História Peguei Você (mitw) - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Tags 50 Tons De Cinza, Melanie Martinez, Mitw, Morganasecrets, Peguei Você, Tag You're It
Visualizações 178
Palavras 1.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo meio que triste e pesado mas né

a gente precisa de seguimento, não me matem

Capítulo 29 - Jealous


Fanfic / Fanfiction Peguei Você (mitw) - Capítulo 29 - Jealous

Jealous

//Tarik\\

— Baby, acorde… — ouço seu murmurar no meu ouvido, e alguns beijos no meu pescoço.

Sua mão grande acaricia minha cintura, já que eu dormia de lado, e me fazia arrepiar os cabelos da nuca.

— Hum? — resmungo num sorriso preguiçoso.

— Vamos ir comprar roupa pra ir no evento hoje? Vamos? — pede docemente, beijando agora minha bochecha.

Me viro de barriga pra cima, ficando face à face com ele, e acaricio seu rosto.

— Vamos sim. Agora? — pergunto e ele assente. Sorrio lembrando da noite passada e ele observa meu rosto corado.

— Oque tem, Pac? Tá com vergonha por quê?

— Nada… — ele sorri malicioso com minha resposta.

— Foi muito bom. — murmura e beija minha testa, me surpreendendo com seu ato tão carinhoso.

— Como se s-sente? — minha voz sai falhada pelo medo da pergunta.

— Estou com um pouco de dor, mas nada que diminua nossa noite. — ele ri soprado — Não se preocupe.

— Apesar de tudo, eu prefiro ser o passivo. — confesso — É muita responsabilidade dominar alguém. — mordo meu lábio inferior e ele sorri.

— E eu prefiro ser o ativo, apesar de ter adorado. Podemos fazer isso mais vezes? — me pergunta sério e sem notar prendo a respiração.

— Você realmente gostou?

— Foi uma experiência incrível, e muito gostosa, Tarik. — ele alisa meu cabelo — Se não quiser mais, tudo be…

— Eu quero, claro que sim. — respondo prontamente — Só… Fiquei surpreso. Você tem todo esse ar de dominador, achei que jamais gostaria de algo assim.

Mikhael dá de ombros, como se não tivesse opção de escolher.

— Eu adorei, mas eu vou continuar como ativo. Só que uma vez ou outra como passivo não vai me matar. — ele ri.

— Tudo bem então. — dou um sorriso envergonhado.

— Enfim, eu queria te pedir que usasse terno todo branco, e eu vou usar terno todo preto, pra gente ser um contraste legal. Oque acha?

— Eu acho uma boa. — respondo — E tenho algo à mais nisso.

— Diga.

— Eu uso uma gravata preta, com meu terno todo branco, e você usa uma gravata branca, com seu terno todo preto.

— A gente é tipo ying-yang? — ele arqueia as sobrancelhas.

— Exatamente. Nos completamos.

— Bonito. — ele concorda balançando a cabeça — Agora, — me dá um tapa na bunda — levanta e vai se arrumar que a gente vai pro shopping. Vou avisar minha mãe que vamos realmente ir.

//\\

Após passarmos pela porta de entrada do shopping com alguns fotógrafos no nosso pé, finalmente chegamos nas lojas e encontramos vários modelos. Porém, Mike insiste que os ternos sejam ambos o mesmo modelo, porém tonalidades diferentes, como no nosso combinado.

Compramos sapatos também, e admiro como Mikhael tem um ar adulto experimentando tudo aquilo tão social, me fazendo perceber que tenho um tesão nele usando terno. Puta merda, ele fica muito gostoso.

Mordi meu lábio várias vezes e ele ria de forma meiga, já que não é comum eu ser tão ousado em expressar-me dessa forma.

Saindo da loja, esbarro o ombro em alguém.

— Desculp… — sorrio abertamente — Tyler? — o branquelo de cabelos escuros num topete alto coça o queixo com pouca barba.

— Paczinho, que saudades. — ele sorri largo e me puxa para um abraço apertado.

Sinto uma mão firme em minha cintura, me puxando e me fazendo largar Tyler. Olho para Mike e vejo seu olhar cerrado.

— Mikhael, esse é Tyler. Meu vizinho desde que somos crianças. Tyler, esse é meu namorado, Mike. — aponto para o moreno que parece irritado e seus ombros parecem relaxar quando digo “namorado”.

