História Pelos caminhos da vingança - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Esquadrão Suicida, Mortal Kombat
Personagens Cassandra "Cassie" Cage, Kenshi, Takeda Takahashi
Tags Aventura, Crossover, Dc Comics, Dragão Vermelho, Drama, Katana, Katana (dc), Kenshi, Kenshixkatana, Mortal Kombat, Romance, Samurai, Tatsuo Yamashiro
Visualizações 12
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi povo!

Quero agradecer pelos comentários ^^
Se encontrarem algum erro nesse capítulo ou algo que não ficou claro me avisem, please!

Boa leitura!

Capítulo 7 - Só lembranças?


KATANA ESTAVA sentada em um sofá disposto na sala da general, esperava-a para a conversa que teria. Suas mãos estavam trêmulas, sua soultaker estava sobre seu colo, a ferida ainda latejava um pouco e de vez em quando colocava a mão sobre o curativo que Jacqui havia feito. Uma voz se fez ouvir de dentro da espada:

- Ao lutar contra Kenshi você se lembrou de Takeo, não é?

A lembrança do assassinato de Maseo, seu marido, e da casa em chamas logo lhe veio a mente. O fato de ela quase ter matado Kenshi não fora a lembrança do assassino de seu marido, seu cunhado Takeo. Ela respondeu serenamente a alma de seu marido:

- Não... Foi apenas um reflexo, me senti ameaçada... Só isso.

- Kenshi é um bom guerreiro e de boa índole.

Tatsuo olhou para a soultaker desconfiada e perguntou:

- O que você quer dizer com isso?

A porta da sala se abriu de repente fazendo a interrupção do diálogo. Sonya olhou para Katana e fechou a porta atrás de si. Sentou ao lado da samurai olhando a perguntou:

- O que acha que estava fazendo?

Tatsuo estava de cabeça baixa e se recusava a olhar para a general. Esta continuou:

- Você quase matou Kenshi.

- Minha intenção não era mata-lo, general – Tatsuo virou de ímpeto – Mas fiquei irritada ao ver que ele me feriu.

- Foi um acidente! – retrucou Blade.

- Então é normal para você acontecer essas coisas em treinos? – indagou Katana com o cenho franzido – Dá pra ver que ele não sabe diferenciar treino de um verdadeiro combate e machuca as pessoas por esporte.

- Qual é? Vai levar isso para o pessoal?

Katana se lembrou da ameaça que fez para o filho dele e disse:

- Eu ameacei o filho dele na primeira vez que vim aqui. E deve ser por isso que ele deve ter me ferido.

- Vamos tirar isso a limpo, então. – disse Sonya se levantando e indo em direção à porta.

- O que vai fazer? – perguntou Tatsuo levantando e colocando a soultaker em suas costas.

Sonya com sua imponência chamou Kenshi para dentro da sala, fazendo Katana ficar sem reação. A samurai tirou a soultaker de suas costas e se sentou colocando sua arma em seu colo, deixou seu olhar ao chão, não queria olhar para Kenshi naquele momento. Mas a pisada do espadachim dentro da sala fez com que seu coração estremecesse, respirou fundo deixando toda a tensão sair. A general fez com que Kenshi se sentasse ao lado dela e ele o fez, em seguida pegou uma cadeira e sentou -se frente a eles. O espadachim inclinou seu corpo para frente e voltou seu rosto para Sonya que falou:

- Nunca pensei que teria que ter uma conversa assim com vocês, até porque vocês já são adultos, bons combatentes... Não são mais aprendizes que devem ser advertidos...

- Não foi minha intenção ferir a senhorita Yamashiro – disse Kenshi  colocando a mão na fronte - Acho que minha mão ficou pesada demais...

- Ou a sento não está te guiando muito bem... – disse Tatsuo em tom sarcástico.

Kenshi  respirou fundo, abriu a boca para falar mas foi impedido.

