História Peeta e Katniss: Out Of The Woods... - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Visualizações 44
Palavras 1.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Científica
Avisos: Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii Tributos! Tudo bem? Espero que sim.

Então, quero agradecer por todos os comentários do capítulo passado, sério, eu fiquei muito feliz com todos eles.

Boa Leitura! ❤️

Capítulo 10 - Buttercup?


Fanfic / Fanfiction Peeta e Katniss: Out Of The Woods... - Capítulo 10 - Buttercup?

Pov. Katniss

Acordo-me com o sol entrando pela fresta da janela e atingindo meu rosto, minha cabeça lateja fazendo com que eu a aperte contra o travesseiro, vejo que ainda estou com as roupas de ontem e forço minha mente a lembrar o que aconteceu ontem à noite. Fomos para a casa de Haymitch, Johanna veio com mais uma de suas insinuações, eu fiquei magoada, Haymitch me deu uma bebida, Peeta me trouxe para casa nos braços – e só para frisar, quês braços maravilhosos –, eu vim para o quarto, eu o puxei para cima de mim, eu quase bei... EU QUASE BEIJEI ELE. EU! EUZINHA, MIM. Levanto-me abruptamente da cama, fazendo com que eu sinta uma breve tontura. Eu quase beijei ele, meus Deus! Eu praticamente quase o agarrei, pai do céu! O que eu fiz?

Tomo um banho vestindo roupas menos quentes, durante a noite quase todo o gelo derreteu, dentro de dois dias a primavera chegará. Passo no quarto de Rye e vejo que ele ainda está dormindo, mas Peeta não está mais na cama. Desço as escadas rumo a cozinha e encontro Peeta sentado na mesa com uma xícara de chá fumegante e lendo o jornal. Assim que paro em sua frente ele levanta seu olhar para mim e dá um sorriso.

— Fiz um café forte para você. Sua cabeça deve estar explodindo. – Ele diz me servindo com café.

— Obrigada. – Consigo dar um sorriso, ainda meio constrangida por estar diante do cara que eu agarrei ontem.

— Preciso ir para a padaria. – Ele se aproxima e deixa um beijo no canto da minha boca, quando se afasta sorri para mim e sai pela porta. E agradeço a Deus por ele não tocar no assunto de ontem comigo.

*-*

Os dias passam rápido, logo chega o domingo. Quando levanto percebo que já se passa do meio dia. Vou ao quarto de Rye e vejo que ele e Peeta ainda dormem, Peeta ressona e sorri durante o sono, vejo seus fios loiros caídos sobre a testa, tão bonito. Depois daquele dia da festa de Haymitch, só a menção de ficar muito perto dele já me assusta. Não sei o que me deu aquele dia, senti uma vontade de provar daqueles lábios, tão macios.

— Peeta? – Chamo balançando seus ombros de leve. — Peeta! – Balanço mais abruptamente e ele abre os olhos ainda sonolento.

— Oi. – Ele olha o relógio sobre o criado mudo. — Boa tarde. – Ele sorri.

— Boa tarde. – Digo e sorrio.

Aproximo-me do berço de Rye e assim que coloco minha mão na grade ele abre os olhos. Ouvidos de caçador como diz Peeta.

— Vou descer para preparar o nosso piquenique, quer tomar café aqui ou quer deixar para tomar no lago? – Ele pergunta.

— Podemos tomar no lago se você não se importar. – Digo e ele nega com a cabeça.

— Tomamos no lago então. – Ele se levanta, sem camisa como todos os dias, mas hoje em especial eu reparo que sua barriga possui oito gominhos, como um homem casado e pai pode ser tão lindo e ter um corpo desses? Eu sempre imaginei que todos os homens casados e com filhos tinham que ser barrigudos e barbudos. Apensar de que meu pai era forte, para mim era quase uma obrigação homens casados não terem charme algum. Mas olhando para Peeta no auge dos seus 19 anos e com o corpo tão forte, eu penso em como estava errada. Suspiro quando chego à conclusão que já sequei demais o seu corpo e também quando ele sai do quarto. Pego Rye em meus braços e começo a lhe dar de mamar. Depois, quando ele já está devidamente saciado, troco sua roupa e sua frauda, colocando uma roupa de frio na sua bolsa e também algumas fraudas extras. Desço com ele até a cozinha onde vejo que Peeta prepara seu leite. Sinto um frio na barriga, seria coerente contar para ele que estou amamentando Rye? Tenho certeza que ele não vai se importar, mas...

— Katniss? – Saio da minha discussão interna quando ele ergue os braços na minha frente pedindo que eu lhe dê Rye.

— Eu acho melhor você dar um pouco de fruta a ele ao invés do leite. – Digo.

— Você acha? – Ele pergunta.

— Acho, é bom dar ele algo diferente de vez em quando. – Digo e até sorrio para convencê-lo melhor.

