História "Pequena Ajuda Do Destino" - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Violetta
Personagens Francesca Cauviglia, Jorge Blanco, León Vargas, Ludmila Ferro, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Tomás Heredia, Violetta Castillo
Visualizações 100
Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não me matem, amores.
Perdão por n ter postado antes, é q estava sem tempo e zero de inspiração. Mas estou aki, não estou?! 😂😂
Amo cada comentário q vcs comentam. ❤
Boa leitura

Capítulo 28 - 25 Capítulo - "Você Vai Se Arriscar, Martina?"


       P.O.V - Martina 


Aqui estou eu, mais uma semana de gravação, mais uma semana agitada. Tive um pouquinho de dificuldade para esconder meus hematomas na hora de gravar, mas nada que uma boa base não resolvesse. Enquanto estou almoçando no refeitório da emissora, me vem a lembrança da nossa pequena viagem a praia, de como foi maravilhoso estar na presença da família do Jorge, claro que o seu primo boçal não faz parte dessa pequena lembrança, mesmo assim é difícil esquecer aquele momento de angústia que vivi, e espero que nunca mais passe por isso. (Será que não??) 

Lembro que deixei um ser fofo em casa só, e imagino que a casa deveria estar de cabeça para baixo. (Estão curiosas, ok. Vou explicar) 


          Flashback - On


-  Jorge, estou esperando. O que significa isso ? - Pergunto. Vejo ele caminhar até um ser pequeno de quatro patas. Se tratava de um cãozinho. 


- Olá Martina, sou seu agora. Muito prazer. - Pega ele e movimenta a patinha, forçando a voz. Sim, achei engraçado. 


- Você me comprou um cachorro? - Pergunto o olhando 


- Sim, é para você ir treinando. - Diz sorrindo. Dou um pequeno suspiro. 


-  Jorge, você poderia ter me consultado, não temos tempo de cuidar de um bebê... Digo, de um cachorro. - Ele coloca o cachorro perto de mim. Os dois começam a me olhar intensamente. Um com uma carinha pedindo carinho, com suas enormes orelhas caídas e seu focinho fofo. O outro com aquelas íris verdes que me encantam e me enfeitiçam, com sua boca entre aberta que me chama. Não resisto. - Ok. Não resisto a nenhum dos dois. - Falo chegando perto. - É um beagle ? 


- Sabia que você não resistiria. Sim, é um beagle, tem um mês. - Disse me entregando. 


- Humm. Que fofo que você é. - Digo acariciando sua cabeça e tirando um laço enorme vermelho que mal cabia na sua cabeça.- Quem foi que colocou isso em você. - Começo a rir. 


- Pedi para o Ruggero trazê-lo. - Jorge disse enquanto levava nossas coisas para o quarto. 


- Aah, então está explicado. Ele já tem nome, amor ? 


- Ainda não, mas o que você acha de Francisquinho ? - Ele fala tão serio que quase acredito. 


- Endoideceu ? - Pergunto. - Você colocaria no seu filho esse nome ? 


- Correção, nosso filho. E óbvio ... que não. - Ele rir enquanto eu me mantinha séria. 


- Então precisamos batizá-lo. Por favor, me diga um nome digno da sua beleza. - Digo beijando o topo da sua cabecinha, enquanto o mesmo se encolhia nos meus braços. 


- Huummm, não faço ideia. Que tal Hércules, Bob, Beethoven ? Gosto desses. 


- Hércules é legal. - Paro de falar no mesmo instante que o cãozinho meio que bocejou, ele grunhiu igual um .. - Leãozinho.. Leon.. Lion - Comecei a falar dando um sorriso de orelha a orelha. 


- Leãozinho, Leon e Lion é muito grande, pequena. - Jorge diz. - Escolhe um.. Vem cá, Leon foi em minha homenagem? - Disse rindo.


- Depende. - Digo vendo ele se aproximar. - Ele se chamará, Lion. - Disse por fim. 


- Ae ? Depende do quê? - Sussurra beijando meu pescoço. Me sinto mole em seus braços, ele percebe e me puxa fazendo minha costas bater em seu peitoral, trazendo sua mão para minha cintura a apertando. Mas então ele para e solta. - Aaaiih. - Berra no meu ouvido. 


- Joorgeee. - Digo decepcionada. - Por que parou? 


- Seu Lion me mordeu. - Vejo uma pequena mordida na sua mão. - Isso é ciúmes, é? - Diz bravo. 


- Não reclama, foi ideia sua. Tá com ciúmes meu amor? - Digo rindo, fazendo carinho no Lion.


- Eu que sou seu amor, Tini. Vou te perder para ele? 


      Flashback - Off 


Meu sorriso se intensifica ao lembrar do seu ciúme bobo, alias dos dois. Mas isso já passou.. Um pouco. Naquela noite tive muito trabalho para dar amor aos dois. Mas minha noite não podia ter sido melhor, era tudo que eu queria, estar nos braços do homem que amo. 


