História Pequeno Monstro Do Papai. - Capítulo 40


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Eyeless Jack, Hoodie, Jack Laughing, Jeff The Killer, Masky, Slenderman, Ticci-toby, Zalgo
Visualizações 183
Palavras 1.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 40 - Page forty.


Bom, se os gêmeos são de pais diferentes, acredito que não precise de exame de DNA. Jace é filho de Hoodie, e Hope filha de Masky. Não tem como dizer que não, eles são as fotocópias dos pais, tirando apenas alguns traços.

Afasto todos esses pensamentos da cabeça, e me concentro no que estava a minha frente.

- O que vocês estão fazendo aqui? – Sou ríspida com minha pergunta.

Hope vira seu rostinho na minha direção no mesmo instante, assim como Masky. Mordo a lateral da minha bochecha com raiva. Por mais que as cores dos olhos de Hope fossem iguais às minhas, a intensidade do olhar é do pai.

- É os nossos filhos, não é?

Engulo seco. “ nossos filhos “. Ok, eu não estava preparada para ouvir isso de Masky. Porém, como não estou nada afim de facilitar as coisas para eles, respondo com ironia:

- Não, não são. São os gêmeos da Beyoncé que roubei na volta pra cá. Podem deixá-los aí, e sumir do meu quarto antes que eu chute a bunda de vocês pra fora daqui.

Aproximo de Masky para tirar Jace do seu colo, mas ele se afasta. Isso me enfurece. Eles são meus. Meus filhos. Eu passei por todas as emoções, por toda aquela dor sozinha, enquanto eles transavam com aquelas vadias. Na verdade, Jack estava do meu lado quando eles nasceram.

- Ally, Hope é minha filha? – Hoodie tira o capuz, encarando-me com os olhos verdes escuros.

Cerro os dentes, fechando as mãos em punhos na lateral do corpo.

- “ Nossos filhos? “ “ Minha filha? “ – Rosno, repetindo o que eles disseram. – Se vocês tivessem um pouco que fosse de vergonha na cara, vocês não diriam isso. Eles são MEUS!

- Tecnicamente, as crianças são a porra deles... – Haley diz com um fio de voz.

Viro minha cabeça na direção dela como a menina do exorcista. Não sei se algum dia eu pareci assustadora para ela, mas ao ver sua reação quando me encara, claramente se arrepende do que disse. Ela ergue as mãos em rendição e acrescenta:

- Só foi um comentário idiota. Me desculpa, Allyson. – Ela diz, devagar, como se tivesse tentando não enfurecer ainda mais um urso raivoso na sua frente.

- A “PORRA” DELES NÃO TEM VALOR, SE DEIXAM DE FAZER PAPEL DE HOMENS.  – Grito.

Os vidros do quarto estouram com tanta força, que pareciam bombas sendo estouradas ali dentro. O vento gelado joga os meus cabelos para frente. Sinto os espectros rondando minha cabeça à espera de uma ordem ou um pensamento que os façam atacar os meninos.

Jace chora no colo de Masky pelo susto que tomou, enquanto Hope olha para Hoodie, fazendo um beicinho e logo em seguida, seus gritos começam.

- Allyson, me escuta! – Hoodie pede, enquanto Hope esperneava no seu colo.

- Não! – Rebato. – entregue-a para Haley e saia do meu quarto, agora!

- Você vai fazer o que com eles? Esconde-los da gente? – Masky diz, enquanto Haley pegava Jace do seu colo, para acalma-lo.

- Vocês acham que tem algum direito? Sabe o que eu vivi dentro dessa mansão, enquanto vocês estava com Slender? Vocês não se importaram comigo desde que voltaram para cá. Eu passei por tudo sozinha. Quando eu mais precisei, vocês estava na cama daquelas vadias sujas.

Haley tentava equilibrar as duas crianças no braço ao mesmo tempo. Sua falta de pratica, não ajudava. Jace havia parado de chorar, e encarava a mim e ao Masky como se entendesse o que estava acontecendo, sua irmã, estendia os bracinhos pra Hoodie, e aquilo me chocou. Ela havia acabado de conhecê-lo.

