução, Caesar perdeu muito a sua autoestima. E bom, agora ele está com um programa novo, mas não tem muita audiência. Já que ele era famoso por suas entrevistas sobre os Jogos. Vocês topariam ir? – Haymitch pergunta olhando para mim.

— Não... – Balanço a cabeça em negação.

— Katniss...

— Não Haymitch, não quero minha vida exposta em um programa de televisão de novo. – Digo batendo as mãos sobre a mesa.

— Está parecendo a Katniss de quando estávamos no 13. – Haymitch retruca.

— Talvez eu ainda seja aquela Katniss. – Digo.

— Talvez não, aquela Katniss era forte e justa. – Haymitch já estava gritando.

— Aquela Katniss estava caindo aos pedaços. – Digo gritando também.

— Sim, porque ela era boa e queria ajudar os seus amigos e as pessoas que ela amava. – Haymitch esbraveja gesticulando com as mãos.

— E de que adiantou? Todas aquelas pessoas que eu amava. Ou estão mortas ou estão longe de mim. – Digo sentindo lágrimas caírem de meus olhos. Até então eu não tinha reparado que estava chorando.

— Tudo bem... – Haymitch passa as mãos pelo cabelo. — Por que chegamos nesse assunto? – Ele sorri e eu sorrio também. Limpando minhas lágrimas.

— Por que eu sou teimosa. – Assumo, sentando-me novamente na cadeira.

— Eu topo. – Annie fala.

— Eu também. – Dirijo meus olhos para o dono daquela voz, calma e grossa. Peeta realmente não se importa de voltar para a Capital? Logo ele?

— Caesar é uma boa pessoa. – Haymitch me encara.

— O que eu ganho indo até lá? – Pergunto cruzando os braços.

— Hm... Eu paro de te implicar e Peeta te dá pães de graça por um mês. – Haymitch responde e solto uma risadinha.

— Filha... – Minha mãe me encara.

— Está bem... eu vou. – Digo e Haymitch solta um suspiro.

— Obrigado, de verdade. – Haymitch sussurra.

— Não precisa agradecer.

—  Bom, já que está tudo resolvido, eu vou para casa. Nos vemos amanhã. – Diz Peeta se levantando.

— Tudo bem, saímos amanhã as 07:00. – Haymitch diz enquanto solta um risinho.

Peeta se despede de todos e quando chega minha vez eu me limito a olhá-lo.

— Katniss... – Ele me chama e eu o encaro. — Posso te dar um abraço? De despedida.

— Eu acho melhor não. – Digo tentando parecer rude, porém minha voz está mais para um sussurro.

Mesmo com meu receio Peeta vem até mim e deposita um beijo em minha testa, eu lhe encaro por alguns segundos, seus olhos estão vermelhos e fundos e talvez seja somente coisa da minha cabeça, mas por um momento eu podia jurar que vi lágrimas neles. Ele olha em meus olhos e sai dando um “Boa noite e até amanhã” para todos.

— Então, você e o garoto...

— Não temos mais nada... se é que tivemos algo. – Digo.

— Não precisa ser forte o tempo todo. Está na sua cara que você está sofrendo. – Haymitch vem até mim com um sorriso triste no rosto.

— Eu vou ficar bem...

— Eu sei... E você sabe que pode contar comigo. – Ele me olha um pouco. — Se quiser desabafar... – Ele parece meio perdido.

Haymitch é como eu, nunca consegue demonstrar os sentimentos e quando o faz, fica todo perdido em suas palavras. Então eu simplesmente o abraço. Haymitch cuidou e cuida de mim como meu pai fazia, então eu sei que realmente posso confiar nele.

— Obrigado.

*-*

Acordo-me no meio da noite, havia tido um pesadelo horrível, onde Peeta era torturado e assassinado em minha frente, não fiquei muito surpresa, ter pesadelos sobre isso estava virando rotina. Desço até a cozinha sem fazer barulho e pego um copo com água, vou para a sala e ligo a Tv, coloco o volume bem baixinho, só quero ver se esses comerciais da Capital podem me distrair. Não quero ficar pensando em meu pesadelo. Deito-me no sofá em posição fetal encarando a televisão, minutos depois sinto minhas pálpebras pesarem e caio no sono.

“Katniss...”

Ouço alguém me chamar e penso estar tendo outro pesadelo. Isso também não seria novidade.

“Katniss... Acorde!”

Ouço a voz de Haymitch e levanto-me em um sobressalto. Assunto-me ao ver que quase caí do sofá com o pulo que dei. Meu corpo estava dolorido pelas poucas horas em que eu dormi nesse sofá desconfortável. Olho para o lado e vejo Peeta e Haymitch me fitando. Fico desconfortável imediatamente.

— Quer me matar do coração? – Digo encarando minha mãe que vinha da cozinha.

— Não docinho..., mas você está atrasada, quem vai te matar é a Effie. – Quando Haymitch acaba de falar, a porta se abre e Effie entra por ela.

— Menina, você ainda nem se arrumou? O trem sai em 40 minutos! – Effie pergunta me encarando.

Eu trajava um pijama branco com bolinhas pretas, a camiseta tinha frase escrita “Do not look/Não olhe.” Já o short era curto e mostrava minhas pernas mais torneadas. Encaro Peeta por um momento e vejo que ele tem seu olhar fixo em meu corpo. Não sei se estava alucinando, mas posso jurar que ouvi ele murmurar um: “Impossível não olhar”.

— Já estou indo Effie. – Digo me levantando. Effie me dá um abraço murmurando um “bom dia”.

Subo às pressas para meu quarto tomando um banho rápido. O tempo estava frio e chuvoso, então optei por vestir uma calça jeans clara e um sobretudo preto com um cachecol da mesma cor. Soltei meus cabelos passando um batom rosa claro e um delineador preto. Peguei minha mala que já estava pronta e desci as escadas, passei pela cozinha pegando apenas uma maça e andei rumo a sala. Assim que cheguei encontrei minha mãe conversando animadamente com Peeta enquanto Haymitch mexia nos dedos e Effie andava de um lado para outro impaciente. Reparei duas pessoas a mais na sala: Annie e Finnick, ela balançava o pequeno nos braços tentando acalmá-lo. Assim que Effie reparou a minha presença abriu um sorriso.

— Tão linda quanto sempre... – Ela diz em alto e bom som, encaro Peeta e vejo que ele me encara com um sorriso nos lábios. Não sei ao certo se isso é bom.

— Vamos? – Haymitch me tira dos meus devaneios. Assinto com a cabeça já saindo pela porta.


Notas Finais


Oii de novo gente, espero que tenham gostado e que sua sede de sangue tenha diminuído kkkkk. Não se esqueçam de comentar!

E que a sorte, esteja sempre ao seu favor! ♥

Beijos! *-*


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