História "Pequena Ajuda Do Destino" - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Violetta
Personagens Francesca Cauviglia, Jorge Blanco, León Vargas, Ludmila Ferro, Martina Stoessel, Mercedes Lambre, Peter Lanzani, Ruggero Pasquarelli, Tomás Heredia, Violetta Castillo
Visualizações 181
Palavras 1.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie, amores..
Prometi que postaria ontem (Segunda) mas não deu.. Mas, em compensação fiquei a madrugada toda fazendo esse capítulo p vcs. Espero que gostem!
Vocês são as melhores leitoras do mundo!!! ❤❤❤
Boa leitura.

Capítulo 43 - 40 Capítulo - “Vou Buscar a Razão Da Minha Vida”



           P.O.V - Jorge 


 Assim que estaciono meu carro na ruazinha dessa comunidade humilde, imagino o que minha pequena viveu aqui. Me aproximo do local em passos firmes deixando para trás o seu João, que falava algo sobre não poder entrar. Procuro com o olhar o tal conjugado e não demora muito o acho, foi bem fácil pois o mesmo estava lacrado com o selo da polícia, rapidamente tento entrar, mas havia um policial na porta, o que me fez recuar. 


- Seu Jorge, não vai conseguir entrar. – Coloca sua mão em meu ombro tentando me convencer. 


- Seu João, eu preciso entrar. Os peritos ainda não chegaram, pode ser que tenha alguma pista dela, e por causa desses lerdos vamos perdê-la novamente. – Observo o policial me encarar com cara de poucos amigos. 


- Eu preciso entrar nesse local, agora. – Faço menção de entrar, mas ele me barra com sua enorme barriga que com certeza deve-se a muita cerveja. – Deixe-me passar, por favor! 


- Sinto muito. É um local que só peritos podem entrar.. – Diz e escuto alguém o chamar pelo rádio que estava na viatura. – Um minuto. – Sai deixando o caminho livre. 

Não perco tempo e entro no local ignorando os comentários do seu João. Passei meu olhar pelo quarto e vi uma cama desarrumada, e uma cômoda com quatro gavetas. Senti meu peito doer ao imaginar que a minha Tini estava nessa cama, desprotegida, assustada, com um maluco que a qualquer momento poderia fazê-la mal. Vou na direção da cômoda e começo a remexer nas gavetas encontrando vários papéis. 


- Tem que ter alguma coisa que me leve a você, pequena. - Sussurro. Volto minha atenção pra cama e vejo uma coisa brilhando perto do travesseiro, vou até lá e encontro um brinco da Tini. – Eu vou te achar, meu amor! – Pego o mesmo e guardo no meu bolso. 

Volto minha atenção para os papéis. Sinto um desespero ao constatar que não há pista alguma sobre o local onde ela poderia estar. 


- Mas que droga! – Esbravejo amassando alguns papéis. – Esse idiota só tem conta pra pagar. – Em um raciocínio rápido vasculho as contas e .. – Te achei, desgraçado.. – Corro para fora com o envelope na mão. 


- Onde vai, Jorge? – Escuto Ruggero gritar saindo do carro. 


- Vou buscar a razão da minha vida. – Grito de volta entrando no carro e indo na direção do tal endereço que havia nas contas. 


[....] 


Em quinze minutos chego no local que havia na conta do cartão de crédito. Por esse deslize imagino que ele é um completo imbecil que não sabe o tá fazendo e que não tem coragem de fazer nada com a Tini. Assim, eu torcia para que ela estivesse sem nenhum arranhão, ou do contrário não responderia por mim.. Com bastante cuidado subo as escadas daquele pequeno prédio que estava caindo aos pedaços. Meu coração batia a mil por hora, só de imaginar que em segundos veria minha pequena, estaria com ela em meus braços, a protegeria a todo custo e não deixaria mais ninguém tirá-la de mim. Penso em alguma forma de me desculpar por tê-la culpado e por ter falado todas aquelas coisas que a machucaram tanto. 

Quando dei por mim, já estava em frente a duas portas. Não sabia qual das duas entrar, não sabia se batia ou arrombava. Estava pensando quando escuto um grito e logo em seguida um barulho de algo quebrando. Sem mais esperar fui na direção da porta de onde veio o grito e com uma simples e firme ombrada derrubei a única coisa que me ligava a Tini, adentrei rapidamente mas a sala estava vazia. Ouvi um choro baixo e corri na direção da outra porta que deduzi ser o quarto, não precisei quebrá-la pois não estava fechada com chave, girei a maçaneta e congelei ao ver minha pequena com o rosto vermelho, cobrindo algumas partes do seu corpo que estavam igual seu rosto. Seu olhar transmitia medo e no mesmo momento que ela notou minha presença pude ver o quanto estava aliviada. O procurei com o olhar e o encontrei perto da cama caído no chão com as mãos na cabeça gemendo de dor. 


