História "Pequena Ajuda Do Destino" - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Jorge Blanco, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Violetta
Personagens Francesca Cauviglia, Jorge Blanco, León Vargas, Ludmila Ferro, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Tomás Heredia, Violetta Castillo
Exibições 72
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem está acordada? Eu, sim. Queria compensar minha queridas leitoras💜
Espero que gostem do capítulo, pois estou morta de sono.
Boa leitura😙

Capítulo 29 - 26 Capítulo - "Martina é Uma Irresponsável"


         P.O.V - Jorge 


Não sei como, mas quando voltei a realidade já estava indo na sua direção. Vê-la desacordada, tão frágil, me deixa em frangalhos.


- Tini ? - A chamo tentando tocá-la, mas dois braços não permitem. 


- Se afaste, não pode tocá-la. Pode ter quebrado algo. - O cara que a orientou uns minutos antes me disse. Quem ele acha que é para dizer o que tenho que fazer. 


- Jorge, espera. - Ruggero me segura por trás me impedindo de avançar em sua direção. O que há com esses porra. 


- Me deixa Ruggero. - Grito, me soltando dele e do professor que sabe tudo. Me ajoelho e tiro algumas mechas de seu cabelo da sua face, faço um pequeno carinho sob sua maçã esquerda. - Por que você não me escuta, pequena ?! - Sussurro próximo ao seu rosto. 


- Jorge, os paramédicos estão chegando. - Escuto Mercedes falar com a voz embargada. Olho ao redor e vejo que algumas pessoas se encontravam no local me observando. Que se dane todos, nesse momento só queria que minha pequena abrisse seus lindos olhos e sorrisse. 

Ruggero mais uma vez me puxa, a contra gosto fui, vi os paramédicos examinarem ela com muito cuidado. Observei eles colocarem uma tala em seu pescoço, e logo em seguida pondo-a na maca. Depois disso não vi mais nada, não sei como cheguei no hospital, só conseguia ouvir vozes dizendo que ficaria tudo bem. Me amaldiçoou por não ter tirado da sua cabeça essa ideia de fazer uma cena perigosa como essa, me sobe um ódio ao imaginar que isso poderia ter sido evitado. Mas claro, ela é cabeça dura demais para perceber quando está errada. 


- Jorge ? - Escuto e não dou atenção. - Jorge ? Fala com a gente, cara. 


- Não quero conversar. - Disse frio. Estava sentado, cotovelos apoiados nos joelhos, dedos cruzados e com uma cara que até eu teria medo. 


- Cara, ela vai ficar bem! - Ruggero continua. - Você precisa... 


- Ela poderia estar bem agora, mas não. A MARTINA É UMA IRRESPONSÁVEL. - Grito observando algumas pessoas nos olharem. - Elá só pensa nela mesma. O resto, foda-se. 


- Você está irritado, mas não é culpa sua. Vou pegar um calmante. - Mercedes disse saindo. 


- Não preciso de nenhuma droga de calmante. - Me levanto saindo daquela sala, indo até o banheiro. Tento me acalmar sem precisar de remédios, mas não consigo, ela estava bem, porque teve que se arriscar por mais um de seus caprichos. Lavo meu rosto sentindo o mesmo queimar. Volto para a recepção vendo que havia um médico com o Ruggero. 


- Então, posso vê-la ? - Pergunto, vendo o médico se virar para me olhar. 


- Eu estava explicando para ele agora, que ela continua desacordada. Fizemos alguns exames mas, é cedo para afirmar algo. Vamos esperá-la acordar. - Disse, sério, me olhando. - Felizmente ela não quebrou nada. 


- Então ela pode adquirir alguma sequela? - Pergunto e ele assente. 


- Sim, ela pode adquirir traumatismo craniano. A pancada foi muito forte, talvez por isso a mesma ainda não tenha acordado. - Continua. - O traumatismo pode causar fraturas no crânio, ou provocar danos no cérebro, tipo um coágulo sanguíneo. Além da perda de memória. - Não esboço nenhuma reação ao ouvir suas palavras por fora, mas por dentro estou prestes a explodir de tanta tristeza e raiva ao mesmo tempo. Assim que ele sai, me vejo parado, encarando o nada. 


- Jorge, trouxe o calmante. - Mercedes estende a mão me entregando dois copos descartáveis. Um com o calmante e outro com água. - O que o médico disse ? - Continua esperando eu pegar os copos. 


- Que a Martina pode morrer por sua irresponsabilidade e idiotice, e a culpa é toda minha. - Digo, esmagando os dois copos com minha mão, os jogando em algum lugar. - Preciso sair daqui. - Saio em direção a saída raivoso.  