— Prazer. — Tyler acena e Mike balança a cabeça como um cumprimento suave — Estou morrendo de saudades de você, Tarik. Aparece pra almoçar lá em casa, minha mãe ainda faz aquele molho pra macarronada. — ele pisca e puxa o zíper de seu moletom vermelho.

— Ah, claro. Pode deixar.

— Tchau. — ele acena e segue para a outra direção.

Mike segura minha mão e entrelaça, me puxando para fora do shopping. Sentindo essa vibe fria, me calo.

A volta foi feita em silêncio, e só notava os dedos de Mikhael pressionando o volante. Eram ciúmes?

O portão elétrico sobe e só vemos o vulto da moto de Kessy saindo da garagem, passando por nós num piscar de olhos.

Ao estacionar o carro, Mike abre seu cinto e agarra minha nuca me beijando, soltando meu cinto também.

— Hum? — resmungo entre o beijo necessitado, onde sua língua árdua brigava com a minha.

Sua outra mão agarra minha cintura e me puxa para seu colo, onde sento de frente para ele, quase encostando as costas no volante.

Suas mãos descem meu corpo, entrando facilmente pelo meu calção branco, apertando minha bunda com força.

— Sabe como estou bravo com você? — ele pergunta num sussurro e suas mãos se soltam de mim, indo para minha cintura e me fazendo olhar para ele — Que porra foi aquela? — ele segura firme meus braços.

— M-Mike… Não foi nada.

— Não foi nada? Aqueles sorrisos, o abraço apertado e porra, ele piscou pra você enquanto te chamava pra jantar.

— Não foi um convite como encontro, Mike.

— Eu sei, porra! — ele fala alto — Mas foi praticamente!

Fico em silêncio, e apenas abaixo meu rosto. Suas mãos relaxam em meus quadris.

— Fala alguma coisa, Pac. — me pede.

Nego balançando a cabeça e apenas deito meu rosto sobre seu ombro. Ele me abraça.

— V-você vai me punir? — pergunto trêmulo.

— Vou. — ele abre a porta e o vento frio entra, fazendo minha pele arrepiar — Sobe pro sótão.Já vou pra lá.

 

//Mikhael\\

Pouco tempo depois que ele some de minha vista, soco o parabrisa, à ponto de trincar um pouco e as juntas de meus dedos ficarem vermelhos, soltando um pouco de sangue em seguida. Bufando, saio do carro, e bato a porta com força.

Ao subir devagar, tentando tomar um ar pra não pegar pesado com ele apesar da raiva, percebo o quão suado estou.

Abro a porta do sótão e vejo ele nu ajoelhado no tapete ao lado.

Chego perto e ele prende a respiração. Firme, seguro seus ombros o pondo em pé, porém ele não me olha, mantendo o olhar casto e baixo.

O puxo pela mão até uma mesa que batia pouco acima da metade de suas coxas.

— Deita de bruços.

Ele timidamente o faz. Espalmo sua bunda e ele geme doído, mexendo um pouco seu quadril.

— Mike, quero que entenda que… — ele começa.

— Cala a boca. — digo frio e ele assentiu, virando o rosto para o outro lado. Vou até a cama, pegando uma almofada cilíndrica vermelha e ergo seus quadris, colocando ela embaixo de sua barriga, deixando sua bunda empinada.

Ando até os chicotes, pegando um de cabo curto e de couro pesado, num tamanho de uns 40 centímetros de comprimento.

Me aproximo de seu corpo claro, soltando o chicote entre suas pernas, e ele não se move. Ando até o armário, abrindo a porta e vendo algumas opções de algemas. Pego uma corrente com algema nas pontas.

Voltando até Pac, prendo seu pulso com uma ponta e dou a volta com a corrente por baixo da mesa, enroscando ela nos pés da mesma para deixar firme, e então prendo seu outro pulso.

Com as mãos presas para baixo, e sua bunda empinada, pego o chicote.

— Conte até 15. Se errar a contagem ou não contar, voltamos ao zero.

Ergo o braço segurando o cabo e couro, e o vejo se encolher em seus ombros. Acerto pela primeira vez em sua nádega direita e ele geme agudo.

— Um… — murmura. De novo — Ah… Dois… Três… Q-Quatro… C-cinc-co… Senhor Linnyker, por favor…

— Vamos zerar?