- Você esperava o quê? Somos um bando de assassinos doentes e perturbados. Consegue nos imaginar como uma família feliz? Precisávamos pensar, estávamos confusos! Você nos fez sentir coisas tão intensas, coisas que não sentíamos mais. Achávamos que não sentiríamos nunca. Elas não são nada pra gente, Allyson. – Hoodie esfrega aos mãos no rosto, nervoso. – Só... me desculpa. Eu... merda, Allyson, desculpa!

- Quando Izzy entrou no quarto nos esfaqueando, percebemos a merda que fizemos. Hoodie é um cretino, mas acredite em mim quando eu digo que não estávamos ali de verdade. Não era o que queríamos. – Masky passa a língua sob os lábios antes de continuar. – Sabíamos o que tínhamos que fazer, sabíamos o que de verdade estávamos querendo, mas não fizemos porque ficamos com medo.

Com a raiva mais controlada, mas não menos furiosa, recuo um pouco.

- Medo? Conta outra. Vocês são máquinas de matar particulares de um polvo com quatro metros de altura e tentáculos saindo do cu. Vive numa mansão com fantasmas, esqueletos humanos e um monte de outras aberrações e coisas sobrenaturais, e vocês vem me dizer que ficaram com medo de serem pais? Que ficaram confusos? Me poupe vocês dois! É tarde demais para corrigirem o erro.

- Não queremos corrigir nossos erros, Allyson, queremos que você veja que sabemos que erramos. Queremos que você nos de outra chance, apenas isso.

Meu coração vacila por alguns segundos, mas me recordo da cena que vi deles com aquelas vadias. Não consigo ignorar, não posso. Estou machucada demais.

- SAEM DO MEU QUARTO!

Perco o controle dos espectros e os vejo partirem para cima de Hoodie e Masky, mas antes que a briga definitivamente aconteça e acabem os matando, algo acontece. Sombras com o formato de um humano surgem do chão, atacando os espectros e consequentemente, protegendo Hoodie e Masky.

- Que porra é essa? – Haley resmunga com os olhos arregalados.

Olho pelos cantos do quarto, procurando a pessoa responsável por aquelas coisas pretas e assassinas, mas não havia ninguém além de nós. Uma risada em uníssono, fina e infantil atrai a atenção de todos nós para os gêmeos. Quatro olhinhos brilhavam de excitação, vendo a briga violenta na sua frente.

Eles estavam controlando aquelas porras?

Tenho filhos prodígio em psicopatia?

Jace vira seu rostinho redondo e rosado na minha direção e sorri, mostrando suas covinhas uma de cada lado.

- É você? – Sussurro.

Os olhos de Haley correm de Jace, para mim, enquanto ela provavelmente tentava processar a informação que um bebê de apenas três meses, evitou que seu pai fosse morto com seus poderes de controlar sombras.

Por causa do barulho alto da briga que rolava, o quarto foi invadido por Toby, Izzy e companhia. Estavam todos curiosos para saber o que estava acontecendo. Hope vira seu corpinho em direção à porta e bate as mãozinhas alegres quando vê Toby, que não demora muito e começa a fazer barulhos de peidos com a boca para ela.

- Você está muito fodida com essas crianças. – Haley gargalha me dando os bebês para pegar.


Izzy.

Allyson está dando banho em Jace, enquanto eu segurava Hope no colo. Vestida totalmente de vermelho, ela parecia uma cerejinha. Tentei de todas a formas dar os brinquedos que a Allyson roubou na loja, mas a única coisa que chamou a atenção dela, foi uma coroa de princesa e o faca de cabo preto com a lâmina multi-color que a Allyson arrumou durante o tempo em que ela esteve surtada por causa dos sumiço dos meninos.

Por duas vezes eu cheguei a colocar a capa protetora na lâmina, mas Hope a tira. Ela encarava fixamente as cores na lâmina com um interesse que não deveria ser normal para um bebê. Suas mãozinhas gordinhas apertava o cabo até os nós do seus dedinhos ficarem brancos.

Acho que estou com medo dessa menininha.

- IZZY!

Toby entra gritando pela porta me fazendo quase mijar nas calças.