- Seu maldito.. – Parto para cima dele o fazendo levantar. – Como ousa tocá-la? – O jogo contra parede. – COMO OUSA TOCAR NA MINHA MULHER? 


- Agora ela é a minha mulher! – Olho para ela e vejo nos seus olhos a vergonha, pois a mesma abaixou a cabeça. 


- CALA A BOCA.. – Começo a sufocá-lo com uma das minhas mãos que estava no seu pescoço. – Eu vou te matar, seu filho da puta.. Você vai se arrepender de tê-la tocado. – Continuo o sufocando. Escuto a Tini gritar meu nome e de relance vejo ele com uma faca ferindo meu braço, o mesmo consegue se soltar e corre na direção onde a Tini estava, sem me importar com nada o pego de surpresa pulando sobre ele fazendo com que nos dois caíssemos no chão. Tento tirar a faca de sua mão, mas em um movimento rápido a faca atinge seu abdômen, fazendo o mesmo perder completamente as forças. No mesmo instante escuto vozes entrando no quarto e alguém me tirando de cima dele. 


- Jorge, a Tinita.. - Ruggero sussurra e automaticamente a olho. Se encontrava na mesma posição, agora cobrindo-se com um lençol velho. Cada passo que dava na sua direção era uma pontada no meu coração, era uma dor no meu peito, vê-la tão frágil, tão assustada, nesse estado deplorável me mata por dentro. 


- Amor.. – Sento na cama enquanto seu olhar de menina assustada caía sobre mim. – Está tudo bem, agora! –  A abraço, mas ela se afasta– Pequena, sou eu.. Já passou, ele não vai te fazer mal. – Tento novamente abraçá-la, mas não consigo. 


- Ele já me fez mal. – Consigo ouvir entre os soluços. – Ele acabou com a minha vida, Jorge. – Perdi o ar com sua confissão. Olhei para o lado e vi ele sendo algemado enquanto gemia de dor.


- Você não merece viver, seu porra. – Corro na direção e o jogo no chão. Pressiono o corte do abdômen com minha mão o fazendo gritar de dor. – Você é um desgraçado sem alma, sem coração. – Lhe dou um soco próximo ao seu olho fazendo o supercílio sangrar. 


- O senhor não pode fazer isso.. Se acalme, por favor! – Um dos policiais diz tentando me puxar. 


- Ele a violentou! – Grito. – Nenhum estuprador merece viver. – Pressiono novamente minha mão sobre o corte. – Como pode fazê-la mal, seu doente? 


- Jorge, me ajuda! – A voz da Tini sai baixa. Quase sem vida. O largo e volto para cama. – Dói tanto.. – Pego suas mãos que tremiam muito mostrando o quão nervosa ela estava. 


- Martina, me diz pra mim que ele não fez nada com você? – Pergunto. Mesmo vendo as evidências ainda duvidava, queria ter certeza. – Me fala que ele não te fez mal, meu anjo?! – Indago com lágrimas nos olhos. Ela nada disse, apenas abaixou a cabeça enquanto seu choro se tornava cada vez mais alto. 

Vejo a faca no chão e sem pensar saio da cama soltandos suas mãos brutalmente, pego ela e aponto para ele enquanto ia me aproximando. 


- Senhor, solte essa faca.. O senhor também será preso! – Escutava, mas não dava a mínima. 


- Não me importo. Ele tem que morrer! 


- Irmão.. Hein, não faz essa besteira.. A Tinita precisa de você, olha como ela te olha assustada e você deveria se.. – De repente a voz do Ruggero morre, me fazendo olhar pra trás e ver a Tini caída sangrando. 




Notas Finais


Comentem.. Please!!
Necessito saber o que vocês acham
Isso vale principalmente p as leitoras fantasmas.. Bora colocar os dedinhos p digitar?! 😂😂😂
Quero saber o que acharam do capítulo e como ta indo a história em geral.. Pq se estiver monótona eu estou pensando em terminá-la rapidamente..
Um beijo a todas!


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