- Terra chamando Martina, câmbio. - Ruggero diz sentando ao meu lado. 


- Oi, Rugg. - Disse lhe dando um beijo. 


- Me contaram que hoje você gravará externa ? 


- Sim. Minha personagem hoje irá cavalgar. - Falo sorrindo. 


- A minha também irá. - A louca da Mercedes fala por trás de mim. Ou melhor grita. 


- Que louca essa minha amiga. - Digo rindo. 


- Cadê o Jorge ? - Assim que ela termina a pergunta ele chega com seu prato. 


- Estou aqui, lindo e gostoso. - Diz sentando ao meu lado. 


- Aah e bem modesto. - Falo o encarando, enquanto via uns olhares femininos em sua direção. Não gosto nada disso, mas não posso fazer nada, a final ainda não comunicamos que estamos juntos. 


- Tinita, cadê sua dublê ? - Rugg me pergunta. 


- Não quis dublê, Rugg. Consigo fazer essa cena sem precisar de ninguém. - Falo voltando a comer minha salada. 


- Como assim, você vai se arriscar fazendo aquela cena que havia me contando? Sem dublê, Martina ? - Jorge me pergunta incomodado. 


- Sim, vou. Deu comida pro Lion antes de sair ? - Pergunto tentando mudar de assunto. 


- Sim. Não mude de assunto. - Diz largando o garfo. - Vou falar com o diretor para chamar sua dublê. - Disse e saiu arrastando os pés. 


- Vocês dois nem ousem falar nada. - Digo já temendo ouvir broncas. 


- Que pena que você não é minha mãe. Isso é loucura, Martina. - Mercedes diz. 


- Tinita, o Jorge tem razão. Não convém você se arriscar. - Rugg diz o mais calmo possível. 


- Até você, Rugg. Eu não quero depender de dublê para fazer alguma cena arriscada. Quero eu mesma fazer, me sinto bem sabendo que sou eu que estou dando vida a minha personagem. É importante para mim. - Digo suspirando.


- Sei que é importante, meu anjo, mas não vale a pena se arriscar a esse ponto. - Jorge diz baixinho sentando novamente. - O diretor falou que ela não vai poder vim, então ele vai adiar a gravação para amanhã. 


- Jorge, eu posso fazer. É apenas uma sequência pequena. - Digo suspirando o olhando. - Minha personagem sobe no cavalo e cavalga desesperada por ter visto sua mãe morta. Ela cai do cavalo, mas dá para mim fazer. Vai ser tudo bem feito. - Disse mais suplicando, do que explicando. 


- Martina, faz o que você quiser. Só toma cuidado. - Disse um pouco relutante. 


- Vou tomar. - Digo sorrindo largo. 


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       P.O.V - Jorge


Não estava gostando nada dessa história da Martina não usar dublê. Mesmo ela tentando me tranquilizar, o que não estava conseguindo. Agora estamos aqui no local da gravação, esperando a hora de gravar. 


- Calma, cara. Não vai acontecer nada, a Tinita sabe o que faz. - Ruggero diz dando um soquinho no meu ombro. 


- As vezes duvido disso. Ela é teimosa demais, me deixa louco. - Digo tentando me manter calmo. 


- O que os dois estão fazendo por aqui? Vocês não tem mais cenas hoje. - O diretor chega por trás nos assustando. 


- Queríamos ver as garotas. - Ruggero fala. 


- Como quiserem. Só não atrapalhem. - Dá um sorriso e logo em seguida sai andando até a Martina que já se encontrava incorporada na sua personagem. Figurino, maquiagem e cabelo. Estava linda. 


- Fica calmo, Jorge. Assim você vai fazer um buraco na grama. - Ruggero fala debochadamente. 


- Vai a merda, Ruggero. - Digo irritado, observando a Martina sendo orientada do que deveria fazer. 


- Lá vem a loira! - Ele avisa, olho e vejo a Mercedes vindo já em cima do cavalo. Sua personagem perseguiria a personagem da Martina, não me preocupo com ela pois é a Martina que terá que cair do cavalo. Vejo que começaram a gravar, fico mais nervoso. 

No começo tudo corre bem, Martina estava dominando bem o cavalo. Mas então tudo muda quando algo assusta o cavalo que começa a ficar bastante agitado, vejo que ela tenta se manter calma, mas tudo desmoronou quando ele arqueou as patas dianteiras empinando-se. Meu coração acelerou quando vi o que estava prestes a acontecer. Comecei a correr em sua direção, tentando chegar a tempo, mas ilusão minha. Vejo ela ser jogada para trás caindo no chão. Parei no mesmo instante em choque com o que acabei de ver, não conseguia me mover, só o que me restou foi gritar. 


- Maaartinaaaa. 







Notas Finais


Mataram a curiosidade? 😂
Mas e esse final, hein? Q tenso
Comentários, sim. Por favor! 💜
Bjoos e até mais!


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