História Pela Primeira Vez - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Cebola, Mônica
Visualizações 68
Palavras 911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie amores! ❤
Me desculpem se hoje o cap ficou pequeno, mas o próximo prometo que será maior
Boa leitura! ❤

Capítulo 8 - Bem-casados


      Dormir.

Era só o que eu desejava naquele momento. Desejava não, eu implorava, precisava, necessitava.

Talvez chegar em casa quase nove da noite e inventar de fazer uma faxina, não seja uma boa ideia. Mas eu tinha que fazer, se ficasse adiando e adiando, só organizaria essa casa sábado, dia que demoraria pra chegar. Mas, até que fui rápida. Em duas horas, eu já tinha terminado. Para recuperar um pouco o fôlego, antes de ir tomar um banho, eu me sentei no sofá, mas isso não durou muito tempo, pois a campainha tocou.

Ótimo!

Eu iria atender a porta vestindo um short velho, uma blusa larga, com o cabelo em um coque todo desarrumado e suando. Não daria tempo de tomar um banho e vestir uma roupa apresentável pra atender a porta. Então, eu apenas suspirei e me levantei. Minha coragem era tanta, que não consegui nem falar pra perguntar quem era. Olhei pelo olho mágico da porta e vi quem eu menos queria ver naquele momento.

Cebola

Abri a porta fazendo um muxoxo. Eu não queria ver ninguém aquela hora da noite, ainda mais ele. Como minha mãe me educou muito bem, resolvi sorri fraco e saber o que aquela criatura queria

— Oi — disse. Seus olhos mais uma vez cintilavam, e de perto eu podia ver que reflexos dourados passavam por eles, se camuflando muito bem com suas íris cor de mel

— Olá, o que deseja? — falei logo de uma vez. Não ficaria enrolando com um "oi, boa noite. Tudo bem?"

— Eu trouxe isso pra você. — me entregou uma sacola

Eu a peguei e examinei seu conteúdo. Tinha uma caixa cheia de docinhos. Eram bem-casados, meu tipo de doce favorito. Meus olhos com certeza brilhavam.

— Nossa, obrigada. São meus favoritos! Como sabia? — e a Mônica alegre aparece.

— Eu não sabia, é que... Acho que fui avisado — disse

— Avisado? — perguntei intrigada e depois olhei para os doces na sacola. Me alegrei de novo — Por que me trouxe isso?

— Hoje quando fui na padaria, vi você lá com seus amigos. Fiquei com a impressão de que você talvez não vá com a minha cara, mesmo depois da nossa conversa lá no Limoeiro — falou — Então, comprei esses doces pra você e esperei você voltar pra casa, para oferecer uma oferta de paz

— Hum... — ergui uma sobrancelha

— Então, amigos? — me entendeu a mão, os olhos brilhando ainda mais, aquele brilho zombeteiro que sempre aparecia nele quando me via, não deixava dúvidas que ele não gostava de mim e apenas dava um de educado

— Boa noite e obrigada pelos doces. — falei, erguendo a cabeça e talvez ele tenha percebido que eu, por agora, não queria amizade. Eu ainda não ia com a cara dele, o modo como me olhava me deixava desconfortável. Era muito incômodo

— Boa noite. — disse e virou sobre os calcanhares, andando menos de dez passos até seus apartamento em frente

Não fechei a porta, apenas o observei ir. Senti um cheiro invadir minhas narinas. Era doce, misterioso, como se uma fragrância misturada a outra, o que era estranho. O cheiro não podia ser do Cebola, pois aquilo sem dúvidas era um perfume feminino.

...

Não me importei com os olhares que recebi, do ônibus até o trabalho. Se eu estava feia, o problema era meu. Mas também, não estava com uma mendiga, vestindo jeans e blusa branca, com o cabelo em uma rabo de cavalo mal feito. Aquilo era normal pra quem foi dormir tarde, acordou cedo e não teve tempo nem de disfarçar as olheiras. Não era a primeira vez que eu saia em público parecendo um zumbi, e provavelmente não seria a última.

Pra melhorar a minha cara, que estava mal - humorada, comi os bem - casados que ganhei ontem, como sobremesa na hora do almoço. Nada melhor que um pouco de açúcar pra alegrar o dia!

— Come devagar, os doces não vão fugir! — Denise disse, me observando comer

— Me erra hoje Dê — falei

— Eu não vi você comprando esses doces ontem Mo — Magali falou

— Ganhei de presente

— De quem? — Denis perguntou mas eu não respondi, só dei de ombros e continuei a comer o resto dos doces, e eles me acompanharam.

— Nossa Mônica, você tá acabada. Precisa sair um pouco! Naquele dia você fugiu, mas dessa vez não escapa. Vamos todos sair sexta a noite. — Denis falou

— Verdade. Que tal irmos para aquele bar que o Cascão vive indo com o Xaveco pra jogar sinuca? Eu nunca fui lá, adoraria conhecer — Magali sugeriu

— Ótima ideia gatz! Se a Mônica se recusar ir de novo, vamos na casa dela e arrastá - la pelos cabelos — Denise disse — E além disso, aproveitamos pra dar uma hidratada no cabelo né mona? Tá precisando

— Vocês são um pé no saco! — falo

— Vamos Mo, vai ser legal. O Cascão disse que fez um amigo lá

Eu pensei bem... É, eu precisava sair, e dessa vez sem enrolação. Estava precisando me desligar do trabalho.

— Tudo bem! — concordo

Minha vida se resumia apenas a trabalhar, nada mais. Minha meta era evoluir no trabalho, me destacar, ir para um cargo maior. Não importava mais nada pra mim, aquilo era minha única meta de vida, e nunca ela iria mudar. Mas pelo menos uma vez, eu teria que esquecê - la, nem que fosse por uma noite de diversão.

    .


Notas Finais


Beijos! 😘


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