— Seis! — ele se apressa em dizer com a voz embargada, e suas costas, pernas e coxas já avermelhadas — S-sete.... O-aaaa oito… — Ele já chorava alto — N-nove… — se remexia — Dez… O-Onze… Doze… Aaaaaaa, t-treze… Quator… ze… Ah! Quinze…

Jogo o chicote no chão, e pego a chave da corrente, soltando suas mãos.

Pac não se movimenta, apenas chora baixo e soluça.

O seguro pela cintura, o pondo sentado e ele resmunga mole em meus braços. Seu rosto está vermelho e molhado pelo choro.

— Pronto, Tarik, passou. — digo e ele mantém seus olhos baixos — Tarik? — ele não responde, apenas chora.

O pego no colo e o levo para a cama, o soltando ali. Ele se encolhe, puxando o edredom sobre seu corpo, num ato de proteção.

— Tarik. — o chamo, mas ele apenas vira o rosto contra o travesseiro e chora baixo, com os soluços quase o afogando — Fala alguma coisa, baby. — peço, me deitando de lado, de frente para ele.

Nada. Ele está paralisado. Entro de baixo do edredom e quando envolvo seu corpo com meus braços, sua reação é como a de quem levou um choque. Pac se encolhe e usa as mãos para tapar o rosto.

— N-Não briga c-comigo… — ele murmura assustado.

— Não vou brigar com você. — digo e ele tira as mãos do rosto.

— A-ainda está b-bravo?

— Não exatamente.

— Isso quer dizer que ainda vai — ele soluça — brigar comigo. — puxa mais o edredom, enrolando melhor seu corpo e fugindo de meu toque.

Seus olhos são a única coisa descoberta, e fogem de mim com medo.

— Hey, passou. Já castiguei você, acabou. Por que esse teatro? — ele parece se ferir.

— Você me dá 15 chicoteadas porque dei oi pra um amigo de infância e acha que estou fazendo teatro? — seus olhos parecem uma torneira aberta, não para de escorrer lágrimas — Senhor Linnyker — ele ironiza —, se eu quisesse ele ao invés de você, eu nunca teria escolhido um relacionamento onde sou castigado por conhecer pessoas.

Ele fala e se levanta. Devagar, o assisto trêmulo, meio manco, ir até o monte de suas roupas, ainda fungando.

Se agacha usando a parede de apoio, pegando as roupas. Me levanto.

— Eu te ajudo à se vestir. — digo me aproximando.

— Não! — ele berra imediatamente — Eu consigo sozinho. — seu tom está baixo de novo.

Lento e fazendo caretas, ele se veste em minha frente. Quando termina de fechar sua bermuda, me olha casto.

— Isso é tudo, senhor? — ele pergunta baixo e encolhido, me fazendo me sentir mal.

— Sim, baby.

Pac destranca a porta, e sai em passos arrastados, resmungando de dor.

//\\

O restante do dia Tarik ficou em total silêncio, apenas assentindo com a cabeça quando lhe perguntava algo. Realmente não precisava de tanto, mas porra, eu tava com os nervos à flor da pele.

Pedi desculpas pelo exagero durante nosso almoço, e ele apenas assentiu. A tarde toda ele ficou dormindo, e se recusou à levantar quando o chamei para um café ao menos.

— Pac, precisamos ir para o evento. — balanço seu ombro o acordando.

Ele se mexe um pouco desconfortável, e se levanta indo para o banho. Essa frieza toda me faz pensar que posso perdê-lo por um ciúme bobo.

Entro no banheiro e o vejo chorando encostado na pia.

— Baby, me perdoa. — o abraço pela cintura e beijo seu ombro, já que ele estava sem roupas já. Ele assente e seca o rosto — Sabe o medo que tenho de te perder? — pergunto e ele permanece em silêncio — Há pessoas melhores pra você, e vocês tá comigo, eu não mereço você. Você me entende?

Ele assente e faz uma careta quando meu peito toca suas costas.

— D-dói… — ele resmunga.

— Tome seu banho, e eu vou cuidar dos seus machucados. — beijo sua orelha e ele assente.

Volto para o quarto e procuro a caixa de primeiros socorros, onde eu guardava todos os tipos de pomadas e remédios.


Notas Finais


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