- Já chega! – rosnou Sonya – Será que vou ter pedir para vocês fazerem logo as pazes? Como criancinhas?

Tatsuo olhou para Blade, balançou a cabeça reprovando tal cena, se levantou e disse colocando sua soultaker nas costas:

- Isso é patético!

Em seguida abriu a porta da sala e saiu. Sonya ia chama-la quando Kenshi interveio e falou em tom sereno:

- Eu me viro com ela.

Em seguida ele saiu ao encalço dela. Katana estava do lado de fora da base, num chão de terra seca, onde os soldados fazem treinos com bombas de pequeno porte. Ela olhava para o horizonte e seu cabelo dançava conforme o vento. Kenshi a admirava de longe, podia vê-la graças a sento, não queria ser notado por ela naquele momento, pensou em sondar sua mente, mas ela logo descobriria que estava lá. Tatsuo ouviu a voz de Maseo na espada:

- Ele está alguns metros de você.

Ela respirou fundo e se virou para trás, surpreendendo Kenshi. Tatsuo cruzou os braços e perguntou:

- O que você quer?

O espadachim se aproximou dela e disse com voz aveludada:

- Eu quero lhe pedir desculpas pelo ferimento que fiz em seu braço.

- Você treina assim sempre? Machucando os outros?

- Juro que não foi minha intenção machuca-la.

- Aquele golpe não dava para eu defender com minha espada. Você sabia disso...

- Foi um reflexo... Pensei que conseguiria defender, mas o erro foi meu de lhe desferir esse golpe em você.

- Tudo bem – disse Yamashiro com um sorriso franco. – Mas não pense que com esse meu perdão seremos amigos. Teremos apenas uma relação profissional.

Kenshi assentiu dizendo:

- De acordo.

Tatsuo fez uma reverência e saiu da presença de Kenshi deixando-o só no campo de terra.

 

ERA NOITE, Katana estava em seu apartamento. Assistia o noticiário enquanto lavava seu ferimento, veio a memória a forma como Kenshi lhe pediu desculpas e a preocupação dele com sua ferida. Por mais que o espadachim parecesse ranzinza poderia ter um coração amável por dentro, assim como Briggs dissera. Tatsuo assumiu que Kenshi lhe chamara a atenção, mas o que menos queria era criar laços com alguém que iria trabalhar temporariamente, principalmente laços amorosos.             

Ouviu uma batida fraca na porta, Tatsuo ainda não havia feito o curativo. Pegou uma toalha molhada, colocou sobre o ferimento, foi a porta e abriu-a devagar e se surpreendeu com o visitante dizendo:

- Lao, que surpresa!

Ela abriu mais a porta o deixando entrar. A samurai fechou e trancou a porta com um pouco de dificuldade e disse:

- Pode se sentar.

Lao se sentou e analisou com o olhar todos aqueles curativos dispostos sobre uma mesinha de centro. Ela se sentou ao lado dele, tirou a toalha que cobria a ferida, ia pegar uma gaze quando ele segurou o braço, olhou a ferida e perguntou preocupado:

- Quem fez isso com você?

Tatsuo respondeu com a voz trêmula:

- Foi... foi o Kenshi, mas...Foi sem querer...

Ela continuou fazendo o curativo e ele a ajudou a terminar. A samurai agradeceu a ajuda. O shaolin respirou fundo e disse:

- Eu sabia que não era para você ir com eles.

- Foi um acidente, Lao. Fique tranquilo – disse Katana tentando acalmá-lo colocando a mão em seu ombro forte e musculoso.

Lao sorriu como se estivesse aliviado, mas não estava. Katana podia notar em seu olhar, mas não quis perguntar a ele. Mas disse:

- Vou lhe preparar um chá. Mas antes me diga o motivo de sua visita.


Notas Finais


E esse Lao na casa da Katana? Kenshi admirando-a em silêncio... Ai ai no que isso vai dar?


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