(....) 


- Outra dose. - Peço novamente ao barman. Não sabia ao certo quanto tempo já estava aqui, mas precisava me acalmar. Coloco para dentro minha sexta dose de tequila, agora a mesma já não descia mais queimando. Quando penso que a Martina poderia estar bem, me sobe uma raiva dela e ao mesmo tempo de mim, me sinto o culpado disso tudo. No fundo sei que estou assim porquê tenho medo de perdê-la por uma bobagem que teria sido evitada se ela tivesse me escutado. 


- Droga, Martina. - Dou um suspiro, lembrando dos nossos planos. Casamento, filhos. Bom, quando chegava no assuntos dos filhos, a mesma ficava estranha, mas sei que ela quer ter filhos comigo. E agora vejo que tudo pode não acontecer. Posso estar sendo exagerado e dramático, mas fiquei longe dela por quatro anos e foi os piores anos da minha vida. 


       Flashback - On 


- Iae, cara. A Tinita já falou contigo? - Ruggero fala assim que entra no meu quarto. 


- Sim. Veio aqui mais cedo. - Falo sem encará-lo. 


- Huummm, então se acertaram? - Pergunta sorrindo. - Cara, não sabe como aposto em vocês e... 


- Eu mandei ela se afastar de mim. - Disse, observando sua feição mudar. - Falei que não queria nada com ela. - Vejo ele me olhar confuso. 


- Endoidou, Blanco ? Por que você fez uma burrada dessas? - Me encara com fúria. 


- Não posso estar com ela, não posso. - Digo sentindo meus olhos arderem. - Fiz isso para o bem dela. 


- Não. Você fez isso porque você é um covarde! Um covarde que deixou ir embora a felicidade. - Fala apontando o dedo para mim. - Um covarde que sofrerá todos os dias porque deixou a mulher da sua vida ir embora. 


- Ruggero, você não conhece meus motivos. Eu fiz o que achei que seria o certo. - Queria muito enfrentar todos que eram contra a nossa relação. Mas não podia. 


- Nenhum motivo do mundo se compara ao que você fez. Jorge, você quebrou o coração dela com sua rejeição. 


- Ruggero, eu fui ameaçado. Não tive outra escolha, querem acabar com a carreira que a Tini tem pela frente. - Disse exaltado. - Não posso deixar seu sonho acabar por minha culpa. - Me a próximo dele pondo minhas mãos sobre seus ombros. - Só me promete que cuidará da Tini e que me manterá apar de tudo que acontece com ela?? - Termino suplicando sua ajuda para mantê-la junta a mim. Quero cuidá-la mesmo sem ela saber que estou por perto. 


          Flashback - Off


Sim, foram os piores anos da minha vida, acompanhar seus passos, suas conquistas e não poder abraça-la, não poder felicitá-la por cada batalha vencida. 


(....) 


Cheguei em casa, ou melhor na casa da pequena, quando percebi que o Lion estava deitado em sua almofada que a Tini havia comprado no dia seguinte após tê-lo ganhado. O peguei no colo e comecei acariciar sua cabecinha. 


- Está com saudades dela, né? - Falo sentando no sofá com ele. - Também estou. Mas, logo logo ela estará aqui conosco. - Ele se aconchega sobre mim, me cheirando. Fico mais um pouco fazendo carinho e depois decido tomar um banho para voltar ao hospital. Depois de um bom banho, coloco uma roupa confortável, e decido ligar para o Ruggero. 


          Ligação - On 


- Ela acordou ? - Pergunto depois que ele atende. 


- Sim, acordou agora a pouco. - Sua voz sai estranha. 


- Estou indo. - Digo desligando. 


          Ligação - Off


Entro no elevador seguindo para o estacionamento. Começo a dirigir até o hospital, tenho a sensação de ser seguido, vejo um carro esportivo me acompanhar desde que saí, provavelmente se tratava de paparazzis. Depois de parar o carro no estacionamento do hospital, começo a andar até o elevador, mas paro ao ouvir uma voz grave. 


- Como vai, Blanco ? - Rapidamente me viro e vejo três caras vindo na minha direção. - Desculpa encomodar, mas tenho um recado para você. - Sorrir debochado. - Fique longe da Martina. 



Notas Finais


Respira gente. 🙆😂
Quero comentários divos, dependendo deles, posto outro hj mesmo já que são 02:40 da madruga.
Me falem o que acharam!!
Bjoos e até mais! ❤


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