- Quer me matar do coração seu filho de uma puta do caralho? Eu quase mijei nas calças!

- Compre uma frauda geriátrica. – Ele estala a língua para Hope, que ri gotoso, fazendo seus bochechas esmagarem seus olhinhos ao sorrir.

- Toby... eu acho que ela pode nos entender. – Murmuro, encarando a garotinha careca.

- Não fala merda, Izzy. Ela só é uma bola gorda de carne, que caga e sorri. – Ele toma a faca da mão de Hope, fazendo a menina franzir as sobrancelhas séria para ele.

- Você viu isso? Bebês não fazem isso, Toby. – Me levanto, me afastando dela.

O gostoso do meu namorado tira a focinheira, pendurando-a na calça. Ele se aproxima de Hope, ficando na altura em que seus olhos possam fixar-se no da bebê.

- Você consegue me entender, Princess The Killer? – Ele brinca, cutucando a testa de Hope com o dedo. Hope baba e sorri, agarrando o dedo dele e levando até a boca.

- Viu? – Ele vira o rosto na minha direção. – É só um bebê bobo, chorão e cagão.

Não me convenço disso, mas mantenho minhas teorias para mim, vendo Toby brincar com os brinquedos que deveriam ser para os bebês. Ele já quebrou dois, com um acesso de raiva por não conseguir encaixar a peça no formato correto. Devo me preocupar?

- Olha só, que monstrinha mais feia...

Nina entra no quarto acompanhada de ClockWork. Até hoje tento entender de onde surgiu essa amizade das duas. A algum tempo atrás, elas não se suportavam.

- Saia daqui antes que eu arranque seus olhos puta. – Digo, me aproximando de Hope.

- Não tem nada a ver com o Masky, aposto que nem o outro deve parecer com um dos meninos. – ClockWork diz, pegando Hope de cima da cama, com tanta rapidez, que mal tenho tempo de reagir.

- TIRA A MÃO DA MINHA FILHA OU EU JURO QUE ARRANCO SUA PELE!

Allyson aparece completamente molhada e descabelada com Jace no colo. Diferente da mãe, Jace estava vestido todo de azul marinho e olhava para Nina e ClockWork com curiosidade. Suas mãos mãozinhas abria e fechavam ao lado do corpinho.

- Achou que essa coisa feia e babona fosse segurar um dos meninos? – ClockWork afasta Hope do seu colo para encara-la melhor. – Você é um monstrinho muito feio. Você não tem pai e sua mãe é uma vadia!

Allyson faz menção de avançar em ClockWork, mas ao ver o sangue escorrendo de um dos olhos da puta barata, Allyson se detém. Hope olhava fixamante para ela, e quando sorri de forma que até mesmo eu me jogaria ao seus pés, ClockWork berra tão alto, que cubro meus ouvidos com as mãos. Vejo-a soltar Hope no chão em câmera lenta. Escuto os gritos de Allyson, e vejo Habbit surgir do nada e pega-lá no ar a tempo de evitar que se espatife no chão.

Nina voa para cima de Hope com uma faca na mão, mas antes que pudesse atacá-la, ela já estava no chão, gritando assim como ClockWork, com o sangue vermelho vivo saindo de seus olhos, nariz, boca e ouvidos. Jace tomba sua cabecinha para o lado, olhando o estrago que sua irmã acabou de fazer.

Allyson e eu trocamos olhares assustados. Ela corre para a filha, checando se estava tudo bem. Olho para a porta do quarto e vejo dois garotos furiosos encarando Habbit e Allyson. Essa história de Hoodie, Masky e Allyson vai dar muito pano pra manga ainda.

- CONSEGUI! – Toby berra, atraindo toda atenção para ele. – O redondo era no redondo.

Ainda da tempo de trocar de namorado? 


Notas Finais


E AÍ, GOSTARAM? ESPERO QUE SIM!
QUERIA AGRADECER TODOS OS COMETÁRIOS DE VOCÊS NO CAP ANTERIOR... E VOU LOGO AVISANDO QUE EM BREVE VAMOS TER CAP COM MAIS FREQUÊNCIA AQUI!


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