— Tudo bem. De qualquer forma vou levar a mamadeira para ele tomar no lago. – Ele diz colocando a mamadeira na bolsa. Mordo o canto da boca, tenho que contar para ele. Mas não agora, vou deixar para quando estivermos no lago.

Depois de tudo pronto e colocado dentro de uma cesta grande, saímos de casa. A neve já está completamente derretida e os pássaros cantam. Saímos da Vila dos Vitoriosos e caminhamos até entrarmos na floresta. Inspiro fortemente sentindo o cheiro do mato entrar em minhas vias respiratórias, como senti falta disso! Caminho devagar com Rye em meus braços, vejo que Peeta tem um pouco de dificuldade de caminhar neste terreno. Assim que chegamos ao lago Peeta estende a toalha debaixo de uma arvore, percebo que ele fica um pouco triste com isso mas deixo para perguntar depois. Sento-me com Rye sobre a toalha e ajudo Peeta a tirar as coisas de dentro da cesta. Começamos a comer. Peeta pega Rye nos braços e o deita em seu colo.

— Quer seu leitinho agora? – Ele pergunta para o menino que olha para mim e sorri.

— Mama? – Rye diz e Peeta me encara. Rye não disse “mamãe”, ele disse “mamar”. Pigarreio.

— Tem algo para me dizer Katniss? – Peeta pergunta sério segurando Rye sentado que começa a brincar com sua mãozinha.

— Como adivinhou? – Digo tentando parecer engraçada, mas ele permanece sério. — Na verdade, eu... voltei a dar de mamar para ele esses dias. – Digo e acabo mordendo o interior da bochecha de nervoso.

Sou pega de surpresa quando Peeta coloca Rye sentado no meio de nós e me abraça fortemente enterrando sua cabeça na curva do meu pescoço, fazendo com que seus lábios roçassem no meu pescoço me causando um arrepio estranho.

— Obrigado. – Ele sussurra. Talvez eu devesse estar chateada por ele estar me agradecendo por dar de mamar ao meu filho. Mas tudo que eu consigo fazer é sorrir e corresponder ao seu abraço. Peeta tem um cheiro tão bom  familiar, ele tem cheiro de casa. Nos separamos do abraço e meus lábios sem querer roçam em sua bochecha, sua pele tão macia. Apesar de conter umas poucas e quase imperceptíveis cicatrizes ali. Peeta aproxima ainda mais seu rosto do meu, os lábios entreabertos, fecho meus olhos e apenas me deixo levar, por hora, deixarei que ele me beije se quiser. Seus lábios roçam os meus e suspiro quando ele finalmente junta nossos lábios fazendo com que um arrepio tomasse conta da minha pele, depois de alguns segundos assim, ele passa a ponta de sua língua em meus lábios, moldando-os, como se quisesse memorizá-los, e eu os entreabro deixando que Peeta invada minha boca com sua língua quente e ágil, aprofundando o beijo. Não sei muito bem o que fazer, mas involuntariamente minhas mãos foram para seus fios loiros puxando-os levemente e pude sentir Peeta sorrindo entre o beijo. De repente, tudo isso se torna familiar para mim, incluindo o incrível gosto de morango e menta que sua boca possui. Nos separamos ofegantes, Peeta colou sua testa na minha e olhou em meus olhos, me surpreendi com o quanto eles estão brilhantes e azuis.

— Eu te amo tanto Katniss, se você sequer pudesse imaginar. – Ele diz, encaro seus olhos e sei que ele está falando a verdade, afinal, o que um homem lindo de 19 anos estaria fazendo com alguém como eu se não me amasse? Sorrio e me aproximo mais dele, quando sinto falta de algo entre nós. E é Rye.

Afasto-me de Peeta bruscamente e grito seu nome, Peeta também se põe de pé rapidamente. Aproximo-me da água mesmo me negando aceitar que posso ver meu filho morto as margens do lago, suspiro quando vejo que ele não está lá. Grito seu nome novamente.

— Mamá! – Ele grita de volta, corro em direção a sua voz e o vejo. Rye está sentado ao lado de uma poça de lama e segura algo em seus braços. É um gato? Eu reconheço esse gato. Puxo ele para meus braços e o aperto entre meu peito.

— Você quase matou a mamãe de susto filho! – Digo sentindo meus olhos pinicarem por causa das lágrimas. — Não faz mais isso! – Digo pegando sua mãozinha e a beijando. Peeta se aproxima mais de nós.

— Desculpa Katniss, eu me distraí e...

— Não foi sua culpa. – Digo aproximando-me dele com Rye nos braços. — As crianças são assim mesmo.

— Vem aqui seu menino levado! – Diz Peeta pegando ele nos braços e lhe fazendo cocegas. — O que ele estava pegando nessa lama? – Peeta pergunta.

Olho para o gato quase morto nos meus pés e apesar do pelo amarelado, eu poderia reconhece-lo de longe.

— Buttercup?



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